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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

"Mataram a juíza do povo"



O ABC! continua acompanhando o desenrolar dos fatos e investigações sobre o atentado ao Estado Democrático de Direito que foi o brutal assassinato da juíza Patrícia Acioli, executada com 21 tiros em Niterói, Rio de Janeiro, no último 11 de agosto. Abaixo, matéria do blog do combativo e corajoso blogueiro carioca, Ricardo Gama, a respeito.






Reprodução do jornal O Dia on line



Rio - Principal Aliado da juíza Patrícia Acioli no combate aos grupos de extermínio na 4ª Vara Criminal de São Gonçalo desde 2003, o promotor Paulo Roberto Cunha Júnior elege a magistrada como ‘a juíza do povo’. Em entrevista exclusiva a O DIA, ele revela como era o dia a dia com Patrícia — executada com 21 tiros — na porta de casa dia 11 de agosto. “Ela entendia – e eu concordo – que não cabia a ela pedir ou deixar de pedir segurança”. Oito policiais do 7º BPM (São Gonçalos) são suspeitos do crime. Trinta e cinco foram remanejados da unidade.

O DIA: Como era o dia a dia com a juíza Patrícia ?

PAULO ROBERTO: Ela era descontraída, avessa a formalismo. O ambiente de trabalho na 4ª Vara Criminal era o melhor possível. Tenso pelos processos graves, mas agradável pelo coleguismo que havia entre promotores, defensores e a juíza, mesmo discordando em muitos momentos.


O DIA: E as ameaças? Refiro-me ao nome do senhor em lista de 12 marcados para morrer, como o de Patrícia. 


PAULO ROBERTO: Não estava escrito: ‘marcados para morrer’. Era uma lista, com o nome de várias pessoas, inclusive, comparsas de quem, supostamente, a escreveu. Nessas ocasiões é preciso ter calma e tomar as providências cabíveis.


O DIA: A execução da juíza com 21 tiros chocou a sociedade. Como o senhor enfrenta esse triste episódio? 


PAULO ROBERTO: Durante oito anos, a doutora Patrícia se tornou minha amiga e a perda é irreparável. A sociedade perdeu uma magistrada corajosa, honesta, que tinha compromisso com o povo de São Gonçalo. O mais pobre dos mendigos que chegasse até a 4ª Vara Criminal encontraria as portas do gabinete dela abertas e teria atenção pelo tempo necessário. No velório, senhora que tinha sido jurada me abraçou chorando e disse: ‘Doutor, mataram a nossa juíza, mataram a juíza do povo, doutor’. Acho que é boa definição, porque pessoas honestas, tinham essa ideia, de que a 4ª Vara Criminal era lugar sério, onde se poderia encontrar ajuda, justiça.


O DIA: Embora a juíza não tenha pedido escolta, enviava solicitações de investigação de ameaças ao TJ. O que deve ser mudado para evitar outras mortes ? 


PAULO ROBERTO: A doutora Patrícia entendia – e concordo – que não cabia a ela pedir segurança. Ela enviava as notícias de ameaça e aguardava que o DGSEI do TJ investigasse e concluísse se era necessário escolta. A análise é técnica. Não pode depender da maior ou menor coragem do ameaçado, que é leigo.É preciso que a segurança seja feita de forma preventiva, e não reativa. E se não houver a ameaça primeiro? Caso haja, até quando é válida? Um ano, dois anos? Parece que em determinados processos, o risco deve ser presumido. É importante que tanto o Judiciário quanto o MP tenham corpo de segurança para membros. Não é razoável que quem faça a segurança seja recrutado na corporação de onde saem os acusados.


O DIA: Oito PMs do batalhão de São Gonçalo são suspeitos. Isso é prova da ousadia? 


PAULO ROBERTO: A Divisão de Homicídios faz trabalho meticuloso para chegar aos culpados. Quem cometeu o crime bárbaro e covarde fez um desafio aberto às instituições. E as instituições estão respondendo à altura. O trabalho está mantido, as investigações estão prosseguindo, os processos andando, os júris sendo feitos. Houve ousadia, mas houve profunda e infeliz ignorância. As instituições são maiores que as pessoas.


