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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Dilma: quem esconde o rosto não é democrata


LIBERDADE DE EXPRESSÃO, SIM. VIOLÊNCIA, NÃO!



Defendo toda e qualquer manifestação democrática. Democratas são aqueles que exercem pacificamente seu direito e liberdade de exigir mudanças. (...) Mas repudio o uso da violência em manifestações e acho inadmissível atos de vandalismo e violência. Pessoas que escondem o rosto não são democratas.





Dilma: Repudio o uso da violência em manifestações


A presidenta Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira (19), em entrevista às rádios 96 FM e Jornal AM de Alagoas, que repudia a violência nas manifestações e considera inadmissível atos de vandalismo praticados por pessoas que escondem o rosto.

“Defendo toda e qualquer manifestação democrática. Democratas são aqueles que exercem pacificamente seu direito e liberdade de exigir mudanças. São democratas aqueles que lutam por mais qualidade de vida, defendem com paixão as ideias que têm, a grande maioria dos manifestantes. Mas repudio o uso da violência em manifestações e acho inadmissível atos de vandalismo, violência, pessoas que escondem o rosto não são democratas”.

Dilma revelou que o governo defende a aprovação de uma lei para coibir toda forma de violência em manifestações. Ela também disse que o governo tem como meta que o Brasil disponha de um regramento unificado que defina melhor o uso proporcional da força por parte da polícia.

“Órgãos de segurança devem coibir qualquer espécie de vandalismo, de acordo com a lei, protegendo manifestantes e a vida dos cidadãos. Mas é preciso reforçar a lei e aplicar a Constituição, que garante liberdade de manifestação do pensamento, enfim, garante todas as liberdades, mas veda o anonimato. Então estamos trabalhando numa legislação para coibir toda forma de violência em manifestações, que já levou a morte de um pai de família. Também estamos buscando protocolo comum de atuação das PMs em manifestações. Isso tem sido discutido com secretários de segurança e comandantes da PM do Brasil”.

Em relação à Copa do Mundo, a presidenta disse que foram investidos quase R$ 2 bilhões para reforçar a segurança nas cidades-sede e que há uma série de medidas planejadas para garantir a segurança dos torcedores durante o evento.


Ouça a entrevista da presidenta clicando aqui.

Blog do Planalto

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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Dia Internacional dos Direitos Humanos


10 de dezembro de 2013


Dia Internacional dos Direitos Humanos




DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS 


Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III)
da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948



Preâmbulo

Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e de seus direitos iguais e inalienáveis é o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo, 

Considerando que o desprezo e o desrespeito pelos direitos humanos resultaram em atos bárbaros que ultrajaram a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que os homens gozem de liberdade de palavra, de crença e da liberdade de viverem a salvo do temor e da necessidade foi proclamado como a mais alta aspiração do homem comum, 

Considerando essencial que os direitos humanos sejam protegidos pelo Estado de Direito, para que o homem não seja compelido, como último recurso, à rebelião contra a tirania e a opressão, 

Considerando essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações, 

Considerando que os povos das Nações Unidas reafirmaram, na Carta, sua fé nos direitos humanos fundamentais, na dignidade e no valor da pessoa humana e na igualdade de direitos dos homens e das mulheres, e que decidiram promover o progresso social e melhores condições de vida em uma liberdade mais ampla, 

Considerando que os Estados-Membros se comprometeram a desenvolver, em cooperação com as Nações Unidas, o respeito universal aos direitos humanos e liberdades fundamentais e a observância desses direitos e liberdades, 

Considerando que uma compreensão comum desses direitos e liberdades é da mais alta importância para o pleno cumprimento desse compromisso, 

A Assembléia Geral proclama 

A presente Declaração Universal dos Diretos Humanos como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objetivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta Declaração, se esforce, através do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adoção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universais e efetivos, tanto entre os povos dos próprios Estados-Membros, quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição. 

Artigo I

Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas às outras com espírito de fraternidade. 

Artigo II

Toda pessoa tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição. 

Artigo III

Toda pessoa tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.

Artigo IV

Ninguém será mantido em escravidão ou servidão, a escravidão e o tráfico de escravos serão proibidos em todas as suas formas. 

Artigo V

Ninguém será submetido à tortura, nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante.

Artigo VI

Toda pessoa tem o direito de ser, em todos os lugares, reconhecida como pessoa perante a lei. 

Artigo VII

Todos são iguais perante a lei e têm direito, sem qualquer distinção, a igual proteção da lei. Todos têm direito a igual proteção contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação. 

Artigo VIII

Toda pessoa tem direito a receber dos tribunos nacionais competentes remédio efetivo para os atos que violem os direitos fundamentais que lhe sejam reconhecidos pela constituição ou pela lei. 

Artigo IX

Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado. 

Artigo X

Toda pessoa tem direito, em plena igualdade, a uma audiência justa e pública por parte de um tribunal independente e imparcial, para decidir de seus direitos e deveres ou do fundamento de qualquer acusação criminal contra ele. 

Artigo XI

1. Toda pessoa acusada de um ato delituoso tem o direito de ser presumida inocente até que a sua culpabilidade tenha sido provada de acordo com a lei, em julgamento público no qual lhe tenham sido asseguradas todas as garantias necessárias à sua defesa. 
2. Ninguém poderá ser culpado por qualquer ação ou omissão que, no momento, não constituíam delito perante o direito nacional ou internacional. Tampouco será imposta pena mais forte do que aquela que, no momento da prática, era aplicável ao ato delituoso.

