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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Dilma detona os CRIMES e os CRIMINOSOS da Veja


JORNALISMO DE ESGOTO NO GOLPE EM ANDAMENTO




Meus amigos e minhas amigas, eu gostaria de encerrar minha campanha na TV de outra forma, mas não posso me calar frente a esse ato de terrorismo eleitoral articulado pela revista Veja e seus parceiros ocultos. Uma atitude que envergonha a imprensa e agride a nossa tradição democrática. Sem apresentar nenhuma prova concreta e mais uma vez baseando-se em supostas declarações de pessoas do submundo do crime, a revista tenta envolver a mim e ao presidente Lula nos episódios da Petrobras que estão sob investigação da justiça. Todos os eleitores sabem da campanha sistemática que a revista move há anos contra Lula e contra mim, mas dessa vez a Veja excedeu todos os limites. Desde que começaram as investigações sobre ações criminosas do Senhor Paulo Roberto Costa eu tenho dado total respaldo à Polícia Federal e ao Ministério Público. Até a sua edição de hoje, às vésperas das eleições que, em todas as pesquisas, apontam a minha nítida vantagem sobre meu adversário, a maledicência da Veja tentava insinuar que eu poderia ter sido omissa na apuração dos fatos. Isso já era um absurdo, isso já era uma tremenda injustiça. Hoje a revista excedeu todos os limites da decência e da falta de ética, pois insinua que eu teria conhecimento prévio dos malfeitos na Petrobras e que o presidente Lula seria um de seus articuladores. A revista comete esta barbaridade, esta infâmia contra mim e contra o presidente Lula sem apresentar a mínima prova. Isso é um absurdo, isso é um crime. É mais do que clara a intenção malévola da Veja de interferir de forma desonesta e desleal nos resultados das eleições. A começar pela antecipação da edição semanal para hoje, sexta-feira, quando normalmente chega às bancas no domingo. Mas como das outras vezes e nas outras eleições, Veja vai fracassar no seu intento criminoso. A única diferença é que dessa vez ela não ficará impune. A justiça livre desse país seguramente vai condená-la por esse crime. Ela e seus cúmplices tão pouco conseguirão sucesso no seu intento criminoso. O povo brasileiro tem maturidade suficiente para discernir entre a mentira e a verdade. O povo brasileiro sabe que não compactuo e nunca compactuei com a corrupção. A minha história mostra isso. Farei o necessário doa a quem doer, de investigar e de punir quem mexe com o patrimônio do povo. Sou uma defensora intransigente da liberdade de imprensa, mas a consciência livre da nação não pode aceitar que mais uma vez se divulgue falsas denúncias no meio de um processo eleitoral em que o que está em jogo é o futuro do Brasil. Os brasileiros darão sua resposta à Veja e seus cúmplices nas urnas e eu darei minha resposta na justiça.



Destaques do ABC!

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Advogado de doleiro: "Veja mentiu sobre Dilma"


JORNALISMO DE ESGOTO NO GOLPE EM ANDAMENTO



A que ponto chegou a sordidez dos algozes do Povo Brasileiro?

Cadeia para estes facínoras que comandam a Veja !!!



ADVOGADO DE DOLEIRO: VEJA MENTIU SOBRE DILMA


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O advogado Antonio Figueiredo Basto, que comanda a defesa do doleiro Alberto Youssef, afirma que desconhece o depoimento de seu cliente que ancora a capa de Veja, publicada ontem, em edição extra; “Eu nunca ouvi nada que confirmasse isso (que Lula e Dilma sabiam do esquema de corrupção na Petrobras). Não conheço esse depoimento, não conheço o teor dele. Estou surpreso”, afirmou; "Estamos perplexos e desconhecemos o que está acontecendo"; tentativa de golpe contra a democracia é manobra da revista conduzida pelo jornalista Eurípedes Alcântara e pelo executivo Fábio Barbosa, que comanda a Abril, no lugar dos Civita; jornalismo brasileiro atinge seu momento mais torpe

Leia a matéria toda no Brasil 247.

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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

O Golpe da Veja: "Dilma sabia de tudo"


GOLPE EM ANDAMENTO



A direita raivosa e hidrófoba, as forças mais sinistras que esbulham há séculos este País não se conformam com o resultado das últimas pesquisas e tentam todas as baixarias possíveis e imagináveis para destruir Dilma Rousseff e o Partido dos Trabalhadores.

