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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

SP: Ativistas resgatam cães maltratados


ALMA ATIVISTA



Toda Vida é Sagrada.

Ninguém tem o direito de assassinar, abandonar, maltratar, ferir, provocar dores e sofrimento em seres inocentes e indefesos. 

NINGUÉM.

Uma sociedade verdadeiramente avançada protege os animais.

É preciso acabar com esta barbárie.

Denuncie perversos e pervertidos que abandonam, maltratam e assassinam animais!

Boicote produtos que utilizem animais em testes!

Maus-tratos a animais é CRIME.

Código Penal nos criminosos!





Assine a petição contra o uso de animais pelo Instituto Royal clicando aqui.


Após denúncia de maus-tratos, ativistas levam animais de empresa

Manifestantes invadiram laboratório de São Roque. Empresa diz que realiza testes dentro de normas e exigências da Anvisa.


Ativistas levaram cachorros de laboratório 
(Foto: Edison Temoteo/ Futura Press/ Estadão Conteúdo)

Dezenas de ativistas invadiram, na madrugada desta sexta-feira (18), o laboratório do Instituto Royal, em São Roque, a 59 km de São Paulo, e levaram vários animais do complexo, informaram a Guarda Municipal da cidade e a Polícia Militar (PM) da região. A manifestação foi motivada por suspeitas de maus-tratos aos bichos no local.



Os manifestantes acusam o laboratório de maltratar animais como cães da raça beagle, ratos e coelhos usados em testes laboratoriais de produtos cosméticos e farmacêuticos. Os ativistas afirmaram nas redes sociais que a empresa pretendia sacrificar os animais.

Ao Bom Dia São Paulo, o Instituto Royal afirmou que realiza todos os testes com animais dentro das normas e exigências da Anvisa e que a retirada dos animais do prédio prejudica o trabalho que vinha sendo realizado. Segundo o laboratório, que classificou a invasão como ato de terrorismo, a ação dos ativistas vai contra o incentivo a pesquisas no país.

Manifestantes disseram que o laboratório tinha mais de 200 animais no local.

A Guarda Municipal da cidade informou que o protesto reuniu 120 pessoas, e que a maior parte invadiu o complexo após quebrar um portão por volta de 2 h. A corporação confirmou que muitos ativistas levaram em seus carros animais do laboratório.

Cães dentro do laboratório de São Roque que foi invadido na madrugada 
(Foto: Reprodução/TV Tem)

A PM de Sorocaba, que atende a região, informou que 50 pessoas entraram no imóvel, depredaram áreas do complexo e levaram vários animais em carros particulares.

Até por volta das 4 h, não havia registro de confronto entre policiais e manifestantes. A PM, no entanto, pretendia levar para a delegacia local representantes do movimento, que poderiam, segundo a polícia, serem enquadrados por invasão, depredação e roubo de animais. Mas até esse horário ninguém havia sido detido.

O protesto começou por volta das 20 h, e ganhou maior adesão no fim da noite. Os ativistas passaram boa parte da madrugada no local.

Segundo relatos de manifestantes, foi possível ouvir latidos supostamente de dor de cães.

No fim da noite de quinta-feira (17), a Polícia Civil de São Roque informou que registrou um boletim de ocorrência sobre a denúncia de maus-tratos.

Segundo manifestantes, havia mais de 200 animais no local 
(Foto: Reprodução/TV Tem)

Os manifestantes cercaram o complexo e tentaram vistoriar veículos do laboratório. Houve um princípio de confusão porque um dos motoristas da empresa se negou a abrir o carro.

A Guarda Municipal enviou quatro equipes ao local, duas para cada portão da empresa. A PM informou que deslocou 6 equipes por volta das 3h30.

O protesto acontece desde sábado (12), mas ganhou adesões nesta quinta por causa de boatos de que a empresa estava preparando a retirada e o sacrifício dos animais, depois que três vans e um caminhão de pequeno porte entrarem no laboratório durante a tarde.


Uma reunião estava marcada para o fim da tarde desta quinta-feira, com a presença de ativistas dos direitos dos animais, funcionários da prefeitura e representantes do laboratório. O encontro foi cancelado porque a empresa informou que, por segurança, não mandaria um representante.


G1

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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Não ande nos dromedários de Genipabu (RN)


CIDADES

Esta blogueira-ativista que vos escreve morou no Nordeste alguns anos, no início da década de 90, e teve oportunidade de conhecer bastante bem a cidade de Natal e a região belíssima do litoral norte potiguar, em especial as praias de Genipabu e Pitangui.

As belezas naturais do Rio Grande do Norte, seu mar estupendamente maravilhoso, o povo, a culinária, a cultura... tudo isso é mais que o bastante para sustentar o turismo e os empresários que dele vivem.

Não há qualquer necessidade de se explorar animais, como os dromedários importados e usados na praia de Genipabu para transporte e diversão de turistas.

Participe desta campanha, assine a petição no site da Avaaz, se manifeste de alguma forma à prefeitura de Extremoz, ao governo do Rio Grande do Norte, ao Ministério Público e demais autoridades.

Toda Vida é Sagrada.

Indo a Genipabu, não ande nos dromedários!




