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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

SP: Blogueira Cidadã 1 X Perseguidores 0



Amigos queridos, companheiros de ciberespaço, cá estou sã e salva...


Como contei num post logo cedo, fui ao Fórum Penha de França, cidade de São Paulo, obrigada por determinação judicial a participar de audiência de conciliação numa ação que movo contra resto de família.


Não houve audiência de conciliação, aliás pedida pelos réus. 


Os réus não compareceram.


Continuo aqui, firme e forte, na minha trincheira virtual, com a única arma de que disponho - as palavras - lutando por Justiça. Para mim e para todos os humilhados e ofendidos.


Viva o Povo Brasileiro !!!




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São Paulo: Blogueira-Cidadã X Perseguidores


Na semana passada, dia 2, enquanto prestava declarações sobre representação criminal que fiz contra casal de inquilinos à 5a. Delegacia da Mulher, por violências várias que venho sofrendo, tive minha casa novamente atacada: varais arrancados, porta forçada etc. Hoje estarei às 10 h no Fórum Penha de França. Outros ataques covardes poderão ser desferidos contra mim e minha casa hoje, por esta gentalha que continua impune. O que querem na minha casa? Peço aos que puderem que mais uma vez me acompanhem neste dia. Escreverei daqui a pouco em particular aos mais chegados. E quando voltar postarei mensagem a todos. Grande abraço!




Meses atrás falamos muito aquiaqui e também aqui de psicopatas e suas perversidades e crimes. 

Curiosamente, é representante desta indigência moral que pretende "conciliar" comigo hoje.

O ABC! vem incomodando muita gente, que faz suas falcatruas às escondidas, e de repente começa a ser colocada sob holofotes, virando "notícia" aqui no blog.

E vejam que curioso, que engraçado... Os que tentam de todas as formas denegrir a cidadã-blogueira como "louca", para desqualificar suas denúncias, pedem "conciliação" em audiência hoje, 11 de agosto de 2011, no Fórum Regional Penha de França, na cidade de São Paulo. 

Não estou entendendo... Como assim? Querem "conciliar" com a "doida"???!!!...  Se sou tão "louca" como afirmam, conciliar comigo seria no mínimo uma temeridade, né, não?!...

Meus leitores e leitoras, meus companheiros, blogueiras e blogueiros solidários, peço desculpas mais uma vez por trazer este assunto aqui. Mas, acreditem, é de interesse público. Há um "mar de lama" por trás de tudo isso. Alguns sabem. Outros nem imaginam...

Abaixo um vídeo sobre predadores e predadoras sociais, muitos deles criminosos e criminosas: Psicopatas.



Link do vídeo


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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

São Paulo: Infratores querem "conciliar" com Blogueira-Cidadã


Aos que lesam, roubam e violentam há 14 anos esta cidadã-blogueira, e quando se aproxima a hora de serem publicamente desmascarados, exemplarmente punidos, rigorosamente sancionados, a hora de responderem por seus CRIMES, vêm falar, mais uma vez, descaradamente, em "conciliação", enquanto tentam desqualificar a cidadã, carimbando-a de "louca", de "insana".

À advocacia de esgoto, que se acumplicia com criminosos.

À Fina Flor da Cafajestagem.

A todos eles, dedico o artigo abaixo.


O discreto charme da corrupção

Vivemos sob uma chuva de escândalos e denúncias de corrupção. Mas, não se enganem, esses shows permanentes nos jornais e TV servem apenas para dar ao povo a impressão de transparência e para desviar seus olhos das reformas essenciais que mantêm nossas oligarquias intactas. Aos poucos o povo vai se acostumar à zorra geral e achar que tanta gente tem culpa que ninguém tem culpa. Me chamam de canalha, mas eu sou essencial. Tenho orgulho de minha cara de pau, de minha capacidade de sobrevivência, contra todas as intempéries.

