Tradutor

Mostrando postagens com marcador Nosso Batman. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Nosso Batman. Mostrar todas as postagens

domingo, 27 de julho de 2014

Templo de Salomão: sai o "Nosso Batman", entra o "Nosso Abraão"...


APOCALIPSE NOW!



Respeito todas as religiões, mas penso como John Lennon: imagino, desejo, vibro por um mundo sem religiões, ou seja, sem disputas, sem rixas, sem divisões de qualquer ordem...

A linda cidade de São Paulo e o tradicional e degradado bairro do Brás, que pedia uma revitalização inteligente e harmônica, merecia abrigar uma monstruosidade dessas?

Depois dos delírios de grandeza do "Nosso Batman", que ainda cisca pra lá e pra cá e finge que vai mas não vai, agora vamos endeusar também a megalomania do "Nosso Abraão"???!!!

E, pasmem! Segundo a Veja SP, no altar do templo há uma esteira rolante [!!!] para levar o dízimo pago pelos fieis diretamente para um cofre-forte [!!!!!!!!!!!]

Oremos e Vigiemos!



(Imagem do Blog do Bispo)


Gente, o troço é assustador!... Nada contra os fieis da IURD, por favor!

Passei na porta algumas vezes. É de doer. Não combina com o entorno, que deveria ser um deserto, como no Oriente Médio... O tráfego pesado da Celso Garcia em frente, a Assembleia de Deus do outro lado da rua, na esquina, e na outra esquina uma igrejinha católica, pobrezinha... Dá dó.

Presidenta Dilma, conselho de amiga: fuja dessa saia justíssima! Inventa um resfriado, manda o vice... sai fora, Presidenta!




20 coisas surpreendentes sobre o novo templo da Igreja Universal


São Paulo – Na próxima quinta-feira será inaugurado o novo – e enorme – templo da Igreja Universal. O Templo de Salomão, construído na região do Brás, em São Paulo, é uma réplica do templo de mesmo nome descrito na Bíblia.
Veja a seguir alguns detalhes sobre o novo Templo de Salomão:
1. O Templo foi construído em um terreno de 35 mil metros quadrados – o equivalente a 5 campos de futebol.
2. O Templo de Salomão assume o posto de maior espaço religioso do país em área construída, que é 4 vezes maior do que o Santuário Nacional de Aparecida (SP). Aparecida tem 23,3 mil m² de área construída, enquanto o Templo de Salomão tem 100 mil m².
3. A obra durou 4 anos e custou R$ 680 milhões.
4. O Bispo Edir Macedo mandou vir de Hebron, em Israel, 40 mil metros quadrados de pedras usadas na construção e decoração do Templo.
5. Doze oliveiras foram importadas do Uruguai para reproduzir o Monte das Oliveiras.
6. A capacidade do novo templo é de 10 mil pessoas.
7. As cadeiras que vão acomodar os milhares de fiés foram trazidas da Espanha, segundo a Veja SP.
8. Cerca de 40 imóveis foram comprados no Brás por conta da obra, também segundo a Veja SP.
9. No altar, há uma esteira rolante destinada a carregar o dízimo pago pelos fiéis diretamente para uma sala-cofre, de acordo com a Veja SP. [pausa para risos]
10. Dez mil lâmpadas de LED foram instaladas no teto do salão principal.
11. Nas paredes há grandes menorás – candelabros de sete braços.
12. Na área construída há ainda espaço para 60 apartamentos de pastores que estão a trabalho no templo – incluindo um para o Bispo Edir Macedo.
13. O altar foi construído no formato da Arca da Aliança, local onde teriam sido guardados os Dez Mandamentos, segundo a Bíblia.
14. Cem metros quadrados de vitrais dourados foram instalados acima do altar, segundo a Veja SP.
15. O estacionamento do templo conta com 2000 vagas para carros, 241 para motos e 200 para ônibus.
16. Por enquanto, no período inaugural e de testes, só se poderá ir ao Templo em caravanas. Este foi um acordo com as autoridades, para que avaliasse o impacto no trânsito da região. Depois, qualquer pessoa, com seus próprios meios, poderá ir ao templo.
17. Além do Templo, há também um museu, chamado de Memorial. Lá, 12 colunas explicam a origem das 12 tribos de Israel.
18. Para as mulheres, é vetado o uso de “minissaias ou outros tipos de roupas curtas, decotadas ou sensuais”. Já os homens deverão deixar no armário as camisetas de times de futebol, bermudas, regatas e chinelos.
19. Foram usadas na obra 2.600 toneladas de ferro e 145 mil sacos de cimento.
20. Segundo a assessoria de imprensa da Igreja, a presidente Dilma Rousseff estará presente na inauguração do Templo. O ex-presidente Lula, o governador de São Paulo Geraldo Alckmin e o prefeito Fernando Haddad também são esperados.
Saiba Mais: exame
Destaque do ABC!

