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sábado, 20 de setembro de 2014

Com Lula e Dilma, o sonho de Betinho virou realidade


ELEIÇÕES 2014 - O BRASIL QUE QUEREMOS



"O relatório global da Organização das Nações Unidas (ONU) para Alimentação e Agricultura (FAO), divulgado na última terça-feira (16), informa que, entre 2002 e 2013, houve queda de 82% na população de brasileiros considerados em situação de subalimentação. Isso mesmo, oitenta e dois porcento de brasileiros saíram do mapa da fome!"




Finalmente, o sonho de Betinho é realidade #DilmaemAlta




O relatório global da Organização das Nações Unidas (ONU) para Alimentação e Agricultura (FAO), divulgado na última terça-feira (16), informa que, entre 2002 e 2013, houve queda de 82% na população de brasileiros considerados em situação de subalimentação. Isso mesmo, oitenta e dois porcento de brasileiros saíram do mapa da fome!

Mas como conseguimos em pouco mais de uma década, sair do mapa da fome, mal que nos acometeu por quase toda história de nossa nação?

Para quem tem menos de 20 anos e nunca passou fome, pode ser difícil ter a dimensão exata do que essa conquista representa para aqueles que lutaram durante toda a vida pra atingir esse objetivo. Alguns, inclusive, morreram antes de ter esse sonho realizado, como é o caso de um dos mais notórios membros dessa luta.

Herbert José de Souza (link is external), conhecido como Betinho, criou o Ibase (link is external) (Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas), que surgiu com a finalidade de analisar as realidades sociais, econômicas e políticas do país. Em 1993 fundou a Ação da Cidadania, programa de luta pela vida e contra a miséria, combatendo a fome e o desemprego através da democratização da terra. Betinho morreu antes de ver as conquistas da sua luta. No entanto, seu filho, Daniel de Souza, emocionou a muitos de nós ao dizer: "Meu pai, o Betinho, não viu o combate à fome virar programa de governo e nem o Brasil sair do mapa da fome. Mas sei que em algum lugar, ele está sorrindo".

O programa de governo ao qual Daniel de Souza refere-se é o Bolsa Família, que se tornou uma referência de combate à fome no mundo e foi uma das formas criadas por Lula para cumprir a promessa feita em sua posse: zerar a fome no Brasil. Por estabelecer como metas manter as crianças matriculadas e com vacinação em dia, o programa foi responsável ainda por proezas como manter 15 milhões de alunos com presença monitorada nas escolas, e reduzir em 19,4% o índice de mortalidade de crianças de até 5 anos de idade.


Destaques do ABC!


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terça-feira, 23 de abril de 2013

Lula: colunista do The New York Times


O que dirão os colunistas da mídia golpista brasileira, tão acostumados a fazer pouco de Lula e dos programas sociais (Bolsa Família, Fome Zero) bem-sucedidos criados em seus dois mandatos na Presidência?



                                                                                 Banco de Imagens/PR


Lula terá coluna mensal distribuída pela agência do "New York Times"


Artigos irão tratar de política, economia internacional e combate à fome.
Este é o 1ª contrato de coluna assinado pelo ex-presidente, diz assessoria.



Lula com Michael Greenspon, diretor-geral do serviço de
notícias do NYT (Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula)



O Instituto Lula informou nesta terça-feira (23) que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fechou um contrato com o "The New York Times" e terá uma coluna mensal distribuída pela agência de notícias do jornal norte-americano.

Segundo a assessoria do ex-presidente, os textos assinados por Lula serão distribuídos pelo serviço de notícias do "New York Times", mas não serão necessariamente publicados na versão impressa do prestigioso jornal.

"A coluna tratará de política e economia internacional, e de iniciativas para o combate à fome e à miséria no mundo", informou o Instituto Lula, em comunicado.

O contrato com o "New York Times" foi fechado na segunda-feira, nos Estados Unidos, quando Lula se reuniu com Michael Greenspon, diretor-geral do serviço de notícias da companhia. A duração do contrato não foi informada.

A "estreia" de Lula como articulista do serviço de notícias do "New York Times" deve ocorrer em junho, mas ainda não há confirmação sobre a data da publicação do primeiro artigo.

Segundo a assessoria de Lula, este é o primeiro contrato de coluna assinado pelo ex-presidente com uma empresa de comunicação.

