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sexta-feira, 25 de abril de 2014

"Face to Face" com Dilma explode no Facebook


DEMOCRATIZAÇÃO DA COMUNICAÇÃO


Foi ontem, entre 9 e 10 h da manhã, diretamente do Palácio do Planalto. A Presidenta Dilma Rousseff, ao vivo, conversou durante uma hora com internautas sobre o Marco Civil da Internet, sancionado por ela no dia anterior.

Um "estouro" a conversa da Presidenta com o Povo Brasileiro: mais de 700.000 pessoas acessaram a página do governo para falar com Dilma ou acompanhar a entrevista. 

Isso é o Terceiro Milênio, o século 21, a Cidadania Planetária, o Mundo Digital.

(E pensar que no tradicional bairro da Penha, cidade de São Paulo, tem uns "jecas" metidos a grande coisa, brucutus da Idade da Pedra Lascada, que querem calar a blogueira e fechar o bloguinho Abra a Boca, Cidadão!, que está incomodando uma certa bandidagem...)







terça-feira, 15 de outubro de 2013

SP: "Louca" Blogueira celebra 3 anos do ABC!





O pequeno, combativo, ousado e brioso Abra a Boca, Cidadão! completa hoje TRÊS anos. 

Há pelo menos três décadas editando livros, este objeto mágico, fascinante, editar diariamente um blog ainda é aprendizado e desafio: selecionar assuntos importantes, escolher ilustrações, escrever, dar opinião, se posicionar, se comprometer. Todos os dias. Um trabalho ativo e criativo. E comprometido, pois o Abra a Boca, Cidadão! e esta "Louca" Blogueira têm lado: o lado dos mais frágeis, o lado dos sem voz, o lado dos sem mídia.

Um blog é um pequeno veículo de comunicação. Aqui eu escrevo textos meus, edito, publico artigos de terceiros, notícias, entrevistas, vídeos... procurando contribuir de alguma forma para o exercício da cidadania.

Para uma cidadã o tempo todo sob risco de vida e violência grave, e em situação de vulnerabilidade econômica, considero uma vitória chegar a 36 meses, 1.080 dias, 1.902 posts sobre Ativismo, Cidadania, Direitos Humanos, Justiça, Mídia, Poder e outros assuntos.

Agradeço a cada um que veio até aqui de coração aberto, para ler, receber informação, formar opinião. Agradeço em especial aos amigos que fiz por meio deste espaço e que hoje acompanham minha luta pessoal, em defesa dos meus direitos violados. 

Um carinho imenso e um abraço afetuoso a todas e todos!

Continuamos aqui, humildemente, no embate diário, fazendo nossa parte, em defesa da Justiça, da Lei, do Estado Democrático de Direito, da Verdade, da Vida, da diversidade e dos mais frágeis.

Comemorem comigo, mais uma vez, as flores, as árvores, os animais, as montanhas, o mar, o Sol, a Lua, toda a Natureza, a Amizade Verdadeira, a Fraternidade Universal, a Solidariedade e a Liberdade de Expressão!




Vejam o vídeo! 

Vamos cantar, dançar e celebrar a diversidade humana, a Cidadania Planetária e a Alegria de Viver!




Praan     Aquilo que se olha 

Garry Schyman

Bhulbona ar shohojete     Não vou esquecer facilmente
Shei praan e mon uthbe mete     A vida na qual a mente dança com alegria
Mrittu majhe dhaka ache     Escondido entre a morte que é
Je ontohin praan     A vida que nunca termina

Bojre tomar baje bashi     Krishna, você toca sua flauta
She ki shohoj gaan     Em uma canção muito fácil
Shei shurete jagbo ami     Em que a melodia vai surgir

Bojre tomar baje bashi     Krishna, você toca sua flauta
She ki shohoj gaan     Em uma canção muito fácil
Shei shurete jagbo ami     Em que a melodia vai surgir

Bojre tomar baje bashi     Krishna, você toca sua flauta
She ki shohoj gaan     Em uma canção muito fácil
Dao more shei gaan     Dá-me esta canção!

Shei jhor jeno shoi anonde     Parece que a tempestade treme na felicidade
Chittobinar taare     Através das cordas da mente
Shotto-shundu dosh digonto     Os sete mares e os dez horizontes
Nachao je jhonkare!     Dançam com a linda música que você fez

Bojre tomar baje bashi     Krishna, você toca sua flauta
She ki shohoj gaan     Em uma canção muito fácil
Shei shurete jagbo ami     Ah, dá-me esta canção!