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Joaquim Barbosa anuncia saída do STF


CERIMÔNIA DO ADEUS



O que é que deu no ministro Joaquim Barbosa para anunciar hoje aos demais poderes da República sua saída do STF? 

Melindrou-se ao ler nosso post de hoje de manhã?!... (leia abaixo)

Terá alguma carta na manga da toga, da qual ainda não suspeitamos?

Que é um fascinado por câmeras, holofotes e poder, não é novidade. 

Portanto, fiquemos todos bem alertas, Povo Brasileiro, para o pronunciamento que o ministro promete para hoje à tarde.

JB não dá ponto sem nó.

Todo cuidado é pouco quando se trata de Joaquim Barbosa.

Aguardemos, vigiemos e, sobretudo, oremos!





BARBOSA A DILMA, RENAN E ALVES: VAI EMBORA EM JUNHO


:
Presidente do Senado confirma: Joaquim Barbosa informou a ele que está deixando a presidência do Supremo Tribunal Federal; vai se aposentar em junho, mas não disse a data exata; antes, Barbosa foi à presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, para informá-la pessoalmente de sua decisão; cerimônia do adeus prosseguiu com audiência com Renan e Henrique Alves, presidente da Câmara (foto acima); ilhado nos meios jurídicos e a cinco meses do final de seu mandato na presidência do Supremo, ministro formalizou despedida e anunciou que falará a respeito na tarde desta quinta-feira 29; com roteiro de show, era Barbosa chega ao fim 

Leia mais no Brasil 247.

*

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Por que Joaquim Barbosa só pensa em Dirceu?


O que é isso? Que obsessão é essa? 

Pura patologia. Doença da alma. 

Fixação. Inveja. Delírios de grandeza. Sede de poder. Narcisismo doentio. Próprios dos psicopatas.

(Faz lembrar uma "carcereira nazista" que me persegue há anos...)

O "Nosso Batman" pode estar virando o "Nosso Führer"...

Todo cuidado é pouco. Todos atentos. Com essa gente sinistra não se brinca. Eles são a energia da destruição em ação.






E Barbosa só pensa naquilo


RICARDO MELO


Vasculhei declarações sobre a selvageria contra Fabiane, mortes em presídios etc. O que se encontra? N-A-D-A.

O país vê linchamentos em série; uma mãe inocente é trucidada por cidadãos enfurecidos; namoradas tramam homicídios por ciúmes; presídios repetem cenas de horror; famílias choram a perda de parentes vítimas da criminalidade. Os sintomas de ebulição social também surgem nas invasões de terra, ataques a ônibus, no contingente de miseráveis implorando esmolas nas esquinas etc. O único lado talvez menos pior é o de que agora mais gente sabe o que é o Brasil real. E conhecer o problema é um primeiro passo para tentar resolvê-lo.

É aí que a roda pega. Alguns, é verdade, já apontaram a solução: cada um que se vire, depois se dá um jeito de tornar a selvageria "compreensível". Ou seja, quando desconfiar de algo esquisito, vá pra casa, pegue uma marreta, trava de bicicleta, faca de cozinha e resolva os problemas no braço. Se tiver um dinheirinho a mais, abra um banco, instituição financeira ou conglomerado de qualquer coisa, vá recolhendo incautos aos magotes e depois entregue o buraco da aventura ao Tesouro. Não se esqueça de algo importante: treinar uma cara de enganado para quando a bomba estourar.

