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terça-feira, 16 de abril de 2013

"Corrupção em São Paulo é preocupante", diz Haddad


COMBATE À CORRUPÇÃO





O nível de corrupção encontrada pelo prefeito Fernando Haddad (PT) na Prefeitura de São Paulo é preocupante. E para isso foi criada a Controladoria Geral do Município, comandada pelo Controlador Mário Vinícius Spinelli, que veio da CGU (Controladoria Geral da União) e tem carta branca do prefeito para atuar de forma dura e eficaz.

Abaixo, atentem para este pequeno trecho da entrevista que o prefeito Fernando Haddad concedeu ao jornal Folha de S. Paulo. O prefeito cita os órgãos que estão recebendo mais denúncias contra servidores corruptos: Secretaria da Habitação, Secretaria do Verde e Meio Ambiente e Subprefeituras.

O prefeito Fernando Haddad pede aos cidadãos que vivem na cidade de São Paulo e são lesados por servidores públicos da administração municipal que encaminhem denúncias à Controladoria Geral do Município.

Vejam o vídeo e denunciem: controladoriageral@prefeitura.sp.gov.br


Conheçam o site da CGM clicando aqui.
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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

SP: Prefeito Haddad troca comandos na GCM


São Paulo com um pé no Primeiro Mundo.

Depois de acabar com o "coronelismo" em São Paulo, tirando 30 coroneis da reserva da Polícia Militar que comandavam subprefeituras na administração anterior, de triste memória, e substituindo-os por profissionais de perfil técnico e ligação com a comunidade, inclusive 7 mulheres (!!!), o prefeito-filósofo-educador Fernando Haddad acaba de mudar o comando da Guarda Civil Metropolitana: sai Joel Malta de Sá e entra Eduardo de Siqueira Bias, GCM de carreira, há 26 anos na corporação. 

Com a mesma caneta, o prefeito aproveitou o ensejo e exonerou também o coronel coordenador do centro de formação da GCM, substituindo-o, pasmem!, por um educador !!!

Prefeito Fernando Haddad quer a GCM próxima da população.


Aproveitem e conheçam também os 31 novos subprefeitos e subprefeitas de São Paulo:

SÉ: Marcos Queiroga Barreto
ARICANDUVA: Dilian Guimarães
BUTANTÃ: Luiz Felippe de Moraes Neto
CAMPO LIMPO: Sérgio Roberto dos Santos
CAPELA DO SOCORRO: Cleide Pandolfi
CASA VERDE: Nelma Lucia Heiffig
CIDADE ADEMAR: Francisco Lo Prete Filho
CIDADE TIRADENTES: Andreia de Souza Luz
ERMELINO MATARAZZO: Cláudio Toshio Itinoshe
FREGUESIA DO Ó: Eduardo Peres Palia
GUAIANASES: Adriana Neves da Silva Morales
IPIRANGA: Luiz Henrique Girardi
ITAQUERA: Guilherme Henrique de Paula e Silva
ITAIM PAULISTA: Irene Mitsue Inada
JABAQUARA: Dirceu de Oliveira Mendes
JAÇANÃ: Edison de Oliveira Vianna Junior
LAPA: Ricardo Airut Pradas
M'BOI MIRIM: Antonio Carlos Dias de Oliveira
MOOCA: Francisco Carlos Ricardo
PENHA: Miguel Perrella
PERUS: José Evangelista Amorim
PINHEIROS: Angelo Salvador Filiardo Junior
PIRITUBA: Carlos Eduardo Silva Diethelm
SÃO MIGUEL PAULISTA: Aldo Antunes de Farias Sodré
SANTO AMARO: Adevilson Maia
SÃO MATEUS: Fernando Elias Alves de Melo
SANTANA: Roberto José Pereira Cimino
VILA MARIA: Gilberto Rossi
VILA MARIANA: Luiz Fernando Macarrão
VILA PRUDENTE: Patrícia Saran
PARELHEIROS: Adailson de Oliveira

Cidade de São Paulo respirando ares de modernidade e refinamento, com um pé no Primeiro Mundo.