Artigo XII

Ninguém será sujeito a interferências na sua vida privada, na sua família, no seu lar ou na sua correspondência, nem a ataques à sua honra e reputação. Toda pessoa tem direito à proteção da lei contra tais interferências ou ataques.

Artigo XIII

1. Toda pessoa tem direito à liberdade de locomoção e residência dentro das fronteiras de cada Estado. 
2. Toda pessoa tem o direito de deixar qualquer país, inclusive o próprio, e a este regressar.

Artigo XIV

1.Toda pessoa, vítima de perseguição, tem o direito de procurar e de gozar asilo em outros países. 
2. Este direito não pode ser invocado em caso de perseguição legitimamente motivada por crimes de direito comum ou por atos contrários aos propósitos e princípios das Nações Unidas.

Artigo XV

1. Toda pessoa tem direito a uma nacionalidade. 
2. Ninguém será arbitrariamente privado de sua nacionalidade, nem do direito de mudar de nacionalidade.

Artigo XVI

1. Os homens e mulheres de maior idade, sem qualquer restrição de raça, nacionalidade ou religião, têm o direito de contrair matrimônio e fundar uma família. Gozam de iguais direitos em relação ao casamento, sua duração e sua dissolução. 
2. O casamento não será válido senão com o livre e pleno consentimento dos nubentes.

Artigo XVII

1. Toda pessoa tem direito à propriedade, só ou em sociedade com outros. 
2.Ninguém será arbitrariamente privado de sua propriedade.

Artigo XVIII

Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular.

Artigo XIX

Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras.

Artigo XX

1. Toda pessoa tem direito à liberdade de reunião e associação pacíficas. 
2. Ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação.

Artigo XXI

1. Toda pessoa tem o direito de tomar parte no governo de seu país, diretamente ou por intermédio de representantes livremente escolhidos. 
2. Toda pessoa tem igual direito de acesso ao serviço público do seu país. 
3. A vontade do povo será a base da autoridade do governo; esta vontade será expressa em eleições periódicas e legítimas, por sufrágio universal, por voto secreto ou processo equivalente que assegure a liberdade de voto.

Artigo XXII

Toda pessoa, como membro da sociedade, tem direito à segurança social e à realização, pelo esforço nacional, pela cooperação internacional e de acordo com a organização e recursos de cada Estado, dos direitos econômicos, sociais e culturais indispensáveis à sua dignidade e ao livre desenvolvimento da sua personalidade.

Artigo XXIII

1.Toda pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho e à proteção contra o desemprego. 
2. Toda pessoa, sem qualquer distinção, tem direito a igual remuneração por igual trabalho. 
3. Toda pessoa que trabalhe tem direito a uma remuneração justa e satisfatória, que lhe assegure, assim como à sua família, uma existência compatível com a dignidade humana, e a que se acrescentarão, se necessário, outros meios de proteção social. 
4. Toda pessoa tem direito a organizar sindicatos e neles ingressar para proteção de seus interesses.

Artigo XXIV

Toda pessoa tem direito a repouso e lazer, inclusive a limitação razoável das horas de trabalho e férias periódicas remuneradas.

Artigo XXV

1. Toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência fora de seu controle. 
2. A maternidade e a infância têm direito a cuidados e assistência especiais. Todas as crianças nascidas dentro ou fora do matrimônio, gozarão da mesma proteção social.

Artigo XXVI

1. Toda pessoa tem direito à instrução. A instrução será gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais. A instrução elementar será obrigatória. A instrução técnico-profissional será acessível a todos, bem como a instrução superior, esta baseada no mérito. 
2. A instrução será orientada no sentido do pleno desenvolvimento da personalidade humana e do fortalecimento do respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais. A instrução promoverá a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e grupos raciais ou religiosos, e coadjuvará as atividades das Nações Unidas em prol da manutenção da paz. 
3. Os pais têm prioridade de direito na escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos.

Artigo XXVII

1. Toda pessoa tem o direito de participar livremente da vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar do processo científico e de seus benefícios. 
2. Toda pessoa tem direito à proteção dos interesses morais e materiais decorrentes de qualquer produção científica, literária ou artística da qual seja autor.

Artigo XXVIII

Toda pessoa tem direito a uma ordem social e internacional em que os direitos e liberdades estabelecidos na presente Declaração possam ser plenamente realizados.

Artigo XXIX

1. Toda pessoa tem deveres para com a comunidade, em que o livre e pleno desenvolvimento de sua personalidade é possível. 
2. No exercício de seus direitos e liberdades, toda pessoa estará sujeita apenas às limitações determinadas pela lei, exclusivamente com o fim de assegurar o devido reconhecimento e respeito dos direitos e liberdades de outrem e de satisfazer às justas exigências da moral, da ordem pública e do bem-estar de uma sociedade democrática. 
3. Esses direitos e liberdades não podem, em hipótese alguma, ser exercidos contrariamente aos propósitos e princípios das Nações Unidas.

Artigo XXX

Nenhuma disposição da presente Declaração pode ser interpretada como o reconhecimento a qualquer Estado, grupo ou pessoa, do direito de exercer qualquer atividade ou praticar qualquer ato destinado à destruição de quaisquer dos direitos e liberdades aqui estabelecidos.



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Fora disso, é barbárie.


