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domingo, 8 de maio de 2011

Uma mulher extraordinária



Hoje é Dia das Mães.

E eu quero aproveitar a data para contar pra vocês uma pequena história de vida e de dignidade.

Minha mãe já não está mais comigo fisicamente. Mas em mim ela vive e tem continuidade, pela hombridade, integridade e caráter que me legou.

Mulher simples, de origem camponesa, de raízes no mundo rural, de família pobre do Vale do Paraíba, interior de São Paulo. Mulher com pouquíssima instrução, sem o primário completo, sem diplomas. Lia bem, mas tinha dificuldade até para escrever o próprio nome. 

Mas que grande bagagem ética e estofo moral! Quantos valores imperecíveis a partilhar, a transmitir! 


Família Carvalho. Foto de meados dos anos 20 do século passado. Minha mãe, Geralda, é a segunda, da direita para a esquerda, junto do meu avô, Olímpio, de minha avó, Júlia, e de meu bisavô, Adolfo. A primeira à direita, tia Maria Olímpia, que não conheci. À esquerda, a querida tia Leonor, e ao lado dela o Zeca, falecido em criança.


Mulher de caráter, uma das coisas que me ensinou logo nos primeiros anos: "Não fazer ao outro o que não quer para si"... ensinamento básico da boa convivência entre os cidadãos, princípio fundamental da ética planetária.

Mulher de fibra, às vezes séria, às vezes dura, mas acolhedora dos mais frágeis, me ensinou também a solidariedade: "Fazer o Bem e não olhar a quem", ela dizia...

Apesar dos percalços que enfrento e que já contei aqui, sou uma pessoa feliz, bem estruturada, sem grandes conflitos. Venho de uma "árvore" abençoada. Sou ramo de árvore sagrada, símbolo de força, coragem, firmeza, resistência, lealdade, que não se verga diante de intempéries.

Na Grécia antiga, associada a Zeus, entre os romanos a Júpiter e até entre os celtas, os druidas, os nórdicos... a madeira do carvalho era usada em rituais mágicos e para acender o fogo sagrado.


O carvalho era considerado Árvore da Vida na era pré-cristã. As folhas e os frutos do carvalho propiciavam força, liderança, sucesso nas batalhas aos guerreiros que os utilizavam.

Em Roma, coroas feitas com folhas de carvalho eram concedidas aos generais bem-sucedidos nos empreendimentos bélicos.

                                        


Diz-se que ao pé de um carvalho Abraão recebeu as revelações de Deus. Ou seja, a árvore foi um instrumento de comunicação entre o Céu e a Terra.


O carvalho é árvore-símbolo de hospitalidade e acolhimento. Seus galhos e folhagem parecem abraçar os que nela procuram abrigo.




E vejam só que coisa interessante: o carvalho é usado por botânicos e geólogos para medir catástrofes naturais num ambiente. Se querem saber o índice de temporais e tempestades que aconteceram numa floresta, eles observam o carvalho, pois é a árvore que mais absorve as consequências dos temporais.


Quanto mais tempestades e intempéries o carvalho enfrenta, mais suas raízes se aprofundam na terra, mais seu tronco se enrijece, mais forte ele fica, sendo impossível arrancá-lo ou derrubá-lo!
 
Muitas vezes, depois de passar por tantas agressões naturais, o carvalho fica com uma aparência triste. Mas quando uma tempestade se avizinha, lá está ele de novo, firme e forte, para encarar o novo desafio.
 

O carvalho é símbolo da Vida e da verticalidade, em eterna evolução e ascensão para os céus. Árvore feminina, nutridora, muitos a associam à Grande Mãe.


*

sábado, 7 de maio de 2011

Vamos deixar Fonteles ser assassinado?

"Viúvas da ditadura" promovem ameaças veladas e intimidações a Paulo Fonteles Filho e outros membros do GTT - Grupo de Trabalho Tocantins, do Ministério da Defesa.