Bojre tomar baje bashi     Krishna, você toca sua flauta
She ki shohoj gaan     Em uma canção muito fácil
Shei shurete jagbo ami     Em que a melodia vai surgir

Bojre tomar baje bashi     Krishna, você toca sua flauta
She ki shohoj gaan     Em uma canção muito fácil
Dao more shei gaan      Dá-me esta canção!



Outra tradução 

Vida

O mesmo fluxo de vida que
Corre através das minhas veias noite e dia
Atravessa o mundo e dança
Em medidas rítmicas.

É a mesma vida que dispara na alegria através do pó da terra
Em inúmeras lâminas de grama e
Se divide em ondas turbulentas de folhas e flores.

É a mesma vida que dispara na alegria através do pó da terra
Em inúmeras lâminas de grama e
Se divide em ondas turbulentas de folhas e flores.

É a mesma vida que é embalada no berço
De nascimento e da morte do oceano
Na maré baixa e alta.

Eu sinto que os meus membros são feitos gloriosos
Pelo toque deste mundo de vida
E o meu orgulho é do pulsar da vida de eras
Dançando em meu sangue neste momento.

É a mesma vida que dispara na alegria através do pó da terra
Em inúmeras lâminas de grama e
Se divide em ondas turbulentas de folhas e flores.

É a mesma vida que dispara na alegria através do pó da terra
Em inúmeras lâminas de grama e
Se divide em ondas turbulentas de folhas e flores.

É a mesma vida que é embalada no berço
De nascimento e da morte do oceano
Na maré baixa e alta. 


(Baseado na tradução do poema Praan - Stream of Life - do bengali para inglês). 

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sábado, 13 de abril de 2013

UK: Blogueiro é fonte importante para a imprensa


JORNALISMO CIDADÃO EM AÇÃO


Graduada em Letras, Mestra em Comunicação (Jornalismo e Editoração) e ex-professora de Redação Jornalística, esta Cidadã Blogueira, editora deste ABC!, é adepta do jornalismo praticado pelos cidadãos comuns, aproveitando a democratização dos meios de comunicação proporcionada pelas modernas tecnologias.

A Blogueira, há 2 anos, transformou seu sossegado quarto numa pequena redação jornalística e também numa espécie de bunker, e vem dando muito trabalho e uma baita dor de cabeça a delinquentes que a lesam e perseguem, noticiando no blog as investidas criminosas da quadrilha,  aproveitando também para falar de violência contra mulher, violação de direitos humanos, corrupção de agentes públicos, exercício de cidadania e assuntos correlatos. 

Acompanhem aqui no ABC! o relato do embate entre a Cidadã Blogueira e este esquema criminoso, tema de absoluto interesse público. Leiam mais na coluna à direita, no post anterior e em outros posts.



JORNALISMO CIDADÃO
O blogueiro desempregado que se tornou fonte crucial para a imprensa


Alguns jornalistas tradicionais não gostam do termo, mas é crescente a influência dos “jornalistas cidadãos” na cobertura de temas sensíveis, o que mostra quão poderoso é o fenômeno. Um programador paquistanês tuitou em tempo real, em 2011, a invasão do esconderijo de Osama bin Laden. O apresentador Andy Carvin, da NPR, tem uma rede de seguidores no Twitter que foi usada como uma espécie de redação em tempo real durante o massacre no Colorado, em 2012. Mais recentemente, Eliot Higgins, blogueiro britânico desempregado sem nenhum histórico militar, tornou-se uma fonte crucial de informações para organizações de defesa dos direitos humanos e jornalistas tradicionais sobre armas ilegais usadas na Síria.

Uma matéria publicada no jornal britânico The Guardian descreveu como o blogueiro – que usa o pseudônimo Brown Moses – consegue identificar rapidamente formas de foguetes e bombas, e como esse conteúdo enciclopédico o tornou fonte fundamental não só para os que estão acompanhando as notícias como também para agências de direitos humanos que estão documentando a questão na Síria e jornalistas como C.J. Chivers, do New York Times, ex-soldado que agora atua como repórter investigativo.

Chivers escreveu um artigo no começo do ano com base em informação originalmente revelada por Moses e lhe deu crédito tanto na matéria quanto no seu blog, onde também agradeceu ao blogueiro. “Por semanas, estamos assistindo à disseminação, por meio da guerra civil na Síria, de armas feitas na ex-Iugoslávia, e admirando o trabalho de Eliot Higgins (conhecido como Brown Moses) quando tentava mapeá-las em vídeos de diversos grupos armados. Obrigado, Eliot, por sua paciência, seu bom olhar e por criar uma oportunidade para unir antigas e novas formas de reportagem”, escreveu ele.