Enquanto houver 25 mil cargos de confiança no País, eu estarei vivo, enquanto houver autarquias dando empréstimos a fundo perdido, eu estarei firme e forte. Não adiantam CPIs querendo me punir. Eu me saio sempre bem. Enquanto houver esse bendito Código de Processo Penal, eu sempre renascerei como um rabo de lagartixa, como um retrovírus fugindo dos antibióticos.

Eu sei chorar diante de uma investigação, ostentando arrependimento, usando meus filhos, pais, pátria, tudo para me livrar. Eu declaro com voz serena: "Tudo isso é uma infâmia de meus inimigos políticos".

Eu explico o Brasil de hoje. Tenho 400 anos: avô ladrão, bisavô negreiro e tataravô degredado. Eu tenho raízes, tradição. Durante quatro séculos, homens como eu criaram capitanias, igrejas, congressos, labirintos. Nunca serão exterminados; ao contrário - estão crescendo. Não adianta prender nem matar; sacripantas, velhacos, biltres, vendilhões e salafrários renascerão com outros nomes, inventando novas formas de roubar o País.

E sou também "pós-moderno": eu encarno a "real-politik" do crime, a frieza do Eu, a impávida lógica do egoísmo.

No imaginário brasileiro, tenho algo de heroico. São heranças da colônia, quando era belo roubar a Coroa. Só eu sei do delicioso arrepio de me saber olhado nos restaurantes e bordeis; homens e mulheres veem-me com gula: "Olha, lá vai o ladrão..." - sussurram fascinados por meu cinismo sorridente, os maîtres se arremessando nas churrascarias de Brasília e eu flutuando entre picanhas e chuletas.

Amo a adrenalina que me acende o sangue quando a mala preta voa em minha direção, cheia de dólares, vibro quando vejo os olhos covardes dos juízes me dando ganho de causa, ostentando honestidade, fingindo não perceber minha piscadela maligna e cúmplice na hora da emissão da liminar... Adoro a sensação de me sentir superior aos otários que me compram, aos empreiteiros que me corrompem, eles, sim, humilhados em vez de mim.

Sou muito mais complexo que o bom sujeito. O bom é reto, com princípio e fim; eu sou um caleidoscópio, uma constelação.

Sou mais educativo. O homem de bem é um mistério solene, oculto sob sua gravidade, com cenho franzido, testa pura. O honesto é triste, anda de cabeça baixa, tem úlcera. Eu sou uma aula pública de perversidade. Eu não sou um malandro - não confundir. O malandro é romântico, boa-praça; eu sou minimalista, seco, mais para poesia concreta do que para o samba-canção. Eu faço mais sucesso com as mulheres - elas ficam hipnotizadas por meu mistério; e me amam, em vez do bondoso, que é chato e previsível.

A mulher só ama o inconquistável. Eu fascino também os executivos de bem, porque, por mais que eles se esforcem, competentes, dedicados, sempre se sentirão injustiçados por algum patrão ingrato ou por salários insuficientes. Eu, não; não espero recompensas, eu me premio e tenho o infinito prazer do plano de ataque, o orgasmo na falcatrua, a adrenalina na apropriação indébita. Eu tenho o orgulho de suportar a culpa, anestesiá-la - suprema inveja dos meros neuróticos e sempre arranjo uma razão que me explica para mim mesmo. Eu sempre estou certo; ou sou vítima de algum mal antigo: uma vingança pela humilhação infantil, pela mãe lavadeira ou prostituta que trabalhou duro para comprar meu diploma falso de advogado. Pois é, eu comprei meu título de advogado; paguei um filho de uma égua para me substituir no exame e ele acertou tudo por mim. Eu me clonei.