Hoje é a Veja, há 3 dias da eleição, com mais uma de suas imundícies supostamente jornalísticas. Amanhã à noite será, não tenham dúvida, o sempre golpista "último debate da Globo", com a edição mais golpista ainda no sábado.

Será que o Povo Brasileiro já amadureceu diante destas iniquidades há décadas perpetradas contra si e contra a democracia?




A ÚLTIMA BAIXARIA DE VEJA: "DILMA SABIA DE TUDO"

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A menos de 72 horas das eleições presidenciais, a revista Veja, da família Civita, antecipa sua edição, e publica uma capa que poderá entrar para a história do jornalismo brasileiro como um dos mais sórdidos golpes contra a democracia; a revista da Marginal Pinheiros publica trechos de mais um vazamento seletivo da delação premiada do doleiro Alberto Youssef; "O Planalto sabia de tudo!", teria dito Youssef; "Mas quem no Planalto?", perguntou o delegado;  "Lula e Dilma", respondeu o doleiro; só mesmo o desespero, após a reversão das pesquisas eleitorais, poderia justificar uma manobra golpista tão escancarada; baixaria sem limite

Leia a matéria completa no Brasil 247.

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Ato de FHC & cia. contra a "podridão": fiasco total


GOLPE EM ANDAMENTO



Como nas urnas vai ser difícil, a direita raivosa, saudosa do acesso fácil aos cofres da República e das benesses do poder, apela para tudo, inclusive para convocação do "povo", às pressas, desesperadamente, ontem, no final da tarde: o "Ato contra a Podridão" (não a deles, claro, sempre jogada pra debaixo do tapete).

À frente da manifestação patriótica a "Maria Antonieta de Higienópolis", vinda diretamente de Paris, onde se refugiou nos últimos dias para fugir do "Apagão de Água" promovido pelo seu coleguinha, Geraldinho Volume Morto Alckmin, apagão que felizmente já atinge também os bairros da elite paulistana.

O "povo", que trabalhou o dia todo, quer mais é água pra tomar banho, beber e cozinhar, e está cansado das lorotas tucanas, não deu as caras...


O invejoso


É HUMILHANTE


FHC marcou para esta noite de quarta-feira uma grande manifestação.

Com o ego ferido ao ver Lula e Dilma enchendo de povo as ruas deste país, o insepulto Príncipe dos Sociólogos resolveu arregaçar as mangas e testar o seu cacife, a sua popularidade - ou sabe-se lá o que ele queria testar - e convocou o povo às ruas contra a "podridão".

Atentai bem.

A convocação deu em todos os jornais e sites camaradas, todo articulista do bico comprido se referiu ao movimento, denominado ‪#‎VemPraRua22‬, pulularam videos no face, no twitter, no Zap... com depoimentos de FHC, Pedro Simon e o próprio Aécio.

Os neo-vloggers.

Diziam que iriam resgatar o espírito das jornadas de junho, aquela rave cívica que arrastou uma moçada jovem e cansada de caminhar em esteiras nas academias e que resolveu vestir-se de bandeira e dar um rolê pelas ruas, sempre na hora de pico, atrapalhando o trabalhador de chegar em casa.

Lembra deles?

Aécio foi taxativo: "nesta quarta-feira, a partir das 19 h, o Brasil inteiro vai estar mobilizado pela mudança."

A expectativa era enorme. As casas de apostas se enchiam, o povo se acotovelava com maços de reais nas mãos. Colocariam 50 mil pessoas nas ruas como fez Dilma no Recife? Fariam um novo TUCA? Reproduziriam aquela linda imagem recheada de vermelho que vimos essa semana na ponte que liga Juazeiro à Petrolina, com uma multidão gritando Dilma, Dilma?

Às 19 h de hoje tivemos a resposta:

cri, cri cri, cri...

O povo não foi.

Olhei para um lado, olhei para o outro e nada. Cadê Dado Dolabella, cadê Lobão, cadê Alexandre Frota, quêde Lindsay Lohan?

Uai, sô. Abandonaram o candidato, esses cabras só são machos pra xingar nas redes sociais, cadê mostrar a cara, cadê bater no peito, cadê levantar a bandeira?