O DIA: O 7º BPM é reduto de grupo de extermínio. O que o senhor diz sobre isso?

PAULO ROBERTO: Tenho a convicção que não é pior que outros do estado. Se, hoje, suas mazelas estão em evidência é porque o MP e o Poder Judiciário estavam agindo, talvez mais firmemente, para combatê-las. É importante dizer que em muitos momentos tivemos apoio de comandantes do 7º BPM, como o coronel Ricardo Quemento, coronel Marcos Daflon, coronel Menezes, atual Corregedor da PM, coronel Teixeira, coronel Roberto Gil, e outros.


O DIA: Parte da munição que matou Patrícia era da PM. Como é possível vencer a batalha do Estado x Estado? 


PAULO ROBERTO: Os policiais não vêm de Marte, nem de Júpiter. Se vivemos numa sociedade em que a corrupção está disseminada, em que a ladroagem é aceita, como podemos querer que a polícia seja melhor? Se no Congresso Nacional cerca de 30% dos parlamentares são réus – fora os investigados – como ter legislação penal eficiente? Se os tribunais superiores adotam entendimentos jurídicos que alimentam a impunidade, como esperar respeito às instituições? O caso Patrícia marca uma encruzilhada na História brasileira: ou as pessoas de bem nos cargos públicos se unem para repensar o caminho que estamos seguindo, ou vamos afundar de vez na bandidagem e construir, ao invés de uma democracia, uma cleptocracia sem controle.


O DIA: Qual é o maior desafio no combate aos grupos de extermínio, assim como a contravenção, que conta com agentes do estado? 


PAULO ROBERTO: É preciso que haja instrumentos legais adequados. É preciso que haja mais responsabilidade, firmeza, consciência das instâncias superiores ao julgar. Por exemplo: é possível entender que um PM acusado de executar uma pessoa, fraudar ocorrência, ainda assim, responder ao processo em liberdade? Esse entendimento é razoável? Em São Gonçalo tivemos caso em que PMs presos por forjarem auto de resistência, foram soltos em Habeas Corpus, e, logo depois, presos em flagrante sequestrando e extorquindo. O que dizer à sociedade?


O DIA: O que a morte de Patrícia deixa como lição?

PAULO ROBERTO: O risco existe, é real. É preciso que a segurança de magistrados e promotores esteja preparada. Essas forças criminosas estão crescendo e se fortalecendo diante da inércia de quem deveria combatê-las, ao ponto de alguns débeis mentais se sentirem confortáveis o suficiente para assassinarem um juiz de Direito.


Blog Ricardo Gama

SP: Organização Criminosa Ataca Blogueira Cidadã



Peço desculpas aos leitores por estar tratando em vários posts de assunto aparentemente "particular". No entanto, trata-se verdadeiramente de assunto de interesse público.


Os demais assuntos que costumo trazer aqui (direitos humanos, cidadania, ativismo, mídia, política...) continuarão sendo tratados no ABC!


Não por acaso, inquilinos agressores me violentam, como relatado em vários posts. São executantes. Por trás deles há MANDANTES PODEROSOS, do chamado "colarinho branco". 


Por ser de extrema importância, reproduzo abaixo o post de ontem:



Querem calar a blogueira Sonia Amorim e o Abra a Boca, Cidadão! por meio de violências de todo o tipo, como já relatado em vários posts. Contribua de alguma forma para que esta voz não seja silenciada, para que este canal da cidadania não seja encerrado. Saiba como ajudar, escrevendo para o email particular da blogueira: escrevivendo@ig.com.br




Há cerca de 14 (quatorze) anos, eu, Sônia Maria de Amorim, editora, professora universitária, escritora, sou impedida por familiares (irmão, cunhada, sobrinhos), através de artifícios e outras manobras, sou impedida de dispor livremente de casa a mim legada por meus pais. 


Meu irmão faleceu em dezembro de 2005, tendo firmado comigo semanas antes de sua morte Contrato de Divisão Amigável de Imóvel, rompido por seus herdeiros meses após o falecimento.