Lula já havia colaborado com o periódico norte-americano, que cedeu espaço para um artigo escrito pelo ex-presidente sobre a morte de Hugo Chávez. O texto traduzido do português para o inglês foi publicado no dia 7 de março. Na ocasião, a assessoria de imprensa do Instituto Lula informou que o ex-presidente negociava com o "The New York Times" para se tornar colunista mensal da agência de artigos do jornal.


G1

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sábado, 2 de fevereiro de 2013

Fome Zero/Bolsa Família tira Guaribas (PI) da pobreza extrema


CIDADES



Dez anos depois, Guaribas deixa para trás o título de cidade mais pobre do país e a população faz planos para o futuro


Lucas Rodrigues
Enviado Especial da EBC

Guaribas (PI) - Lançado no dia 3 de fevereiro de 2003, no município com o menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país, o Programa Fome Zero foi criado com o objetivo de erradicar a miséria, com a transferência de renda e garantindo o alimento para as famílias que viviam na extrema pobreza. Hoje, o Brasil ainda tem pelo menos 5,3 milhões de pessoas sobrevivendo com menos de R$ 70 por mês, diferentemente do início dos anos 2000, quando eram 28 milhões de pessoas abaixo da linha da pobreza.

Nos últimos dez anos, esse número vem diminuindo. Em parte, por causa de políticas públicas de ampliação do trabalho formal, do apoio à agricultura e da transferência de renda. Hoje, a iniciativa, que ganhou o nome de Bolsa Família, chega a quase 14 milhões de lares. Ela nasceu do Programa Fome Zero, criado para garantir no mínimo três refeições por dia a todos os brasileiros. E foi do interior do Nordeste que essa iniciativa partiu para o restante do país.

Depois de dez anos, a Agência Brasil voltou a Guaribas, no sul do Piauí, escolhida como a primeira beneficiária do programa de transferência de renda. Localizada a 600 quilômetros ao sul da capital, Teresina, Guaribas não oferecia condições básicas para uma vida digna de sua população: faltava comida no prato das famílias, que, na maioria das vezes, só tinham feijão para comer. Não havia rede elétrica e poucas casas tinham fogão a gás.

Mulheres e crianças andavam quilômetros para conseguir um pouco de água e essa busca, às vezes, durava o dia inteiro. A dona de casa Gilsa Alves lembra que, naquela época, “era difícil encontrar água para lavar roupa”, no período de seca. “Às vezes, até para tomar banho era com dificuldade".

O aposentado Eurípedes Correa da Silva não se esquece daquele tempo, quando chegou a trabalhar até de vigia das poucas fontes que eram verdadeiros tesouros durante os longos períodos de seca, com água racionada. Hoje, a água chega, encanada, à casa dele.
Pai de sete filhos, Eurípedes tem televisão e geladeira. Além do dinheiro da lavoura e da aposentadoria, ele recebia o benefício do Fome Zero e agora conta com o Bolsa Família. O benefício chega a 1,5 mil lares e a meta é alcançar 2 mil neste ano, o que representa oito em cada dez moradores da cidade. A coordenadora do programa em Guaribas, Raimunda Correia Maia, diz que “o dinheiro que gira no município, das compras, da sustentação dos filhos, gera desenvolvimento".

A energia elétrica também chegou a Guaribas e trouxe com ela internet e os telefones celulares. No centro da cidade, há uma praça com ruas calçadas e uma delegacia, além de agências bancárias, dos Correios e escolas. A frota de veículos cresceu e, hoje, o que se vê são motos, em vez de jegues.

O município conquistou o principal objetivo: acabar com a miséria. Mesmo assim, ainda está entre os mais pobres do país e enfrenta o êxodo dos jovens em busca de emprego em grandes cidades. Segundo o IBGE, entre 2000 e 2007, quase 10% dos moradores deixaram Guaribas.
Alan e Rosângela podem ser os próximos. O Bolsa Família e as melhorias na cidade não foram suficientes para manter o casal no município, já que ali os dois não encontram trabalho. Os irmãos já foram para São Paulo e é impossível sustentar a família de oito pessoas com um cartão (do Bolsa Família) de R$ 130.
Quem escolheu ficar na cidade sabe que muita coisa tem que melhorar. O esgoto ainda não é tratado; algumas obras não saíram do lugar, como a do mercado municipal. Até o memorial erguido em homenagem ao Fome Zero está abandonado há anos. Longe de Teresina, os moradores se sentem isolados, principalmente por causa da dificuldade de chegar à cidade mais próxima: são 54 quilômetros de estrada de terra, em péssimo estado, até Caracol.

