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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Mais uma da Veja: fraude em fita da CPI da Petrobras


JORNALISMO DE ESGOTO



Mais uma do "detrito sólido de maré baixa", expressão jocosa cunhada pelo "primo" (PHA/Paulo Henrique Amorim):


PERÍCIA COMPROVA: VEJA FRAUDOU FITA DA CPI


:
Uma perícia contratada pelo senador Delcídio Amaral (PT/MS) demonstra que a revista Veja editou a fita que motivou a capa da última semana, sobre uma suposta farsa na CPI da Petrobras; "Do arquivo analisado separamos segmentos que demonstram a edição do mesmo, sendo claramente perceptível pelo menos duas interrupções na sequência das falas", diz a análise do IPC, o principal instituto de perícias do Mato Grosso do Sul; "O uso de palavras separadas de sua sequência original pode trazer interpretação destoante do efetivo contexto em que teriam sido empregadas"; ontem, em entrevista ao 247, o ministro Ricardo Berzoini defendeu que Veja apresente a íntegra de sua fita gravada com uma caneta espiã; a revista da Marginal Pinheiros aceitará o desafio?

Leia matéria completa no Brasil 247.

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quinta-feira, 17 de abril de 2014

CPI da Petrobras: um tiro no pé


OPINIÃO



"A Petrobras é uma gigante do setor e motivo de orgulho, seja pela quebra de recordes de exploração em águas profundas, pela qualidade e produtividade ou pela dedicação do conjunto dos funcionários que fazem a empresa se superar a cada ano. Erra a oposição que a tem como alvo. Erra porque concorre para derrubar o valor das ações da empresa e fazer dela menos do que é. Mira na empresa na tentativa de atingir alvo político, mas corre o risco de um certeiro tiro no pé. Esses erros podem ter consequências graves, inclusive ao enraizar na sociedade a ideia de que ao Estado não compete este controle e que o melhor caminho é entregar a Petrobras à iniciativa privada. (...)

Investigar, sim. Desmerecer um patrimônio público, jamais."

                                                                                                      Jandira Feghali



Um tiro no pé

Jandira Feghali*

Após semanas de informações desencontradas, rumores e um cenário de evidente disputa política, o depoimento da presidente da Petrobras, Graça Foster, ao Senado Federal foi contundente. A sociedade brasileira tem sido bombardeada com números que variam a cada instante, termos como “put option”, “cláusula marlin” e outros que mais confundem que esclarecem. O que todos querem saber, no entanto, é se a transação foi efetuada dentro dos rigorosos procedimentos impostos ao uso de recursos públicos. Isso é absolutamente legítimo.

Não preciso aqui repetir os números referentes ao desempenho da Petrobras. São todos amplamente divulgados e reconhecidos, inclusive, externamente. Não há dúvida em relação à sua capacidade de produção e da necessidade de lhe garantir parcela majoritária na exploração e produção no pré-sal. Como também não há dúvida do seu papel de indutora do investimento nacional, como no caso do setor naval.

A Petrobras é uma gigante do setor e motivo de orgulho, seja pela quebra de recordes de exploração em águas profundas, pela qualidade e produtividade ou pela dedicação do conjunto dos funcionários que fazem a empresa se superar a cada ano. Erra a oposição que a tem como alvo. Erra porque concorre para derrubar o valor das ações da empresa e fazer dela menos do que é. Mira na empresa na tentativa de atingir alvo político, mas corre o risco de um certeiro tiro no pé. Esses erros podem ter consequências graves, inclusive ao enraizar na sociedade a ideia de que ao Estado não compete este controle e que o melhor caminho é entregar a Petrobras à iniciativa privada.

A oposição gasta sua energia em campanhas pela sua desmoralização e desrespeita a sociedade que, com muita luta, conquistou essa política estratégica nas mãos do Estado brasileiro. Dar conhecimento dos atos da empresa e investigar e punir possíveis desvios de conduta ou falha nas informações que importem em prejuízos são obrigações da República e suas estruturas de controle e investigação.

Sabemos todos que interesses serão atendidos pela persistência em manchar a imagem da Petrobras. Lamentavelmente, para alguns poderosos setores, as disputas eleitorais estão acima dos interesses do país, que aguarda os investimentos adicionais em saúde e educação que virão do pré-sal.

Já que há necessidade de investigar os chamados “malfeitos”, que façamos de um conjunto de denúncias que vieram à tona, particularmente envolvendo as obras superfaturadas do metrô paulista, sob o comando do PSDB, assunto muito pouco tratado na mídia e na política. Afinal, o uso de recursos públicos tem que se dar de forma transparente em toda e qualquer gestão.