Em setembro de 2008, passei a processar civilmente a viúva de meu irmão, Roseli Aparecida Velucci de Amorim, e filhos na ação de Obrigação de Fazer n. 0113358-2, 3a. Vara Cível do Fórum Penha de França, cidade de São Paulo.


Em outubro do mesmo ano, salvo engano, protocolizei na Promotoria de Justiça Criminal do Ministério Público do Estado de São Paulo representação contra meu sobrinho Geraldo José de Amorim Júnior, por falsidade ideológica e outros ilícitos que me prejudicam. A representação foi acolhida. A investigação está em curso no IP n. 1139/10, Fórum Criminal Barra Funda.


Em fevereiro do ano passado, depois de manifestações que fiz contra derrubada brutal de árvore nativa e centenária pelos familiares, o que configuraria, no meu entendimento, crime ambiental, passei a sofrer constrangimentos e ameaças. Sofri duas tentativas de atentado (sequestro? assassinato?). Para minha segurança, me refugiei durante quase seis meses em casa de um amigo, do outro lado da cidade.


Em agosto do ano passado, cansada de viver como refugiada, resolvi encarar o "desafio" de voltar a morar na minha própria casa. Dias depois, passei a ser monitorada, vigiada, dentro e fora de casa, o que me impede, por exemplo, de retomar meu trabalho. 


Como minha casa é assobradada e tenho no térreo uma outra casa, menor, suficiente para uma pessoa sozinha como eu, resolvi alugar a casa que fica no pavimento superior, para ter uma pequena renda e viver com dignidade. A locação teve início em setembro de 2010.


Semanas depois, meus inquilinos passaram a ser assediados pela viúva de meu irmão, por intermédio de uma vizinha, oferecendo para meus inquilinos casa com aluguel menor, enquanto era desferido linchamento moral, campanha difamatória contra mim, com os inquilinos e vizinhança, como os próprios inquilinos me relataram.


Em abril deste ano de 2011, o casal de inquilinos, com quem eu tinha uma relação harmoniosa e cordial, do dia para a noite, o casal de inquilinos se transformou numa dupla de agressores, passando a cometer violência moral, psicológica, patrimonial, inclusive com tentativa de agressão física à minha pessoa e ameaças de morte a mim e aos meus cachorros, Chico e Arthur.


Os mesmos agressores impediram que funcionário da Sabesp adentrasse em minha companhia no imóvel para verificação de rachaduras, provocadas por obras da companhia na região. Tal atitude constituía infração contratual. Juntando-se tal fato às agressões que passei a sofrer no quintal de minha casa, os inquilinos-agressores foram notificados da rescisão do contrato e do prazo de 10 dias para desocupação pela advogada Vera Vassouras. Também foram denunciados na 5a. Delegacia da Mulher por meio de Representação Criminal, acolhida pelo IP 270/11.


Os agressores não aceitaram o prazo para desocupação, promoveram nova sessão de desacato e violência, me notificando que só desocupariam o imóvel três meses depois, sem pagamento de aluguéis, como consideravam de seu direito, devido a depósito dado em garantia da locação.


Não tive outra alternativa a não ser aceitar tal imposição. E passei a viver sem os alugueis, refém dentro de minha casa, tomando todos os cuidados para não ser agredida fisicamente, embora continuasse ouvindo insultos, ofensas, ameaças, todo o tipo de imundície que vocês possam imaginar...


No último 17 de julho, minha casa sofreu princípio de depredação, eu e meus cachorros escapamos de agressão física dentro do nosso quintal. Os agressores, diante de seus familiares-vizinhos, ameaçavam colocar fogo na casa e me agredir caso eu saísse para fora.


Horas depois, em companhia de advogada, Vera Vassouras, pude sair em segurança e me dirigir ao 24.o DP para lavratura de Boletim de Ocorrência, que originou o Processo n. 0015365, na 1a. Vara Criminal e do Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra Mulher, Fórum Penha de França, contra Maurílio Alves de Lima Santos e Luana Cristina Sandes dos Santos.


O prazo que os próprios inquilinos-agressores estabeleceram para desocupação encerrou em 22 de agosto último. E ambos não cumpriram o compromisso que assumiram, continuando com as ofensas, ameaças e constrangimentos, inclusive de forma aberta, descarada, diante de seus familiares, mãe, tia, tio e outros.


