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segunda-feira, 12 de maio de 2014

Por que Joaquim Barbosa só pensa em Dirceu?


O que é isso? Que obsessão é essa? 

Pura patologia. Doença da alma. 

Fixação. Inveja. Delírios de grandeza. Sede de poder. Narcisismo doentio. Próprios dos psicopatas.

(Faz lembrar uma "carcereira nazista" que me persegue há anos...)

O "Nosso Batman" pode estar virando o "Nosso Führer"...

Todo cuidado é pouco. Todos atentos. Com essa gente sinistra não se brinca. Eles são a energia da destruição em ação.






E Barbosa só pensa naquilo


RICARDO MELO


Vasculhei declarações sobre a selvageria contra Fabiane, mortes em presídios etc. O que se encontra? N-A-D-A.

O país vê linchamentos em série; uma mãe inocente é trucidada por cidadãos enfurecidos; namoradas tramam homicídios por ciúmes; presídios repetem cenas de horror; famílias choram a perda de parentes vítimas da criminalidade. Os sintomas de ebulição social também surgem nas invasões de terra, ataques a ônibus, no contingente de miseráveis implorando esmolas nas esquinas etc. O único lado talvez menos pior é o de que agora mais gente sabe o que é o Brasil real. E conhecer o problema é um primeiro passo para tentar resolvê-lo.

É aí que a roda pega. Alguns, é verdade, já apontaram a solução: cada um que se vire, depois se dá um jeito de tornar a selvageria "compreensível". Ou seja, quando desconfiar de algo esquisito, vá pra casa, pegue uma marreta, trava de bicicleta, faca de cozinha e resolva os problemas no braço. Se tiver um dinheirinho a mais, abra um banco, instituição financeira ou conglomerado de qualquer coisa, vá recolhendo incautos aos magotes e depois entregue o buraco da aventura ao Tesouro. Não se esqueça de algo importante: treinar uma cara de enganado para quando a bomba estourar.

Para situações como essas, em que a barbárie com ou sem colarinho branco se espalha aos quatro ventos, é que a democracia propõe mecanismos para ao menos reduzir danos. O Judiciário talvez seja o principal deles, pelo fato de teoricamente simbolizar equilíbrio e isenção. Mas o que fazer quando, em vez de dirigir suas atenções para o ambiente social que incomoda a maioria do povo, o chefe deste poder parece possuído por uma obsessão?

Para evitar injustiças, vasculhei declarações, posicionamentos, ou então simples murmúrios do presidente do STF, Joaquim Barbosa, sobre eventos listados acima. O ministro é também presidente do Conselho Nacional de Justiça. Fui atrás de suas palavras sobre linchamentos, a selvageria contra Fabiane Maria de Jesus, novas mortes em presídios, a banalização de justiceiros, a insolência de facções criminosas como o PCC, o drama dos sem-teto tratados a pancadaria, golpes recentes no sistema financeiro. E dá-lhe jornal, e dá-lhe Google, e dá-lhe televisão, e dá-lhe revista. O que se encontra? N-A-D-A. (ou praticamente nada, considerando que algo me tenha escapado.)

Já sobre aquele assunto, a coisa muda de figura. É uma enxurrada. Não cabe se estender acerca de peripécias passadas, quando Barbosa mandou jornalista chafurdar, tentou afastar funcionários por vingança e defendeu que não se examinassem novas provas relativas ao mensalão para "não atrasar o processo". Tampouco rememorar a confissão de que aumentou penas artificialmente para prejudicar réus.


Falemos do presente. Primeiro mandou de volta para a cadeia o ex-presidente do PT José Genoino. Como sempre, recorreu a uma junta médica. Agora, retomou a prática de interpretar leis. Decidiu que o ex-ministro José Dirceu, embora condenado ao regime semiaberto, tem que ver o sol quadrado até cumprir um sexto da pena. Estarrecidos, juristas declararam que, a vingar o despacho de Barbosa (baseado em "indícios", "vislumbres" e outras pérolas do gênero), mais de cem mil condenados ocuparão o xadrez. Mesmo chefiando o CNJ, que deveria ter a situação dos presídios superlotados como uma de suas preocupações, Barbosa não está nem aí. Um Pedrinhas a mais, outro a menos, tanto faz.