A honestidade no depoimento de Graça Foster, nos dados apresentados, não interromperá a disputa em curso, nem o prolongamento do caso. Mas, certamente, vem na direção da transparência que todos defendemos na gestão pública. Investigar, sim. Desmerecer um patrimônio público, jamais.


*Jandira Feghali é deputada federal pelo Rio de Janeiro, líder do PCdoB na Câmara.
Destaques do ABC!

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Dilma vai pra cima e defende a Petrobras


Está errado quando alguns dizem que a Petrobras está perdendo valor de mercado. Manipulam dados, distorcem análises, desconhecem deliberadamente o setor do petróleo. Escondem, por exemplo, que em 2003, no início do governo Lula, ela valia, no mercado, R$ 15,5 bilhões, e hoje, mesmo com toda a crise internacional, com todos os problemas a ela ligados, e questões relativas e conjunturais da bolsa, o valor chega a R$ 98 bilhões. 

Não ouvirei calada a campanha negativa daqueles que, por proveito político, não hesitam em ferir a imagem da empresa.



Esta é a Nossa Presidenta!

Bateu, levou !!!



Imagem de hoje do discurso da Presidenta Dilma
em defesa da Petrobras, Ipojuca, Pernambuco (vídeo abaixo)

Polícia Federal: o centro do golpe contra Dilma


GOLPE EM ANDAMENTO



Nem sei se pode reproduzir post do blog do "primo". Tivemos uns "quiprocós" anos atrás, quando eu era reles leitora. Mas, vá lá. O assunto é gravíssimo.

Todos atentos!

"Vigília cívica" até outubro de 2014...

..............


" (...) que história é essa de a Polícia Federal invadir a sede da Petrobras ?

Quem mandou ?

Com que instrumento legal ?

Que juiz ?

Que Procurador ?

Que Ministro ?

A Polícia Federal está a serviço de quem ?

Do Golpe ?


(...)

Onde é que já se viu uma agência federal de investigação fazer press-release para ALGUNS órgãos de imprensa que militam, desde Vargas, na derrubada de presidentes trabalhistas e no desmanche da Petrobras ?"


O post integral abaixo.


PIG: Partido da Imprensa Golpista


PETROBRAS: PF DO ZÉ É O CENTRO DO GOLPE

O Governo Dilma tem Ministro da Justiça ?

“Uma planilha apreendida pela Polícia Federal na casa do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, mostra que sua firma de consultoria cobrava mensalmente de empresas, por negócios fechados com a estatal, “taxas de sucesso”, que variavam de 5% a 50% do valor do contrato”.

A informação está, nesta segunda-feira, na primeira página do Globo Overseas, que não mostra o DARF, aquele que o Lula cobrou

Está também na primeira página da Folha (*), a das caminhonetes, e do comatoso estado do Estadão.

Muito bem, viva a liberdade de expressão do PiG (**), de que também desfruta esse blogueiro, como se demonstra amplamente na aba “Não me calarão”.

Sobre o diretor possivelmente corrupto, que sobre ele se abata o rigor da lei – quando aplicada a petistas, mas, não ao Azeredo, não é isso, Presidente Barbosa ?

Afinal, pobre, preto, p…. e petista merecem tratamento especialíssimo na Papuda, não é isso, Presidente Barbosa ?

Se preciso for, grampeia-se até a Presidenta !

Mas, amigo navegante, que esquisito, não ?

Veja bem: a Polícia Federal apreende uma planilha com um preso e os três jornais do PiG, simultaneamente, a divulgam !

Que esculhambação é essa ?, perguntou-se o Ricardo Mello.

A Polícia Federal virou banco de dados do PiG ?

Agência de notícias do Golpe ?

Quer derrubar a Dilma ?

Não gosta do Renan ?

Prefere o Taques ?

A Polícia Federal tem chefe, diretor geral, superintendente, ministro ?

Ou é uma instituição no espaço, que não presta contas a ninguém, como o Ministério Público ?

Estados dentro do Estado !

E mais, como perguntou o dr. Haroldo Lima, em agudo artigo nesta Conversa Afiada – “respeitem a Petrobras”-, que história é essa de a Polícia Federal invadir a sede da Petrobras ?

Quem mandou ?

Com que instrumento legal ?

Que juiz ?

Que Procurador ?

Que Ministro ?

A Polícia Federal está a serviço de quem ?

Do Golpe ?

Há algum tempo se sabe que o duto que conduz as informações ao PSDB é aquele cano da campanha vitoriosa do Cerra em 2010, que ia de Sergipe ao Ceará: ele é o “pasadenoduto” que abastece os tucanos.

Agora se vê que a fonte é vária.

Tem a Polícia Federal também a irrigar material à oposição.