Denúncias já foram encaminhadas à Polícia Federal, Ministério da Defesa, Ministério da Justiça, Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, Ordem dos Advogados do Brasil... e até o momento nenhuma investigação teve início. E nenhuma proteção oferecida.

Afinal, que Estado Democrático de Direito é este?



Sobre a minha “morte”


Por Paulo Fonteles Filho


Ontem, 5 de maio, circulou pelas redes sociais que teriam me assassinado em um bar, junto à minha mulher, em Belém.

A coisa foi tão contundente que jornalistas, amigos, foram até a casa de minha mãe, no bairro do Telégrafo, confirmar se eu havia mesmo sido morto. Houve ligações para o Ciop e até o Secretário de Segurança Pública do Pará, Luís Fernandes, fora acordado de madrugada para confirmar o ocorrido.

E a notícia parece que continua circulando. O Vítor Haôr, jornalista marabaense, acaba de me ligar neste momento, às 13:42, perguntando se a macabra notícia era verdadeira. Falei com ele e disse que estava bem, e vivíssimo da silva.

Na alta madrugada, quando dormia candidamente ao lado de minha mulher, irmãos e primos quase derrubaram a porta de meu apartamento, e ao me avistarem, sonolento, disseram que eu tinha morrido. Quase morri mesmo, de susto.

O ocorrido poderia render boas gargalhadas, no futuro, se tal acontecimento não fosse de tanto mau-gosto e se a repercussão não tivesse chegado a tão longe: amigos em Macapá e até na distante Porto Alegre já estavam velando-nos.

Acontece que toda essa “papagaiada” tem endereço certo: continuar intimidando-nos.

Não apenas a mim, mas, sobretudo, o trabalho desenvolvido para desnudar os acontecimentos violentos praticados pelas forças de repressão da ditadura militar no combate ao movimento guerrilheiro do Araguaia.

Ontem, no dia de minha “morte”, passei toda a manhã e parte da tarde testemunhando num processo interno da Abin-PA.

Tal processo versa, dentre outras coisas, sobre possíveis ocultações de cadáveres de desaparecidos políticos e destruição de documentos da ditadura por servidores da Abin-PA. Tais servidores, Magno José Borges e Armando Souza Dias, são ex-militares, foram do Doi-Codi e atuaram na repressão à Guerrilha do Araguaia. Nos autos do processo quatro servidores da agência confirmam que ambos foram do famigerado Doi-Codi.

Um ex-mateiro daqueles sertões disse-me, há quinze dias atrás, que um tal de Capitão Magno, esse o nome verdadeiro, era quem cortava cabeças e mãos e estas eram enviadas a Belém, nos idos dos anos 70. Cabe dizer que Magno José Borges atualmente é vice-superintendente da Abin-PA.

Essas denúncias não são novas.

Em 2001, como Vereador de Belém, fui à tribuna da Câmara Municipal tratar do assunto.

Em 2008, o “Diário do Pará”, através do jornalista Ismael Machado, fez longa reportagem sobre o caso. Neste mesmo ano, representei ao Ministério Público Federal sobre a questão da Abin-PA. Está tudo postado em meu blog sobre a chamada “A luta entre o velho e o novo na Abin”, em fevereiro deste ano de 2011.

Lá no Sul do Pará, em São Domingos do Araguaia, meus companheiros também foram acordados com a minha “morte”. Fico sabendo, através de contato telefônico, que no último sábado, 30 de Abril, houve uma reunião de ex-soldados que estão abrindo o que sabem sobre a guerrilha com o representante da direção nacional do PCdo, como eu, no Grupo de Trabalho Tocantins, Sezostrys Alves da Costa em Marabá. E que no dia da reunião, uma caminhonete de vidro fumê, novamente, andou rondando a casa deste companheiro em atitude suspeita.

Sezostrys diz, ainda, que mais pessoas estariam recebendo telefonemas anônimos.

O fato é que mais de dez pessoas estão sob ameaças das viúvas da ditadura militar.

Acontece que desde junho do ano passado temos denunciado a questão.