Irritado com uso de dromedários no turismo, jovem angaria 31 mil apoios na internet

Morador de São Paulo ficou indignado com a prática da praia de Genipabu, no Rio Grande do Norte, e quer audiência com secretário de Turismo para discutir o caso

Rodrigo Gomes, Rede Brasil Atual


Irritado com uso de dromedários no turismo, jovem angaria 31 mil apoios na internet
A empresa afirma que os animais são bem tratados e o governo estadual diz que se trata de uma boa atração turística (Foto: Carla Salgueiro. Flickr)
São Paulo – Indignado com o uso de dromedários para passeios turísticos nas dunas de Genipabu, no município de Extremoz, no Rio Grande do Norte, o jovem vegetariano Fábio Chaves, de 30 anos, morador de São Paulo, criou uma petição on-line no site Avaaz.org, em 8 de dezembro do ano passado, exigindo o fim do que considera exploração animal. O objetivo dele era conseguir 10 mil assinaturas e levar a reivindicação ao conhecimento do governo do estado nordestino. No entanto, a causa foi bastante apoiada e já conta com quase 31 mil adesões.

Segundo o autor da petição, o objetivo da ação é acabar com a exploração de animais para o lazer e o lucro. O jovem teve conhecimento dos dromedários nas dunas durante uma viagem feita ao Nordeste. “Tem tantas coisas belas nesse local, não tem necessidade de usar os animais. Não é uma petição por maus-tratos, até porque eu não presenciei nada assim, é pela liberdade dos animais. É possível ter outras formas de passeio, como o bugue, que eu pretendo propor ao poder público do Rio Grande do Norte”, explica Chaves. O jovem espera poder discutir o caso tanto com o poder público como com a Dromedunas, responsável pelo passeio.

A empresa iniciou as atividades com os animais em 2000, ao importar nove deles das Ilhas Canárias, com custo de R$ 150 mil. Os animais trabalham das sete da manhã até o pôr-do-sol e o passeio com duração de 15 minutos custa R$ 40. Cleide Batista, uma das proprietárias da empresa, não atendeu aos pedidos de conversa. A secretária dela, Cleonice Tavares, disse que os animais são bem tratados e que têm assistência veterinária 24 horas por dia. Além disso, afirmou que não sofrem qualquer tipo de maus-tratos e que são acostumados à vida com sol forte e areia.

A Secretaria de Turismo do Rio Grande do Norte informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que a empresa tem todas as licenças ambientais para operar o serviço. Chaves afirmou ter sido contatado pelo secretário de Turismo do estado, Renato Fernandes, que marcaria uma reunião para discutir o caso. A assessoria informou que Fernandes está afastado por problemas de saúde e que não tinha conhecimento deste contato, além de ressaltar que os dromedários são uma boa atração turística para o estado, não sendo papel da secretaria intervir.
A petição continua aberta no site Avaaz.org e o jovem afirma que vai levar o documento impresso para a governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini (DEM), além de entregá-lo ao secretário de Estado do Meio Ambiente, Antônio Gilberto de Oliveira Jales, ao Prefeito de Natal, Paulo Eduardo da Costa Freire (PP), ao Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte e ao próprio secretário do turismo.
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terça-feira, 9 de outubro de 2012

São Paulo: animais elegem vereador mais votado


Defensora independente e apaixonada por animais, eu não votei nele, mas acompanho e reconheço seu inestimável trabalho na proteção dos animais.

O vereador Roberto Trípoli (PV), o campeão de votos para a Câmara Municipal de São Paulo, é o responsável pela criação do primeiro hospital veterinário público, implantado no bairro do Tatuapé, zona leste da cidade de São Paulo, e outras leis e medidas de proteção aos animais.

Toda Vida é Sagrada, e uma sociedade verdadeiramente avançada protege os mais frágeis, o que inclui plantas e animais, esses seres mais que especiais.


      Leonardo, morto por maus-tratos dentro 
       de famosa clínica veterinária no bairro da 
       Penha, São Paulo


"Quanto mais conheço humanos, mais gosto de animais", diz Tripoli

Nem Roberto Tripoli (PV), 58, esperava tantos votos anteontem: 132 mil, o maior volume na corrida para a Câmara paulistana. Vereador desde 1989, disse ter se surpreendido com o resultado e afirma que o próximo será o seu último mandato na Casa. (EP)

Almeida Rocha/Folhapress

Roberto Tripoli, o vereador mais votado em São Paulo nesta eleição, com 132 mil votos

Entrevista

O primeiro lugar nas urnas o surpreendeu?

Sim, pois a proposta é a mesma de todas as campanhas. Não teve novidade.

A criação do hospital público para animais colaborou para a sua eleição?

A nossa proposta foi bem aceita pela população: vamos bater na mesma tecla dos últimos anos. Em segundo lugar, sou irmão do deputado Ricardo Tripoli (PSDB), que é ambientalista. Terceiro: o prefeito Gilberto Kassab (PSD), do qual sou líder [na Câmara], pôs em prática questões que eu havia colocado para ele, como a Lei Cidade Limpa, o hospital [público] para cães e gatos e equipamentos de ginástica em praças.

Quais são as propostas para o próximo mandato?

Descentralizar o CCZ [Centro de Controle de Zoonoses], criar esses hospitais em mais regiões... São as mesmas propostas, mas com cacife político maior para conquistá-las.

O paulistano está mais preocupado com os animais do que com as pessoas?

Meu trabalho na Câmara tem projeto de educação, saúde. Me envolvo com todos os temas. Agora, não há dúvida: quanto mais conheço o ser humano, mais gosto dos animais. Temos de cuidar de todas as vidas, independentemente de ser ser humano ou não. E a votação que tive responde a sua pergunta.