Logo se chega ao ponto da questão, amigo navegante: é a Polícia Federal do ministro zé da Justiça, ou é ele mesmo que considera “republicano” jogar lenha na fogueira do Golpe ?

Onde é que já se viu uma agência federal de investigação fazer press-release para ALGUNS órgãos de imprensa que militam, desde Vargas, na derrubada de presidentes trabalhistas e no desmanche da Petrobras ?

A Polícia Federal do zé da Justiça milita em algum partido ?

A Polícia Federal por acaso é contra o regime de partilha ?

Dá nisso, amigo navegante.

Manter um Ministro da Justiça (?) que sofre de incurável vocação para omitir-se; sonha em ser Ministro do Supremo e, em campanha, não pode “queimar-se”;  e, como 99,99% dos petistas de São Paulo, têm mais medo do PiG do que do Daniel Dantas.

É daqueles que não podem ver um(a) repórter do local da Globo …

E é assim que a Presidente Dilma vai para a campanha de 2014.

Com esse Ministro da Justiça, que desmerece a cadeira em que se sentaram Tancredo Neves, Ruy Barbosa, Nabuco de Araujo. 

Com essa Polícia Federal que, um dia, foi Republicana.

E, como demonstra impecavelmente o Rubens Valente, no livro “sem Gilmar não haveria Dantas”foi devidamente desfigurada para deixar o Dantas solto.

Como diz o Mino Carta, “o Genoino preso e o Dantas às soltas”.

Essa é a Polícia Pigal Federal.

Esse é o Supremo.

Esse é o zé.

Viva o Brasil !


Paulo Henrique Amorim


(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

(**) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.


Conversa Afiada


Destaques: links para outros posts do CAf.

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sexta-feira, 28 de março de 2014

CPI da Petrobras: quem ganha e quem perde


"A aventura da CPI é um coquetel fantástico, que, quase sempre, mistura conspiradores, oposicionistas, políticos negocistas, meios de comunicação com interesses variados, de políticos a comerciais - em suma, a elite do subdesenvolvimento político-empresarial brasileiro. Vale para todos os tempos, inclusive para os tempos de PT oposição.


Quem ganha e quem perde com as CPIs

Luis Nassif


Primeiro passo é rasgar a fantasia. A CPI proposta, para apurar o caso Pasadena, tem duas ameaças objetivas e um propósito subjacente.
As ameaças:


Deixar Dilma Rousseff sangrando durante as eleições.

No limite, batalhar por um impeachment.


O propósito: barganhar.




O governo Dilma conseguiu juntar um conjunto de fatores desfavoráveis - mas que, dependendo do ângulo que se olhe, podem ser vistos como positivos.

Barganhou pouco com o Congresso e com os grupos de mídia, mesmo pecado de Fernando Collor.

Apesar da visão desenvolvimentista, do esforço e dos mimos às federações empresariais, não é vista como um deles. Também não é vista como representativa dos movimentos sociais e sindicais.

Por outro lado, mantém imagem de seriedade, terá o que mostrar na campanha eleitoral - daí a pressa da oposição. E tem o trunfo de ser conhecida por todos. Portanto, é garantia de previsibilidade – ainda que de uma previsibilidade desanimada -, ao contrário dessa maluquice de abrir a Caixa de Pandora de uma CPI.

Também tem a seu favor todos os grupos que não acreditam no potencial dos candidatos da oposição. Além, obviamente, da imensa massa de seguidores de Lula.

A aventura da CPI é um coquetel fantástico, que, quase sempre, mistura conspiradores, oposicionistas, políticos negocistas, meios de comunicação com interesses variados, de políticos a comerciais - em suma, a elite do subdesenvolvimento político-empresarial brasileiro. Vale para todos os tempos, inclusive para os tempos de PT oposição.

Assim como na crise de Vargas em 1954, como em 1964, na campanha do impeachment de Collor, papel central é ocupado pelos grupos de mídia e por sua capacidade de insuflar a opinião pública. Cabe a eles criar o clima, soltando matérias em cima de matérias, fundamentadas ou mesmo sem fundamento, visando gerar a catarse.

Por aqui, uma notícia falsa - a de que Dilma fora conivente com a cláusula put (absolutamente usual em contratos dessa natureza) alimentou por quatro dias o denuncismo da imprensa. Mas ainda houve pausas e fôlego para esclarecer a informação.

Em uma CPI, será literalmente impossível. Serão uma denúncia e dez factoides por semana. Daí essa atração perigosa por CPIs.

Na campanha do impeachment de Collor, durante dias falou-se que ele movimentava milhões em sua conta pessoal, sacando e aplicando diariamente. E era apenas uma conta comum dos bancos, de reaplicação diária do saldo, o chamado overnight.