Subi até a magistratura. Como juiz e com meu belo diploma falso na parede, vendi muitas sentenças para fazendeiros, queimadores de florestas, enchi o rabo de dinheiro. Passei a ostentar uma dignidade grave, uma cordialidade de discretos sorrisos, vivendo o doce frisson de me sentir superior aos medíocres honestos que se sentem "dignos"; digno era eu, impávido, mentindo, pois a mentira é um dom dos seres superiores. A mentira é necessária para manter as instituições em funcionamento. O Brasil precisa da mentira para viver. E vi que é inebriante ser cruel, insensível, ignorar essas bobagens como a razão, a ética, que não passam de luxos inventados pelos franceses, como os escargots.

Aí, com muito dinheiro encafuado, bufunfas e granolinas entesouradas, eu me permiti as doçuras da vida e me apaixonei por aquela santa que virou mãe de meus filhos. Hoje, com a passagem do tempo, ela vai se consumindo em plásticas e murchando sob pilhas de botox, mas continuo fiel a ela como o marido público, pois nunca a abandonarei, apesar das amantes nas lanchas, dos filhos bastardos.

E, aí, fui criando a minha rede de parentes e amigos; como é doce uma quadrilha, como é bela a confiança de fio de bigode, o trânsito cordial entre a lei e o crime... Assim, eu fechei o ciclo que começou na mãe lavadeira e no diploma falso até a minha toga negra, da melhor seda pura que minha esposa comprou em Miami, e não fui feito desembargador nas coxas não; eu já sabia que bastavam padrinhos e meia dúzia de frases em latim: "Actore non probante, reus absolvitur!" (frase que muito me beneficiou vida afora.) Depois, claro, fui deputado, senador e sou um homem realizado. Eu sou mais que a verdade; eu sou a realidade. Eu e meus amigos criamos este emaranhado de instituições que regem o atraso do País. Este País foi criado na vala entre o público e o privado.

A bosta não produz flores magníficas? Pois é. O que vocês chamam de corrupção, eu chamo de progresso. O Brasil precisa de mim.


Arnaldo Jabor

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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Ratos sobre cacos

AOS HOMENS OCOS

Quem são esses homens incapazes de se indignar com os tormentos infligidos aos indefesos, esses homens que se mantêm olimpicamente insensíveis à dor de seus semelhantes?

São os homens ocos.

A eles T. S. Eliot dedicou um poema terrível e terrivelmente belo, do qual reproduzo os versos que vêm ao caso:


"Nós somos os homens ocos
Os homens empalhados
Uns nos outros amparados
O elmo cheio de nada. Ai de nós!
Nossas vozes dessecadas,
Quando juntos sussurramos,
São quietas e inexpressas
Como o vento na relva seca
Ou pés de ratos sobre cacos
Em nossa adega evaporada


Fôrma sem forma, sombra sem cor
Força paralisada, gesto sem vigor

(...) É assim que acaba o mundo
É assim que acaba o mundo
É assim que acaba o mundo
Não com estrondo, mas com um suspiro".


Náufrago da Utopia

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SP: Prefeito do DEM ataca jornalista

Novos tempos, novas e eletrônicas mídias. Tempos de jornalistas cidadãos e de cidadãos jornalistas. O mundo mudou e a velha bandidagem não contava com isso. E estrebucha diante de denúncias e críticas. Filhotes da ditadura, não conseguem conviver com a liberdade de expressão. E cometerão muitos crimes, estejam certos, tentando calar aqueles que têm a coragem e a hombridade de denunciar.  A velha, podre e corrompida mídia, com seu silêncio cúmplice, acostumou mal essas dinossáuricas corjas de malfeitores instaladas nas instituições.

Podem estrebuchar. A revolução virtual está em curso. Começa nas mídias sociais para desembocar nas praças e ruas. Caminho sem volta. Chegou a hora de vocês todos, trogloditas modernosos, serem expostos, execrados e extirpados do tecido social.

Sem dó nem piedade. 