Nada!

Na hora de chacoalhar cadeirante, ameaçar ator, xingar a presidenta, eles saem todos das tocas.

Todos nós sabemos que a turma do Aécio é da massa cheirosa e, sem água, fica difícil madame arrumar o cabelo para sair às ruas.

Mas FH deixou claro que dessa vez queria o povo lá, o povão, eu e você. E FH, todos o sabemos, tem a sua forma singular de se aproximar do povo, certa vez disse que era um mulatinho com um pé na cozinha, dessa vez preferiu mexer na árvore genealógica pra convencer os desinformados, ele aclamou sem enrubescer "sou neto de nordestino, tenho orgulho disso. Nós aqui de São Paulo precisamos estar juntos com vocês todos, nós todos juntos em indignação contra essa podridão que está havendo no Brasil."

Cri, cri, cri...

Mas com mil diabos, tantos artistas populares ao lado deles, Chitãozinho, Zezé, Anderson Spider, o Fenômeno, o Goleiro Bruno, a família Para Nossa Alegria...

Mas e o povo, quêde povo no largo da Batata, Deus dos invernos?

Mil pessoas?

Com que cara o candidato sai de casa amanhã? Haja injeção de cavalo depois dessa.

Melancolicamente, Aécio vai vendo a sua candidatura artificial cair na real.

Um cabra que, às vésperas do pleito, convoca o povo às ruas e fica comendo mosca só pode tá moscando.

A única multidão que segue Aécio é aquela que desrespeitosamente aplaude o seu candidato em debates, dentro dos estúdios de TV, no ar condicionado.

A rua é nóis, Aécio.

Palavra da salvação.

Lelê Teles (Facebook)

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Aécio Neves: ideias velhas, surradas, manjadas, testadas e reprovadas


A MESMA LENGA-LENGA NEOLIBERAL DE SEMPRE



"Aécio é como FHC, defende a mesma política com as mesmas pessoas. É aquele que votou no Parlamento diversas vezes contra o trabalhador, que perseguiu professores mineiros e sindicatos, que defende arrochos salariais e governou Minas de seu apartamento no Leblon. Representa a volta de um Brasil injusto e desigual."


Jandira Feghali, deputada federal reeleita pelo PCdoB-RJ



O abismo tucano

Jandira Feghali*


Aécio Neves propõe um caminho repleto de políticas já testadas e reprovadas

Rio - O eleitor está diante de uma encruzilhada. Um dos caminhos pode levar a um abismo escuro, onde com apenas um passo pode-se perder conquistas da última década. Não falo apenas do combate à miséria que retirou 42 milhões de brasileiros da extrema pobreza, do ingresso de 7,1 milhões de jovens em universidades públicas e da taxa de desemprego mais baixa da história. Falo de um modelo falido da década de 90 que querem trazer de volta como salvação para o Brasil.

O projeto neoliberal liderado por Aécio Neves é aquele que, diferentemente das gerações mais novas, vivi de perto. Já não faz mais parte do cotidiano dos nossos filhos a falta de perspectiva de quem terminava o Ensino Médio e deparava com o mercado de trabalho restrito. As ideias tucanas sempre tiveram compromisso com o grande capital.

Aécio propõe um caminho repleto de políticas já testadas e reprovadas. Observe a renda do brasileiro. O salário mínimo hoje tem aumento real e é instrumento de distribuição de renda. Na era tucana, o Brasil quebrou três vezes com desemprego, arrocho salarial e a criação do fator previdenciário.

No atual governo a crise internacional vem sendo enfrentada com geração recorde de empregos, manutenção de direitos trabalhistas e aumento de capacitação profissional. E não para por aí. As ações ilícitas que surgem são investigadas, e os autores, punidos.

Já na era tucana, vários escândalos ocorreram sem apuração. Sequer conseguimos instalar uma CPI no Congresso. Lembro o Mensalão de FHC para aprovar a emenda da reeleição, as negociatas do Sivam, a Pasta Rosa, o caso Opportunity, o mensalão mineiro, a lesão ao patrimônio público com as privatizações da Vale e telecomunicações. O PSDB desviou, corrompeu e alimentou a concentração da renda de uma elite.