Muito se especulou sobre planos de voo de Joaquim Barbosa. Vai ser candidato? Disputará a Presidência da República? Será advogado, coroinha, pregador? Pelo menos nós sejamos justos: ninguém sabe e ele não é obrigado a dizer. Mas, como se trata de preservar a democracia e de um personagem público de tanta importância, não é o caso de o pessoal da junta médica mudar de paciente?



Destaques do ABC!

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segunda-feira, 24 de março de 2014

Ditadura: um regime de psicopatas


50 ANOS DO GOLPE MILITAR NO BRASIL



Ninguém me contou. Não li nem ouvi dizer. Vi e vivi. Eu estava lá. Anos 70. Estudante de Letras da USP. E de Jornalismo da Cásper Líbero.

Eu estava lá. Independente como sempre fui. Mas ao lado de estudantes, professores, intelectuais, trabalhadores, populares. Em passeatas, assembleias, atos públicos. 

Sob o barulho ensurdecedor de helicópteros militares, roçando em fardas, por vezes correndo da polícia...

Eu estava lá, como sempre fui.

Rebelde com causa.





A Ditadura e seus psicopatas de ontem e de hoje


ANTONIO LASSANCE*


Enquanto permanecer existindo um único desaparecido político no país, qualquer um que apoie esse tipo de marcha golpista, seja lá que nome de fantasia ostentar, patrocina um desfile em desrespeito a qualquer família


A ditadura valeu-se de psicopatas. Assim manifestou-se a ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, para expressar o impacto do depoimento prestado por um coronel do Exército à Comissão Estadual da Verdade do Rio de Janeiro.

O coronel é Paulo Malhães, especialista em tortura e desaparecimento de corpos durante a ditadura instaurada em 1964.

Em seu depoimento, esse guardião dos infernos mostrou como todo o sistema repressivo montado tinha autorização dos ministros das Forças Armadas, que davam as ordens no país - de forma mais absurda e terrorista entre 1968 e 1974.

Os generais, brigadeiros e comandantes não só tomaram conhecimento como ordenaram que os procedimentos ganhassem escala.

Mandaram construir e custear os aparelhos, como a Casa da Morte, em Petrópolis, e comprar os instrumentos de tortura. Trouxeram torturadores de outros países para treinar seus subordinados a usar requintes de crueldade.

Ao fim e ao cabo, condecoraram uma legião de psicopatas com medalhas e outras honrarias que já deveriam ter sido cassadas.

Onde quer que estejam, e a dúvida é apenas que parte do inferno lhes foi reservada, as mãos e os nomes dos chefes de todos os sádicos permanecerão eternamente tão sujos quanto os dos que decapitaram, arrancaram as arcadas dentárias, deceparam as falanges dos dedos e praticaram tantas outras atrocidades mórbidas com o intuito de desaparecer com corpos de militantes de esquerda que lutavam contra a ditadura.

Cada ministro das Forças Armadas era sempre rigorosamente informado. Todos eles sabiam quem era preso, qual o método empregado e o resultado dos interrogatórios, por meio de relatórios – onde estarão esses relatórios? Quem os terá queimado ou escondido?

Trechos desse depoimento foram publicados pelo jornal O Globo – um veículo que certamente tem muito a dizer sobre aquele período.

O depoimento dado pelo coronel à Comissão Estadual da Verdade do Rio foi, por sua vez, “dado” com exclusividade por alguém dessa Comissão ao referido jornal. Seria bom que a Comissão depois explicasse seu critério de “doação” de informações públicas para o uso exclusivo por uma empresa privada.

De todo modo, diz o coronel:

"Levamos a ideia do CIE para o Burnier (brigadeiro João Paulo Burnier). Ele mostrou para o ministro (da Aeronáutica, Márcio de Souza Melo), que disse: ‘Poxa, que troço! Então funciona’. Aí, fundou o Cisa (Centro de Informações e Segurança da Aeronáutica). Tanto é que recebi a medalha de Mérito da Aeronáutica. Eu até me senti muito orgulhoso, foi o dia em que eu fiquei mais vaidoso” - disse o coronel.

Os detalhes contados são preciosos:

“O DOI (Destacamento de Informações de Operações) é o primeiro degrau. Você entra ali, voando. Aí, se brutaliza, passa a ser igual aos outros, mas depois vai raciocinando e se estruturando”.

“Houve uma mudança da porrada para o choque. Você pode dizer: foi uma mudança ruim - foi não. Não deixava trauma, não deixava marca, não deixava nada. Já foi uma evolução. Aí, você vai caminhando, aprende de outros lugares, também de outros países, como é feita a coisa. Então, você se torna um outro personagem, um outro cara e, por causa disto, você é guindado a um órgão superior por ser um cara diferente e agir diferente. Tem muito mais amplitude, tem um universo muito maior, aí você se torna um expert em informações.”