Tais ameaças já foram informadas ao Ministério da Defesa, ao Ministério da Justiça, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, através da Comissão de Mortos e Desaparecidos, e à Polícia Federal. Isso sem falar que a própria OAB nacional, onde fizemos reunião semana passada, foi também informada sobre tais acontecimentos.

A imprensa paraense e nacional já tratou de repercutir o assunto e o PCdoB já fez até nota pedindo providências.

O problema é que até agora nada aconteceu para apurar as coisas, nada, absolutamente nada.

O que causa espécie é que estamos participando de uma investigação federal, no estado democrático de direito, “por dentro” das instituições republicanas, e as mesmas instituições, que dizem defender radicalmente a abertura dos arquivos e o achamento dos despojos de desaparecidos políticos nada fazem para proteger-nos e, por fim, desbaratar os últimos bastiões da repressão política do país.

Se alguma coisa nos acontecer a responsabilidade deve ser, também, imputada à manifesta letargia com que o aparato estatal brasileiro têm tratado as denúncias, que há muito temos feito, sobre as ameaças aos trabalhos de descortinar nossos anos-de-chumbo.





*

A corrupção no Judiciário

Temos falado muito aqui, aqui e também aqui de psicopatas e suas perversidades e crimes. E também de uma psicopata em especial, que há 40 anos elegeu a família desta blogueira sua vítima preferencial.

Invejosa e gananciosa doentia, em sua fúria insana contra a blogueira a Asquerosa acabou por transformar sua bela família numa quadrilha, hoje reles cúmplices de seus delitos.

Não satisfeita com tais desgraças que semeou em seu próprio jardim, insaciável que é quando se trata de destruir sua vítima, ao que tudo indica corrompeu também duas advogadas (alô, alô, OAB!) e servidores públicos, inclusive do mais poderoso dos poderes da República, aquele poder elitista, acima do Bem e do Mal, composto por semideuses, que não admitem controle da sociedade.

A peste chamada PSICOPATA só prospera, só se alastra, só destroi, só devasta de forma alucinante e covarde a vida de sua vítima porque encontra cúmplices, pessoas destituídas de valores verdadeiros, gente igualmente desprovida de freio moral.

A praga chamada PSICOPATA só semeia desgraças na sociedade porque encontra apoio em seres tão sombrios, trevosos, perversos e pervertidos quanto ela.

Abaixo um artigo sobre alguns dos eventuais cúmplices destes predadores sociais chamados psicopatas.


A corrupção no Judiciário

É dever de todos os advogados e magistrados éticos, que são a grande maioria, colaborar para o saneamento do Judiciário, denunciando a má conduta daqueles que, juízes ou não, concorrem com seus atos para o descrédito da classe e da entidade a que pertencem. Os que, cientes de práticas atentatórias à dignidade da Justiça, calam, contribuem para a impunidade e manutenção do atual estado de coisas, facilitam a corrupção, incentivam a degradação da instituição.

 
Benedito Calheiros Bomfim

Ex-presidente do Instituto dos Advogados Brasileiros, ex-conselheiro federal da OAB, membro da Academia Nacional de Direito do Trabalho


É natural que todas as associações e instituições humanas apresentem falhas ou distorções. Mas aquela da qual se espera menos imperfeições é a da magistratura. Ao optar por essa nobre carreira, o candidato está ciente de que a Lei Orgânica da Magistratura exige do juiz que mantenha “conduta irrepreensível na vida pública e particular” e que lhe é “vedado frequentar lugares onde sua presença possa diminuir a confiança e a consideração de que deve gozar o magistrado, ou possa comprometer o prestígio da Justiça”. Para a investidura no posto de ministro do STF e do STJ, a Constituição requer do candidato “notável saber jurídico e reputação ilibada”. No ato da posse, em todos tribunais superiores, o empossando jura, em sessão solene, “bem cumprir os deveres do cargo, de conformidade com a Constituição e as leis da República”. No Tribunal do Trabalho do Rio de Janeiro, compromete-se, perante o colegiado, “de pé, em voz alta”, a “bem cumprir os deveres do cargo, em conformidade com a Constituição e as leis da República”.