E já avisaram que não saem. Querem que eu os indenize, por "rescisão de contrato"! Trocando em miúdos: não satisfeitos com toda a barbárie que praticam, continuarão morando de graça, às custas da blogueira que tanto denigrem, e ainda pretendem extorquir a vítima. 


Como vêem, não se trata de Lei do Inquilinato. Trata-se de Código Penal.


Ao que tudo indica, tentam me silenciar por insuficiência financeira (não pagamento de alugueis), contas altíssimas de água e luz, monitoramento de minhas movimentações dentro e fora de casa, constrangimentos vários.


E tenho indícios fortes de que há muitos meses meu telefone fixo encontra-se "grampeado".


Resumo da "Ópera": uma cidadã com Mestrado pela melhor universidade do País, onde inclusive foi professora, com no mínimo três décadas de experiência profissional em comunicação e editoração, com livros e outros trabalhos publicados, proprietária legítima de imóvel no valor de R$ 250 mil, no mínimo, sitiada dentro de sua casa, vivendo como refém de quadrilha e sendo transformada em "mendiga", e ainda assim correndo risco de ser amordaçada e silenciada para sempre. 


Com que direito esta gentalha tenta destruir a minha vida? A quem interessa este descalabro? Quem se beneficiaria com o silêncio da blogueira e do ABC! ? Quem são os mandantes das violências de toda a ordem cometidas contra a blogueira, dentro de sua casa?




Chega de Violência ! Basta de Impunidade !


Abram a Boca, Cidadã e Cidadão!


JUSTIÇA JÁ ! ! !




Sonia Maria de Amorim


Rua Antonio Luís Espinha, 11
Engenheiro Goulart - Penha - São Paulo - SP - Brasil


escrevivendo@ig.com.br


Conheçam meu outro blog: PSICOPATAS, onde também trato das violências que venho sofrendo.


*










domingo, 4 de setembro de 2011

SP: Violências contra a blogueira; saiba mais



Querem calar a blogueira Sonia Amorim e o Abra a Boca, Cidadão! por meio de violências de todo o tipo, como já relatado em vários posts. Contribua de alguma forma para que esta voz não seja silenciada, para que este canal da cidadania não seja encerrado. Saiba como ajudar, escrevendo para o email particular da blogueira: escrevivendo@ig.com.br




Há cerca de 14 (quatorze) anos, eu, Sônia Maria de Amorim, editora, professora universitária, escritora, sou impedida por familiares (irmão, cunhada, sobrinhos), através de artifícios e outras manobras, sou impedida de dispor livremente de casa a mim legada por meus pais. 


Meu irmão faleceu em dezembro de 2005, tendo firmado comigo semanas antes de sua morte Contrato de Divisão Amigável de Imóvel, rompido por seus herdeiros meses após o falecimento.


Em setembro de 2008, passei a processar civilmente a viúva de meu irmão, Roseli Aparecida Velucci de Amorim, e filhos na ação de Obrigação de Fazer n. 0113358-2, 3a. Vara Cível do Fórum Penha de França, cidade de São Paulo.


Em outubro do mesmo ano, salvo engano, protocolizei na Promotoria de Justiça Criminal do Ministério Público do Estado de São Paulo representação contra meu sobrinho Geraldo José de Amorim Júnior, por falsidade ideológica e outros ilícitos que me prejudicam. A representação foi acolhida. A investigação está em curso no IP n. 1139/10, Fórum Criminal Barra Funda.


Em fevereiro do ano passado, depois de manifestações que fiz contra derrubada brutal de árvore nativa e centenária pelos familiares, o que configuraria, no meu entendimento, crime ambiental, passei a sofrer constrangimentos e ameaças. Sofri duas tentativas de atentado (sequestro? assassinato?). Para minha segurança, me refugiei durante quase seis meses em casa de um amigo, do outro lado da cidade.


Em agosto do ano passado, cansada de viver como refugiada, resolvi encarar o "desafio" de voltar a morar na minha própria casa. Dias depois, passei a ser monitorada, vigiada, dentro e fora de casa, o que me impede, por exemplo, de retomar meu trabalho. 


