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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Dilma, Republicana, escolhe Janot para a PGR


DIZE-ME COM QUEM ANDAS E DIR-TE-EI QUEM ÉS...


Se é bom para Álvaro Dias (PSDB) e Agripino Maia (DEM), é mau para o Brasil. Simples, assim.

Presidenta Dilma Rousseff, no sábado, escolheu Rodrigo Janot para Procurador Geral da República, nome que encabeçava a lista de candidatos feita pelo Ministério Público Federal. E a oposição apátrida, defensora de interesses mesquinhos e inconfessáveis, comemorou!

No bairro da Penha (São Paulo) e no Brasil todo, de acordo com a Constituição da República, Ministério Público é fiscal da lei. E deve, sempre, estar do lado da sociedade, do cidadão, em vez de engavetar denúncias e apoiar o crime.

Vamos acompanhar a atuação do novo PGR, agradecendo aos céus pela saída de Roberto Gurgel. Aquele que deve encontrar com o senador Fernando Collor pelo caminho muito em breve... Vejam o vídeo abaixo.




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quarta-feira, 15 de maio de 2013

Protógenes bate forte na PGR e no "banqueiro bandido"


Deputado Delegado Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) rasgou o verbo ontem, na tribuna da Câmara, defendendo a MP dos Portos e batendo duro no "banqueiro bandido", Daniel Dantas, e em Roberto Gurgel, Procurador-Geral da República.

Protógenes fala em "patranha" no Ministério Público Federal...

Veja o vídeo.




terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Collor sobre Gurgel: ímprobo, prevaricador, chantagista...


Na tribuna do Senado, agora à tarde, o senador Fernando Collor (AL) anuncia mais uma representação contra o Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, a quem vem acusando de diversos atos criminosos.



Vejam o vídeo.


mmmmmmmm

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Em defesa do Brasil e da Democracia, diga "BASTA!"


Cidadania atenta e mobilizada!

Diga "NÃO" ao golpe em andamento.

Chega de tramoias, manobras, maracutaias, violência institucional, violação da Constituição, arbítrio, prepotência e "fogueira de vaidades"!

Lula vai às ruas. E nós todos também!!!

Respeitem o Brasil e o Povo Brasileiro !!!






quarta-feira, 29 de agosto de 2012

STF homenageia Cézar Peluso


Depois de proferir seu voto e condenar João Paulo Cunha e Marcos Valério, Presidente Ayres Britto, Procurador-Geral da República Roberto Gurgel, Celso de Mello, Márcio Thomaz Bastos, falando em nome da advocacia brasileira, homenageiam o ministro Cézar Peluso, que completa 70 anos em 3 de setembro próximo e está deixando o Supremo Tribunal Federal.

Momentos de emoção na Mais Alta Corte do Brasil.

Intervalo no julgamento do Mensalão.

Acompanhem conosco as imagens da TV Justiça.





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quinta-feira, 10 de maio de 2012

Gurgel, a "Vitimologia" e o freezer


E a CPI do Fim do Mundo continua fazendo vítimas. Procurador-Geral da República em péssimos "lençois"...


Gurgel prefere o ataque a explicar seu atraso ilegal



Para muitos, a melhor defesa é o ataque. Uma tática militar antiga e até mencionada na Arte da Guerra, um escrito do chinês Sun Tzu, por volta do século IV AC.

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, parece ser adepto dessa velha e surrada tese militar.

A propósito, muita usada por políticos brasileiros para se fazerem de vítima, mudar o foco e incorporar o papel de vítimas.

Nos tratados sobre “vitimologia” escritos por juristas não há registro sobre aqueles, como Gurgel, que se colocam como vítimas para descumprir a obrigação de informar os cidadãos, algo fundamental nos Estados Democráticos de Direito.

Gurgel disse que os ataques recebidos, referentes ao inquérito policial nascido com a Operação Vegas que colocou na geladeira desde 2009, são de autoria dos que estão “morrendo de medo do Mensalão”.

Muitos cidadãos brasileiros não são réus no processo conhecido como Mensalão e estranharam ter Gurgel “sentado em cima” de um trabalho investigativo que já apontava para o que se sabe agora, ou seja, o envolvimento do senador Demóstenes Torres com a organização criminosa comandada pelo “capo” Carlinhos Cachoeira.

Que o Partido dos Trabalhadores (PT) e os Zé Dirceus e Jeffersons da vida tenham interesse em desprestigiar Gurgel, é simplesmente constatar uma obviedade. Mas, convenhamos, Gurgel deu de bandeja uma justificativa para os seus desafetos: em alegações finais, no processo do Mensalão, o procurador Gurgel pediu a condenação de mensaleiros de alto coturno da vida político-partidária.

O inquérito referente à Operação Vegas só foi desovado por Gurgel depois de cobrado por parlamentares, que não eram só do PT. A carga principal foi de parlamentares do PSOL (Partido Socialismo e Liberdade), que não tem acusados de mensaleiros.

Como sabe até a torcida do Flamengo, o procurador Gurgel, se não tinha elementos para propor ação penal ou requisitar novas diligências, deveria, em prazo razoável, ter pedido o arquivamento dos autos de inquérito.

Pelo informado na CPMI pelo delegado Raul Alexandre Marques de Souza, o procurador Gurgel determinou à esposa Cláudia Sampaio, que é subprocuradora, para, informalmente, participar ao presidente do inquérito policial federal (Raul Alexandre Marques de Souza) a inexistência de indícios com lastro de suficiência com relação ao senador Demóstenes. Ora, um procurador-geral bem sabe que, em casos tais, o caminho é solicitar o arquivamento ou novas apurações. Jamais colocar no “freezer” um inquérito: no freezer de Gurgel permaneceu o inquérito da Operação Vegas de 2009 até ser cobrado por parlamentares em 2012.

Nesse período de freezer, como destaquei no post de ontem, Demóstenes fez pressão (para manter no freezer o inquérito citado) contra a recondução de Gurgel ao segundo mandato. Gurgel contava, na recondução, com o apoio do então ministro Antonio Palocci, de triste memória. Palocci é aquele da violação do sigilo do bancário do caseiro e do aumento pantagruélico do patrimônio pessoal, que Gurgel, para usar uma expressão popular, “deixou barato” e deu tratamento, agora com expressão mais erudita, de “vela de libra”.

Quanto ao Mensalão, observe-se que a acusação (denúncia) não foi formulada por Gurgel, mas pelo então procurador-geral. Caberá aos ministros do Supremo Tribunal Federal, e não a Gurgel, o julgamento.

No caso, o Ministério Público, representado por Gurgel, é parte processual. Parte acusadora e no mesmo pé de igualdade com as partes acusadas, ou melhor, com os réus.

Nenhum cidadão brasileiro é idiota a ponto de confundir o processo do Mensalão com inquérito Vegas, colocado por Gurgel contra a lei no freezer.

Na verdade, Gurgel foge ao dever de explicar a razão de não ter, de 2009 a 2012, pedido, nos autos do inquérito gerado pela Operação Vegas, arquivamento ou novas diligências.

Até agora as suas explicações sobre o atraso não encontram suporte jurídico.

Pano rápido. Gurgel usa de diversionismo e coloca todos os que o cobram, como acontece neste blog, como petistas. O titular desse espaço nunca foi petista e, com 65 anos de idade, jamais se filiou a partidos políticos.

Wálter Fanganiello Maierovitch



Blog Sem Fronteiras


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