FSP Online

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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Manaus: "Procura-se Carmina"


Não foi a primeira vez e nem será a última. 

As companhias aéreas vêm se comportando com muita displicência no transporte de animais, como noticiamos aqui com o Pinpoo, lembram-se?, um cãozinho de uma senhora gaúcha que escapou do contêiner de transporte e ficou perdido vários dias nas proximidades do aeroporto de Vitória. Felizmente ele foi achado são e salvo, para alegria da dona e de todos nós.

Agora acontece estória parecida com a cadela Carmina, que se encontra perdida em Manaus. Quem ama os animais consegue imaginar o sofrimento que a dona da Carmina está passando.


Vamos torcer e pedir que o pessoal de Manaus use o máximo que puder o Facebook e outras redes sociais para encontrar o indefeso animal.

Toda Vida é Sagrada.


Campanha virtual "Procura-se Carmina" tenta achar cadela perdida em voo da TAM

A cadela fugiu após o avião que fazia o trecho Rio de Janeiro – Manaus aterrissar. A campanha "Procura-se Carmina" mobiliza os familiares da tutora do cão nas redes sociais



                    Família oferece recompensa a quem encontrar a cadela Carmina que 
                                      está desaparecida em Manaus (Reprodução)

O envio de uma cadela do Rio de Janeiro para Manaus, pela empresa TAM Linhas Aéreas, acabou se transformando em dor de cabeça para a família do funcionário público Maurício Lapa, 60, nessa terça-feira (11). A cadela que atende pelo nome de Carmina desapareceu após o avião em que ela era transportada pousar na capital amazonense.

De acordo com Maurício, o voo que trazia o animal estava previsto para aterrissar por volta das 14h, o que ocorreu uma hora depois. Entretanto, segundo ele, somente por volta das 16h é que os funcionários da empresa o chamaram para falar sobre o animal.

“Fui chamado para ajudá-los a procurar a cadela, porque ela simplesmente havia sumido”, relata.

Segundo ele, os funcionários da TAM e da Infraero informaram que durante o voo Carmina teria conseguido arrebentar o contêiner de fibra no qual viajava. No momento em que o bagageiro do avião foi aberto, para a retirada das malas, explica Lapa, a partir das informações recebidas, a cadela teria pulado de uma altura de aproximadamente 2 metros.

Ainda segundo Lapa, a TAM teria se comprometido a produzir cartazes para espalhar nas imediações do aeroporto, com a foto de Carmina. Porém, conforme Maurício Lapa, nesta quarta-feira (12), ao procurar pela empresa, nada havia sido produzido.




Tutora


O animal é criado pela enteada de Maurício, a engenheira florestal Cleo Carvalho Ohana, 26. Como no próximo sábado (15), ela virá para Manaus, onde prestará um concurso público, resolveu enviar o animal antecipadamente.

“Ela criava esta cadela desde pequena, quando encontrou na rua. Há dois anos estava com ela”, desabafa Maurício Lapa, a respeito de Carmina, uma cadela sem raça definida.

Buscas


Nesta quarta-feira, ele e a mulher fariam uma nova procura pelo entorno do aeroporto para encontrar Carmina. Nas redes sociais são divulgadas fotos em uma campanha virtual intitulada de “Procura-se Carmina”.

Informações sobre o animal ou mesmo a devolução da cadela podem ser feitas pelos números (92) 9627-6750 (Cleide) ou (92) 9988-3889 (Maurício).

Lapa não descarta a possibilidade de acionar a TAM judicialmente. “Não é pelo dinheiro, mas pela responsabilidade do transporte com o animal, e também pelo valor sentimental que ela representa para a Cleo”, ressalta.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a TAM Linhas Aéreas informou que "em relação ao vivenciado com o animal doméstico da Sra. Cléo Carvalho Ohana, passageira do voo JJ3766 (Rio de Janeiro-Galeão/Manaus) do dia 11 de setembro de 2012, informamos que já estamos em contato com a nossa cliente para prestarmos o apoio que se fizer necessário para a solução do ocorrido”.


A Crítica/Manaus

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domingo, 9 de setembro de 2012

Animais silvestres: Não compre! Denuncie quem vende!


O tráfico de animais silvestres só perde para o de drogas e armas. Isso acontece porque há compradores de animais e de produtos extraídos deles.

Denuncie à Polícia Federal e Ibama o comércio ilegal de animais silvestres!







Tráfico de animais, um mercado negro e cruel



SOPA DE PÊNIS DE TIGRE PARA RESTITUIR A VIRILIDADE A 300 EUROS (CERCA DE R$ 800,00); BILE DE URSO CONTRA ÚLCERA; FÍGADO DE SERPENTE, FORA PELES VALIOSAS. PELO CONTRABANDO E COM VENDA NA INTERNET, O HOMEM ESTÁ COLOCANDO EM PERIGO MAIS DE SETE MIL ESPÉCIES DE ANIMAIS SELVAGENS NA ÁSIA, NA ÁFRICA E NAS AMÉRICAS


Reportagem: Equipe Oásis

O mercado negro de animais na Ásia, na África e em vários países da América, Brasil incluído, é um negócio que prospera com uma intensidade que os governos locais não conseguem deter. Forças policiais fortemente armadas vigiam os parques nacionais em diversos países, na tentativa de parar principalmente a matança e o tráfico de tigres. Pouco adianta. Um prato de sopa de pênis de tigre no mercado negro de Taiwan é vendido por mais de 300 euros (aproximadamente R$ 800,00, ao câmbio oficial). A iguaria é servida em restaurantes, procurados por gente ávida de seus supostos efeitos explosivos na potência sexual. Os olhos do tigre, que teriam o poder de controlar a epilepsia e curar a malária, rendem 150 euros. Na Coréia, sua paleta chega a valer 1.500 euros.