Como minha casa é assobradada e tenho no térreo uma outra casa, menor, suficiente para uma pessoa sozinha como eu, resolvi alugar a casa que fica no pavimento superior, para ter uma pequena renda e viver com dignidade. A locação teve início em setembro de 2010.


Semanas depois, meus inquilinos passaram a ser assediados pela viúva de meu irmão, por intermédio de uma vizinha, oferecendo para meus inquilinos casa com aluguel menor, enquanto era desferido linchamento moral, campanha difamatória contra mim, com os inquilinos e vizinhança, como os próprios inquilinos me relataram.


Em abril deste ano de 2011, o casal de inquilinos, com quem eu tinha uma relação harmoniosa e cordial, do dia para a noite, o casal de inquilinos se transformou numa dupla de agressores, passando a cometer violência moral, psicológica, patrimonial, inclusive com tentativa de agressão física à minha pessoa e ameaças de morte a mim e aos meus cachorros, Chico e Arthur.


Os mesmos agressores impediram que funcionário da Sabesp adentrasse em minha companhia no imóvel para verificação de rachaduras, provocadas por obras da companhia na região. Tal atitude constituía infração contratual. Juntando-se tal fato às agressões que passei a sofrer no quintal de minha casa, os inquilinos-agressores foram notificados da rescisão do contrato e do prazo de 10 dias para desocupação pela advogada Vera Vassouras. Também foram denunciados na 5a. Delegacia da Mulher por meio de Representação Criminal, acolhida pelo IP 270/11.


Os agressores não aceitaram o prazo para desocupação, promoveram nova sessão de desacato e violência, me notificando que só desocupariam o imóvel três meses depois, sem pagamento de aluguéis, como consideravam de seu direito, devido a depósito dado em garantia da locação.


Não tive outra alternativa a não ser aceitar tal imposição. E passei a viver sem os alugueis, refém dentro de minha casa, tomando todos os cuidados para não ser agredida fisicamente, embora continuasse ouvindo insultos, ofensas, ameaças, todo o tipo de imundície que vocês possam imaginar...


No último 17 de julho, minha casa sofreu princípio de depredação, eu e meus cachorros escapamos de agressão física dentro do nosso quintal. Os agressores, diante de seus familiares-vizinhos, ameaçavam colocar fogo na casa e me agredir caso eu saísse para fora.


Horas depois, em companhia da advogada Vera Vassouras, pude sair em segurança e me dirigir ao 24.o DP para lavratura de Boletim de Ocorrência, que originou o Processo n. 0015365, na 1a. Vara Criminal e do Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra Mulher, Fórum Penha de França, contra Maurílio Alves de Lima Santos e Luana Cristina Sandes dos Santos.


O prazo que os próprios inquilinos-agressores estabeleceram para desocupação encerrou em 22 de agosto último. E ambos não cumpriram o compromisso que assumiram, continuando com as ofensas, ameaças e constrangimentos, inclusive de forma aberta, descarada, diante de seus familiares, mãe, tia, tio e outros.


E já avisaram que não saem. Querem que eu os indenize, por "rescisão de contrato"! Trocando em miúdos: não satisfeitos com toda a barbárie que praticam, continuarão morando de graça, às custas da blogueira que tanto denigrem, e ainda pretendem extorquir a vítima. 


Como vêem, não se trata de Lei do Inquilinato. Trata-se de Código Penal.


Ao que tudo indica, tentam me silenciar por insuficiência financeira (não pagamento de alugueis), contas altíssimas de água e luz, monitoramento de minhas movimentações dentro e fora de casa, constrangimentos vários.


E tenho indícios fortes de que há muitos meses meu telefone fixo encontra-se "grampeado".


Resumo da "Ópera": uma cidadã com Mestrado pela melhor universidade do País, onde inclusive foi professora, com no mínimo três décadas de experiência profissional em comunicação e editoração, com livros e outros trabalhos publicados, proprietária legítima de imóvel no valor de R$ 250 mil, no mínimo, sitiada dentro de sua casa, vivendo como refém de quadrilha e sendo transformada em "mendiga", e ainda assim correndo risco de ser amordaçada e silenciada para sempre. 