Para situações como essas, em que a barbárie com ou sem colarinho branco se espalha aos quatro ventos, é que a democracia propõe mecanismos para ao menos reduzir danos. O Judiciário talvez seja o principal deles, pelo fato de teoricamente simbolizar equilíbrio e isenção. Mas o que fazer quando, em vez de dirigir suas atenções para o ambiente social que incomoda a maioria do povo, o chefe deste poder parece possuído por uma obsessão?

Para evitar injustiças, vasculhei declarações, posicionamentos, ou então simples murmúrios do presidente do STF, Joaquim Barbosa, sobre eventos listados acima. O ministro é também presidente do Conselho Nacional de Justiça. Fui atrás de suas palavras sobre linchamentos, a selvageria contra Fabiane Maria de Jesus, novas mortes em presídios, a banalização de justiceiros, a insolência de facções criminosas como o PCC, o drama dos sem-teto tratados a pancadaria, golpes recentes no sistema financeiro. E dá-lhe jornal, e dá-lhe Google, e dá-lhe televisão, e dá-lhe revista. O que se encontra? N-A-D-A. (ou praticamente nada, considerando que algo me tenha escapado.)

Já sobre aquele assunto, a coisa muda de figura. É uma enxurrada. Não cabe se estender acerca de peripécias passadas, quando Barbosa mandou jornalista chafurdar, tentou afastar funcionários por vingança e defendeu que não se examinassem novas provas relativas ao mensalão para "não atrasar o processo". Tampouco rememorar a confissão de que aumentou penas artificialmente para prejudicar réus.


Falemos do presente. Primeiro mandou de volta para a cadeia o ex-presidente do PT José Genoino. Como sempre, recorreu a uma junta médica. Agora, retomou a prática de interpretar leis. Decidiu que o ex-ministro José Dirceu, embora condenado ao regime semiaberto, tem que ver o sol quadrado até cumprir um sexto da pena. Estarrecidos, juristas declararam que, a vingar o despacho de Barbosa (baseado em "indícios", "vislumbres" e outras pérolas do gênero), mais de cem mil condenados ocuparão o xadrez. Mesmo chefiando o CNJ, que deveria ter a situação dos presídios superlotados como uma de suas preocupações, Barbosa não está nem aí. Um Pedrinhas a mais, outro a menos, tanto faz.

Muito se especulou sobre planos de voo de Joaquim Barbosa. Vai ser candidato? Disputará a Presidência da República? Será advogado, coroinha, pregador? Pelo menos nós sejamos justos: ninguém sabe e ele não é obrigado a dizer. Mas, como se trata de preservar a democracia e de um personagem público de tanta importância, não é o caso de o pessoal da junta médica mudar de paciente?



Destaques do ABC!

*

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Sai o cidadão-ativista, entra o "Batman de Passeata"...


"O Batman verdadeiro, o do filme, jamais glorifica a si mesmo, como faz nosso heroi de Marechal Hermes. Jamais se expõe desnecessariamente. Ele é, deliberadamente, um personagem das sombras. Sua fantasia não tem objetivo político; ao contrário, foi especialmente elaborada para meter medo. Batman não veio para debater, para construir, para trazer soluções democráticas. É apenas um espírito de vingança. Uma catarse social, não apenas contra o crime, mas contra a burocracia do Estado democrático (...)."

"O nosso Batman é só um pobre coitado que não cresceu e que, acredito, só tem uma tradução doentia daquela ideia de fama, que não vem pelo trabalho, pelo esforço, pela capacidade ou pelo talento: vem apenas pelo ridículo.

E também traduz, como o outro personagem com transtornos emocionais que vem sendo chamado de Batman por aqui, aquele desprezo olímpico pelo povo e sua capacidade, porque acha que é preciso este tipo exato de “herói” para salvá-lo."




Discutindo nosso “Batman de Passeata”


Miguel do Rosário

É hora de discutir a sério essa nova síndrome nacional, de achar que a solução de nossos problemas passa pelo surgimento de super-herois.