"Um tigre morto vale um saco de dinheiro", assegura um dirigente da World Wild Foundation (WWF), o italiano Massimiliano Rocco. "A pele do tigre é um troféu valioso para os ricos, enquanto o resto é uma farmácia de quatro patas para a medicina tradicional chinesa", diz. Os dentes curam insônia; a gordura, o reumatismo; os ossos, a artrite, infecção e disenteria; o rabo, doenças da pele; os miolos, a acne... A lista é longa e atende aos males de uma população que vai da China à Índia, do sudeste da Ásia a Hong Kong, da Coréia ao Japão e à Malásia. É mais da metade da população do globo terrestre. No Brasil, as principais vítimas desse comércio infame são os peixinhos de aquário e as aves, principalmente papagaios e periquitos (mas uma enorme quantidade de pássaros silvestres pode ser incluída na lista).


Em Taiwan, a polícia apreendeu recentemente 140 quilos de ossos de tigre, embalados em 24 caixas desembarcadas de um navio que chegava de Jacarta, na Indonésia. Na ilha de Sumatra atualmente restam apenas 500 tigres, que são abatidos à média de 50 por ano. Na Índia, que sempre teve a maior população de tigres do planeta, em um século, ela diminuiu de 40 mil para 3.700 animais.

"A medicina chinesa é uma das maiores ameaças à sobrevivência de numerosas espécies animais da Ásia. Pelo menos 60% do 1,3 bilhão de chineses que formam hoje a população do país usam a farmacopeia tradicional", explica Rocco. E os asiáticos não são os únicos consumidores. Na Itália, nove mil produtos fabricados a partir de plantas e animais protegidos foram confiscados há poucos anos, durante a operação Marco Polo, realizada de Roma a Milão por agentes da polícia florestal.


As "fábricas" de bile

A caça aos animais silvestres para levá-los aos pratos de restaurantes da Ásia e da Europa ou às prateleiras das farmácias asiáticas não perdoa quase nenhuma espécie, de insetos, como formigas, a aranhas e borboletas. Alguns se tornam moda, como o veado da montanha, pela galhada, e o rinoceronte indiano, por seu corno. Outros nunca saem de moda e, em vez de mortos, são mantidos em cativeiro para sessões periódicas de extração de hormônios produzidos por suas glândulas.




O urso-da-lua (Ursus thibetanus) é um deles. Conhecido por esse nome devido à mancha branca em forma de meia-lua no peito, esse animal é mantido dentro de uma gaiola de ferro onde só cabe seu corpo. Fica lá, prensado, enquanto viver. O bicho é alimentado para que a vesícula biliar aumente a produção de bile e, depois de comer, é anestesiado, arrastado da jaula e colocado de barriga para cima. Um homem introduz, então, a cânula de uma seringa no local da vesícula, junto ao fígado, e suga a bile que o bicho acumulou para processar a digestão.

A medicina chinesa prescreve a bile do urso da lua para uma lista de males que incluem febre, dores, úlcera, hemorragia interna e até câncer. O urso, se escapa da morte a tiros, não sobrevive por muito tempo ao achaque cruel e sistemático de sua bile e às deformações ósseas causadas pela jaula. Muitos morrem de infecção das feridas provocadas pela cânula, com a qual são perfurados várias vezes, até que o líquido verde comece a encher a seringa.

Para facilitar o manejo, um cateter permanente é introduzido na vesícula, ficando a ponta de fora, fechada por uma válvula. O pouco espaço que o animal tem dentro da jaula é para impedi-lo de se mexer e arrancar o cateter. O risco de infecção não é menor. "Tudo isso é totalmente legal para o governo chinês, que estimula o desenvolvimento semi-industrial da atividade", informa Rocco.

O International Fund for Animal Welfare (Ifaw) luta há anos para salvar os ursos-da-lua dos maus tratos e da extinção, mas tudo o que conseguiu até agora foi reduzir em 24% o número de "fábricas" de bile do urso na China. Não é pouco, mas já será um grande passo se conseguir convencer o governo chinês a promover o desenvolvimento de produtos sintéticos ou à base de ervas, capazes de substituir a bile do urso da lua. O Ifaw tem pesquisas que indicam o apoio da maioria dos chineses à causa.



A Internet é o meio preferido dos traficantes para vender o que roubam da natureza. Um leopardo negro sai por 3.300 euros; um filhote de chimpanzé, 60 mil euros; uma girafa, 15 mil euros; um gorila de 7 anos, oito mil euros - valores apurados pelo Ifaw ao procurar sites do mercado negro de animais na Internet. A entidade detectou quase cem sites que vendiam animais, dos quais 70% eram de espécies protegidas por lei. Em apenas uma semana, encontrou à venda 146 primatas, 5.527 partes de elefante, 526 tartarugas, 2.630 objetos feitos com o couro e outras partes de serpentes.