Com que direito esta gentalha tenta destruir a minha vida? A quem interessa este descalabro? Quem se beneficiaria com o silêncio da blogueira e do ABC! ? Quem são os mandantes das violências de toda a ordem cometidas contra a blogueira, dentro de sua casa?




Chega de Violência ! Basta de Impunidade !


Abram a Boca, Cidadã e Cidadão!


JUSTIÇA JÁ ! ! !




Sonia Maria de Amorim


Rua Antonio Luís Espinha, 11
Engenheiro Goulart - Penha - São Paulo - SP - Brasil


escrevivendo@ig.com.br


Conheçam meu outro blog: PSICOPATAS, onde também trato das violências que venho sofrendo.


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sábado, 3 de setembro de 2011

SP: solidariedade à blogueira perseguida



Querida Sônia, tenho acompanhado seu blog, é radicalmente absurdo saber o que tem ocorrido com você.


Gostaria de dizer algo que valesse a pena, contudo não sei o que escrever.


Concluindo: você pra mim é imortal. É estranho?


Explico:


Apreendi abundantemente na oficina, você é uma educadora distinta, admirável, rebelde, ÚNICA.


Abraços.




Transcrevi a mensagem nessa cor luminosa porque pra mim estas palavras são verdadeiramente OURO e LUZ. Escritas por um ex-aluno, de uma oficina que ministrei para escritores iniciantes. Um aluno-poeta, hoje também amigo, de alma limpa, coração generoso, grande caráter.


Enquanto os quadrilheiros intensificam suas patifarias covardes contra mim, tenho também oportunidade de receber do outro lado doçura, encorajamento, solidariedade, afeto, mãos estendidas.


Isso me fortalece e me encanta, como já disse aqui. Nem sei como agradecer, a não ser continuar firme e forte na luta diária contra a iniquidade, a ignorância, a brutalidade e a injustiça.


Um infinito abraço a vocês todos, meus queridos companheiros e companheiras de jornada no planeta, que compartilham comigo os valores imperecíveis da Verdade, da Solidariedade e da Justiça.


Neste momento, só tenho a oferecer a vocês singelas palavras e a extraordinária canção de Milton Nascimento.





Link do vídeo


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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

SP: Blogueira violentada por Quadrilha (atualização 13:48 hs.)



FORMAÇÃO DE QUADRILHA OU BANDO (Código Penal, artigo 288)


"Associarem-se mais de três pessoas, em quadrilha ou bando, para o fim de cometer crimes.


Pena - reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos.


Parágrafo único. A pena aplica-se em dobro, se a quadrilha ou bando é armado."


As violências que tentam calar esta blogueira não dão trégua. O casal de MARGINAIS (não os considero mais inquilinos), CRIMINOSOS, que insistem em permanecer ilegalmente dentro de minha casa, mesmo sendo processados criminalmente por mim, mesmo tendo seu prazo contratual encerrado, não dão trégua em suas ofensas, humilhações, ameaças. E agora contam claramente com o apoio, a cumplicidade, da mãe, da tia e do tio do delinquente.

E este casal é "apenas" língua-de-aluguel de familiares que a blogueira processa no Fórum Penha de França.

Isto é um descalabro sem tamanho.

Há três meses os MARGINAIS deixaram de pagar aluguel, se comprometendo a desocupar o imóvel em 22 de agosto último. Não o fizeram. Pretendem que a blogueira, proprietária legítima do imóvel, saia, para que eles fiquem. Seria cômico se não fosse trágico... Dominam tudo. Tudo corrompem, com sua criminalidade ostensiva, descarada.


E as famílias de ambos apoiam! Acreditam?!... 


E outra coisa: vivem todos com Jesus "na ponta da língua". Da língua ferina, podre, malcheirosa, fétida, que só faz difamar e denegrir uma cidadã, dentro de sua casa. 


Gentalha.