Fernando Brito, editor do blog Tijolaço, escreveu hoje sobre nosso Batman de passeata. Fiquei com pena do rapaz. Tenho impressão que é uma boa pessoa, um rapaz simples do subúrbio do Rio, cheio de boas intenções, mas que, de fato, é mais um boboca dominado pela cultura de celebridade.

Não percebe sequer o significado de sua própria fantasia: um vingador privado, herdeiro bilionário, que busca fazer justiça com as próprias mãos.

O pobre, o trabalhador, não pode entrar nessa, de entender a justiça como uma esfera privada. Ele tem de acreditar na democracia e se juntar a seus iguais. Quer fazer política? Organize-se, dentro de um partido ou não, mas participe do debate usando a cabeça, convencendo e ouvindo os outros, expondo ideias, com convicção, paixão e seriedade.

E ninguém deveria combater os males sociais com espírito de vingança, como faz Batman. Aliás, temos outro personagem também chamado de ”Batman” no Brasil, um juiz reacionário que não parece dar muita bola aos direitos das pessoas que julga…

Entretanto, é bobagem fazer proselitismo ideológico com Batman. Eu mesmo sou fã do homem-morcego, justamente porque não fico pensando se o Batman é de esquerda ou direita. Não assisto enlatados de hollywood pensando em política. É entretenimento, diversão. Mas já que tem gente confundindo ficção com realidade, então vamos lá.

Batman é um heroi ultraconservador e ultracapitalista. Não à toa foi criado na década de 40, no auge da guerra fria. Não é um idiota, porém. É um ser humano atormentado, extremamente autocrítico. No Cavaleiro das Trevas (2008), por exemplo, Bruce Wayne (identidade secreta do heroi) entende que a solução para a criminalidade e corrupção em Gotham City deveria passar pela via republicana, ou seja, deveria ser conduzida pelo novo promotor público, Harvey Dent. Planeja, com isso, aposentar o super-heroi.

Mas Bruce comete um erro ao depositar todas as esperanças em Dent, ou seja, ao apostar, mais uma vez, numa espécie de vingador, desta vez com a chancela do Estado. Batman deveria antes acreditar na democracia, investindo mais em debates sobre políticas públicas.

Ironicamente, é o Coringa quem vai acreditar na democracia, ao entregar uma bomba em mãos da tripulação de dois barcos, sendo que qualquer uma delas deveria acionar a bomba para explodir o outro barco e salvar o próprio. Só que Coringa se dá mal. Num dos barcos, lotado de presidiários, é justamente um criminoso algemado quem decide jogar o dispositivo da bomba pela janela, salvando o outro barco.

No outro barco, ninguém tem coragem de acionar a bomba para explodir o outro barco. A mesma democracia que derrotou Bruce Wayne, ao não proteger seus pais, mortos num assalto, também vence o Coringa.

Enfim, o Batman proporciona reflexões políticas muito além das ideias simplórias de nosso batman de passeata. O Batman verdadeiro, o do filme, jamais glorifica a si mesmo, como faz nosso heroi de Marechal Hermes. Jamais se expõe desnecessariamente. Ele é, deliberadamente, um personagem das sombras. Sua fantasia não tem objetivo político; ao contrário, foi especialmente elaborada para meter medo. Batman não veio para debater, para construir, para trazer soluções democráticas. É apenas um espírito de vingança. Uma catarse social, não apenas contra o crime, mas contra a burocracia do Estado democrático, que prefere combater a criminalidade com políticas públicas, muito mais demoradas, ao invés de simplesmente caçar bandidos nas ruas. Só que políticas públicas são a única forma de reduzir a criminalidade no médio e longo prazo. E o Estado nem sempre tem os ilimitados recursos financeiros que parece ter Wayne.

A grande contradição que o filme não esconde, embora não a problematize, é que a própria riqueza desproporcional de Bruce Wayne pode estar na raiz das violências que corroem Gotham City.

Vamos ao artigo do Fernando.