Os pretendentes à judicatura, salvo os oriundos do Quinto Constitucional, submetem-se a rigoroso concurso público. Embora o concurso não afira caráter, formação moral e vocação, e sim conhecimentos jurídicos e saber, pressupõe-se que o candidato preencha os requisitos éticos e morais legalmente exigidos.

Para que desempenhe a função com independência, tranquilidade, a salvo de necessidades materiais, pressões ou temor, a Constituição e as leis do país garantem à magistratura irredutibilidade salarial, vitaliciedade, inamovibilidade, padrão de vencimentos (superior à das outras categorias) compatível com o posto, aposentadoria com os vencimentos do cargo, prisão especial e foro privilegiado (regalias estas últimas não exclusivas da magistratura), direito a porte de arma etc. Daí o respeito e a confiança depositados na pessoa e na função do juiz, cuja missão era considerada, no passado, nobilitante, intocável e até aureolada de divina. Com atribuições de julgar práticas delituosas, conflitos patrimoniais, familiares, atos de outros poderes, o Judiciário constitui-se num superpoder, até há pouco fora de controle e fiscalização.

Dadas as relevantíssimas atribuições e autoridade que detém, a função do magistrado se reveste, perante a sociedade, de grande responsabilidade. Seus eventuais deslizes e desvios assumem maior gravidade do que os cometidos por quaisquer outros servidores públicos e, por isso mesmo, sua punição há de ser mais rigorosa que a cominada a quem, não tendo os mesmos deveres e obrigações, incorre em idênticas infrações ou delitos. O juiz ímprobo é o pior dos delinquentes porque trai seu juramento, abjura sua missão política, social e institucional. Menos mal fazem à sociedade os marginais do que o magistrado venal. Rui Barbosa, que já havia estigmatizado a venalidade e o medo do juiz como “prevaricação judiciária”, advertiu: “Nenhum tribunal, no aplicar a lei, incorre, nem pode incorrer, em responsabilidade, senão quando sentencia contra as suas disposições literais ou quando se corrompe, julgando sob a influência de peita ou suborno”.

Do comum das criaturas, é humano e razoável esperar que nem sempre tenham conduta irrepreensível; do malfeitor é natural que cometa atos anti-sociais; mas do juiz, encarregado de julgar formalmente seus semelhantes, bem como atos do Executivo e do Legislativo, só se admite conduta incensurável, ilibada.

Não é incomum juízes exararem despacho ou proferirem sentença em atenção a pedido de colegas, simplesmente para agradar ou para abrir caminho à promoção, o que não deixa de caracterizar uma modalidade de suborno. O foro privilegiado e o afastamento, compulsório ou a pedido, em caso de sindicância, com vencimentos integrais, mais se assemelham a um prêmio ao magistrado infrator.

É dever de todos os advogados e magistrados éticos, que são a grande maioria, colaborar para o saneamento do Judiciário, denunciando a má conduta daqueles que, juízes ou não, concorrem com seus atos para o descrédito da classe e da entidade a que pertencem. Os que, cientes de práticas atentatórias à dignidade da Justiça, calam, contribuem para a impunidade e manutenção do atual estado de coisas, facilitam a corrupção, incentivam a degradação da instituição.

Não basta, porém, moralizar o Judiciário. É preciso, mais: erradicar a cultura que faz do juiz, e não das partes, a figura central da Justiça; mudar o critério de composição do STF; instituir eleição direta para a direção dos tribunais. É necessário, enfim, democratizar a instituição.

Correio Braziliense, 18/06/2007.

*

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Brasil começa a sair da Idade das Trevas

Todos são iguais perante a lei e têm direito, sem qualquer distinção, a igual proteção da lei. Todos têm direito a igual proteção contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação. (Declaração Universal dos Direitos Humanos, artigo 7)

Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade (...).(Constituição Federal, artigo 5)


O Brasil deu mais um passo em direção ao mundo civilizado.