Denuncie violações!



mmmmmmmmmmmmmmmm

domingo, 10 de novembro de 2013

A Revolução dos Beagles e o amor aos animais


TODA VIDA É SAGRADA



"Na covardia que toma conta da minha alma perante a visão do sofrimento animal, eu não teria ido a São Roque salvar os bichos das garras do Instituto Royal. Justamente por isso, aplaudo quem foi e fez o que tinha que ser feito. Tem horas que as leis dos homens precisam ser burladas."


Orgulho de ser ativista!


Por que me tornei um vegetariano

Carlos Amoedo*



O autor

Em meio à polêmica das pesquisas científicas em animais, a revista Época estampou na capa a foto de um cachorro da raça beagle. Fez a seguinte pergunta: “A vida dele vale tanto quanto a sua?”. Respondo por mim: vale! [idem!!!] Como dizia um saudoso amigo, que morreu cercado por gatos em seu velho casarão, no interior de Minas, “eu não pertenço a esse mundo” [idem!!!]. Isso começou a ficar mais claro quando, aos 40 anos (tenho 48 atualmente), tomei uma das mais radicais decisões da minha vida: parei de comer carne em respeito e amor que passei a nutrir pelos animais em geral, depois que ganhei dois cães. Eles fizeram com que eu enxergasse o mundo de uma forma diferente e logo se tornaram os filhos que nunca tive e meus melhores amigos.

Costumo dizer que o sentimento mais puro que passei a dedicar a outro ser vivo é a compaixão pelos bichos. Não consigo ter amor igual por qualquer humano. [idem!!!] Nos últimos 12 anos, abriguei inúmeros cachorros, a maioria de rua (tenho 11 atualmente), peixes, tartarugas e hamsters. Um dos cães não tem os olhos. Mas me ensina diariamente que é possível ser feliz em condições tão adversas. Sou fã dele.

Em casa, baratas e pernilongos são convidados a procurar outro abrigo [idem!!!], já que não tenho ainda a intenção de conviver com eles. Para não machucá-los, eu os enxoto com a mão ou com um jornal. E se alguém souber como faço para expulsar pulgas do corpo dos meus cães, sem ter que assassiná-las, eu agradeço. Recentemente, vivi uma cena patética por conta desse amor: salvei uma borboleta que caiu no vaso sanitário que eu acabara de usar. A operação foi, no mínimo, nojenta. Se faço essas, digamos, loucuras, como poderia comer um filé ou uma linguiça grelhada, cujo cheiro ainda me enche de vontade, sabendo que tais alimentos são resultado do abate de um animal?

Carne vermelha e de aves nunca foram o meu prato predileto, confesso. Difícil mesmo foi dispensar peixe e frutos do mar do cardápio. Mas até oito anos atrás, eu comia bicho sem remorso. Principalmente sabendo que a proteína vinda da carne animal era essencial para um malhador de carteirinha como eu. O nutrólogo que me atende diz que é errado, no meu caso, não comer carne. Eu peço para ele remediar o estrago que acha que a ausência desse alimento pode fazer, pois não pretendo voltar atrás na decisão tomada. Mesmo que eu tenha que pagar um preço alto no futuro, com minha saúde, quem sabe, estou disposto a bancar a escolha.

Felizmente, sei que a coisa não é tão dramática como pode parecer aos olhos dos carnívoros. É perfeitamente possível viver satisfatoriamente e com saúde, sem qualquer tipo de carne, desde que você saiba o que precisa comer. [idem!!!] Ao virar vegetariano, passei até a cuidar melhor da saúde, de forma a ter a certeza de que meu organismo responderá sempre bem à ausência de carne. Faço exames periódicos e consumo o que for preciso, inclusive suplementos, para aliviar a abstinência aos filés da vida. Até soja, que nunca caiu ou cairá no meu gosto.

Dá trabalho ser vegetariano? Sem dúvida. E olha que não sou dos mais radicais, a ponto de banir da mesa qualquer alimento produzido por um bicho, caso do ovo e do leite. O.K., só como ovo caipira. Afinal, sei que a galinha não foi forçada a abrir mão da vida dela para botar ovos, caso das espécies de granja que são confinadas em cubículos, iluminadas com luz artificial e sem direito ao sono. A caipira, para quem não sabe, cisca livremente e põe ovo quando quer.

Oras, prefiro não comer carne a ter a consciência pesada. Simples assim. Quando criança, eu assistia, indiferente, ao abate de animais pelas mãos de meu avô materno, que vivia do comércio de carne de porcos e de carneiros. As cenas do passado, bastante crueis, passam hoje pela minha mente como navalhas cortantes, das quais não consigo me livrar. E eu me pergunto: “Como pude ser tão insensível?”. Chegava a brincar com os cadáveres de porquinhos e carneirinhos que haviam sido retirados do ventre de suas mães, assassinadas pelo meu avô, que não sabia que elas estavam prenhas.

Também carrego, com dor, o olhar triste de um cachorro de um amigo, que ele abandonou em uma estrada, por achar que o pet estava doente. Outro dia, chorei copiosamente, no silêncio do chuveiro, ao lembrar a cena. Ainda me culpo por ter vivido isso sem nada fazer. Não tinha sequer remorso. Nem o fato de ter salvado alguns animais por conta de minha recente conscientização, de gastar muito dinheiro com meus cães tirados da rua em condições precárias e de viver em função deles a ponto de me isolar no meio do mato, é capaz de tirar esse peso que carrego nas costas. Na covardia que toma conta da minha alma perante a visão do sofrimento animal, eu não teria ido a São Roque salvar os bichos das garras do Instituto Royal. Justamente por isso, aplaudo quem foi e fez o que tinha que ser feito. Tem horas que as leis dos homens precisam ser burladas. [idem!!!]