Descontente com editorial, prefeito de cidade paulista ataca jornalista

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Carta a Lula

Carta ao Lula
Os camponeses do Araguaia da Associação dos Torturados na Guerrilha escrevem ao Lula enviando foto de Frederico e Adalgisa, solidários camponeses, que deram apoio ao movimento
Associação dos Torturados na Guerrilha


Carta dos Camponeses do Araguaia ao Lula


Companheiro Lula,


Somos centenas de homens e mulheres, retirantes dos largos sertões brasileiros, filhos das grotas e das currutelas, das matas e da alargada pobreza, somos a humanidade do caudaloso Araguaia, rio largo dos Karajás, dos garimpos e dos castanhais.
Por todo um período histórico fomos atingidos violentamente quando, em 1972, tropas militares ensandecidas invadiram a região, palmilharam nossas casas e roças, perseguindo a nós e aos nossos amigos na qual chamávamos carinhosamente de “Povo da Mata” e que depois se tornariam guerrilheiros lutando pela insurgente liberdade.
Nesse processo o regime se voltou contra os guerrilheiros e, também, contra nós. Pudemos conhecer a tortura, o pau-de-arara, nossas filhas foram violadas e fomos atingidos naquilo que para nós é mais sagrado, a dignidade.
Nossas poucas terras foram tomadas e nos submeteram a miséria.
Transformaram-nos em rastejadores para caçar quem sempre nos teve respeito e solidariedade.
Se temos na atualidade, direito ao voto e à organização, se os sindicatos tem autonomia, se os trabalhadores podem reivindicar direitos e se não há mais censuras e exílios é porque muitos lutaram e morreram num combate sempre desigual contra as forças de segurança da ditadura militar.
Companheiro Lula,
Uma dívida histórica o Brasil têm para conosco, camponeses dos sertões do Araguaia.
Uma dívida reconhecida, cantada em verso e prosa, anunciada pelas mais altas autoridades do país
No tempo em que dirigias o Brasil, conquistamos nossos direitos de anistiados e o país ousou pautar a civilizatória luta pelo direito à memória e a verdade.
Há dois anos, companheiro, as gentes de Brasília e de Belém pousaram na pequena São Domingos do Araguaia e numa manhã clara, densa, houve pedidos de perdão oficial, discursos, lágrimas, bandeiras vermelhas como nunca tinha se visto por aqueles rincões. Tu estavas lá, sentíamos isso.
As gentes de São Geraldo à Itaipavas, de Boa Vista à Gameleira, da Piçarra à Xambioá, do Tabocão ao Brejo Grande, da Palestina à Santa Izabel, da Santa Cruz à Vila Sucupira e até os que ficam mais distantes, na Serra dos Martírios/Andorinhas, foram a aquela antiga currutela, hoje município, verem direitos serem reconhecidos.
Todos estavam comovidos.
Um contentamento que faz furor no povo relampejava por nossos olhos agrestes e uma festa popular se anunciou na praça da cidade, e num vento democrático que soprava cintilante reconheceu-se a carne violada do mais brasileiro dos brasileiros, os camponeses pobres do Araguaia.
O ministro por trás dos bigodes não conseguia esconder a emoção.
A governadora sob o sol quente suava em bicas e o prefeito era todo sorrisos. Deputados davam tapinhas nas costas e flashes espocavam em nossos rostos sofridos.
No centro de tudo estávamos lá, centenas de lavradores atingidos pelo terrorismo dos estreludos generais que tomaram o país de assalto e sufocaram, por vinte e um anos, as liberdades públicas e a democracia.
Ali, naquele ato festivo, da vitória da memória sobre o esquecimento, anunciou-se nossa condição de anistiados políticos e, por conseguinte, a importante reparação econômica para que pudéssemos viver uma vida mais digna, sem a miséria geral que insiste fazer morada em nossas vidas.
Companheiro Lula,
Acontece que satanás sempre vem a galope.
Dias depois de nosso reconhecimento, como quem enviado por belzebú, a mais infame caricatura de nosso passado repressor, o tristemente famoso Deputado Jair Bolsonaro, toma a tribuna da Câmara dos Deputados e faz um contundente discurso contra nós e nos chama de “marginais do Araguaia”.
Ato contínuo, um advogado a soldo das viúvas da ditadura militar dá entrada em uma ação civil pública na vigésima - sétima Vara Federal do Rio de Janeiro e um Juíz substituto, José Carlos Zebulum, decide apenas com recortes de jornais suspender nossos direitos à reparação econômica.
Dois anos já se passaram e cinco daqueles que estavam naquela festa democrática de São Domingos já foram a óbito. Morreram de tristeza.
O último, na Palestina do Pará, em novembro de 2010, num pequeno e mal-equipado hospital público no interior do Pará. .
Um de nossos muitos amigos, o jurista César Brito, ex-presidente da Seção Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, diz que o sentido da liminar que suspendeu nosso direito está no fato de que os conservadores querem inviabilizar as conquistas que a luta pelo direito à memória e a verdade tem ensejado na vida nacional.
Não pensemos que tais posições, anacrônicas, estão mortas.
Um conjunto de fatores nos ensina que o aprofundamento da vida democrática terá um longo e árduo caminho a percorrer e o reconhecimento daquilo que foi feito contra os pobres do Araguaia é parte desta imensa tarefa, que ajuda a emancipar o Brasil.
Um desses fatores, na qual estamos comprometidos, é o de lutar para encontrarmos nossos amigos guerrilheiros o que para nós é questão de honra.
Aliás, fomos os primeiros a informar o país sobre locais de sepultamentos, como no Cemitério de Xambioá, por exemplo. Em 1980, quando da primeira caravana de familiares não tivemos medo em receber pais, mães e irmãos dos insurgentes do Araguaia.
Guardamos, ainda, a mesma coragem da Maria da Metade.
Precisamos de tua voz, companheiro Lula.
Mais do que nunca precisamos de vozes a defender o nosso povo sofrido, seja aqui ou em qualquer lugar deste país brasileiro o­nde houver, contra os mais modestos, humilhações como as que têm sido feitas contra nós, lavradores dos sertões do Araguaia.
Aqui concluímos que estaremos seguros de nossos direitos se a tua voz, a mais importante voz do povo brasileiro ecoar, com a força que têm e com o significado que ensina de que a esperança sempre  haverá de vencer o medo.