O ataque dos pumas

Atualmente, não há lugar no planeta em que os animais não estejam sob alguma ameaça, seja por desmatamento, seja por assentamentos humanos cada vez mais próximos, construção de represas, estradas e outros. Os animais estão perdendo o seu espaço vital. Um único puma necessita de um território de vários quilômetros quadrados para sobreviver nas matas da Califórnia, nos Estados Unidos. Acuados pelas casas e estradas que invadem seu habitat, os pumas estão atacando a população humana que chega cada vez mais perto deles.

Na África, a falta de espaço já começa a ser um problema em muitas áreas, mas a maior ameaça do momento é o consumo de carne de animais selvagens. Segundo a Bushmeat Crisis Task Force, organização de cientistas e ambientalistas dedicados ao estudo e controle do consumo de carnes silvestres, de 40% a 80% da carne vendida nos mercados e feiras da África são de espécies de pequenos antílopes, que, por isso, já se encontram em processo de extinção, como os antílopes de Ader e Jentink.


Mesmo os primatas, que na África eram e ainda são milhões, estão perdendo a guerra. Comer carne de símios, chimpanzés e gorilas hoje é corriqueiro na maior parte da África central. O comércio ocorre em vasta escala. Estima-se que nas florestas equatoriais africanas sejam mortos três mil gorilas e quatro mil chimpanzés por ano para consumo de carne. Há 20 anos, a população africana de elefantes era de 1,2 milhão de animais. Hoje, não passa de 500 mil.

Entre 1979 e 1989, Hong Kong importou cerca de quatro mil toneladas de presas de elefantes, o que corresponde a 400 mil animais. Desde 1989, o comércio de presas de elefantes está proibido pela Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies em Extinção (Cites), mas colares, brincos, pulseiras e estatuetas de marfim ainda são produzidos aos milhares mundo afora. "Isso se deve ao tráfico que provém de países em guerra civil ou com grande instabilidade política, que dificultam controles e o retorno à legalidade, como na República Centro-Africana, Camarões e Gabão", denuncia Rocco.

Com a proibição desse comércio, os caçadores descobriram outra grande fonte de renda: o hipopótamo. Sua carne é considerada uma iguaria e ele também é um fornecedor de pequenas quantidades de marfim. Com isso, a maior população de hipopótamos do mundo, a do Parque Nacional Virunga, no Congo, na África, caiu de 20 mil animais para 1.300.

"A Itália importa por ano cerca de 30 mil animais silvestres, dos quais 25% morrem no transporte. Encontramos de tudo. Há poucos meses, apreendemos 60 répteis venenosos dentro da mala de um automóvel que trafegava pela autoestrada Florença- Pisa", conta Davi De Laurentis, dirigente da Cites no país.



Iguanas, papagaios, serpentes e rãs tropicais também são muito encontrados. No porto de Ancona, a equipe de De Laurentis apreendeu uma caixa de ovos de um abutre raro da Turquia. Estavam dentro de uma incubadora para não estragar, e seu provável destino, quando nascessem os filhotinhos, seriam os pratos de luxuosos restaurantes especializados em aves raras "al primo canto".

O comércio ilegal de animais silvestres é a terceira atividade clandestina que mais movimenta dinheiro sujo, perdendo apenas para o tráfico de drogas e armas.

O Brasil é um dos principais alvos dos traficantes devido a sua imensa diversidade de peixes, aves, insetos, mamíferos, répteis, anfíbios e outros.

As condições de transporte são péssimas. Muitos animais, talvez a maior parte deles, morrem antes de chegar ao seu destino final.

Filhotes são retirados das matas, atravessam as fronteiras escondidos nas bagagens de contrabandistas para serem vendidos como mercadoria.

Todos os anos mais de 38 milhões de animais selvagens são retirados ilegalmente de seu hábitat no país, sendo 40% exportados, segundo relatório da Polícia Federal.

O tráfico interno é praticado por caminhoneiros, motoristas de ônibus e viajantes. Já o esquema internacional, envolve grande número de pessoas.

Os animais são capturados ou caçados no Norte, Nordeste e Pantanal, geralmente por pessoas muito pobres, passam por vários intermediários e são vendidos principalmente no eixo Rio-São Paulo ou exportados.

Os animais são traficados para pet shops, colecionadores particulares (priorizam espécies raras e ameaçadas de extinção!) e para fins científicos (cobras, sapos, aranhas...).



Com o desmatamento, muitas espécies entraram para a lista de animais ameaçados de extinção, principalmente na Mata Atlântica. Para mais informações, consulte o site www.renctas.org.br da Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres, o MMA, o IBAMA, SOS FAUNA ou a CITIES - Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção.

Segundo o IBAMA, a exploração desordenada do território brasileiro é uma das principais causas de extinção de espécies. O desmatamento e degradação dos ambientes naturais, o avanço da fronteira agrícola, a caça de subsistência e a caça predatória, a venda de produtos e animais procedentes da caça, apanha ou captura ilegais (tráfico) na natureza e a introdução de espécies exóticas em território nacional são fatores que participam de forma efetiva do processo de extinção. Este processo vem crescendo nas últimas duas décadas à medida que a população cresce e os índices de pobreza aumentam.


Vídeo


A compra, venda ou distribuição de animais silvestres é crime inafiançável. Mas o rigor da legislação parece não intimidar quem faz do tráfico um negócio. A atividade movimenta de R$ 10 a R$ 20 bilhões por ano e expõe exemplos de crueldade que assustam. Bichos capturados na natureza têm as asas cortadas e até os dentes arrancados para que não mordam os agressores. Este belo vídeo produzido pela ONG MomentoAmbiental é bem representativo do que acontece no Brasil. 



