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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Dilma responde à deputada iraniana

  

A disposição de continuar conferindo à questão dos Direitos Humanos um lugar central em nossa política externa



A Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República divulgou nota oficial, nesta terça-feira (18/1), na qual informa que a presidenta Dilma Rousseff tomou conhecimento da carta enviada pela deputada iraniana Zohreh Elahian. Na nota oficial, a presidenta Dilma “reitera a disposição de continuar conferindo à questão dos Direitos Humanos um lugar central em nossa política externa, sem seletividade e tratamento discriminatório”.


A seguir a íntegra do texto:

“Nota sobre a carta da deputada iraniana Zohreh Elahian enviada à Presidenta Dilma Rousseff
A Presidenta Dilma Rousseff tomou conhecimento hoje, 18 de janeiro, da carta que lhe foi enviada pela Deputada Zohreh Elahian, Presidenta do Comitê de Direitos Humanos da Assembleia Consultiva do Irã.
Agradece os cumprimentos que a parlamentar lhe dirigiu por sua eleição à Presidência do Brasil, as informações que constam da carta e o interesse em contribuir para um diálogo construtivo entre os dois países sobre temas bilaterais e multilaterais.
A Presidenta Dilma Rousseff reitera a disposição de continuar conferindo à questão dos Direitos Humanos um lugar central em nossa política externa, sem seletividade e tratamento discriminatório.
A Presidenta considera, finalmente, como muito positiva a disposição da deputada Zohreh Elahian de realizar um amplo intercâmbio de opiniões por meio dos canais adequados.
Um diálogo com as comissões de Direitos Humanos do Congresso brasileiro poderá ser de grande utilidade nesse sentido.
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.”
do Blog do Planalto

O "bate e assopra" do Estadão em Dilma

Noticia-se agora cedo na internet que a presidenta Dilma, voltando de Porto Alegre onde passou o fim de semana, teria se encontrado no final da tarde de domingo em São Paulo com o ex-presidente Lula. E que teriam conversado por cerca de duas horas sobre a tragédia provocada pelas chuvas no Rio de Janeiro e sobre problemas que a presidenta enfrenta com a divisão de cargos no segundo escalão do governo. Não vemos qualquer problema da presidenta Dilma encontrar um grande amigo, trocar ideias com um ex-presidente tão bem-sucedido no governo, pedir aconselhamento. Se é que o encontro houve e se o conteúdo da conversa foi o que divulgaram na internet.

Outro fato que vale destacar agora cedo é um editorial do Estadão, favorável no geral a essas duas semanas da presidenta no poder, mas que aproveita também para atacar e alfinetar. O Estadão faz parte da velha mídia que há séculos apoia governos elitistas, oligarcas, em detrimento de governos populares como os de Lula e Dilma.

Apesar do tom por vezes de descrédito e do comedimento nos elogios, o artigo é um "bom sinal". Sinal de que a presidenta Dilma tem tomado medidas acertadas que nem jornal tradicionalmente oposicionista, fazendo esforço como sempre faz para encontrar problemas e deslizes, consegue outra coisa senão aplaudir.

Reproduzimos abaixo o editorial, destacando os trechos que parecem mais significativos.



O bom início do governo Dilma

Com uma exceção - a recusa da presidente Dilma Rousseff a se engajar, pelo menos no início do seu mandato, na promoção inevitavelmente onerosa de reformas estruturais, como a da Previdência e do sistema político -, a linha geral do novo governo parece apontar para a direção certa. Anunciadas na primeira reunião ministerial, que se alongou por quatro horas na última sexta-feira, as intenções da presidente representam, em alguns casos, uma virada de página em relação ao passado recente.

Um chefe de governo claramente empenhado em manter sob o seu controle as agências reguladoras dos setores estratégicos da atividade, por exemplo, é sucedido por uma defensora assumida da autonomia dessas entidades, para não serem capturadas nem pelos interesses econômicos nem pela fisiologia ou o preconceito ideológico. No lugar de um presidente sempre pronto a ceder às pressões dos aliados para nomear afilhados de caciques políticos para o cobiçado segundo escalão da administração direta e indireta, emerge uma governante que afirma dar prioridade ao currículo técnico dos eventuais candidatos e não apenas ao poderio de seus patrocinadores.

"Eficiência e ética são faces da mesma moeda", ensinou Dilma aos 37 membros de sua equipe. É bem verdade que ela tem no seu passivo ter dado corda a quem viria a substituí-la no comando da Casa Civil, com as consequências de todos conhecidas, a sua auxiliar mais próxima, Erenice Guerra. Foi igualmente constrangedor vê-las confraternizando na festa da posse no Planalto. Mas conceda-se à nova presidente o benefício da dúvida, tomando pelo valor de face as suas promessas - e advertências - de rigor ético. É animadora a associação que ela fez entre a retidão de conduta dos agentes públicos e a qualidade do seu desempenho, embora não haja necessariamente uma relação de causa e efeito entre as duas coisas (afinal, pode-se ser honesto e incompetente). Valeu como sinalização.