O Brasil começou a sair da Idade das Trevas.

O Supremo Tribunal Federal aprovou ontem, por unanimidade, a união estável de pessoas do mesmo sexo, equiparando-a à dos heterossexuais. O último voto coube ao presidente do Supremo, Cezar Peluso, depois de cinco horas de sessão.


Vários direitos serão viabilizados aos homossexuais, entre eles pensão, herança e adoção.

"Por que o homossexual não pode constituir uma família?", indagou o ministro Luiz Fux. "Por força de duas questões que são abominadas pela Constituição: a intolerância e o preconceito." "Quase a Constituição como um todo conspira para a equalização da união homoafetiva à união estável", completou.

De acordo com a ministra Cármen Lúcia, o casal gay constitui uma "entidade familiar", com direitos e deveres reconhecidos no ordenamento jurídico. "A discriminação é repudiada no sistema constitucional vigente", afirmou a ministra.

O ministro Joaquim Barbosa declarou-se totalmente a favor: "Dignidade humana é a noção de que todos, sem exceção, têm direito a uma igual consideração". Segundo o ministro, "a Constituição estabelece, de forma cristalina, o objetivo de promover a justiça social e a igualdade de tratamento entre os cidadãos".

Por sua vez, a ministra Ellen Gracie informou que já no código napoleônico a prática homossexual, até então considerada um delito, foi descriminalizada. "Uma sociedade decente é uma sociedade que não humilha seus integrantes", complementou.

"Vitória da cidadania". Assim se manifestou Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transsexuais (ABGLT). "O Supremo está julgando que não pode haver discriminação contra o amor e contra o afeto, e isso é muito importante. Não esperávamos uma vitória tão grande", comemorou.

A decisão do STF garantirá segurança jurídica aos casais em união homoafetiva estável, ao reconhecer o princípio da igualdade e da dignidade humana aos homossexuais.

Vitória da cidadania. Vitória dos Direitos Humanos. Vitória do Estado Democrático de Direito.


Homofóbicos de plantão, cuidado! Nem tudo está perdido. As coisas começam a mudar em Terrae Brasilis...

Liberdade, Igualdade, Fraternidade!






quinta-feira, 5 de maio de 2011

Psicopatas: eles estão entre nós



Quem já teve o infortúnio de ter sua casa infestada por ratos, sabe bem a "tragédia" que é.


Estou falando de rato, mesmo, o roedor.  Aquele bichinho até simpático, cheio de vivacidade, de quatro patas e rabo fininho... bichinho rápido, serelepe, difícil de pegar... e muito, muito danoso.


O bicho rato ataca na escuridão da noite, às escondidas, nas sombras. Invade nossas despensas, fuça prateleiras de comida, em busca de algo para roubar. Diferente das baratas, os ratos só atacam pelas costas, traiçoeiros e covardes que são...


Se acendemos a luz de repente, fogem como um tiro, desaparecem numa velocidade incrível.


As trevas são o ambiente preferido dos ratos e ratazanas. Eles apreciam esconderijos. Adoram um esgoto.


O mesmo se dá com a "rataria" humana. A gatunagem, a ladroagem. Falo de vigaristas, golpistas, estelionatários. Súcia, corja, quadrilha. Gentalha.


Muitos destes meliantes constituem o que a psiquiatria chama PSICOPATAS.


Como já dissémos aqui, psicopatia não é doença mental. É mau-caratismo ao cubo. Psicopatas são cínicos, mentirosos, manipuladores. Tumores malignos no tecido social. "Ratos", que por onde passam deixam um rastro de imundície e destruição.


A mente de um psicopata é o que popularmente se chama "oficina do diabo". Só funciona no sentido de produzir golpes e iniquidade.


A impunidade ajuda muito. E a ignorância também. Quando não se tem consciência do Mal, ele se alastra. Exatamente como um câncer tardiamente descoberto. As metástases se espalham por toda a parte.