(Com informações da coluna de Sonia Racy, no Estadão Online, e da Folha Online).

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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

SP: Cidadã cutuca Serra sobre militares nas subprefeituras


27 anos depois da derrubada da ditadura, São Paulo é uma cidade - pasmem! - militarizada. Das 31 subprefeituras em que a cidade foi dividida, 30 são comandadas por coroneis reformados da Polícia Militar. Leia mais aqui.

Qual a razão disso? Para a cidadã e o cidadão que vivem na cidade de São Paulo, o que isso representa? Esse "estilo de administração" faz sentido numa sociedade moderna e democrática?

São questões que devem ser debatidas pelos candidatos que pretendem ocupar a cadeira de Prefeito da maior e mais importante cidade brasileira.

Esta cidadã blogueira, como já relatado várias vezes neste pequeno mas brioso blog, vem sendo esbulhada por familiares, que resolveram lesar a cidadã, e por conta desta situação sou constrangida, ameaçada, intimidada e monitorada, desde fevereiro de 2010, por carros suspeitos e viaturas da PM, entre outros. Venho denunciando isso em várias instâncias, aqui no blog e inclusive diretamente ao Prefeito Gilberto Kassab e ao Corregedor Geral do Município de São Paulo, Edilson Mougenot Bonfim. Leia aqui.

A Blogueira não cometeu crime algum, vive dentro de casa que recebeu de seus pais. A Blogueira não deve nada nem à Justiça e nem à Polícia. A Blogueira não precisa de 1 real que seja, de 1 copo dágua sequer, que venha de familiares delinquentes. A Blogueira não é marginal, tem 3 diplomas da melhor universidade brasileira, vem sendo impedida de trabalhar, tem sua vida material e profissional destruída por tais familiares, que violam seu direito de propriedade, em conluio com servidores públicos da Subprefeitura Penha, apoiados todos por setores apodrecidos do Judiciário local, já denunciados ao CNJ - Conselho Nacional de Justiça.

Veja abaixo matéria e vídeo em que uma cidadã paulistana, vendedora ambulante, dá um puxão de orelhas em José Serra, a propósito da militarização das subprefeituras de São Paulo.





Veja a bronca que Serra levou no metrô de uma vendedora ambulante

A ambulante Magda Barbosa, 47 anos, não perdeu a viagem ao avistar José Serra (PSDB) na estação Santana do Metrô, Zona Norte da cidade.

Ela diz ser vítima de uma armação da fiscalização da Subprefeitura que teria levado à cassação do Termo de Permissão de Uso de sua barraca de alimentos por “pirataria”.

Magda afirmou ao Poder Online que Serra tem de se livrar da “corja” liderada pelo Prefeito Gilberto Kassab (PSD) se quiser ser eleito.

Ela disse ainda que precisava trabalhar, precisava comer e que o tucano, “como vítima da repressão militar, não deveria se misturar com militares”, numa referência aos coronéis da reserva que Kassab nomeou para as subprefeituras.


Vejam o vídeo e a "cara de paisagem" de José Serra.




quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Pauliceia Militarizada


São Paulo é hoje uma cidade militarizada. A maior parte de suas 31 subprefeituras são comandadas por coroneis reformados da Polícia Militar.

Por que o prefeito Gilberto Kassab adotou este estilo de administração?

O que isso representa para o cidadão que vive na quarta maior cidade do planeta?


                                                                                              Imagem GoogleMaps


A Militarização de São Paulo




Fonte: Pública, Agência de Jornalismo Investigativo

ComTextoLivre

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quarta-feira, 25 de julho de 2012

SP: o Caminho da Corrupção na liberação de obras


A corrupção é um câncer, disseminado em todo o corpo social. Não é só o Congresso e o Executivo federal que abrigam membros movidos a dinheiro ilícito, como sempre fizeram crer as matérias na imprensa tradicional. O Judiciário também não está imune a esta patologia, como vem mostrando o CNJ e a ministra-corregedora Eliana Calmon.