"Aprendi que um homem que apanha na cara não fala mais nada. Você dá uma bofetada e ele se tranca. Você passa a ser o maior ofensor dele e o maior inimigo dele. A rigidez é o volume de voz, apertar ele psicologicamente, sobre o que ele é, quais são as consequências. Isto sim. Tudo isto é psicológico. Principalmente quando houve outros casos, né? Fulano foi preso e sumiu. Ele não é preso em uma unidade militar, ele vai para um lugar completamente estranho, civil, vamos dizer assim, uma casa. Ninguém sabe que ele está lá. Não há registro.”

Remorso? Nenhum:

“Poxa, não. Só perdi noite de sono estudando [as organizações de esquerda]. Até hoje, estudo.”

Até hoje? Bem, talvez hoje o coronel esteja então na reedição da Marcha da Família pela Liberdade, um nome hipócrita para uma reunião pública de defensores de um regime de psicopatas.

Enquanto permanecer existindo um único desaparecido político no país, qualquer um que apoie esse tipo de marcha golpista, seja lá que nome de fantasia ostentar, patrocina um desfile em desrespeito a qualquer família, não só as que choram seus parentes sem lápide.

Os que marcham em defesa do golpe são gente que fede a religião, mas não acredita em Deus – como diria Mário de Andrade.

É gente que esbofeteia cada um dos milhões de brasileiros que foram privados da liberdade por mais de duas décadas neste país.

Que marchem, mas não ousem tocar suas mãos sujas em nossa democracia, nem pisar sobre nossas consciências.


* Antonio Lassance é cientista político.

Destaques do ABC!

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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

José Serra: um reles psicopata?


Os estudiosos falam em 4% da humanidade. Em cada 100 pessoas, 4 seriam psicopatas ou sociopatas. Eu acredito que esse número seja bem maior.

Sociopatia ou Psicopatia não é doença mental. É falta de escrúpulos, mau-caratismo exacerbado, maldade absoluta, insanidade moral.

Psicopatas querem o poder. Eles querem dominar pessoas, se apropriar do que lhes pertence, para se mostrarem "superiores". Mero capricho. Pura e gratuita delinquência.

Psicopatas usam e abusam de mentiras, difamação e calúnias, satanizando suas vítimas, e, quando descobertos, tentam inverter a situação, procurando criminalizá-las.

Psicopatas são emocionalmente vazios, frios, calculistas, fingidos, cínicos, sombrios. Lobos em pele de cordeiro. A política e as famílias estão cheios dessas nulidades. E muitas vezes eles vão contaminando pessoas ingênuas e de boa-fé, ou vão descaradamente comprando apoios, corrompendo e fazendo cúmplices, que os ajudam em seus crimes.


A minha luta pessoal, que muitos de vocês conhecem e acompanham, teve início com a inveja e a ganância de uma psicopata, uma golpista instalada há 4 décadas dentro de minha família, pisoteando pessoas na sua desvairada e enfurecida escalada para subir na vida às custas de gente simples e trabalhadora.

Desmesurada vocação para a riqueza, pouca vocação para o trabalho.

Leiam o artigo do blogueiro Eduardo Guimarães sobre os alarmantes traços de psicopatia/sociopatia de José Serra, candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo, vejam o vídeo Psicopatas, feito por Ana Maria C. Bruni, vítima de um marido psicopata apoiado por agentes públicos, e conheçam o blog Psicopatas.


                        Serra beija sua própria mão, fingindo beijar a mão da eleitora. 
                        Dizem que após cumprimentar populares, ele usa álcool para 
                        desinfetar as mãos...


SÃO PAULO TEM O DEVER DE LIVRAR O BRASIL DE UM SOCIOPATA


Eduardo Guimarães

Segunda-feira, 15 de outubro de 2012. Recomeçou o horário eleitoral para os candidatos que disputarão em segundo turno o cargo de prefeito em diversas cidades. Em uma delas, porém, o que está em jogo é muito mais do que possa haver em qualquer outra parte do país.

São Paulo, a maior metrópole da América do Sul e uma das maiores do mundo, padece do próprio gigantismo e de contrastes sociais geradores de criminalidade, de esgotamento dos serviços públicos e, acima de tudo, de iminente colapso da mobilidade urbana.