Isso torna difícil escoar a produção de feijão e milho e faz com que todos os produtos cheguem mais caros. A dificuldade de acesso também prejudica uma das conquistas da região: a unidade de saúde. A doméstica Betânia Andrade Dias Silva levou o filho de 5 anos para uma consulta e não encontrou médico. Ela desabafa: “É ruim né?! Principalmente numa cidade pequena, na qual você precisa de um atendimento melhor, tem que sair para ir para outra cidade, Caracol, São Raimundo, que fica longe daqui. Por exemplo, caso de urgência, se você estiver à beira da morte, acaba morrendo na estrada… Então, é difícil".
Há mais de um mês, o atendimento é feito apenas por enfermeiras e por um dentista. Mesmo oferecendo um salário que chega a R$ 20 mil, a prefeitura diz que não consegue contratar médicos. O jeito é mandar os pacientes mais graves para as cidades vizinhas.
Mas essa situação pode começar a mudar ainda neste ano. Segundo informou a Secretaria de Transportes do Piauí, o trecho da BR-235 que liga Guaribas a Caracol deve começar a ser asfaltado em outubro. Por enquanto, está sendo asfaltado outro trecho da rodovia, entre Gilbués e Santa Filomena.
O casal Irineu e Eldiene saiu de Guaribas para procurar trabalho em outras cidades, mas voltou. Agora eles levantam, pouco a pouco, uma pousada no centro da cidade. Irineu diz que a obra que está fazendo não é “nem tanto pensando no agora”, é para o futuro. “Estou vendo que a cada ano que está passando, Guaribas está desenvolvendo mais”.
A expectativa de Irineu e Edilene é resultado da mudança dessa que já foi a cidade mais pobre do país. Mesmo com dificuldades, os moradores de Guaribas, agora, olham para o futuro com mais esperança e otimismo. Eldiene garante que vai ficar e ver a pousada cheia de clientes.
Veja aqui galeria de fotos de Guaribas na época do lançamento do Fome Zero.

Edição: Tereza Barbosa

Agência Brasil

Destaques do ABC!

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sexta-feira, 22 de junho de 2012

Rio+20: ONU lança Fome Zero mundial



O vitorioso Fome Zero, criado no governo do presidente Lula, vem sendo reconhecido internacionalmente por sua importância e por incluir uma série de programas,  como o de transferência de renda (Bolsa Família), agricultura familiar, qualificação profissional e outros tantos.



ONU lança Fome Zero mundial

O Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon, lançou ontem (21) , no Rio de Janeiro, o programa "Desafio Fome Zero", e convidou todas as nações a serem corajosamente ambiciosas para trabalharem para um futuro em que todos tenham direito à alimentação.




Ban Ki-Moon convocou governos, empresas, agricultores, cientistas, sociedade civil e consumidores a participarem do desafio, honrando promessas do passado e trabalhando juntos para pôr fim à fome. “Em um mundo de abundância ninguém, nem uma única pessoa, deve passar fome”, disse ele.

Durante a Rio+20 (Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável), o secretário-geral elogiou os esforços combinados da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, dirigida pelo brasileiro José Graziano da Silva), do FIDA (Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola), do PMA (Programa Mundial de Alimentos), do Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), do Banco Mundial e da Bioversity International. “A fome zero impulsiona crescimento econômico, reduz a pobreza e protege o meio ambiente. Promove paz e estabilidade”.

De acordo com Ban Ki-Moon, o objetivo do Desafio Fome Zero é garantir 100% de acesso à alimentação adequada durante todo o ano; nenhuma criança menor de dois anos desnutrida, eliminação da desnutrição na gravidez e na primeira infância; todos os sistemas alimentares sustentáveis; 100% de crescimento em produtividade e renda de pequenos agricultores, especialmente para mulheres, e perda ou desperdício de alimentos zero, incluindo consumo responsável.

A inspiração para o Desafio veio do grande trabalho feito por muitos países e organizações para acabar com a fome, particularmente o Brasil, cujo programa "Fome Zero" auxilia na erradicação da fome usando alimentos locais de agricultores familiares e cozinhas comunitárias.



Vermelho
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