Há muitos interesses em jogo, mas aos poucos vão sendo estampadas na grande mídia as mazelas das administrações municipais, como as que vêm sendo divulgadas envolvendo o APROV, órgão de aprovação de obras da Secretaria de Habitação do Município de São Paulo, e agora algumas subprefeituras.



Lista da propina inclui agentes de subprefeituras

Segundo testemunha, funcionários de 2º escalão recebiam de R$ 15 mil a R$ 120 mil para ignorar falhas em obras de shoppings

Adriana Ferraz, Artur Rodrigues e Rodrigo Burgarelli

Técnicos da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente e fiscais das Subprefeituras de Pinheiros e do Butantã, na zona oeste de São Paulo, também estão na lista dos servidores acusados de receber propina para liberar obras irregulares em shoppings de São Paulo. Segundo denúncias feitas ao Ministério Público Estadual (MPE), o valor dos repasses variava de R$ 15 mil a R$ 120 mil.


Fachada do Shopping Raposo Tavares Werther Santana/AE

Nesta segunda-feira, 23, o Estado revelou que um bombeiro, um policial e um agente do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) estão relacionados no esquema. Os envolvidos negam as irregularidades, que serão investigadas pela Corregedoria da PM. O Corpo de Bombeiros disse, de antemão, ser "impossível" pagar para facilitar uma vistoria.

Em relação às subprefeituras, o pagamento mais alto teria assegurado o silêncio de João Francisco São Pedro, fiscal da Subprefeitura do Butantã entre 2009 e 2010, época em que o Shopping Raposo, na zona oeste, realizou uma reforma de ampliação. Segundo depoimentos prestados por pelo menos duas testemunhas ao MPE, a obra não tinha permissão do setor de aprovações da Prefeitura, então comandado por Hussain Aref Saab - investigado por ter adquirido ao menos 125 imóveis em sete anos.


Exonerado do serviço público há mais de um ano, São Pedro trabalhou na Supervisão Técnica de Uso e Ocupação do Solo e Licenciamentos do Butantã. Ex-prefeito de Porangaba, e atual candidato pelo PMDB ao mesmo cargo, soma patrimônio de R$ 3,6 milhões.

Uma das testemunhas ouvidas pelos promotores de Justiça afirma que participou de uma reunião em que o total do repasse mensal ao ex-fiscal foi acertado. "O valor da propina era de R$ 120 mil por mês, até a obtenção da aprovação do projeto."

O acordo teria o conhecimento de Aref, que supostamente recebeu R$ 600 mil dos responsáveis pelo shopping para não interromper a obra. O repasse teve a intermediação da Pan Serviços de Administração, apontada como responsável pela emissão de notas frias. A empresa diz que a informação é "fantasiosa" e Aref não se pronunciou.

De acordo com os depoimentos de pelo menos três testemunhas, o pagamento de fiscais também teria o aval do vereador Aurélio Miguel (PR) - São Pedro trabalhou como assessor parlamentar. Aurélio Miguel já é investigado por ter facilitado a ampliação do Shopping Paulista mediante pagamento de propina. Ele nega participação e diz que o ex-fiscal não era seu funcionário. A reportagem não conseguiu contato com João Francisco São Pedro.

O Raposo ainda é investigado por repasses ilegais feitos a técnicos do Verde e do Meio Ambiente na mesma expansão. Houve dano ambiental durante o serviço, o que levou a Prefeitura a paralisar o processo de regularização ambiental por duas vezes.

Em ambas as oportunidades, acordos foram firmados com a Prefeitura para a liberação das obras. No depoimento, uma testemunha afirma que o shopping pagava de R$ 15 mil a R$ 20 mil a cada visita. A secretaria diz que investiga o caso e o empreendimento não se manifestou.

Vila Olímpia. Fiscais da Subprefeitura de Pinheiros teriam recebido propina, dessa vez, do Shopping Vila Olímpia, para liberar obras lacradas após acidente no local - um operário morreu e outros quatro ficaram feridos, em 2009. Segundo a testemunha, o acordo assegurou que as vistorias necessárias fossem feitas com rapidez. O shopping afirma que as denúncias não procedem.

Estadão Online



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