Meu futuro é quase certo: viverei os últimos dias cercado de animais, sem nenhum humano por perto. [idem!!!]  Mas, não se enganem: esta escolha também é consciente. Estou longe de ser um São Francisco, mas se tem uma figura que admiro, mesmo combatendo as leis da igreja católica, essa figura é ele. No filme sobre a vida do santo (Irmão Sol, Irmão Lua, dirigido por Franco Zeffirelli, em 1972), Francisco diz para um de seus seguidores cheio de fome e que babava por um frango assado que não lhe pertencia: “Pelo menos você não vai comer uma criatura de Deus”.

O que me alivia, de certa forma, é acreditar que a minha ligação com o plano superior está nos animais. No meu mundo ideal, leões também seriam vegetarianos. Não haveria qualquer tipo de pesquisa com bichos. Animais não sofreriam jamais. [idem!!!] Como esse lugar não existe ou ainda não está ao meu alcance, tento viver nesse mundo dos homens. Triste e sem piedade para com os bichos.

Carlos Amoedo, jornalista, 48 anos, milita em São Paulo, e teve expressivas passagens por publicações como as revistas VIP e Men’s Health.


Pedrinho


Destaques do ABC!

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Revolução dos Beagles: Celebremos a Vida!



Ele amava os animais, as flores... toda a natureza.

E os desvalidos, os mais frágeis.

Chamavam-no de "louco".

Hoje é chamado de Santo.



Toda Vida é Sagrada.

Celebremos a Vida!


Irmão Sol, Irmã Lua







quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Instituto Royal fecha suas portas. Ativistas comemoram, Beagles agradecem !!!


TODA VIDA É SAGRADA.






NOTA DO INSTITUTO ROYAL




Em assembleia geral extraordinária realizada entre seus associados, o Instituto Royal, por meio de seu Conselho Diretor, vem a público informar a decisão de interromper definitivamente as atividades de pesquisa em animais, realizadas em seu laboratório de São Roque.

Tendo em vista as elevadas e irreparáveis perdas e os danos sofridos em decorrência da invasão realizada no último dia 18 - com a perda de quase todo o plantel de animais e de aproximadamente uma década de pesquisas -, bem como a persistente instabilidade e a crise de segurança que colocam em risco permanente a integridade física e moral de seus colaboradores, os associados concluíram que está irremediavelmente comprometida a atuação do Instituto Royal para dar continuidade à realização de pesquisa científica e testes mediante utilização de animais.

Por este motivo, o Instituto decidiu encerrar suas atividades na unidade de São Roque.

A interrupção acarretará o desligamento de funcionários, todos já comunicados da decisão. Mantém-se, por ora, o Comitê de Ética formado por colaboradores do laboratório, que conta com veterinários, biólogos e membros da Sociedade Protetora dos Animais, conforme a legislação vigente. A decisão, por ora, não afetará a unidade Genotox, de Porto Alegre, onde não se faz experimentação animal.

Com o intuito de preservar a integridade dos animais remanescentes que ainda estão sob seus cuidados, o Instituto Royal tomará as providências necessárias junto aos órgãos regulatórios competentes, para assegurar que continuem sendo dados a eles tratamento e destinação adequados.

Desde 2005, o Instituto Royal realiza testes pré-clínicos com vistas ao desenvolvimento de medicamentos para o tratamento de doenças como câncer, diabetes, hipertensão, epilepsia, entre outros. Com essa decisão, interrompe-se o trabalho do único Instituto laboratorial do Brasil capacitado e regulamentado para exercer este tipo de pesquisa. A partir de agora, qualquer empresa interessada na realização de testes para registro de medicamento será obrigada a realizar suas pesquisas fora do País, até que outro laboratório seja credenciado pelo CONCEA (Conselho Nacional de Controle e Experimentação Animal) para essa atividade.

Todos os testes desenvolvidos no Instituto Royal atendiam aos princípios de boas práticas de laboratório (BLP) e também às normas para cuidados dos animais do CONCEA, estando também regulamentadas por protocolos internacionais, tais como o da European Medicines Agency e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico.

O Instituto Royal acredita que as ações violentas ocorridas no dia 18 de outubro são resultado de dois fatores complementares: as inverdades disseminadas de forma irresponsável - e por vezes oportunista - associadas à falta de informação pré-existente. As consequências dos atos advindos dessa equação resultaram não somente em prejuízo para a instituição, que fecha suas portas, mas também e mais gravemente para a sociedade brasileira, que assiste à inutilização de importantes pesquisas em benefício da vida humana.

É inquestionável o direito de todo cidadão ou instituição expressar suas opiniões e propor à sociedade brasileira o debate sobre temas de interesse público. Não se pode anuir, contudo, com as atitudes de violência que cercaram os episódios envolvendo o Instituto Royal. Uma sociedade organizada e civilizada não pode aceitar que a pesquisa científica seja constrangida por grupos de opinião que preferem o uso da força e da violência em detrimento das vias institucionais e democráticas para travar debates.