São Geraldo do Araguaia, 31  de Julho de 2011.  


Associação dos Torturados na Guerrilha do Araguaia




Kaos en la Red

domingo, 7 de agosto de 2011

Lei Maria da Penha: 5 anos

Há 40 dias esta cidadã blogueira, vítima de violência de gênero, moral, psicológica, patrimonial e tentativa de agressão física e morte, desferida por um casal de trogloditas, dentro da casa da blogueira, como relatado em Carta Aberta à Presidenta Dilma Rousseff (leia aqui), há 40 dias esta cidadã aguarda medidas cabíveis e efetivas das instituições às quais recorreu, fundamentando-se na Lei Maria da Penha e no Código Penal.

Não basta a existência da Lei. Não é suficiente que as mulheres violentadas denunciem.

O Poder Judiciário - Delegacias da Mulher, Ministério Público, Magistratura - precisa fazer sua parte. Com urgência e eficácia.

Violência contra mulher não acontece "apenas" no âmbito doméstico. Violência contra mulher acontece na rua, no trabalho, na escola, nos transportes, na mídia, em toda parte. O tempo todo.

Existem mulheres, tão trogloditas e criminosas quanto os homens, que também violentam mulheres! Leia aqui.

Vamos comemorar, sim, os 5 anos da Lei Maria da Penha, que é um grande avanço. Mas vamos, também, exigir mais. Do governo, do Congresso, do Judiciário, de toda a sociedade.

Violência contra Mulher é VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS das mulheres.

Combata ! Denuncie ! Disque 180 !



Vídeo Maria da Penha



Link do vídeo

Link Cartilha "Não à Violência contra a Mulher" 

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