Polícia de São Paulo, Ministério Público Estadual e Federal, Banda Boa do Fórum Penha de França, parlamentares do Congresso Nacional comprometidos com os direitos humanos, ministra Iriny Lopes, da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres, ministra Maria do Rosário, da Secretaria Especial de Direitos Humanos, ministro José Eduardo Martins Cardozo, do Ministério da Justiça, deputados da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo ligados a direitos humanos, vereadores independentes da Câmara Municipal de São Paulo, blogueiros verdadeiramente progressistas, Partido dos Trabalhadores, PSOL, PSB e demais partidos de esquerda, mídia, jornais, revistas do Brasil todo... repercutam as denúncias escritas e postadas pela blogueira desde abril último. Anistia Internacional e outras entidades nacionais e internacionais de direitos humanos defendam, divulguem a luta desta blogueira.

Isso é um pedido de ajuda da blogueira e escritora Sonia Maria de Amorim, brasileira, solteira, que vive no bairro de Engenheiro Goulart, Penha, cidade de São Paulo.


Espalhem, divulguem, repercutam, reproduzam as denúncias, contatem autoridades em meu nome, no Brasil e no exterior. 


Grata por todo o apoio.


Grande e carinhoso abraço a todos!


Chega de violência! Basta de impunidade!


JUSTIÇA JÁ!!!




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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

São Paulo: Violência contra a blogueira



Depois de vários posts-denúncia sobre violências de todo tipo que venho sofrendo há meses dentro de minha própria casa, desferidas por um casal de marginais a quem processo criminalmente, decidi dar início a uma série de matérias para tratar destas violências e do que porventura esteja por trás delas. De infrações ao Código Penal a flagrantes violações de direitos humanos, os ilícitos são vários e a impunidade corre solta. A história é no mínimo escabrosa. E acontece não em lugarejos distantes e perdidos no interior do Brasil, mas na maior cidade brasileira, na cidade de São Paulo.




"Se queres ser universal, começa por falar da tua aldeia."
                    
                                                                                                    Leon Tolstoi



Engenheiro Goulart, um pequenino bairro situado na região leste da cidade de São Paulo, é a "aldeia" da blogueira. O bairro pertence à esfera administrativa da Subprefeitura da Penha e está sob jurisdição do Fórum Regional Penha de França. O prefeito da cidade de São Paulo é Gilberto Kassab (ex-DEM) e o governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB).


O nome Engenheiro Goulart vem da estação de trem, construída em 1934, e é homenagem a engenheiro que trabalhou na construção da via férrea, hoje linha Safira, que liga o bairro do Brás, no centro da cidade, à estação Calmon Viana, na estância hidromineral e turística de Poá, município da Grande São Paulo.


As ruas mais antigas do bairro têm nomes de profissões: Rua dos Professores, Rua dos Artífices, Rua dos Desenhistas, Rua dos Economistas, Rua dos Horticultores. E por falar em horticultura, no bairro há muitas famílias descendentes de japoneses, alguns ainda hoje feirantes. Do outro lado da via férrea, na várzea do rio Tietê, quando a família Amorim aqui se estabeleceu, no início dos anos 70, havia muitas hortas cultivadas por imigrantes japoneses e descendentes.


Viver em Engenheiro Goulart é alto risco para a blogueira, mas pode ser um privilégio para os demais moradores. O bairro está há vinte minutos de trem do centro da cidade e conserva uma certa atmosfera interiorana, com suas ruas tranquilas e arborizadas.


O bairro antigo passa por uma reestruturação arquitetônica. Várias construções das décadas de 30 e 40 vão dando lugar a casas modernas e até pós-modernas.


Um bairro tão pequeno não comporta mais que duas padarias, duas farmácias, uma papelaria, uma lan-house, uma Unidade Básica de Saúde e outros estabelecimentos de um pequeno comércio. Mas, curiosamente, Engenheiro Goulart abriga um teatro, o Teatro Municipal Flávio Império. E um grande parque, o Parque Ecológico do Tietê. Imenso, com várias trilhas, um pipódromo, lago, quadras poliesportivas, piscinas e muitos animais selvagens, como capivaras, antas, quatis e macacos, boa parte deles soltos.