Nas próximas duas semanas, na capital paulista, será travado um combate que, se chegar a bom termo, interessa a todo o Brasil, porque pode debilitar eleitoralmente, no futuro, um político que constitui ameaça ao país por conta do estado de suas faculdades mentais.

A campanha eleitoral de 2010 mostrou muita coisa sobre José Serra ao Brasil, mas a de 2012 está tratando de mostrar quem ele é ao reduto eleitoral que tem sido responsável por sua sobrevida política, apesar de, nacionalmente, já ter perdido maior importância.

O que vai despertando São Paulo para os fatos sobre Serra é a progressiva tomada de consciência da maioria do povo da cidade de que o desastre no qual está submersa decorre dos meios que deu a esse homem para piorar a sua vida ao votar em seu títere, Gilberto Kassab, o prefeito paulistano mais mal-avaliado desde Celso Pitta.

Se o atual alcaide paulistano atua mal, porém, não se pode atribuir culpa só a ele, até porque segue a linha herdada da administração relâmpago que Serra perpetrou contra a cidade antes de abandonar um mandato popular que prometera cumprir até o último dia.






A mentira compulsiva e descarada e a ausência de constrangimento ao ser flagrado mentindo é outro sintoma eloquente da sociopatia, assim como a deslealdade, a tendência a golpes baixos, a ojeriza a ser contrariado, a arrogância, o autoritarismo…

Serra é, basicamente, um engodo midiático. Odiado pelos jornalistas por tratar como inimigo qualquer um que lhe faça uma pergunta incômoda, estabeleceu acordos – não se sabe de que tipo, ainda que seja de imaginar – com donos de impérios de comunicação que, ao longo da década passada, dispuseram-se até a demitir jornalistas que ousassem questioná-lo.

Os golpes baixos contra adversários se tornam escandalosamente evidentes já a partir de 2010, quando lança mão de picaretas exploradores da fé religiosa do povo para tentar imputar à então adversária Dilma Rousseff a pecha de “abortista”.

Ainda naquela campanha, a mitomania reaparece e o país descobre que Serra e sua mulher foram autores de, ao menos, um aborto, o que não os impediu de acusarem Dilma do que eles mesmos praticaram.

Vale sempre esclarecer que não se considera, aqui, que ter abortado desqualifica Serra ou sua mulher; o que os desqualificou foi fazerem à adversária acusação de prática que não sabem se ela adotou, mas que eles adotaram.

A mitomania não está presente só na promessa descumprida ou na atribuição a outrem da prática abortiva. Desta vez, esse político perigoso – pelo apoio que recebe da mídia – lança mão, de novo, de fundamentalismo religioso atribuindo a adversários o que também já praticou.

Serra, com seu discurso fundamentalista-religioso fajuto, vem contribuindo para aumentar os casos de homofobia violenta em São Paulo ao espalhar que seu adversário pretenderia levar crianças a se tornarem homossexuais por meio de um “kit-gay”.

O conceito “gay”, então, cria, para a população, a imagem de uma ameaça, quando, em verdade, é apenas uma parte da natureza humana. Ainda assim, Serra insiste em caricaturar homossexuais, com as consequências que todos conhecem…

Agora, porém, descobre-se que, quando Serra governou o Estado de São Paulo, algum resquício de lucidez em sua equipe de governo gerou material para as escolas combaterem a homofobia violenta, que vai explodindo nesta parte do país.

Não, Serra não é moralista. Condena o aborto, mas pratica; condena a produção de material contra discriminação por orientação sexual, mas seu governo produz material análogo. A mitomania é um sintoma da sociopatia, como já disse.

O uso da imprensa aliada – sabe-se lá em que bases – para criminalizar adversários através de jogadas forjadas constitui outro traço do sociopata. O uso de jogadas desleais contra quem se interponha no caminho de pacientes desses distúrbios comportamentais, é um padrão.

Assusta que um candidato que passou o primeiro turno inteirinho só tratando de acusar os adversários, recusando-se a discutir a administração que a população paulistana rejeita e pela qual ele é responsável, só agora apresente um programa de governo.

Habituado a ser blindado pela mídia contra questionamentos, Serra nem se preocupa mais com essas contradições. Para que apresentar programa de governo se os meios de comunicação estão a ecoar seus arreganhos homofóbicos e moralistas?