O ambiente de insegurança gerou – e continuará gerando - prejuízos para a ciência brasileira, na medida em que não assegura aos cientistas um ambiente institucional adequado para o desenvolvimento de pesquisas cujo objetivo, em última análise, é o de salvar vidas. A consequência deste cenário de hostilidade é o desestímulo à fixação e permanência das melhores mentes científicas em nosso País.

O prejuízo causado ao Instituto Royal não é mensurável. Mas é certo que o Brasil inteiro perde muito com este episódio, lamentavelmente.



Instituto Royal




domingo, 27 de outubro de 2013

Luísa Mell solta o verbo contra o Instituto Royal



VIOLÊNCIA CONTRA ANIMAIS



Por que autoridades governamentais defendem tanto o Instituto Royal?

Por que a grande imprensa insiste em criticar os ativistas que resgataram os beagles?

Por que o Instituto Royal, que é oscip, recebe verbas públicas?

Qual o destino dos 5 milhões de reais que saíram dos cofres públicos para o Instituto Royal? Que pesquisas científicas estes recursos financiaram?

O Instituto Royal faz testes em animais para indústrias de cosméticos e produtos de limpeza?

Quem são os clientes do Instituto Royal? Quais empresas, nacionais e internacionais, contratam os serviços do Instituto Royal?

A verdade. Nada além da verdade.

É o que pede a ativista Luísa Mell, "comandante" da invasão ao Instituto Royal, e todos nós, que repudiamos maus-tratos e atrocidades contra animais.





Saiba aqui a verdade! Por que o Instituto Royal é protegido pelo governo e grande parte da imprensa? Por lei, nós temos o direito de saber quem são os clientes do Instituto Royal... mas isso ninguém fala, né?

Amigos, confesso que fico muito emocionada com a quantidade de pessoas que estão me procurando para saberem quais marcas testam e quais não testam. O Brasil inteiro está discutindo o assunto. Tenho enteados de várias idades, e todos relataram que é o assunto nas escolas, no trabalho, nas Universidades!

Acho que uma das maneiras mais importantes de se mudar uma sociedade é sem dúvida nenhuma a discussão. Mas com argumentos sérios e verdadeiros. O que não acontece com o Instituto Royal, com parte da mídia e imprensa e principalmente com os órgãos do Governo responsáveis por tal assunto.

Chegou a ser vergonhosa a declaração do Ministro da Ciência e Tecnologia Marco Antônio Raupp: “Prefiro acreditar nos cientistas… do que ficar acreditando em ativistas. Ativistas têm opinião de todo tipo, mas o momento de se discutir isso (a legislação) já passou.”

Senhor ministro, gostaria de esclarecer ao senhor que não interessa em quem o senhor acredita. O senhor deve apurar os fatos. Já temos centenas de provas de maus tratos e crueldade. Temos provas contundentes que o dinheiro público foi repassado de maneira irregular, para um Instituto que até setembro deste ano só tinha alvará de canil, o Brasil inteiro está discutindo o assunto como relatei acima (em todas as faixas etárias e todas as classes sociais) e o senhor tem a coragem de dizer que a hora de discutir isso já passou ??????


Senhor Ministro Marco Antônio Raupp, ou o senhor vive em uma bolha, ou não sabe o que é democracia. Com todo o respeito, na minha opinião não sabe o que é ter um cargo público. Nem como deve agir alguém que tem o salário pago pelo povo.

Aliás, me parece que todos os envolvidos do governo neste caso, inclusive o Marcelo Marcos Morales, diretor do Consea (Conselho Nacional de Experimentação Animal), não entendem direito como funcionários públicos devem agir. Pois bem, ajudarei.

Vamos lá? O Instituto Royal é uma oscip.

O que é uma OSCIP?

OSCIP é uma organização da sociedade civil de interesse público o que, em outras palavras, é uma ONG que obtém um certificado emitido pelo Ministério da Justiça, comprovando o cumprimento de determinados requisitos estabelecidos na lei e, em contrapartida, pode celebrar com o poder público termos de parceria.

Para obter a qualificação de OSCIP, devem ser observados os seguintes requisitos estatutários:

1) Finalidade não lucrativa e empenho dos excedentes na consecução do objeto social

A lei que trata deste assunto é longa, mas dois artigos apenas já são suficientes para questionarmos o fato do Instituto Royal ser uma Oscip, fato que vocês podem notar não foi questionado, nem pela Rede Globo, nem Revista VEJA, nem todos que dizem fazer um jornalismo sério neste país.

O Instituto Royal tem uma lista de clientes, o que já nos parece estranho pois se são uma oscip, por que tem clientes? Isto ninguém responde, né?

Apesar de todo o escândalo envolvendo o Instituto, até agora não foi divulgada a lista de clientes que contratam os serviços do Instituto Royal. Nós ativistas já tentamos conseguir de todas as maneiras legais.

E isso também é contra a lei da OSCIP !!! Vejam o artigo:

CAPÍTULO III

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 16. É vedada às entidades qualificadas como Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público a participação em campanhas de interesse político-partidário ou eleitorais, sob quaisquer meios ou formas.

Art. 17. O Ministério da Justiça permitirá, mediante requerimento dos interessados, livre acesso público a todas as informações pertinentes às Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público.


Ou seja, por que ainda não foram abertos todos os dados que nós ativistas pedimos se nos é garantido por lei??? Por que nenhum grande jornal noticia a verdade????? Cadê a imprensa séria deste país?

E amigos, isto é só a ponta do iceberg!