No entanto, Lula e Dilma deram um salto na indústria naval. Lembro que nos anos 90 me perfilei aos trabalhadores do Rio que viviam sua crise. Os estaleiros pareciam enormes montanhas de sucata em Angra, Niterói e capital. Felizmente, o atual governo multiplicou os antigos 2 mil operários em 80 mil trabalhadores, tornando-se a quarta maior indústria naval do mundo.

Aécio é como FHC, defende a mesma política com as mesmas pessoas. É aquele que votou no Parlamento diversas vezes contra o trabalhador, que perseguiu professores mineiros e sindicatos, que defende arrochos salariais e governou Minas de seu apartamento no Leblon. Representa a volta de um Brasil injusto e desigual.

Deste abismo queremos distância.


* Jandira Feghali é deputada federal reeleita pelo PCdoB.




Destaques do ABC!

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Depois do Apagão de Energia (FHC), tucanos promovem "Apagão" de Água em São Paulo


CHOQUE DE GESTÃO TUCANA: SÃO PAULO NO FUNDO DO POÇO



Depois do Apagão de Energia promovido no governo FHC, o governador tucano Geraldo "Volume Morto" Alckmin, eleito em primeiro turno pela parcela mais emburrecida de paulistas, a elite e os "metidos a elite", oferecerá em breve à população do Estado de São Paulo, lodo, muito lodo. É o que afirma o diretor-presidente da ANA, Agência Nacional de Águas, Vicente Andreu.

O sertão está virando mar, com as cisternas, o Eixo das Águas e outras obras dos governos Lula e Dilma Rousseff. Não falta água no Nordeste. O mar de prosperidade de São Paulo, o estado mais rico do País, está virando "mar de lama", lodo, sertão...


Cantareira: choque de "barro" e incompetência



Há terceira cota de volume morto, mas água está no lodo, diz ANA


Rodrigo Pedroso | Valor


SÃO PAULO - Existe uma terceira - e última - cota de volume morto que poderá ser usada no sistema Cantareira, que abastece de água boa parte da Grande São Paulo. Mas a retirada dessa água, que está misturada ao lodo, apresenta dificuldades “técnicas” e envolve riscos por se tratar de insumo de baixa qualidade, disse hoje o diretor-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente Andreu. Essa terceira cota teria 200 bilhões de litros.

“O volume morto total tem cerca de 500 bilhões de litros. A primeira e a segunda cota, juntas, somavam quase 300 bilhões de litros. Em tese, há mais 200 bilhões de litros. Como a reserva fica no fundo, se a crise se acentuar, não haverá outra alternativa a não ser ir no lodo e tirar essa água”, disse durante apresentação no debate “A falta de água em São Paulo”, na Assembleia Legislativa do Estado.

Segundo Andreu, qualquer obra de aumento da capacidade do atual sistema de abastecimento das regiões metropolitanas de São Paulo e Campinas demora pelo menos dois anos. Assim, a única solução no curto prazo para a crise hídrica pela qual passa o Estado de São Paulo é a ocorrência de chuvas acima do esperado ou utilizar todo o volume morto do sistema Cantareira.

“Quem apresentou o volume morto como alternativa ao governador Geraldo Alckmin fomos nós. Porque as outras hipóteses de enfrentamento da crise requerem obras que não foram feitas e só terminariam, no melhor dos cenários, em dois anos. Então, a solução é ou esperar por uma chuva boa ou se retirar o volume morto”, afirmou há pouco durante fala na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.

Andreu disse que ainda no começo do ano a previsão meteorológica para 2014 em São Paulo era “muito ruim”, mas que “havia a expectativa por parte do governo do Estado” de que o regime de chuva pudesse se normalizar. “Toda essa crise que estamos vivendo é de que houve expectativa de chuva que não se concretizou ao mesmo tempo em que não se tomou alternativas adequadas.”

A ANA também pediu, em abril, a redução da vazão do Cantareira, para preparar melhor o sistema para o próximo ano, quando também deve haver chuva abaixo da média. Na ocasião, de acordo com Andreu, o governo paulista não atendeu ao pedido.

“O problema [mais sério] que vamos enfrentar é a partir de março, abril de 2015, porque agora deve cair alguma chuva”, disse Andreu.




Destaques do ABC!