Compromisso com precisão e rede de contatos

Ao contrário de Chivers, o blogueiro britânico, que começou a acompanhar o que estava acontecendo durante a Primavera Árabe, não tem histórico no Exército nem experiência em munições ou armamento militar. Higgins tem 34 anos, um filho, vive em um subúrbio de Leicester e, em outubro, foi demitido de seu emprego em uma empresa financeira. Sua mulher trabalha em uma agência de correio local.

Assim como Carvin, Higgins gastou horas construindo uma rede de blogueiros e usuários de mídias sociais na região e essencialmente age como filtro ou curador do conteúdo que produzem – em sua maior parte, vídeos publicados no YouTube de explosões de munições. Toda noite, ele acompanha mais de 450 canais do site de compartilhamento de vídeos.

O compromisso de Higgins com sua tarefa, mesmo sem ser remunerada, e com a precisão, faz dele um bom exemplo de jornalista cidadão. Sua parceria com Chivers mostra que esse tipo de jornalismo pode ser um bom complemento – e não um substituto – para a reportagem tradicional.


Tradução: Larriza Thurler, edição de Leticia Nunes. Informações de Mathew Ingram [“Citizen journalism at work: Unemployed British man becomes Syrian weapons expert”]


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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Seja Mídia: Abra a Boca, Cidadão!


Desde que criei o Abra a Boca, Cidadão! em outubro de 2010 eu venho dizendo exatamente o que o Lula Miranda, no artigo abaixo, explicita: cada um de nós pode ser um veículo de comunicação, um produtor de conteúdo, informação, opinião. E isto muda tudo no mundo.

Essa é a grande conquista da cidadania planetária: estamos emancipados. Não precisamos mais que alguém fale por nós ou defenda nossos interesses ou veicule nossas ideias. Na sociedade da informação, no mundo digitalizado, graças às tecnologias mais avançadas, NÓS SOMOS A MÍDIA.

"Antes só os poderosos escreviam. Os demais mortais tinham até medo de escrever. Medo da força dos poderosos e de escrever errado, pois ainda tinha a norma culta a lhes assombrar e coibir a escrita livre. Só os poderosos falavam; os demais tinham a voz embargada pelo medo. Só os poderosos tinham vez e voz."

"O leitor já não é mais um ser passivo, para aquém dos muros das catedrais, guardado em seu 'devido' lugar. Agora o leitor assume um papel criador, participativo, e arromba as portas dos antes intransponíveis templos sagrados da mídia."

"Esse é o grande barato da comunicação nos dias que correm. Ninguém mais é o dono da verdade. Agora a verdade é um processo. Algo que se constrói junto. De forma colaborativa e participativa. Mas sem demagogia barata nem excessos e caricaturas."

"A comunicação já não é propriedade de um único Cidadão [seja Kane, Murdoch, Marinho, Civita, Mesquita, Frias et caterva]. A comunicação hoje é propriedade do cidadão [seja Severino, Silva, Andrade, Guimarães, Paulo, Pacheco, Miranda, qualquer um]."



Cidadão Kane já era: o fim dos currais eleitorais eletrônicos


LULA MIRANDA

Não o filme. O que "já era", com o desenvolvimento da tecnologia, a expansão da Classe C e a democratização da internet, é a figura do "barão da mídia"

Não o filme. O filme ainda é – e muito – bom! O que "já era", com o desenvolvimento da tecnologia, a expansão da Classe C e a democratização da internet, é a figura do "barão da mídia". Cada indivíduo hoje pode ser um publisher em potencial. Tá certo que alguns exageram na vaidade e na pose, e podem soar e figurar como uma espécie de "publisher de hospício", mas tá valendo.

Em tempos assim nem tão idos, você deve se lembrar, os caciques dos partidos trocavam entre si concessões públicas na área de comunicação: rádios, retransmissoras de TV, jornais. E também presenteavam empresários amigos com esses "mimos". Assim ficava tudo mais ou menos arranjado, "no esquema", uma ação entre amigos.

Aprenderam, muito antes de/da Chacrinha, que "quem não se comunica, se trumbica". Assimilaram ligeiro que, numa sociedade de massas, comanda aquele que melhor e mais rápido se comunica com essas massas.

Esses poucos empresários e esses políticos, selecionados a dedo, a maioria paga por serviços prestados ao regime de exceção, transformaram então essas concessões públicas em verdadeiros cartéis. Apropriaram-se desses feudos da Comunicação e, a partir deles, enriqueceram.