*

O Batman precisa de um analista, coitado…

Fernando Brito, no Tijolaço.

A matéria de Bernardo de Mello Franco, hoje, na Folha, mostra, coitado, o estado de fragilidade psicológica daquele rapaz que se tornou conhecido como “Batman” das manifestações.

“Tenho síndrome de super-herói”, diz o rapaz boboca (altere as vogais a seu gosto) para dizer que “não consegue ficar parado quando vê uma injustiça”.

O “Bruce Wayne” carioca tem 32 anos. Será que ele só não conseguiu ficar parado diante das injustiças nos últimos seis ou sete meses?

Ou será que antes de junho não havia injustiça no Brasil?

Há doze ou treze anos atrás, e ele já era maior de idade, não se tem notícia do dito cujo desfilando suas fantasias em atos de protesto contra o arrocho salarial, contra a entrega do patrimônio público aos grupos privados, contra as exigências do FMI…

O pateta da capa e máscara é apenas mais um idiota da cultura de subcelebridades que a mídia vem construindo há tempos neste país.

Não importa como ou porque, o importante é aparecer.

Seja um “brother”, uma mulher-melancia, padre-voador pendurado em balões de gás.

O nosso Batman é só um pobre coitado que não cresceu e que, acredito, só tem uma tradução doentia daquela ideia de fama, que não vem pelo trabalho, pelo esforço, pela capacidade ou pelo talento: vem apenas pelo ridículo.

E também traduz, como o outro personagem com transtornos emocionais que vem sendo chamado de Batman por aqui, aquele desprezo olímpico pelo povo e sua capacidade, porque acha que é preciso este tipo exato de “herói” para salvá-lo.


Algo como o Bruce Wayne da série, um riquinho entediado e recalcado, que surge na noite para “vingar” os desvalidos.

O nosso Batman enverga suas roupas justas como uma criança veste uma capa para viver uma fantasia própria de sua imaturidade.

E a “tia Mídia”, como dizemos aqui no Rio, “bate palmas pra maluco dançar” sem nenhuma cerimônia.

Mas Eron de Melo não é uma criança, tem 32 anos.

Deveria refletir e resolver seus desajustamentos de forma privada, não ajudando a promover conflitos, quebradeiras e, acima de tudo, querendo aparecer para os seus “15 minutos de fama”.

Aproveite a fantasia no Carnaval que vem aí, menino, e se quiser venha debater como um adulto que você deveria ser.

Escreva o que você pensa, apresente suas ideias e exponha-se ao debate político.

Senão, você será só uma pessoa com problemas que gosta de seu mundinho particular, onde é apreciado apenas por ser “diferente”.

Nós preferimos o contrário: queremos que as pessoas possam ser mais iguais.

E felizes sendo elas próprias, sem precisarem se fantasiar.



O Cafezinho

Destaques do ABC!

*

domingo, 24 de novembro de 2013

Barbosa põe juiz tucano e "linha dura" na Papuda


GOLPE EM ANDAMENTO



Joaquim Barbosa quer "mais rigor" no tratamento dos presos da AP 470 ("mensalão") no presídio da Papuda, em Brasília. E para isso está colocando um juiz filho de político do PSDB no comando da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal. O dirigente tucano, ainda por cima, apresenta programa na TV onde ataca réus do "mensalão"...

O que quer Barbosa?

E o País? Vai continuar assistindo, bovinamente, a mais esta estripulia do "Nosso Batman"?

Jurista Celso Bandeira de Mello já alertou a nação: Joaquim Barbosa é do Mal e precisa ser freado. Cláudio Lembo, jurista de extração conservadora, também afirmou que é possível impichar Barbosa.

E aí, Senado da República e Partido dos Trabalhadores?!

Vamos deixar o Brasil virar uma anti-Gotham City?

Quem sabe faz a hora, não espera acontecer...