Já antes da reunião ministerial se atribuiu a Dilma uma frase sintomática de sua percepção do nexo entre a corrupção e as facilidades proporcionadas aos corruptos em potencial pelas deficiências da própria máquina administrativa, os proverbiais ralos por onde escorrem os recursos públicos. "Não quero a virtude dos homens, mas a das instituições", teria dito. A virtude gerencial dos homens e mulheres da presidente terá o seu primeiro teste na definição dos programas e projetos prioritários de cada Pasta - a sua "lição de casa" inaugural - sob o guante dos cortes da ordem de R$ 40 bilhões nos gastos do Executivo, determinados por Dilma. A partir de 4 de fevereiro, quando os ministros terão dito a que vieram, a tesoura começará a cortar.

Embora o titular da Fazenda, Guido Mantega, tenha inventado um eufemismo - "consolidação fiscal" - para evitar o termo apropriado, "ajuste", ele avisou aos colegas que o governo espera que levem a sério o "esforço duro" cobrado pela presidente. A nova palavra de ordem, diz a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, é "fazer mais com menos". Para economizar também tempo, Dilma dividiu o Gabinete em quatro grupos, pelo critério de afinidade: desenvolvimento econômico; infraestrutura; erradicação da miséria; e direitos humanos; coordenados, respectivamente, por Mantega, Belchior, a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campelo, e o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho. Os dois primeiros e, naturalmente, o chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, terão assento em todos os grupos.

A preocupação da presidente com ações palpáveis em época de contenção acentuada de despesas contrasta com a sua relutância em aproveitar o patrimônio herdado das urnas para afinal regulamentar a legislação sobre a aposentadoria do funcionalismo e avançar na integração geral do sistema - ainda que para alcançar apenas os futuros participantes do mercado de trabalho. Assim como nesse caso, delegar ao Congresso a reforma política, sob uma atitude de negligência benigna, é garantia de que tudo continuará tal e qual. O zelo administrativo evidenciado por Dilma não a exime da coragem de ousar. É o que transforma os gestores em estadistas.

do Portal O Estado





segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

A Dilma que o jornalismo canalha não mostrou

Uma mulher simples, despojada, com ar preocupado e até triste, calçando galochas enlameadas, "amassando barro", como se diz...

Nenhum sorriso.

Abaixo, algumas das verdadeiras imagens da Presidenta Dilma diante da tragédia que se abateu sobre a região serrana do Rio de Janeiro. As imagens de uma "Dilma sorridente" ficam por conta do jornalismo canalha e fraudulento da mídia velha e golpista.


Presidenta Dilma Rousseff durante visita às áreas atingidas pelas chuvas no estado do Rio de Janeiro


Presidenta Dilma Rousseff durante visita às áreas atingidas pelas chuvas no estado do Rio de Janeiro _ (Nova Friburgo, RJ, 13/01/2011) _ Foto: Roberto Stuckert Filho/PR


Presidenta Dilma Rousseff durante visita às áreas atingidas pelas chuvas no estado do Rio de Janeiro _ (Nova Friburgo, RJ, 13/01/2011) _ Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
                                             Fotos: Roberto Stuckert Filho/PR





Governo Dilma prioriza socorro às vítimas


Também para eventualmente calar as "más línguas" que sempre se assanham ainda mais em momentos como esse, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República divulgou detalhadamente ontem, inclusive em post no Blog do Planalto, as providências determinadas pela Presidenta Dilma para socorro às vítimas das catástrofes provocadas pelas chuvas.


Domingo, 16 de janeiro de 2011 às 13:54  

Ações do governo federal na prestação de socorro às vítimas das enchentes no Rio


Por determinação da presidenta Dilma Rousseff, vários setores do governo federal tomaram todas as providências para o atendimento às vítimas das enchentes no estado do Rio. A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República divulgou, neste domingo (16/1), um balanço sobre estas atividades, em especial, na região Serrana do Rio.
Ações do governo federal para prestação de socorro às vítimas das enchentes na região serrana do Rio de Janeiro
A presidenta da República, Dilma Rousseff, determinou a vários órgãos do governo federal a tomada de todas as providências necessárias para o atendimento às vítimas das enchentes na região serrana do Rio de Janeiro. O governo federal continuará acompanhando a situação e dará total prioridade ao apoio à população.