Vizinho de Engenheiro Goulart encontra-se o campus leste da USP, Universidade de São Paulo. E não muito longe, o Aeroporto Internacional de Guarulhos.


É neste bairro gracioso que meu pai, José, operário aposentado da Companhia Nitroquímica Brasileira/Grupo Votorantim, e minha mãe, Geralda, dona de casa, adquiriram em 1972 a casa em que vivo hoje, compartilhando espaços  com gente violenta e arrivista.


A seguir, algumas imagens da minha "aldeia" e um passeio virtual de bicicleta pelas cercanias do bairro.



                                                   A Rua da Blogueira, onde vivem muitas personagens 
                                                                                                     dessa história-reportagem.


                                                      Estação de trem de Engenheiro Goulart/Foto: CPTU

                                                                                              Minipraça: marco zero do bairro

                                                                                         Teatro Flávio Império


                                                                                                            O pós-moderno 

                                                                         Rua aprazível e arborizada


E agora, pra relaxar, vamos pedalar, num passeio gostoso de bicicleta pelo Parque Várzeas do Tietê, sentindo o vento no rosto... Junte-se a nós! Join us!




Link do vídeo



Imagens apreendidas no Google Maps.


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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

CNJ investiga TJ-RJ no caso da juíza assassinada



Estão querendo transformar o CNJ, Conselho Nacional de Justiça, em mais um "penduricalho", com função decorativa e nada eficaz para a sociedade, retirando-lhe poder de fiscalização. Isso não pode acontecer. Não podemos permitir isso.


O CNJ tem mesmo que entrar com tudo na investigação das razões pelas quais a proteção à juíza Patrícia Acioli foi negligenciada, resultando no seu brutal assassinato.


O ABC! defende que o CNJ disponha cada vez mais de mecanismos para aumentar sua eficiência no combate à banda podre do Judiciário.

Tribunal de Justiça do Rio vai ser investigado por negligência na segurança de juíza

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Muito bom, uma ótima notícia, o CNJ vai investigar a OMISSÃO, INCOMPETÊNCIA, e a NEGLIGÊNCIA do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro com a morte da juíza Patrícia Lourival Acioli. 


Reprodução da capa do jornal O Dia:


Reprodução do jornal O Dia on line



Rio - O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro vai ser investigado pela Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por uma possível negligência em relação à segurança da juíza Patrícia Acioli. A juíza foi assassinada no dia 11, quando chegava em casa, em PiratiningaNiterói.

corregedoria quer esclarecimentos sobre os pedidos de escolta feitos por Patrícia, e se o TJ-RJ chegou a negá-los. A contradição entre o que afirmam os advogados e parentes da juíza e os integrantes do Tribunal de Justiça foi o que levantou dúvidas para a corregedoria.



Documentos comprovam pedidos



Fevereiro de 2010. A juíza Patrícia Acioli — executada com 21 tiros no último dia 11 — enviou relatório do Disque-Denúncia ao Tribunal de Justiça (TJ). No documento havia informações de que ex-policiais do 7º BPM (Alcântara), envolvidos com máfia dos caça-níqueis, estariam tramando a morte da magistrada com ex-integrantes do 12º BPM (Niterói) e 4º Comando de Policiamento de Área (CPA). Eles também teriam sido os responsáveis pelo assassinato com 12 tiros do advogado Augusto César Morgado, em janeiro daquele ano, na divisa de São Gonçalo com Itaboraí



O DIA teve acesso à tramitação do caso no TJ. Após receber ofício 10/2010 do gabinete de Patrícia, o caso foi encaminhado para Fábio Ribeiro Porto, juiz auxiliar do presidente do TJLuiz Zveiter. O magistrado pediu providências ao Departamento Geral de Segurança Institucional. Os agentes da Divisão de Atividades Contingenciais foram acionados para buscar informações na 71ª DP (Itaboraí), onde o caso foi registrado. Em junho, o órgão fez relatório no qual informou que não havia indícios de que a morte do advogado tinha elo com as supostas ameaças à magistrada. O crime estaria relacionado a envolvimento amoroso da vítima. A investigação levou a Diretoria de Segurança a descartar a necessidade de novas medidas de segurança para Patrícia.