AGORA É OFICIAL: BARBOSA TROCA JUIZ DA PAPUDA


:
Juiz titular da Vara de Execuções Penais, Ademar Vasconcelos, foi afastado do caso; em seu lugar, chega Bruno Ribeiro, filho de um político do PSDB do Distrito Federal, que deve impor condições mais duras aos presos, inclusive a José Genoino, que está em prisão domiciliar; Genoino não poderá sair de casa nem falar com jornalistas no período em que estiver na casa de uma filha em Brasília

Leia a notícia completa no Brasil 247.

*

terça-feira, 6 de agosto de 2013

CNJ: Barbosa pode ser diretor de empresa?


Tudo o que é sólido desmancha no ar...


O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, endeusado pela grande imprensa e setores das redes sociais como o "Nosso Batman", pela mão de ferro com que conduziu o julgamento do mensalão, condenando duramente os réus acusados de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, criou a Assas JB Corp., em Miami, Flórida (EUA), para adquirir, em nome desta empresa, com benefícios fiscais, um apartamento que pode valer 1 milhão de reais.

Associações de magistrados querem que o Conselho Nacional de Justiça, presidido por Barbosa, se pronuncie sobre a legalidade da questão.

Tristes Trópicos...




Juízes levam caso do apê de Barbosa em Miami ao CNJ



Membros da Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil), da AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) e da Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho) vão questionar ao Conselho se um juiz pode ser diretor de empresa no exterior e usá-la para comprar um imóvel, no intuito de constranger presidente do STF. "Magistrado não pode ser diretor de empresa, e um ministro do STF é um magistrado", afirma Nino Toldo

247 – Associações de magistrados prometem deixar Joaquim Barbosa em saia justa com uma enquete ao Conselho Nacional de Justiça sobre a possibilidade de um juiz de primeiro grau ser diretor de empresa no exterior e usá-la para a aquisição de imóvel.

O presidente do Supremo Tribunal Federal criou a Assas JB Corp., na Flórida (EUA), para a aquisição de um imóvel em 2012, o que lhe permite benefícios fiscais. O apartamento estimado entre R$ 546 mil e R$ 1 milhão, tem 73 m².

"Acredito que um magistrado não pode ser diretor de empresa, e um ministro do Supremo é um magistrado. A Loman (Lei Orgânica da Magistratura) tem que valer para todos", disse Nino Toldo, presidente da Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil), à Folha.

Por ser ministro do STF, ele não está sujeito ao controle do CNJ. Mas a intenção é forçar a comparação para deixá-lo constrangido. Além da Ajufe, devem assinar a consulta a AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) e a Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho).


Em entrevista a "O Globo", o ministro afirmou que a reportagem foi uma "invasão brutal" da sua privacidade e que a aquisição foi feita "em conformidade com a lei norte-americana".


Brasil 247

*

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Suprema ironia: "Bat-Barbosa", um fora da lei


SUPREMOCRACIA



"Nada como um dia depois do outro", como dizia meu saudoso avô Olímpio.

Endeusado pela mídia golpista e incensado por setores imaturos das redes sociais, o "Nosso Batman" começa a mostrar sua verdadeira face.

E este senhor, ao que parece, ainda acalenta os "delírios de grandeza" de se tornar o "Salvador da Pátria", conduzindo o País e o Povo Brasileiro.

Para o abismo.

Felizmente, o Brasil não é "Gotham City"...


Facebook


sexta-feira, 3 de maio de 2013

"Bat-Barbosa" volta a atacar...


SUPREMOCRACIA


Barbosa baixa centralismo e encobre Plenário


Presidente do STF viaja a Costa Rica, leva um séquito de jornalistas 
e avisa que recursos impetrados pelos 25 condenados na Ação 
Penal 470 não conseguirão mudar sentenças; "Embargos podem 
não sobreviver", decretou; lá, ele também condenou o racismo 
no Brasil e disse que a imprensa brasileira é de direita; com suas 
posições, ele atropela os demais colegas do STF e se coloca, mais 
uma vez, como paladino da Justiça; parecia não só um juiz 
em campanha para encerrar o julgamento, mas também 
um presidenciável em ação

247 - Está decidido. Mesmo antes de irem ao plenário do Supremo Tribunal Federal, para serem apreciados pelos ministros da corte, os embargos infringentes e declaratórios impetrados pelos advogados dos 25 condenados na Ação Penal 470 não terão capacidade de reverter sentenças. Nessa medida, igualmente não conseguirão alterar penas em regime fechado para o aberto.