Ontem casal de inquilinos colocaram três viaturas da Polícia Militar em minha porta, alegando que os teria ofendido ou algo assim. Mentira. Nem os vi ontem. Vítima de hostilidades e provocações de um deles, eu, que "não nasci ontem", resolvi ficar dentro de casa, escrevendo meus posts, trabalhando, cuidando de minhas coisas.


O que fizeram, para me intimidar e constranger, é crime: denunciação caluniosa. Arts. 339 e 340 do Código Penal.


Além de tomar outras providências, encaminhei lista contendo nomes de todos os envolvidos com os ilícitos a alto representante da Anistia Internacional, que já tem ciência dos fatos todos.


Se o Judiciário não fizer sua parte urgentemente, não apurar denúncias que venho fazendo no Ministério Público, outros crimes mais graves serão cometidos.


Psicopatas são predadores sociais. Precisam ser desmascarados e punidos com rigor. Suas vítimas precisam ser protegidas pelo Estado, pelo Poder Judiciário.


Mais uma vez posto um vídeo esclarecedor, para que todos possam identificar psicopatas em suas vidas e se proteger.


Vamos "acender luzes potentes", "holofotes", sobre estes excrementos em forma de gente.








Link do video: http://www.youtube.com/watch?v=n2FeRS3Jv6A









quarta-feira, 4 de maio de 2011

Obama executa Osama - ATUALIZAÇÃO



"Todo o homem tem direito, em plena igualdade, a uma justa e pública audiência por parte de um tribunal independente e imparcial, para decidir de seus direitos e deveres ou do fundamento de qualquer acusação criminal contra ele."

                             Declaração Universal dos Direitos Humanos, artigo 10

                   
O Prêmio Nobel da Paz de 2010, presidente do suposto país mais democrático do mundo, Barack Obama, se dirigiu ontem a toda a cidadania planetária para comunicar e comemorar a execução sumária, com um tiro na cabeça, sem direito a defesa, sem direito a julgamento, a execução sumária do ativista saudita Osama bin Laden, em Abbottabad, Paquistão. 

Unidade de elite do Exército norte-americano tomou de assalto a casa-fortaleza onde o líder da Al Qaeda se refugiava. Segundo os americanos, Osama resistiu e foi alvejado na cabeça. Outros acompanhantes seus, três homens e uma mulher, foram igualmente executados pelas Forças do Bem. Entre os homens estaria um dos filhos de Osama.

"A Justiça foi feita!", declarou todo pimpão o candidato à reeleição, com popularidade em baixa, precisando urgentemente de um bom cabo eleitoral. Encontrou.

Sem apuração de qualquer culpabilidade ou envolvimento com terrorismo, os acompanhantes de Osama, que poderiam ser até serviçais, quem sabe, foram chacinados, sem dó nem piedade, numa ação rápida, que durou 40 minutos. Por que a pressa?

O cadáver de Osama, segundo seus executores, foi "atirado ao mar", também pela decisão soberana do "dono do mundo".



                                                                 Charge do blog Náufrago da Utopia

Os vassalos do dono do mundo, todos nós, nunca saberemos em que condições Osama foi assassinado, se com 1 tiro na cabeça ou 300 pelo corpo todo, atirado aos peixes que foi...

Nenhum ser humano verdadeiramente digno comemora a morte de quem quer que seja.

Nenhum país verdadeiramente democrático, que respeita os Direitos Humanos, faz justiça com as próprias mãos, executando barbaramente quem quer que seja.

Não vivemos na selva. Não vivemos em cavernas. Já ultrapassamos há milênios a Idade da Pedra Lascada.

Vivemos na sociedade planetária. Dispomos de ordenamento jurídico sofisticado, Tribunal Penal Internacional e outras instâncias afins.

Somos todos cidadãos, com direitos e obrigações.

Todos, sem exceção, cidadãos com Direito à Vida, a julgamento justo, público, por tribunal independente. 

A Justiça foi feita? 

Oh, my God!


Atualização:

Novas versões sobre a execução de Osama Bin Laden por grupo de elite do Exército dos Estados Unidos já começaram a ser divulgadas ontem e hoje.