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terça-feira, 21 de outubro de 2014

Aécio Neves: a mentira na política


ELEIÇÕES 2014



"Estão em jogo a vida e o futuro de milhões de pessoas. Elas têm todo o direito de conhecer quem pretende ocupar o cargo mais alto da República."



O cínico


Aécio perde batalha da verdade


Ricardo Melo, Folha de S. Paulo

(Reproduzido de O Cafezinho)


A frase atribuída ao nazista Joseph Goebbels — uma mentira repetida mil vezes se transforma em verdade — tem sido a resposta preferida do candidato Aécio Neves e sua equipe diante de críticas. O problema é quando a verdade, repetida mil vezes, continua sendo verdade, sem contraponto ou contraditório capaz de desmenti-la.

O candidato tucano construiu uma pista de pouso em propriedade familiar. A chave da mordomia ficava na mão de parentes, os quais, aliás, ele empregou aos montes. Tudo documentado. Nenhum estudo, mesmo fabricado às pressas, provou a necessidade da obra. Isso não é uma questão íntima. É dinheiro público queimado para fins pessoais. Existe uma ação em curso, por improbidade administrativa. É um fato, não depoimento selecionado de delação desesperada, desculpe, premiada.

O governo de Minas destinou uma gorda fatia de publicidade para empresas de telecomunicações dos Neves. Nem o candidato nega. É deselegante perguntar como o rapaz lida quando se encontram o público e o privado? Cabe aos brasileiros descobrir o montante, pois envolve gente disputando a Presidência. “Não registramos quanto foi gasto”, respondem o tucano e seu staff.

Documentos do Tribunal de Contas de Minas Gerais apontavam suspeitas de irregularidades no governo do atual senador. A capivara foi citada durante um dos debates. Horas depois, a papelada desapareceu do site oficial do tribunal, uma instância pública (!). Tomou Doril. Sumiu. E nada se faz a respeito.

O drible no bafômetro e outros momentos pouco edificantes da rotina noturna do senador estão fartamente documentados na internet e imprensa escrita. Não são montagem, assim como não é falso o stand-up daquele artista de fim de noite que relacionou Maradona e Aécio quanto ao consumo de drogas. Hoje o mesmo personagem posa de aecista desde criancinha. Mas nunca desmentiu a performance.

Balela a história de que trazer a público tudo isso é baixaria etc. etc. Isso é falta de argumento de quem não tem resposta.

Pense bem: quantas vezes já não deparamos com indivíduos brilhantes (o que não é propriamente o caso…), mas com uma trajetória errática, que seríamos incapazes de indicar para uma função, mesmo menor, numa empresa? Não há nisso preconceito nenhum; somente o desejo de saber qual é a pessoa certa para o lugar certo.

“Ah, mas e os programas, as propostas?”, indagam os puritanos habituais. Bem, todos conhecem o que pensam tanto Dilma quanto Aécio e seu braço direito, Armínio Fraga.

A primeira pelo que ela e seu partido fizeram nos últimos tempos no Planalto. Aécio, pelo que ele e sua equipe revelam em entrevistas e jantares. Coisas como corte de gastos sociais, esvaziamento de bancos públicos, encolhimento de salários, facão nas empresas, tarifaço, mudança nas leis trabalhistas e por aí vai. As tais medidas impopulares. Para ele, sem isto o Brasil vai piorar. Acredite quem quiser.

Com a campanha perto do fim, supostas regras de etiqueta surgem para esconder o essencial. Cortina de fumaça. Estão em jogo a vida e o futuro de milhões de pessoas. Elas têm todo o direito de conhecer quem pretende ocupar o cargo mais alto da República.

Pesquisas são só pesquisas. A depender delas, o PT não teria ganho no primeiro turno na Bahia e em Minas Gerais, Aécio não teria os votos obtidos em São Paulo, e o PMDB estaria fora do segundo turno no Rio Grande do Sul.

A questão não é satanizar institutos. É dar aos seus levantamentos o peso que merecem. Mais do que nunca, o primeiro turno mostrou que a palavra final é do eleitor, não de pesquisados. Da mesma forma que é patética a tática de carimbar como mentiras verdades inapagáveis, registradas em vídeo, áudio e folhas de papel.


Destaques do ABC!

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