Nenhum recurso foi ao plenário ainda, e nem sequer há uma data certa para que isso aconteça. Mas é o que manda avisar, da Costa Rica, onde está para um seminário sobre liberdade de imprensa organizado pela Unesco, o presidente do STF, Joaquim Barbosa. Fiel ao seu estilo autocrático, ele admitiu que não leu nenhuma das peças com as alegações das defesas, mas já sabe onde elas irão parar.

- Servem para corrigir eventuais contradições, sentenciou. Como um paladino justiceiro, ele sacou aos jornalistas brasileiros que viajaram a convite do Supremo, para acompanhá-lo, o argumento de que, em 1990, o Congresso derrubou o poder de intervenção dos embargos infringentes.

Nada contra a lembrança de Barbosa, mas não seria o caso, na posição dele, de ao menos ler as 25 peças elaboradas pelas defesas antes de fazer um pronunciamento tão forte? Voto vencido na decisão de conceder apenas cinco dias para as manifestações contrárias dos condenados – sua opinião foi batida pelo ministro Teori Zavaski, que arguiu a garantia do exercício da livre defesa para dobrar o prazo para os recursos -, como pode Barbosa já saber se os demais dez ministros do STF pensam como ele? Num processo que avançou em meio a fortes diferenças de opiniões, o consenso se daria justo agora?

Na verdade, mais uma vez Joaquim Barbosa, agora no exterior, usou de sua penetração midiática para encobrir o plenário do Supremo. Na posição de presidente, em lugar de atuar com a serenidade de um líder parcimonioso, age com a afoiteza de quem pretende se livrar de um fardo com o objetivo de mais rapidamente alcançar a repercussão dos aplausos.

No Brasil, nos bastidores do STF, a pressa de Joaquim Barbosa não ressoa bem. Magistrados da estatura do próprio Zavascki, de Marco Aurélio Mello e do revisor Ricardo Lewandowski, além das independentes Rosa Weber e Carmen Lucia, dificilmente aceitarão calados a ultrapassagem tentada no exterior. Até porque, entre os embargos, há os que, como o de José Dirceu e Roberto Jefferson, pedem que Barbosa seja barrado de cumprir todos os papeis na Corte, como relator do processo e principal juiz dos embargos simultaneamente. Ainda que queira muito, o presidente do STF ainda não reina sozinho na mais alta corte do País.

RACISMO - Em inglês, durante o seminário sobre liberdade de imprensa organizado pela Unesco, Joaquim Barbosa, que semanas atrás destratou um jornalista do jornal O Estado de S. Paulo, determinando um grosseiro "vá chafurdar no lixo", pronunciou discurso acusando a imprensa brasileira de ser racista. Leia na reportagem do Conjur:


Presidente do Supremo diz que imprensa é racista

O ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal, acredita que a imprensa brasileira não contempla a igualdade racial e critica a concentração da mídia em três jornais de abrangência nacional que “tendem para a direita”. Em evento na Costa Rica, nesta sexta-feira (3/5), para discutir a liberdade de imprensa, Barbosa, discursando em inglês, disse que os negros são mais ou menos 51% da população brasileira, “mas os não brancos são raros na televisão”.

Em seu discurso, o ministro lembrou casos que passaram pelo Judiciário brasileiro e que decidiram os limites da liberdade de expressão. Um deles foi a edição de publicações acusadas de racismo contra judeus, outro sobre a lei de imprensa. Para ele, a liberdade de imprensa é a expressão do avanço civilizatório e que todo tipo de manifestação artística ou de opinião é protegida pela Constituição brasileira.

A conferência “Falar sem medo: assegurando a liberdade de expressão em todas as mídias” foi promovida pela Unesco na Costa Rica para celebrar o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. A programação do evento, que começou na última quinta-feira (2/5) e vai até sábado (4/5), traz uma fala do ministro na tarde desta sexta.