Em discurso ontem na Câmara dos Deputados, o deputado Fernando Capez mostrou documentos que comprovam que o Instituto Royal tinha apenas alvará de canil em 2012, mesmo assim recebeu mais de 5 milhões do dinheiro público! Mesmo não tendo alvará para funcionar, nem realizar teste em animais!!!!

O mais estranho é que nenhum grande portal, nenhum jornal deu esta notícia!!

Liguei para um jornalista para questionar tal fato e ele me disse: "Ah, mas já tinham feito o pedido…" Isso é alguma piada? Juristas do meu Brasil se manifestem!

O Marcelo do Consea, órgão público que deveria fazer o controle da experimentação no Brasil, logo saiu em defesa do Royal. Aliás, em nenhum momento falou que iria investigar ou teve o comportamento de um funcionário público! Muito pelo contrário, apareceu em programas de televisão (inclusive o da Fátima Bernardes) como defensor do Instituto ????????????????????????

Outra dúvida que realmente não sai da minha cabeça:

Nossa, estava quase encontrando a cura do câncer? Isto quer dizer que já estava sendo testado em humanos, né? Até porque qualquer leigo no assunto sabe que o cientista só pode afirmar isso depois de ter realizado testes com seres humanos, pois a maioria dos medicamentos agem de formas diferentes em animais e humanos.

Junto com o tipo de câncer, qual medicamento, qual a empresa que contratou este serviço? Também exigimos saber quais pessoas participaram dos testes.

Como o Instituto Royal é uma oscip, temos o direito de saber absolutamente tudo, e devido a repercussão do caso imediatamente.
Bom, pelo visto este caso ainda vai longe. Apesar de toda corrupção no nosso país eu ainda acredito no nosso judiciário!

Minha decepção é com a imprensa!

Olhem o que esta jornalista (?!??) falou em rede nacional:


Sua ignorante e mentirosa! A Comunidade Européia proibiu teste em animais em cosméticos este ano! Assim como Israel e vários outros países.

Infelizmente pessoas como essa têm um microfone na mão para deixar o povo brasileiro cada vez mais ignorante. Assim é mais fácil de ser manipulado!

Vergonha!

Para finalizar, como nenhum órgão da imprensa deu espaço para cientistas que são contrários a Vivissecção, resolvi finalizar com a declaração do George Guimarães:

“Existem, sim, testes alternativos para todos aqueles testes que o Instituto Royal realiza hoje com cães e outros animais. O que há é o interesse econômico na indústria da vivissecção e não falta de tecnologia.”

E agora o relato de uma cientista que testava em animais:

Valquíria Koloss     A ciência por um cientista

Sou cientista e sou contra o uso de animais em experimentos. Por quê? O primeiro motivo é que a ciência que as pessoas olhavam como sinônimo de evolução e inteligência morreu há muito tempo. Hoje a ciência é exata: quem paga mais, leva, ou seja, a empresa pública ou privada que liberar mais recursos para a pesquisa é a empresa que deterá o poder da ciência. Pensa em um leilão “embaixo do pano”, é exatamente assim que funciona. Reparem que disse “deterão o poder da ciência”, porque o poder da patente, que é o que interessa, porque é o que entra no mercado para a população, o produto em si, isso já é uma outra longa história, que inúmeras vezes joga a pesquisa no lixo, porque é uma burocracia tão grande, que muitos nem tentam obter patente.

Quando falamos em cientista, logo lembramos de Einstein, extremamente dedicado em seus estudos, passando dias e noites em um mesmo estudo até conseguir um resultado, também essa imagem não existe mais. Hoje precisa-se de rapidez, porque se você, cientista, não faz, outro vai roubar sua ideia e vai fazer, e aí começa então o 1º round na Luta da Ciência. Além disso, leva “o prêmio” de melhor cientista aquele que tiver mais trabalho publicado e todos querem ser o melhor, porque se você não tiver tantos trabalhos publicados, você não é um bom pesquisador, esse é o 2º round.

E os animais? Eles são uma ferramenta rápida e barata para serem utilizados nos estudos. Porque se alguém indagar que se seu método é garantido, você responde que foi testado em animais. Isso eleva seu trabalho para o topo. Mas o teste em si não é garantia de segurança e eficiência, porque a fisiologia das cobaias é bastante diferente da do ser humano. Se fosse garantia, seria obrigatório e não opcional, como é. Países classificados como desenvolvidos, e para essa classificação é levada em consideração o nível científico do país, não utilizam animais em testes. Qual a lógica do Brasil usar animais em testes e buscar se desenvolver cientificamente, para ser considerado desenvolvido, se não é assim que os países desenvolvidos fazem?

Engraçado que 100% dos cientistas com quem trabalhei tinham animais de estimação em casa, matavam diversas espécies de animais durante o dia e chegavam em casa à noite e amavam seus animais. Nunca entendi a lógica disso. Quem eram esses cientistas na verdade? Um matador ou um amante de animais? Acho que nem eles sabem responder.

Os experimentos passam sim por um Comitê de Bioética para serem aprovados, mas como não há fiscalização, os pesquisadores submetem projetos com metodologia (como irão fazer os experimentos) distinta do que eles realmente irão executar, ou omitindo informações que “ferem a ética” (não sei a qual ética remetem). Quem fiscaliza se matou a cobaia com anestesia ou sem anestesia é você mesmo. E daí começa o 3º round. A gente aprende a ter ética na ciência na teoria, mas, na prática, você não pode perder tempo, porque tempo é dinheiro, é gente fazendo a pesquisa que você está demorando pra fazer, é gente publicando mais trabalho enquanto você ainda está executando o seu. É um verdadeiro hospício interno. E diria mais, a ciência hoje é a verdadeira “massagem de ego”, você tem que ser o melhor , senão não tem vez.