Brasil 247 *

sábado, 18 de agosto de 2012

SP: Beagles pedem ajuda; ativistas vão à luta



Toda Vida é Sagrada. E a dos animais vítimas da bestialidade humana mais ainda!

Uma estupidez inominável: o uso de animais em experimentos científicos, para o enriquecimento das multinacionais farmacêuticas, indústrias de cosméticos e porcarias afins.

Vamos lá, gente! Amanhã, saindo do MASP-SP, Avenida Paulista, caravana de ativistas rumo a São Roque, cidade aprazível, montanhosa, há 66 km da capital, onde cães beagle podem estar sofrendo atrocidades no Instituto Royal, sob investigação do Ministério Público de São Paulo.



Leiam mais abaixo e acessem a página dos ativistas no Facebook clicando aqui.


Uso de cães beagle em testes de remédios vira alvo de protestos

TALITA BEDINELLI
ENVIADA ESPECIAL A SÃO ROQUE (SP)

THIAGO AZANHA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA


Um grupo de ativistas fará amanhã uma manifestação em São Roque (a 66 km de São Paulo) para protestar contra o uso de cães da raça beagle em testes feitos por um instituto que trabalha para farmacêuticas.

Os cães são usados em pesquisas de medicamentos que serão lançados. O objetivo é verificar a existência de possíveis reações adversas, como vômito, diarreia, perda de coordenação e até convulsões.


Editoria de arte/Folhapress
Em muitas das pesquisas, os cães acabam sacrificados antes mesmo de completarem um ano, para que se possa avaliar os efeitos dos remédios nos órgãos dos bichos. Quando isso não é necessário, os cães são colocados para adoção, diz a empresa.

O Instituto Royal, alvo da manifestação, passou a ser investigado pelo Ministério Público de São Paulo, que recebeu denúncias de maus-tratos aos animais.
Ao menos 66 beagles são mantidos em canis. A maior parte deles é reprodutora dos filhotes que serão testados.

O Royal diz que, em breve, fornecerá animais para testes em outros institutos.

"Recebemos a denúncia de que esses animais são acondicionados em condições irregulares", afirma Wilson Velasco Jr., promotor do Meio Ambiente em São Roque.

Velasco Jr. esteve na empresa na terça para acompanhar vistoria de uma veterinária. Ele aguarda laudo da visita para decidir se chama o instituto para firmar um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) ou instaurar ação civil pública.


QUESTÃO POLÊMICA

O uso de cães em pesquisas é permitido e regulado por normas internacionais.

Protetores de animais, no entanto, questionam as normas. "As indústrias sequestram a vida dos animais, que nunca mais terão um comportamento normal", diz Vanice Teixeira Orlandi, presidente da União Internacional Protetora dos Animais.

Segundo o vice-diretor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP, Francisco Javier Hernandez Blazquez, os cães da raça beagle são os mais utilizados para experimentos no exterior, pois são animais de médio porte e já criados para a pesquisa.

No Brasil, ratos e camundongos são os bichos mais usados em pesquisas feitas em laboratórios.

"Todo e qualquer experimento realizado por docentes e pesquisadores em animais deve passar por uma comissão de ética para analisar se o animal sofrerá e qual a finalidade do projeto", diz.

O protesto, organizado pelo Facebook, já tem cerca de 300 pessoas confirmadas. Um comboio sairá de São Paulo às 9h, do Masp, na avenida Paulista, região central.

OUTRO LADO

O Instituto Royal diz que segue todos os protocolos nacionais e internacionais voltados para pesquisas com animais em laboratórios.

Eles afirmam que são uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) e que recebem verba de instituições públicas de fomento à pesquisa. O protocolo dos testes é aprovado por essas instituições antes de os estudos começarem.

O instituto diz ainda que os testes só são feitos nos cães depois de serem realizados em roedores. Por isso, os efeitos adversos apresentados nos beagles não são agudos.

Eles afirmam que sempre que a reação ao medicamento é constatada, um dos nove veterinários do local intervém.

A etapa da pesquisa em cães é a última antes de o medicamento passar a ser testado em voluntários humanos, de acordo com o Royal, que afirmou que os testes realizados nos cães não podem ser substituídos por técnicas in vitro (sem o uso de animais).

A empresa também negou que houvesse maus-tratos aos animais e abriu o espaço onde os beagles ficam para a reportagem.

Os cães são divididos em baias que contêm de três a quatro animais cada. O local estava limpo e climatizado no momento da visita da Folha.

Alguns beagles aparentavam estar assustados, tremiam e se afastavam ao verem as pessoas por perto. Outros se aproximavam da grade em busca de carinho. Muitos deles estavam obesos.


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sábado, 30 de junho de 2012

Animais: eles precisam da nossa proteção



Muitos de vocês sabem do meu amor aos animais, principalmente os cães. E já contei aqui que meu ativismo não se dá apenas nos direitos humanos, mas na proteção e defesa animal também.


                    Os cães da foto, um cocker preto, um boxer amarelo e um srd branco  
                    e preto, tiveram todos uma triste vida e um triste fim, vítimas do 
                    desamor de uma (Des) Educadora. Foto: Arquivo pessoal da Blogueira.


Já me meti em muita encrenca, inclusive familiar, para proteger animais em situação de violência. Não é à toa que alguns desses familiares me chamam de "louca" e babam ódio por mim... 