Joaquim Barbosa chegou à América Central na quinta em um avião da Força Aérea Brasileira, que também levou assessores e jornalistas de veículos brasileiros. Ao desembarcar, foi recebido pela embaixadora do Brasil na Costa Rica, Maria Dulce Silva Barros. O ministro, porém, recusou o convite para uma recepção feito pela presidente da Costa Rica, Laura Chinchilla. Segundo sua assessoria, preferiu ficar no hotel para terminar o discurso desta sexta-feira.

Os participantes da conferência incluem representantes das principais organizações defensoras da liberdade de expressão, editores, jornalistas, professores e das Nações Unidas. Serão discutidos três temas principais: garantia da segurança de jornalistas e profissionais da mídia, combate à impunidade de crimes contra a liberdade de imprensa e segurança online.

Durante o evento, questionado por jornalistas sobre os Embargos de Declaração contra o acórdão do processo do mensalão, o ministro afirmou que começará a pensar o que vai fazer só na próxima semana, pois ainda não tomou conhecimento de nenhum recurso. Os recursos, porém, segundo o ministro, não podem mudar nenhuma decisão que o Supremo tenha tomado na Ação Penal 470. “Embargos de declaração visam simplesmente corrigir eventuais contradições”, disse.


Impunidade


Ao responder a um jornalista que perguntou sobre a impunidade no Brasil, Joaquim Barbosa afirmou que o sistema judiciário demora demais para decidir. "O sistema é disfuncional e precário. O Brasil tem quatro instâncias, o que não tem paralelo. São infinitas as possibilidades de recurso e poucas as possibilidades de condenação. Há algo como 20 possibilidades de recursos nas duas primeiras instâncias para protelar. Assim, a maior parte dos casos prescreve."

Para o presidente do Supremo Tribunal Federal, outro problema que impede o bom andamento dos processos é a desenvoltura dos advogados. "Se você tiver gente poderosa econômica ou politicamente, defendida por advogados poderosos, sempre encontra um jeito de escapar. E um criminoso fica impune, sempre com base em argumentos jurídicos, claro".

Barbosa, conhecido por não receber advogados em seu gabinete para tratar de processos em andamento, criticou essa prática. "A Argentina acaba de dar um passo importante proibindo qualquer advogado de ter acesso ao juiz sem o ex adversus presente. Mas, no Brasil, essa regra básica é desobedecida abertamente. Por isso, as pessoas pobres, pretas ou sem conexão perdem sempre".


Brasil 247

*

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Supremocracia: E agora, Joaquim?


A mídia golpista quer José Dirceu "algemado e encarcerado", servido às elites como "peru de Natal", em horário nobre, na tela do Jornal Nacional.

O que falará mais alto em Joaquim Barbosa: a sede de poder e a vaidade desmedida ou o equilíbrio e a sobriedade?

Compostura ou "derrapada ética"?

"Batman tupiniquim" ou um verdadeiro magistrado?

Amanhã, Dia do Fim do Mundo, saberemos.


                                                                           Imagem no Facebook

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Joaquim Barbosa: "Não sou de abaixar a crista"


Incensado pela grande imprensa e nas redes sociais, que o querem Presidente da República em 2014, o ministro Joaquim Barbosa assumirá o comando do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça na próxima quinta-feira, ao mesmo tempo em que se torna uma incógnita pela sua feroz atuação no julgamento da Ação Penal 470, o chamado Mensalão.

Até que ponto o ministro Barbosa não cedeu à pressão da mídia golpista? Não terá o "Nosso Batman" sido vítima da desmesurada vaidade? Conseguirá o ministro manter a mesma fúria condenatória quando os réus forem tucanos?

Respeitados articulistas sugerem traços no mínimo preocupantes na personalidade do ministro, que revelariam autoritarismo, arrogância e desequilíbrio emocional, o que eventualmente poderia colocar em risco até a estabilidade institucional.

Todos queremos combate ferrenho à corrupção. Mas fundamentado no ordenamento jurídico brasileiro, sem se valer de teorias esdrúxulas. E combate à corrupção nos três poderes da República.