Cientista e ex-matadora de animais.



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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Os Beagles e a Revolução Mundial


ATIVISTAS, GRAÇAS A DEUS!



O mundo passa por um momento histórico, uma grande virada.

Assassinos de Animais  X  Protetores de Animais é "apenas" uma batalha do embate planetário rumo à evolução.

Brucutus  X  Cidadãos.

Trogloditas movidos pelo vil metal  X  Cidadãos movidos pela Ética Planetária.

Ignorância  X  Cidadania Global.

Revolução Mundial.

Guerreiros do Terceiro Milênio


A verdade sobre o Instituto Royal, sobre os testes em animais e o que podemos fazer para acabar com essas atrocidades

Luisa Mell

Amigos, por favor não se deixem enganar pela imprensa comprada e pelas mentiras que são contadas pelos diretores do Instituto Royal. Percebam que a própria Globo teve que dar um desmentido depois que a Anvisa exigiu, para contestar mais uma mentira do Instituto Royal.

“A Anvisa emitiu uma nota afirmando que não tem ligação com o Instituto Royal, ao contrário do que afirma a representante da instituição Silvia Ortiz. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, em nota, afirma que não exige teste em animais e que apóia testes substitutivos ao uso de animais.”

E essa não é a primeira mentira do Instituto. O Instituto esconde o que faz atrás daqueles portões. Perceberam que ninguém até hoje conseguiu entrar lá a convite deles? Só a rede Globo, né? Por que eles escondem a todo custo as empresas que são clientes? Por que são uma oscip? Receberam cinco milhões do governo Federal (do meu, do seu, do nosso dinheiro!!) e se negam a mostrar o que fazem? Se negam a revelar quais os clientes que contratam o seu serviço? Queremos saber, temos o direito de saber!!! Aliás, se as empresas pagam para eles, por que são uma oscip??? ALGUÉM PODE RESPONDER?????

Vários políticos, deputados, vereadores, tentaram entrar no instituto para conversar. TODOS FORAM IMPEDIDOS!!!!!!!! Em todas as reportagens que saíram (inclusive no G1, portal da rede globo) falaram que o Instituto Royal realiza testes para cosméticos e para produtos de limpeza. Mas depois de verem toda a repercussão que isto causou na sociedade eles têm a cara de pau de irem no Fantástico dizerem que não existe teste de cosméticos em animais! Uma das maiores mentiras já contadas em rede nacional, e em nenhum momento questionada pelo chamado jornalismo sério da emissora global! Se o jornalista tivesse dado um google, teria se informado que a Comunidade Européia proibiu neste ano teste em animais para cosméticos, que países como Israel estão já abolindo, teria tido conhecimento da extensa lista divulgada pelo PETA das empresas de cosméticos que testam em animais. E ele vem dizer que não existe!!!!!!

Ongs internacionais já entraram em contato comigo, dizendo que aquela raspagem que os cachorros resgatados apresentavam é típica de teste para cosméticos.

Cada vez temos mais certeza da sujeira que é esse Instituto Royal. O que eles descobriram de tão importante durante os dez anos que torturam animais??Alguém viu isto em algum lugar?? Não, né, eles só dizem que atrapalhamos dez anos de estudo.

O diretor do Concea, Marcelo Marcos Morales,  declarou que se abolirem os animais terão que importar tecnologia para substituir. Ele afirmou isto para o site G1. Ora, ele acabou de confirmar que estão cometendo crimes!!!! A LEI É CLARA: se existe método substitutivo é crime praticar teste em animais.


O mais estranho de tudo isto é que este mesmo Marcelo apareceu em entrevista para Fátima Bernardes, defendendo o Royal. Parecia que era advogado deles. Quem tiver dúvidas é só assistir. Agora, amigos, pensem comigo: Ele é um funcionário público, pago por nós. O Instituto nem mandou um representante, só o Marcelo. Bom, não preciso dizer que o programa me entrevistou, mas, claro, cortou !!!! Não foi ao ar!!!

Vamos agora pensar juntos: O governo dá mais de cinco milhões para o Instituto realizar pesquisas com animais, eles são isentos de pagar IPTU, impostos e outras coisas. Quando fazem alguma coisa vendem para as empresas e vamos supor que realmente fazem algum tipo de remédio também. Esses remédios não são doados para a população e sim VENDIDOS com os preços absurdos que conhecemos!!!! Que vantagem a população leva nisso???Acho que por isso também estão com tanto medo de divulgarem os clientes, né? Pois assim a população saberia que fomos nós que pagamos o desenvolvimento destes medicamentos, mas quando precisamos temos que comprar por preços absurdos para o Instituto Royal ficar cada vez mais rico e poderoso.

Ativistas que participaram do resgate dos cães do Instituto Royal, atenção:



Os diretores do Instituto Royal nos acusam de terrorismo; quem está fazendo terrorismo com os ativistas e com toda sociedade são eles!

1 - Falaram que os cachorros podem transmitir doenças para as pessoas.

Resgates como esse já foram feitos em vários países do mundo, em nenhum local aconteceu nenhuma contaminação das pessoas.