Diversas vezes denunciei sobrinha, adulta, responsável por maus-tratos e morte de vários cães. À UIPA, União Internacional Protetora dos Animais, e outras ongs. Da última vez, pedi ajuda a entidades de proteção animal para salvar um boxer (o amarelo, da foto), um cão idoso, enfraquecido pela fome, desprezo e ausência de cuidados. Fui ajudada por algumas ongs, que contataram a dona do animal, e a Delegacia do Meio Ambiente chegou a abrir inquérito contra a infeliz. Mas...


Pra que serve a Advocacia de Esgoto, sempre pronta a se acumpliciar e dar respaldo a iniquidades? Mais uma vez entrou em cena e conseguiu, com trapaças e mentiras, o "arquivamento" do inquérito no Fórum Penha de França, zona leste da cidade de São Paulo.


O pobre e indefeso animal objeto da violência? Poderia ter sido doado à Cidadã Blogueira, que cansou de pedir a guarda do animal, mas acabou abandonado à sua própria sorte em algum lugar ermo de São Paulo. Mais um a pagar com a própria vida pela ignorância de uma delinquente, que se autointitula "Educadora", e cúmplices...


Viva o Brasil!


O que é a UIPA?

A UIPA - UNIÃO INTERNACIONAL PROTETORA DOS ANIMAIS, é a mais antiga ONG do Brasil, onde instituiu, no século XIX, o Movimento de Proteção Animal. É responsável pela edição das principais leis protetivas, incluindo a norma que tornou crime ambiental a prática de maus-tratos a animais.

A UIPA dispõe de um centro de recuperação e adoção, que reabilita, esteriliza, abriga e encaminha à adoção, anualmente, cerca de mil e duzentos animais, entre cães e gatos vitimados por abandono, acidentes e maus-tratos. Assistidos por uma equipe de cinco veterinários e treze tratadores, os animais aguardam por adoção, em seu próprio ambiente, sem a necessidade de sua exposição ao desgaste físico e psicológico causado pelas feiras de adoção. Além de elaborar projetos de lei e pareceres, a entidade averigua denúncias de maus-tratos e as encaminha às autoridades, visando a fiel aplicação das leis protetivas.

Por que colaborar com a UIPA?

Por mantermos cerca de mil e duzentos animais em nosso abrigo, necessitados não só de cuidados básicos, mas de procedimentos médicos e cirúrgicos custosos. Muitos animais nos foram encaminhados pelas autoridades, justamente porque o poder público não dispõe de um órgão que possua instalações do gênero, com estrutura para recuperá-los e abrigá-los.

Quanto custa manter as atividades da UIPA?

Sua equipe veterinária, tratadores, funcionários administrativos, além das despesas provenientes da compra de ração, medicamentos, vacinas, realização de exames, material cirúrgico, de limpeza, de escritório e de construção, contas de luz, etc. chegam a R$ 200.000,00 (duzentos mil reais) ao mês.

Como a UIPA se mantém:

À custa de contribuição de associados e da clínica veterinária que funciona em sua sede e tem toda a receita revertida para manter a entidade.

Como ajudar a UIPA:

De várias formas é possível contribuir com o trabalho da UIPA:

Associe-se: a contribuição pode ser feita por meio de boleto bancário, cujo valor mínimo de contribuição é de R$20,00 (vinte reais), sem data de vencimento. Basta enviar nome e endereço completos para uipasp@uol.com.br com o título “Novo Associado”, ou telefonar para 3228-1462 / 3313-1475, solicitando cadastramento.

Doação via Depósito Bancário

Banco Bradesco (Banco 237)

Agência: 2103-2

C/C: 28770-9

Titular: União Internacional Protetora dos Animais

CNPJ :61.990.297/0001-74

ou

Banco Itaú (Banco 341)

Agência: 0644

C/C: 00045-7

Titular: União Internacional Protetora dos Animais

CNPJ: 61.990.297/0001-74



Valendo-se dos serviços da Clínica Veterinária da UIPA

A Clínica Veterinária da entidade, inaugurada em 1919 como o primeiro hospital veterinário do país, além de pioneira é também beneficente, à medida que reverte toda a sua receita para a manutenção das atividades da entidade, incluindo seu centro de recuperação de animais. A Clínica funciona de Segunda a Sábado das 9 às 17h, na Av. Presidente Castello Branco (Marginal Tietê), 3200, Canindé (ao lado do Shopping D). Estacionamento no local.

Doação de alimento

Ração para cães e gatos (filhotes e adultos)

Carne em lata para cães e gatos

Leite e papinha desmame para filhotes de cães e gatos (o leite deve ser especial para animais)

Ração “ Hypoalergenic” da Royal Canin

Ração A/D

Ração Renal

Medicamentos dentro do prazo de validade

Amoxilina suspensão 250 mg/5ml

Azitromicina suspensão 600 e 900 ou comprimido 500 mg

Cefaclor 275 e 250 mg

Ampicilina 250 mg/5 ml

Bactrim 250 e 480 mg

Terramicina 500 mg

Omeprazol 10 mg

Kaomagma suspensão

Leucogem suspensão 1g/5ml

Inflamene gotas

Epitezan

Flagil a 4%

Citoneurim comprimidos

Enrofloxicina – comprimido de 50 mg

Ketoconazol - comprimido de 30 mg ou 200mg

Material de limpeza

Cloro

Água Sanitária

Desinfetante

Detergente

Esponja de aço

Sabão em pó

Vassouras

Rôdo grande

Saco de lixo de 200 litros

Papel higiênico

Toalhas de papel

Copos descartáveis

Doação de outros itens

Prendas para bazar (artesanatos, roupas, calçados, objetos de decoração, utensílios domésticos, brinquedos, et cetera)