1. O Ministério da Defesa destacou 586 militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica para atuar no socorro às vítimas. As Forças Armadas deslocaram também para a região 12 helicópteros, 74 viaturas, duas retroescavadeiras, um hospital de campanha, três ambulâncias, uma viatura “Munk”, um caminhão basculante, duas pás-carregadeiras, um gerador e uma torre de iluminação.
2. A Força Nacional (Ministério da Justiça) mantém 225 homens no Rio de Janeiro, sendo 80 bombeiros militares especialistas em resgates, 130 policiais militares e 15 peritos para auxiliar na identificação dos corpos.
3. O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome disponibilizou para a região 8.000 cestas de alimentos. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), do Ministério da Agricultura, encaminhou 44 toneladas de alimentos para Teresópolis, Petrópolis, Nova Friburgo e Areal, cabendo 11 toneladas a cada uma.
4. O Ministério da Saúde disponibilizou 7 toneladas de medicamentos e insumos. São 30 kits, suficientes para atender 45 mil pessoas por um período de um mês. Cinquenta voluntários de seis hospitais federais do Rio de Janeiro estão atendendo nas regiões atingidas, bem como 300 profissionais de saúde estão de prontidão para atendimento hospitalar. 
5. O Ministério da Integração Nacional, por meio da Secretaria Nacional de Defesa Civil, colocou à disposição da região 4.000 barracas de lona.
6. E o governo federal repassou R$ 100 milhões, na última sexta-feira, ao governo do estado do Rio de Janeiro e às prefeituras dos municípios atingidos.
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

domingo, 16 de janeiro de 2011

ABC! também no Terra Brasilis

Urbi et orbi! Da cidade para o mundo! De Recife para o universo, por meio do ciberespaço!...

É com muito orgulho e alegria no coração que esta limpíssima e cheirosíssima blogueira paulistana comunica aos internautas e cidadãos deste "mundo, mundo, vasto mundo" que está também, a partir de agora, escrevendo e publicando no grande e importante blog Terra Brasilis, criado e editado pelo magistral Diógenes Afonso.

Pernambuco e Recife são as novas "locomotivas" do Brasil. O Nordeste pós-Lula é inteiramente outro, cada vez mais conhecido no mundo, não mais por suas carências, mas pela grandeza de seu povo, pela exuberância de sua cultura e natureza, pela expansão de sua economia.


                                                                        Flor de lótus
 
Esta blogueira, filha de paulista com nordestino, aceita o acolhimento do Terra Brasilis, agradece a oportunidade de escrever e publicar em suas páginas, e declara que procurará sempre colaborar com inteligência, integridade e combatividade, vindo para somar e multiplicar.

A querida Presidenta Dilma, em seu pronunciamento de posse no Congresso Nacional, afirmou: "Não venho para enaltecer a minha biografia. (...) Venho para abrir portas..."

Esta blogueira compartilha das palavras da Presidenta, e humildemente as parafraseia e amplia: Não vim para a blogosfera para "aparecer", lustrar ego, participar de "feudos", idolatrar falsos gurus, cultuar vaidades doentias travestidas de sapiência. Não vim para culto de vassalagem e sabujice, ou para engrossar o "coro dos contentes"... Não vim para ego trips, descaradas, disfarçadas ou inconfessáveis.

Vim para a blogosfera para colocar, sempre que possível, um "tijolinho" que seja, na construção da cidadania.

Ao publicar diariamente seus posts, o Abra a Boca, Cidadão! e esta blogueira estarão ao mesmo tempo combatendo a censura, a intolerância, a tacanhice e o pensamento único e pseudoprogressista, comemorando a diversidade humana e a pluralidade de olhares e opiniões, e celebrando a liberdade de pensamento e expressão.

Um abraço a todas as internautas e todos os internautas.

Sonia Amorim

sábado, 15 de janeiro de 2011

Dilma "foge" das câmeras e prefere bastidores

 
Do R7, site da Rede Record, mais um ponto de vista sobre o "estilo Dilma".
 
 
15/01/2011
 

Dilma passa em 1º desafio de presidente e mostra
que vai fugir das câmeras para atuar nos bastidores


Para especialista, falta de carisma não vai interferir na condução do governo

Wanderley Preite Sobrinho, do R7

Nem bem completou duas semanas no cargo e a nova presidente do Brasil, Dilma Rousseff, já deu sinais suficientes de que, diferentemente do antecessor e padrinho político, Luiz Inácio Lula da Silva, ela vai fugir dos holofotes durante seu mandato para atuar  nos bastidores do poder. Foi assim em sua atuação contra as enchentes no Rio de Janeiro e vem sendo assim na administração das crises internas envolvendo aliados do governo.