Se o Instituto Royal diz isso, é porque eles estão fazendo coisas muito perigosas para toda a sociedade: CRIANDO DOENÇAS EM LABORATÓRIO????? Isso tem que ser investigado como um outro crime. E urgentemente. Se o Brasil fosse um país sério seriam interditados imediatamente e obrigados a relatar tudo o que fizeram.

2 - Falam que os cachorros são chipados, por isso serão encontrados.

Mais uma ação terrorista do Instituto, querem deixar a população amedrontada. E é uma GRANDE MENTIRA!

Chip não tem gps!! Pensem, amigos, se isto existisse não haveria mais casos de cães perdidos!! O chip só funciona se passar por um leitor! E existem vários tipos de chips e de leitores! Sei disso pois pesquiso há um tempo para tentarmos fazer em SP um leitor único.

3 - Falam que quem adotar poderá até ser preso!

Não se amedrontem, amigos! Os bandidos são eles. Nós entramos baseados na Constituição, que é clara quando diz que se está ocorrendo maus tratos, se o animal está em risco, podemos entrar. E entramos junto com a polícia!!! O que pode ser verificado em todas as gravações que aconteceram lá dentro.

Conseguiremos advogados para todos os ativistas!

Como saber se produtos testam ou não em animais?

Acreditem, a lista de cosméticos que ainda testam em animais é imensa. Principalmente por conta da alienação da maioria dos consumidores. Mas acredito que estamos conseguindo mudar isso.

Algumas marcas do mundo são praticantes dessa barbárie: M.A.C., Maybelline, Johnson & Johnson, Avon, Clean & Clear, Dove, L’Oreal, Revlon, L’Occitane, LaRoche Posay, Neutrogena, Pantene e outras. Há muitas empresas (principalmente as brasileiras) que já aboliram tal prática e fabricam seus produtos de maneira ética. Procure a lista do Peta para marcas internacionais.

O problema aqui no Brasil é que não temos nenhum órgão controlador para verificar se as empresas realmente não testam em animais. Contamos somente com a palavra delas! E como o Instituto Royal esconde de todas as maneiras quem são os clientes, despertou em todos nós mais desconfiança ainda sobre empresas que dizem não testar.

Qual a solução então?

Eu realmente acho que quando o mundo tem que mudar o Universo conspira a favor. Há alguns meses venho conversando com a ong Cruelty-Free International.



Para quem não conhece, é uma ong inglesa (uma das mais antigas e sérias do mundo em defesa dos animais). Eles fazem uma auditoria nas empresas de cosméticos, em todas as fases do produto. Se averiguarem que não tem nenhum tipo de teste com animais, dão aquele famoso selo do coelho. E assim nós consumidores podemos ter a certeza de que aquela empresa e o produto que formos comprar é realmente livre de crueldade.



VAMOS PRECISAR DA AJUDA DE TODOS PARA QUE AS EMPRESAS ACEITEM ESTA AUDITORIA DA ONG!

Amigos, acreditem, esta mudança, esta libertação animal só irá ocorrer realmente por pressão da sociedade. Imploro que não desanimem, que não me deixem só!!! Milhares de animais, entre eles macacos, cachorros, gatos, coelhos, ratos… estão sendo torturados neste momento. Eles não podem se defender, não podem nem pedir ajuda! Estão lá nos Campos de Concentração que os pesquisadores criaram. Existe muito, mas muito dinheiro envolvido nesta macabra forma de testar produtos.



Sei que esta foto é forte, mas é real! Amigos, não é só pelos beagles! Todos os animais são submetidos a torturas como esta!!!

E, acreditem, os testes substitutivos são muito mais eficientes e confiáveis. Mas é claro que muitos pesquisadores que ganham milhões com essa barbárie não querem que a população saiba disto.

Para cosméticos, não podemos mais esperar! Tem que ser proibido no Brasil, assim como fez a Comunidade Européia.

Quanto a medicamentos: milhares de cientistas no mundo também são contra.
Afirmam que os testes em animais não servem para nada e ainda atrapalham a evolução da ciência.

Uma rápida busca pelo google nos trará fatos assustadores de como os testes em animais prejudicaram a humanidade:

“De acordo com o Dr. Albert Sabin, pesquisas em animais prejudicaram o desenvolvimento da vacina contra a pólio. A primeira vacina contra pólio e contra raiva funcionou bem em animais, mas matou as pessoas que receberam a aplicação. Albert Sabin reconhece que o fato de haver realizado pesquisas em macacos Rhesus atrasou em mais de 10 anos a descoberta da vacina para a pólio.”


“As perigosas drogas Talidomida e DES foram lançadas no mercado depois de serem testadas em animais. Dezenas de milhares de pessoas sofreram com o resultado.”


Já existem inúmeros métodos substitutivos eficientes e eficazes que podem e já estão sendo usados nessa área. Isso sem falar dos modernos processos de análise genômica e sistemas biológicos in vitro, que vêm sendo muito bem utilizados por pesquisadores brasileiros. Sem falar que culturas de tecidos, provenientes de biópsia, cordões umbilicais ou placentas descartadas, dispensam o uso de animais. Vacinas também podem ser fabricadas a partir da cultura de células do próprio homem.

A vivissecção envolve basicamente interesses financeiros e políticos, e nem tanto científicos, como se pensava.


http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/pesquisa-com-animais-e-uma-falacia

Blog da Luisa Mell


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