Seja como for, as pesquisas sobre o segundo turno em São Paulo já mostram que o trauma que a gestão Serra-Kassab impôs à cidade fez despertar uma boa parcela de sua população que se dera ao luxo de comprar seus factoides midiáticos, mas que parou de comprar.

São Paulo criou essa aberração política revestida de hipocrisia e estufada de embustes ideológicos e a mesma São Paulo, agora, terá como se redimir dando um sonoro não a um político que é pernicioso por razões que ele mesmo parece desconhecer.

Democracia & Política


Vídeo



ooooooooooooooooooooo

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

A maçã podre da fruteira



Primeiro, quero agradecer o carinho e a solidariedade que recebi ontem e hoje e peço que os que quiserem se manifestar o façam para o meu email particular, o escrevivendo@ig.com.br. As mensagens não serão publicadas. Vocês terão a identidade preservada, até por questões de segurança.


Mais uma vez, peço desculpas por trazer aqui o que parece ser "assunto particular". Há muito tal questão deixou de ser pessoal e familiar, pois há indícios fortes de corrupção de agentes públicos para respaldar os constrangimentos e injustiças que venho sofrendo, além de cooptação de vizinhos e outras pessoas com pouco estofo moral. A questão é de INTERESSE PÚBLICO, pois. Estou atenta, mas me desculpo antecipadamente pelo tom vulgar ou grosseiro, se acontecer.


E só mais um lembrete: 


Qualquer Mal que nos próximos tempos venha a acontecer à blogueira Sonia Amorim, editora do blog Abra a Boca, Cidadão!, inclusive sequestro, assassinato e suposto latrocínio (roubo seguido de morte), terá muito provavelmente as digitais daquela que se julga acima das Leis.




A maçã podre da fruteira


Muitos de vocês conhecem a expressão "maçã podre da fruteira", usada quando queremos falar de alguém que, com seu péssimo caráter, acaba emporcalhando tudo em volta de si, corrompendo os mais próximos, induzindo-os a cometer erros e por vezes crimes. Uma fruta podre colocada na fruteira junto com frutas boas, bonitas e saudáveis, que acaba estragando essas frutas todas, que precisam então ser jogadas no lixo.


É o que acontece nesta situação que venho contando pra vocês. Uma pessoa perversa, desonesta, espertalhona, farejadora de dinheiro fácil, movida a interesses mesquinhos, sem qualquer escrúpulo, disposta a subir na vida a todo o custo, que acabou contaminando todos à sua volta.

 Em seus "delírios de grandeza", não há limites para sua ambição doentia. Insaciável na sua cruzada insana para lesar e destruir a blogueira, a Invejosa Obsessiva não se contentou em contaminar apenas os mais próximos e passou a arregimentar também gente da vizinhança, tudo para combater Sonia Amorim, por meio de calúnia, difamação, violência moral e psicológica e outros crimes.


Falar da cidadã blogueira é fácil. Cuidar da vida dela mais ainda. Perguntem se os malfeitores querem pagar as contas e despesas da blogueira...


Psicopatas muitas vezes são covardes, usando terceiros como escoras e muletas. Além de eleger uma vítima e se dedicar de corpo e alma a destruí-la, adoram usar capachos para fazerem o "serviço sujo" em nome deles. Por "serviço sujo" entenda-se aqui difusão de mentiras, campanha difamatória, linchamento moral, violência psicológica e física, sobretudo. Alguns destes "serviçais" se transformam em verdadeiros capangas e jagunços, dispostos a agredir e até a matar para defender a chefia endinheirada. Todos, claro, regiamente recompensados, com o vil metal e outras vantagens.


A mulher que há anos persegue a blogueira cidadã apresenta vários traços de psicopatia. E o mais curioso é que seu ataque preferido contra a blogueira é tachá-la de louca, demente, insana, usando para isso seus "soldados", suas línguas-de-aluguel. 


Mas, vamos fazer um exercício de reflexão: Quem é verdadeiramente a louca? Quem vive sua vida pacatamente, dentro de sua casa, lendo, escrevendo seu blog, cuidando dos seus cachorros... ou quem cuida da vida alheia, perseguindo, difamando, lesando... QUEM É A LOUCA?


Mais uma vez divulgo aqui o vídeo PSICOPATAS, para que todos conheçam como atuam estes predadores sociais, essa fina flor da cafajestagem. E convido vocês todos a conhecerem também meu outro blog, o PSICOPATAS, onde encontrarão mais informações sobre estes escroques.


Link do vídeo



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