Cobertores

Fraldas de pano

Tapetes higiênicos

Toalhas

Roupas para cães

Potes

Jornal

Pallets

Caminhas para cães

Casinhas para cães

Material de escritório

As doações devem sem entregues na UIPA, que se localiza na Av. Presidente Castello Branco (Marginal Tietê), 3200 – Canindé – São Paulo - SP

Telefones (11) 3228-1462 – (11) 3313-1475 – e-mail: uipasp@uol.com.br

Site www.uipasp.org.br / Fotoblog www.uipasp.fotoblog.uol.com.br

domingo, 24 de junho de 2012

Ensaio sobre a Estupidez Humana



Por que alguns humanos são tão mesquinhos e ignorantes, e se comportam como verdadeiros animais irracionais, inferiores, roubando, lesando, mentindo, ferindo e até assassinando outros humanos?


Por que certas criaturas (psicopatas) atuam na vida como verdadeiros predadores, roubando quem os acolheu, pagando com o mal o bem que receberam, fabricando golpes contra pessoas por vezes fragilizadas, se comportando, assim, como verdadeiras feras?




O que leva pessoas de nível escolar e social médio e alto a se unir em bando, agindo como malfeitores de quinta categoria?


O que pode explicar tamanha estupidez, ignorância e irracionalidade?


DNA criminoso? Psicopatia? Materialismo patológico? Indigência moral?


São reflexões que esta Blogueira faz diariamente, diante da situação de risco em que vive, esbulhada por verdadeiros brucutus*.


Mas não deixemos que essas criaturas do Mal nos contaminem com suas mazelas interiores. Vamos encantar nosso domingo com as histórias de amizade, companheirismo e gentileza de animais ditos "inferiores", que nos proporcionam verdadeiras lições de grandeza, amor e solidariedade.



Vaca e ganso têm amizade incomum e dormem juntos
em Santa Catarina



Animais passam o dia juntos em fazenda de Abdon Batista (SC).
Vaca Pintadinha tem 4 anos e o ganso tem um ano, dizem proprietários.



Relação de amizade incomum entre ganso e vaca chamou a atenção 
dos proprietários dos animais na zona rural de Abdon Batista, em 
Santa Catarina. A vaca Pintadinha, de 4 anos, e o ganso, de um ano, 
passam o dia juntos e também dormem juntos à noite
(Foto: Daisy Trombetta/Agência RBS)


Os proprietários dos animais dizem que, enquanto a vaca está presa 
no estábulo, o ganso fica do lado de fora, esperando. Quando a vaca 
vai pastar, o ganso também a acompanha, e que a vaca e o ganso 
costumam dormir juntos na fazenda, localizada no interior de Santa 
Catarina (Foto: Daisy Trombetta/Agência RBS)

G1


Veja amizades entre animais que contrariam a natureza

Nos EUA, pássaro chega a descansar no pelo de gatos.
Na África do Sul, leoa acabou criando amizade com suricato.


Na semana passada, a americana Karin Caston divulgou foto que mostra a amizade entre o passarinho "Peeps" e seus gatos de estimação. Segundo ela, o pássaro passa algum tempo descansando no pelo dos felinos ou empoleirado nas costas deles. Abaixo, o G1 lista esse e outros casos de amizades entre animais que contrariam a natureza.


"Peeps" descansa nos pelos do gato "Sambo". 
(Foto: Karin Caston/AP)


O leopardo chamado "Salati" e o cachorro da raça golden retriever 
"Tommy" mantêm uma amizade inusitada em uma propriedade em 
Pretória, na África do Sul. Segundo o proprietário Richard Brooker, os 
dois animais estão sempre juntos. (Foto: Barcroft Media/Getty Images)


A cadela chamada "Clarence" e a alpaca "Cindy" 
ganharam destaque em 2010 por causa da amizade em 
uma fazenda em Goeming, na Áustria. Os dois animais 
vivem juntos desde que eram filhotes. 
(Foto: Kerstin Joensson/AP)


No zoológico Ouwehands em Rhenen, na Holanda, um sagui fez amizade 
com iguana. (Foto: Rob Doolaard/Reuters)


O gato chamado "Balthazar" e a cadela "Roxana" chegam a dividir a 
mesma cama em uma casa em Liptovsky Mikulás, na Eslováquia. 
(Foto: Joe Klamar/AFP)


Para surpresa dos funcionários de um parque safári em Sun City, na 
África do Sul, a leoa "Zinzi" acabou criando uma amizade com o suricato 
"Bob". Os dois são inseparáveis e chegam a dormir abraçados. 
(Foto: Matthew Tabaccos/Barcroft Media/Getty Images)


A orangotango "Suryia" e o vira-lata "Roscoe" mantêm amizade em 
um centro de preservação de animais em Myrtle Beach, no estado da 
Carolina do Sul (EUA). O "casal" já chegou a aparecer no programa da 
apresentadora Oprah Winfrey e no canal "National Geographic". 
(Foto: Reprodução)


G1



* Brucutu - termo muito utilizado nos anos 70 para se referir a gente ignorante, grosseira, que vive como se estivesse no tempo das cavernas e sob a "lei da selva". Gentalha.


*