Para o  cientista político e professor da Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro), José Paulo Martins Júnior, Dilma fez tudo o que um chefe de Estado deveria fazer ao se deparar com seu primeiro grande desafio à frente do país: diante da maior tragédia climática dos últimos 50 anos no Rio de Janeiro, ela telefonou para o governador fluminense, Sérgio Cabral, desembolsou recursos para socorrer os desabrigados e mandou ministros correr para o Estado antes que ela mesma atolasse suas botas na lama que escorreu pelos morros levando casas, carros e a vida de mais de 500 pessoas.

Depois de vistoriar a região serrana do Rio, ela falou com a imprensa. Sem a mesma desenvoltura de Lula - sempre à vontade em frente a câmeras de TV -, ela foi objetiva ao enfileirar os números da tragédia e as medidas emergenciais tomadas pelo governo.

dilma reunião ministros governador
Dilma em reunião sobre tragédia no Rio    Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

O cientista político gostou do que viu.

- Ela se posicionou no momento certo, mostrando solidariedade. De maneira discreta sim, mas o mais importante nesse momento é que os governantes tomem medidas efetivas.

Ele diz que a “politização acaba sendo inevitável” nesses casos “porque todos vivem sob o poder público”.

- E há uma série de desmandos de sucessivos governos no Rio.


Crise interna

Dilma também vem fugindo dos flashs durante a condução de outra crise, essa no coração do governo: a redistribuição de cargos de segundo escalão para os partidos aliados. Os problemas são maiores com o PMDB, que já ameaça votar contra os projetos apresentados por Dilma se eles não forem bem tratados.

Sem falar com a imprensa, ela chamou os descontentes em seu gabinete e enquadrou o vice, o ex-presidente do PMDB, Michel Temer, que já tenta conter os colegas de partido. Aos ministros que escorregaram em declarações, ela já passou pito e deixou claro: presidente manda, ministro obedece.
 
- Ela é uma mulher de formação acadêmica. É experiente e tem uma carreira técnica. Isso faz diferença na hora de gerenciar um negócio. Ela tem uma visão de gestão.

O professor diz acreditar que essa postura menos carismática pode “custar pontos de popularidade, mas para o governo vai ser melhor”.

- Ela tem uma postura mais discreta que a de Lula, que, bem ou mal, é uma pessoa tarimbada em falar e se expor ao público. Ela está só começando. O desafio agora é saber se ela consegue sustentar no Congresso a coalizão que venceu a campanha eleitoral.





Dilma no comando: amigos, amigos, negócios à parte...

Um novo estilo de governar chega à Presidência da República: o estilo gerencial, frio, racional e sobretudo republicano da Presidenta Dilma.

Como já escrevemos aqui, sai o estilo sentimental, chorão, bonachão, do Presidente Lula, que tinha uma dificuldade enorme de repreender seus auxiliares, e entra o estilo "amigos, amigos, negócios à parte", da Presidenta Dilma, que introduz uma gestão profissional na administração federal.

Em sua primeira reunião com todo o ministério, ontem, Dilma brincou, sorriu... mas mostrou também as diretrizes que pretende implementar no comando do País. A Presidenta quer uma gestão com transparência, ética e rigorosa obediência aos princípios republicanos.


                                                                          Foto: Roberto Stuckert Filho/PR


Não basta "parecer" honesto. É preciso ser honesto.

Esta divisa deve balizar a atuação de ministros e demais membros do governo nos vários escalões. Afinal, as lentes, microfones e holofotes da velha mídia, os olhos atentos das oposições derrotadas, das elites retrógradas, dos setores mais atrasados e conservadores da sociedade estão focalizados no governo da Primeira Presidenta da República do Brasil, torcendo, cruzando os dedos, "fazendo figa", jogando "cascas de banana"... para que tudo dê errado, para que a Presidenta e o País se arrebentem... Alguém duvida???!!!...

Todo cuidado é pouco. Gato escaldado... Cautela e caldo de galinha...

Sabendo disso, a Presidenta distribuiu ontem aos 37 ministros um kit elaborado pela Controladoria Geral da União contendo orientações quanto ao uso dos cartões corporativos pelos ministérios e um Código de Ética da Presidência, com "normas de conduta" para que os ministros atuem segundo valores éticos e princípios republicanos, e obviamente não "escorreguem", não comprometam o governo, não dando munição para a mídia e demais setores oposicionistas...

Dilma deixou claro que não quer perder tempo, recomendando que os ministros mantenham discrição quando houver divergências sobre qualquer tema. Nestes casos, fará até três reuniões para chegar a um consenso. Não sendo possível, ela arbitrará, pois ética e eficiência na administração pública são "faces da mesma moeda" e devem andar juntas, afirmou a Presidenta.