Tradutor

Mostrando postagens com marcador Osho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Osho. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Sob a ditadura dos Sombrios Senhores de Toga



Alvíssaras!


Ainda há vida inteligente, sensível e culta. Na Justiça, na advocacia, na blogosfera cidadã.


Aos que vivem sob uma ditadura de nulidades togadas, que nos últimos tempos deram pra sair de seus pomposos gabinetes e nos "brindar" com pérolas de rocambolesco linguajar, eivado de estrambóticos barroquismos de pretensa (mas obtusa) "sapiência", nada como se refazer, ver por outra, bebendo alguns goles das águas puras, límpidas, cristalinas, vertidas pela simplicidade dos verdadeiros mestres.


A ditadura dos iluminados




Já ouvi falar de muitas ditaduras, a ditadura militar, a ditadura do proletariado, a ditadura de direita, a ditadura de esquerda, a ditadura do capital, a ditadura disso, a ditadura daquilo.

Mas nunca tinha ouvido falar a respeito da ditadura dos iluminados. Essa é mais uma abordagem original, inteligente e instigante de Osho, ao criticar os regimes que escravizam a liberdade do homem.

Assim ele diz no livro O Grande Desafio:

"Marx propôs a ditadura do proletariado, a ditadura dos pobres. Eu proponho uma ditadura dos iluminados. Ninguém a propôs até hoje. De vez em quando surge algo assim na minha mente maluca. Essa ideia eu cultivei a vida toda - a ditadura dos iluminados, porque, se ela é dos iluminados, não pode ser ditadura.

É um termo contraditório. A pessoa iluminada não pode ser um ditador como Joseph Stalin ou Adolf Hitler. A pessoa iluminada pode dar ordens a você, mas com base no amor, não com base no poder - ela não faz questão de nenhum poder - mas com base na intuição, porque ela tem olhos para ver e sente o potencial das pessoas.

Seus ditames só podem ser considerados sugestões, conselhos, orientações. Só na ditadura dos iluminados existe a possibilidade de uma democracia real, autêntica, e também do florescimento verdadeiro do comunismo: igualdade pela distribuição das riquezas, não da pobreza; destruição da pobreza em suas próprias raízes e elevação de todos à riqueza".

Esse pensamento de Osho é muito próximo daquele de Platão, que defendia o governo dos filósofos, o governos dos sábios. Uma dia a humanidade chegará a esse estágio de evolução da consciência!


*

domingo, 18 de dezembro de 2011

Celebração do Amor



O que é o Amor? O que é o Amor verdadeiro? Existe verdadeiramente Amor no estágio atual da humanidade? O que o mundo de hoje nos mostra? 


A seguir, palavras de um sábio.



O que é o Amor ? 


Eu não sei. Tudo o que sei é que experimentar o amor é uma das mais belas experiências da vida.

Para vivenciarmos o verdadeiro amor, quatro passos devem ser celebrados.

O primeiro passo é: esteja aqui e agora – porque o amor só é possível aqui e agora.

O segundo passo em direção ao amor é libertar-se dos sentimentos negativos… porque muitas pessoas amam, mas seu amor está contaminado por sentimentos como ciúme, possessividade ou medo.

O terceiro: compartilhe. O amor é uma fragrância a ser compartilhada, irradiada. O amor não pode ser acumulado; ele só pode ser compartilhado.

E o quarto: seja um nada. Somente quando você está vazio de você, há o amor. Quando você está cheio de ego não é possível amar. O amor e o ego não podem existir juntos. É impossível o amor e o ego estarem juntos, porque amor e Deus são sinônimos.

Somente uma pessoa que aprendeu a amar é madura. Uma pessoa madura não “cai de amor”, ela se “eleva no amor”. E quando duas pessoas maduras 
estão se amando, um dos maiores paradoxos da vida acontece. Elas estão juntas, são quase um, mas esta unidade não destrói a individualidade. Na verdade, realça.

Duas pessoas maduras em verdadeiro amor ajudam-se mutuamente a se tornarem mais livres, mais plenas, mais completas.
                                                                                                                   Osho



Amor não é sentimento. É escolha. Decisão. Construção.


Amor não é segurar, não é prender. É deixar ir...


Celebremos o Amor, ouvindo a belíssima canção de John Denver.


Cantem. E celebrem o amor verdadeiro.





Perhaps Love - Talvez o Amor

John Denver & Placido Domingo



Perhaps love is like a resting place  
Talvez o amor seja como um lugar de descanso
A shelter from the storm  

Um abrigo da tempestade
It exists to give you comfort  

Ele existe para confortá-lo
It is there to keep you warm  

Ele está lá para mantê-lo aquecido
And in those times of trouble  

E naqueles momentos de dificuldade
When you are most alone  

Quando você está mais sozinho
The memory of love will bring you home  

A lembrança do amor te trará acolhida

Perhaps love is like a window  

Talvez o amor seja como uma janela
Perhaps an open door  

Talvez uma porta aberta
It invites you come to closer  

Ele te convida a chegar mais perto
It wants to show you more  

Ele quer te mostrar mais
And even if you lose yourself and  

E mesmo que você se perca e
don't know what to do  

Não saiba o que fazer
The memory of love will see you through

A lembrança do amor o acompanhará

Oh love to some is like a cloud  

O amor para alguns é como uma nuvem
To some as strong as steel  

Para outros tão forte como o aço
For some a way of living  

Para alguns um jeito de viver
For some a way to feel  

Para outros um jeito de sentir
And some say love is holding on  

E alguns dizem que o amor é prender
And some say letting go  

E outros dizem que é deixar ir
And some say love is everything  

E alguns dizem que o amor é tudo
And some say they don't know  

E outros dizem que não sabem

Perhaps love is like the ocean  

Talvez o amor seja como o oceano
Full of conflict, full of pain  

Cheio de conflito, cheio de dor
Like a fire when it's cold outside  

Como um fogo quando está frio lá fora
Or thunder when it rains  

Ou trovão quando chove
If I should live forever  

Se eu viver para sempre
And all my dreams come true  

E todos os meus sonhos virarem realidade
My memories of love will be of you  

Minhas lembranças do amor serão de você


*