De início, dizia-se que Osama morreu com um tiro na cabeça. Ontem já se falava de um outro tiro, no peito. Divulgou-se que o líder da Al Qaeda resistiu ao ataque, sendo então alvejado. Agora as manchetes dos jornais estampam que Bin Laden estava desarmado.

Na edição online do Globo, no primeiro parágrafo, noticia-se que Osama Bin Laden foi executado diante de toda a sua família. Leiam:


"RIO - Uma filha adolescente de Osama bin Laden assegurou em interrogatório que seu pai foi capturado vivo pelas forças americanas nos primeiros minutos da operação e foi executado na frente de familiares, informaram oficiais paquistaneses à TV saudita Al Arabiya. Segundo ela, o líder da al-Qaeda estava no primeiro andar do complexo em Abbottabad, no Paquistão, quando a ação ocorreu."


Não é à toa que jogaram o cadáver ao mar...


O Prêmio Nobel da Paz, presidente do país mais democrático do planeta e atual dono do mundo, violador de Direitos Humanos e do Direito Internacional, deve explicações a toda a cidadania planetária sobre este massacre bárbaro e covarde.


Estamos aguardando, Mr. Obama! E que sejam explicações convincentes!







Chega de Violência Contra os Direitos Humanos!


Stop Violence Against Human Rights!







terça-feira, 3 de maio de 2011

Obama executa Osama: "Oh, my God!"



"Todo o homem tem direito, em plena igualdade, a uma justa e pública audiência por parte de um tribunal independente e imparcial, para decidir de seus direitos e deveres ou do fundamento de qualquer acusação criminal contra ele."


                             Declaração Universal dos Direitos Humanos, artigo 10


                   
O Prêmio Nobel da Paz de 2010, presidente do suposto país mais democrático do mundo, Barack Obama, se dirigiu ontem a toda a cidadania planetária para comunicar e comemorar a execução sumária, com um tiro na cabeça, sem direito a defesa, sem direito a julgamento, a execução sumária do ativista saudita Osama bin Laden, em Abbottabad, Paquistão. 


Unidade de elite do Exército norte-americano tomou de assalto a casa-fortaleza onde o líder da Al Qaeda se refugiava. Segundo os americanos, Osama resistiu e foi alvejado na cabeça. Outros acompanhantes seus, três homens e uma mulher, foram igualmente executados pelas Forças do Bem. Entre os homens estaria um dos filhos de Osama.


"A Justiça foi feita!", declarou todo pimpão o candidato à reeleição, com popularidade em baixa, precisando urgentemente de um bom cabo eleitoral. Encontrou.


Sem apuração de qualquer culpabilidade ou envolvimento com terrorismo, os acompanhantes de Osama, que poderiam ser até serviçais, quem sabe, foram chacinados, sem dó nem piedade, numa ação rápida, que durou 40 minutos. Por que a pressa?


O cadáver de Osama, segundo seus executores, foi "atirado ao mar", também pela decisão soberana do "dono do mundo".



                                                                 Charge do blog Náufrago da Utopia


Os vassalos do dono do mundo, todos nós, nunca saberemos em que condições Osama foi assassinado, se com 1 tiro na cabeça ou 300 pelo corpo todo, atirado aos peixes que foi...


Nenhum ser humano verdadeiramente digno comemora a morte de quem quer que seja.


Nenhum país verdadeiramente democrático, que respeita os Direitos Humanos, faz justiça com as próprias mãos, executando barbaramente quem quer que seja.


Não vivemos na selva. Não vivemos em cavernas. Já ultrapassamos há milênios a Idade da Pedra Lascada.


Vivemos na sociedade planetária. Dispomos de ordenamento jurídico sofisticado, Tribunal Penal Internacional e outras instâncias afins.


Somos todos cidadãos, com direitos e obrigações.


Todos, sem exceção, cidadãos com Direito à Vida, a julgamento justo, público, por tribunal independente. 


A Justiça foi feita? 


Oh, my God!