Constituíram verdadeiros conglomerados e, por muito tempo, exerceram seu despotismo, seu coronelismo cordato – mas não menos infame e rastaquera. Eram como grandes latifundiários, "fazendeiros do ar". Cuidavam da sua "boiada" e de seus currais eleitorais eletrônicos. Esse tempo, porém, ao que tudo indica, está com os dias contados.

Esses "fazendeiros do ar" construíram verdadeiras catedrais das comunicações; pagavam salários milionários a alguns poucos e talentosos jornalistas; transformaram-nos em autênticas "grifes" do jornalismo; auferiram-lhes o monopólio da opinião.

Estes, porém, são só uns poucos, pouquíssimos, exceções à regra – vale ressaltar. Pois a maior parte dos jornalistas, os chamados "focas" e também os redatores, não pode ser criticada, muito menos execrada, pelo simples fato de trabalhar nesses veículos e empresas de comunicação. Estes são, até hoje, mal pagos e sugados até a última gota de sangue, e, como muitos, têm que, para garantir o leite das crianças, trabalhar até alta madrugada nas redações, sem direito a hora extra e descanso. A mais-valia corre solta nas redações. Por onde andam o sindicato e a delegacia regional do trabalho que não tomam as providências necessárias? Será que também se sentem intimidados pela supostamente inalienável "liberdade de exploração" desses veículos?

Antes só os poderosos escreviam. Os demais mortais tinham até medo de escrever. Medo da força dos poderosos e de escrever errado, pois ainda tinha a norma culta a lhes assombrar e coibir a escrita livre. Só os poderosos falavam; os demais tinham a voz embargada pelo medo. Só os poderosos tinham vez e voz.

Porém, como disse, esse tempo já está com seus dias contados. Com a internet, o avanço da tecnologia e a supremacia e proliferação dos meios digitais, hoje, os chamados "jornalistas de grife" perdem, e cada dia mais, o seu valor de mercado – muitos deles, apesar de manterem a pose, já não valem um tostão furado.

Nos dias de über modernidade/über comunicação que experimentamos, o protagonismo agora está nas mãos de diversos e pulverizados agentes. Impera o que alguns chamam de "caos", outros de "anarquia", outros de "protagonismo cidadão" – e por aí segue a toada, mas não mais a boiada.

O leitor já não é mais um ser passivo, para aquém dos muros das catedrais, guardado em seu "devido" lugar. Agora o leitor assume um papel criador, participativo e arromba as portas dos antes intransponíveis templos sagrados da mídia.

Hoje, muitas vezes, os leitores, nos comentários e postagens, demonstram ser tão ou mais qualificados que os colunistas ou repórteres. Nas minhas colunas, por exemplo, inúmeras vezes leitores complementaram as lacunas que deixara em meus textos e ideias. O diálogo agora é para valer: é de igual para igual. Sem filtros e/ou barreiras.

Esse é o grande barato da comunicação nos dias que correm. Ninguém mais é o dono da verdade. Agora a verdade é um processo. Algo que se constrói junto. De forma colaborativa e participativa. Mas sem demagogia barata nem excessos e caricaturas.

A comunicação já não é propriedade de um único Cidadão [seja Kane, Murdoch, Marinho, Civita, Mesquita, Frias et caterva]. A comunicação hoje é propriedade do cidadão [seja Severino, Silva, Andrade, Guimarães, Paulo, Pacheco, Miranda, qualquer um].

Cidadão Kane já era. Agora quem manda é a galera, que invadiu as cidadelas ditas "inexpugnáveis" da comunicação, cidadão.


Destaque do ABC!

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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

São Paulo: Vamos todos ao Fórum Penha?




Meus queridos amigos, leitores, simpatizantes...  Banda Boa da Humanidade!

Peço que estejam mais uma vez comigo hoje, todos atentos a este corajoso blog e aos passos desta Blogueira Cidadã, que luta por Justiça e para ter de volta a propriedade plena de sua casa, direito humano fundamental, violado por familiares, apoiados por agentes públicos, todos tentando silenciar a Blogueira, usando para isto de ameaças, constrangimentos e dos mais diversos e torpes golpes e artimanhas.

A Blogueira deve comparecer ao Fórum Penha de França, bairro da Penha, cidade de São Paulo, às 16 horas, para uma audiência de conciliação, e convida todos vocês a estarem com ela, em pensamento e coração, na defesa da Verdade, em busca da Justiça, com serenidade e respeito às autoridades e sobretudo um imenso amor ao ordenamento jurídico e à Constituição Cidadã.

Fiquem atentos! Publicarei post importantíssimo nas próximas horas!

Venham comigo! Estejam comigo!

JUSTIÇA para todos e para a Blogueira Cidadã!