Criado o clima irracional, abre-se a Caixa de Pandora e os desdobramentos posteriores serão imprevisíveis, com a possibilidade de aparecer novos protagonistas não previstos inicialmente - como o grupo militar da Sorbonne em 1964.

Por aí se entendem dois movimentos prévios da mídia, procurando afastar dois atores potenciais:

As críticas surpreendentes da Globo à intervenção militar de 1964 - inclusive através do Jornal Nacional.

A operação desmonte Joaquim Barbosa. Como todo movimento que junta interesses variados, há a necessidade de um avalista moral. O candidato natural seria Joaquim Barbosa. Por imprevisível e incontrolável, foi descartado. Agora, tratam de trazer a cena a imagem simbólica de El Cid, o Campeador, esse Varão de Plutarco de nome Fernando Henrique Cardoso.


Quem ganha com a CPI

Imagine-se que a Operação CPI seja bem sucedida.

Todos os atores envolvidos terão ganhos expressivos:

1. Grupos de mídia.

Voltarão a ter a imensa influência que obtiveram pós-impeachment e certamente acesso a facilidades para essa dura travessia para o mundo de competição da era digital.

2. Aécio e Eduardo Campos.

Já se apresentaram como os novos líderes da oposição e já ensaiaram pactos que assegurariam uma governabilidade, caso a crise se agrave.

3. Senadores e parlamentares em geral.

A CPI não sendo bem sucedida, todas as emendas parlamentares - que os grupos de mídia vivem apregoando como o veneno da democracia - serão liberadas, graças a essa parceria grupos de mídia-baixo clero. Sendo bem sucedida, estarão bem situados na próxima orquestração política.


O que não se combinou com os russos

É evidente que trata-se de uma aposta de alto risco, na qual os grupos podem sair vitoriosos... ou derrotados.

Então, se houver bons estrategistas de seu lado, terão que ponderar os seguintes fatores fora de controle:

Em 1964 havia um partido rachado, o PTB, sem uma liderança única, e com baixa ascendência sobre os novos incluídos. Agora, tem-se um partido orgânico, o PT, sob a liderança de um político, Lula, com fôlego para levantar o país.

Se fosse em 2010, ter-se-ia um STF maioritariamente partidarizado e um Procurador Geral da República engrossando o coro. Agora, não, há um STF legalista.

Em 1964 havia o tenentismo ainda uma voz influente nas Forças Armadas, organizando a reação e sendo fortalecido pela quebra de hierarquia militar. Agora, não mais, embora as comissões da verdade incomodem.

Em 1964, tinha-se a guerra fria e o fantasma presente de golpe dos dois lados - ainda que para um dos lados fosse apenas uma miragem.

Tinha-se também uma situação econômica difícil, com inflação e estagnação econômica. Agora tem-se uma economia andando de lado, mas com os menores índices de desemprego da história. E, em que pesem os erros cometidos, muito longe do caos econômico de 64.

Finalmente, teve o Comício da Central e a assembleia dos marinheiros, liberando forças incontroláveis. Agora, há cuidados.


Mais ainda. Uma radicalização do quadro político agravará sensivelmente o quadro econômico, produzirá uma guerra política sem quartel.

Quem quer bancar?


Quem perde com a CPI


Não sendo bem sucedida a operação, como ficarão os grupos?

1. Grupos de mídia.

Será a derradeira cartada. Cada demonstração excessiva de poder provoca desgastes consideráveis e aumenta os anticorpos daqueles que denunciam a cartelização da mídia. Os impactos sobre a economia terão efeitos pesados sobre a publicidade e sobre a situação financeira já combalida de muitos grupos.

2. Aécio e Campos.

Abrem mão da imagem de bom mocismo e apostarão firmemente na radicalização. Se derrotados, são varridos do mapa político; vitoriosos, se tornarão reféns dos grupos de mídia e da radicalização política brasileira.

3. Senadores e parlamentares em geral.

Os espertos saberão como barganhar e pular para o barco mais sólido. Mas arcarão com o desgaste pelas turbulências econômicas que vierem a provocar.


As saídas óbvias

Há dois tipos de impaciência alimentando a crise.

A da oposição é conhecida: a perspectiva de não apenas perder as eleições para a presidência da República mas para dois estados chaves, São Paulo e Rio.

Mas o combustível maior é de outra natureza.

Há tempos as pesquisas vinham apontando que o eleitor quer mudanças com Dilma Rousseff.

Quando a presidente não acena com nenhum sinal de mudança, persiste em uma teimosia férrea, não acata nenhuma crítica, nem as fundamentadas, alimenta a marola que, persistindo a teimosia, transforma-se em inundação.



GGN - Luis Nassif Online

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