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sábado, 5 de maio de 2012

Eliana Calmon alerta: "elites podres" tentam se infiltrar no CNJ



Depois dos "Bandidos de Toga" e dos "Juízes Vagabundos", as "Elites Podres"...


No discurso de agradecimento que fez ontem na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, onde foi homenageada com a Medalha Tiradentes, a destemida e intrépida ministra Eliana Calmon, Corregedora Nacional de Justiça, aproveitou para alertar a sociedade: querem acabar com a combatividade do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), infiltrando em seus quadros pessoas ligadas à Banda Podre do Judiciário, que obviamente não quer mudanças e pretende perpetuar suas falcatruas.


Ledo engano. Estamos aqui todos atentos. O Povo Brasileiro apoia incondicionalmente a Grande Mulher da Justiça e não admitirá retrocessos. Daqui para melhor. Agora queremos todos os Bandidos e Bandidas de Toga na cadeia!







                                                                                     Fotos: Divulgação/Alerj



Ministra Eliana Calmon alerta sobre infiltração 
dentro do CNJ


Ao ser condecorada com a Medalha Tiradentes, defendeu Judiciário sem corporativismo


RIO - Após ser condecorada e receber a Medalha Tiradentes, maior homenagem da Assembleia Legislativa (Alerj), a ministra e corregedora da Comissão Nacional de Justiça, Eliana Calmon, fez um alerta aos parlamentares e pessoas ligadas ao judiciário que estavam presentes sobre a tentativa de infiltração de pessoas dentro da CNJ. A ministra defendeu um poder judiciário correto e sem corporativismo.

— Elites podres do país já querem fazer as infiltrações dentro do CNJ para minar a grande instituição que temos no Poder Judiciário. São setores diversos que tentam colocar representantes dentro do CNJ. É uma tentativa de fazer com que o CNJ tenha representantes dessa sociedade em fúria mas isso ainda não aconteceu — disse.

A homenagem à Ministra foi uma inciativa conjunta de 12 deputados, entre eles o presidente da Alerj, deputado Paulo Melo, e o deputado Paulo Ramos. Ao receber a medalha, Eliana Calmon ressaltou que estava recebendo a homenagem não por ser amiga de algum deputado mas pelo seu trabalho, reconhecido pelo judiciário e pela população.

— Não tenho amizade com ninguém que está aqui. A homenagem veio de pessoas que não conheço. Estou sendo homenageada pelos senhores que entenderam a importância do meu trabalho. Essa medalha será mais um elemento para lutar por um judiciário que eu acredito que seja um judiciário mais republicano que federativo — ressaltou.

Durante seu discurso a ministra ressaltou que combate o corporativismo dentro do judiciário. Para tal feito, segundo ela, contou com a mídia para fazer suas declarações e contar com o apoio da sociedade.

— Passei a dizer o que eu pensava do judiciário para a mídia porque era uma forma de barrar o corporativismo que estava nas entranhas do poder. Isso foi o suficiente para eu ter como aliada a sociedade brasileira .

Após receber a Medalha Tiradentes, ainda na Alerj, a corregedora do CNJ disse que o conselho está acompanhando o escândalo envolvendo as obras da construtora Delta. A ministra Eliana Calmon acrescentou, no entanto, que por enquanto o CNJ apenas acompanha o caso.

— Não estamos apurando. Em razão das notícias ligadas ao fato nós começamos a tomar essas precauções para verificar a veracidade dos fatos através do laudos e a partir daí sim, verificar se há necessidade de investigar ou não. Mas a corregedoria já se posicionou — concluiu.

O Globo Online
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