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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Ministra ELIANA CALMON agradece ao Povo Brasileiro



Informada sobre os posts do Abra a Boca, Cidadão! em solidariedade à sua luta pela moralização do Judiciário e sobre os grupos de apoio que se formam no Facebook, a ministra Eliana Calmon agradece à blogueira e a todos os brasileiros:




Prezada Senhora Sônia,

De ordem da Exma. Ministra Corregedora Eliana Calmon, transmito a seguinte mensagem:

"Com muita satisfação recebi a comunicação da moção de apoio ao trabalho que venho desenvolvendo à frente da Corregedoria Nacional de Justiça. O apoio e solidariedade dos cidadãos de bem servem de incentivo a continuidade a minha caminhada em prol de um Judiciário transparente, eficaz e respeitado.
Atenciosamente,
ELIANA CALMON
Corregedora Nacional de Justiça" 



Atenciosamente,

Corregedoria Nacional de Justiça

*

17 comentários:

  1. Muito legal, Sonia! No que depender da gente, não vai haver redução dos poderes do CNJ! Tem que é aumentar! Certo? Bjaum.

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  2. Claro, Ivana! Com tanta bandidagem, descalabro e roubalheira, é preciso manter e ampliar o CNJ, expandindo sua atuação e se possível o mandato da ministra Eliana, que termina em setembro. O Brasil precisa da Grande Mulher da Justiça, para exterminar todos estes corruptos. Beijo!

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  3. UM DOS MAIORES PROBLEMAS NO BRASIL CHAMA-SE IMPUNIDADE. A BANDIDAGEM NÃO STA NAS COMUNIDADES POBRES DA PERIFERIA,MAS NOS "CASTELOS" DE AREIA MONTADOS NA IN-JUSTIÇA E NOS DESMANDOS DE GENTE "GRAÚDA". ABRIR A CAIXA DE PANDORA DA JUSTIÇA BRASILEIRA, VAI COM CERTEZA POSSIBILITAR O EXERCÍCIO DA CIDADANIA.
    PELA TRANSPARÊNCIA NOS PODERES E FUNDAMENTALMENTE NO JUDICIÁRIO E JÁ.

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    1. Sirlene Lang
      Respeitando as diferenças sociais, culturais e intelectuais, acredito nisso e isso faz parte do meu caráter. Bom, vou lhes contar uma historia que aconteceu aqui em Florianópolis no dia 08/11/2011: Fui até o fórum, pois eu e minhas filhas tínhamos uma audiência onde éramos as vitimas por um crime de violência domestica ocorrido a quatro anos atras. Pois bem, chegamos na hora marcada, 16 horas. Lá me encaminharam ao cartório, pois á juíza havia nos multado em 150,00 pela ausência em outra audiência, em julho do mesmo ano. Recebemos a intimação poucos dias antes e como havia antecipado minhas férias para fazer um curso, não pude comparecer, mas, como não fiz pouco caso da justiça e ate acreditava na sua honestidade e competência, liguei lá do local do curso e pedi para passarem um email comunicando que assim que terminasse o curso eu levaria uma declaração até o fórum, e assim eu o fiz. No dia da audiência quando me levaram para o cartório para imprimir o boleto da multa de 150,00 faltou luz e não teve como tirar o boleto. Depois de aguardar mais de uma hora descendo e subindo no cartório ela mandou que eu entrasse, nisso eu achei que então á audiência começaria. Quando me socilitou o pagamento da multa novamente eu disse educadamente que se ela olhasse o processo constataria que havia uma declaração anexada, informando á minha ausência na audiência anterior e que não tinha condições de pagar aquela multa porque meu salário era baixo. Ela irônica me respondeu “fizesse uma escolha” . Tentei argumentar, perguntei se ela queria ver meu contracheque e ela respondeu que iria me prender por desacato. Chamou policiais que me conduziram na frente das minhas filhas e companheiro até uma sala no piso térreo onde fui revistada e conduzida á uma delegacia para prestar depoimento . Eu fui tratada como uma criminosa e não como injustiçada, o que eu fui. Na delegacia foi marcada na mesma hora uma audiência por desacato para o dia 22/11/2011 e depois fui liberada da delegacia. No dia 22/11/2011 compareci ao fórum e não para minha surpresa ela não estava e muito menos o juiz. O advogado que me acompanhava me comunicou que eu tinha somente duas opções ou pagava uma multa de um salário mínimo ou pagaria prestando serviços comunitários. BOM, bela ironia eu que até meus 43 anos de vida não havia se quer uma passagem por qualquer delegacia fui condenada sem direito de defesa pois eles nem compareceram. CLARO que como não tive escolha optei por prestar serviço comunitário. Essa juíza que no exercício de sua função me humilhou perante minhas filhas e todas aquelas pessoas que ali estavam. Desculpe-me meus caros, mas foi a maneira que encontrei de divulgar essa pouca vergonha, palhaçada que infelizmente tive que viver... Ah o nome da juíza Ana Luisa Schmidt Ramos, substituta do juizado de violência doméstica. Dá pra confiar nela?
      Curtir · · Seguir (desfazer) publicação · Compartilhar · 13 de Dezembro de 2011 às 00:04
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    2. Pois é. Os casos vão aparecendo... é só dar oportunidade para as pessoas, abrir espaços, e os relatos de situações vexatórias e de verdadeiro abuso de poder começam a aparecer. Há setores no Judiciário constituídos por pessoas extremamente despreparadas. Além das farras com dinheiro, coisa de mais de 1 bilhão que a grande imprensa vem noticiando, há outras tantas situações como esta, milhares talvez, pelo Brasil todo, que não chegam às Corregedorias, e quando chegam lá está de plantão o "espírito de corpo", o corporativismo, fazendo vistas grossas, muitas vezes, e não apurando as irregularidades. As ilicitudes são escalonadas. Além dos milhões pagos a desembargadores, noticiados nos últimos dias, há outros tantos ilícitos de várias magnitudes, que precisariam ser averiguados e punidos.

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  4. Perfeito!! E viva as redes sociais!!

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    1. Viva!!!! Vamos continuar mobilizados, atentos e alinhados à ministra. Não tenham dúvida: os mesmos que fabricaram liminares e Adin tentarão enrolar nos próximos meses, atrapalhando o trabalho da ministra e do CNJ, porque o mandato de Eliana Calmon termina em setembro. Vamos fazer pressão, enviar emails ao STF, denunciar nas redes sociais... tudo o que for possível e dentro da legalidade, com alegria e educação. Abraços!

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  5. Assino embaixo. Nossa "Primavera Judiciária" chegou. Mas não está pronta. A combativa e ousada ministra deu o início, continua bravamente na luta e agora nós todos cidadãs e cidadãos devemos arregaçar as mangas e fazer nossa parte. Só assim derrubaremos a Ditadura do Judiciário, que humilha, ofende e espolia milhares de brasileiros. Vamos em frente! A luta continua! Abraços!

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  6. A resposta anterior se refere ao comentário "Anônimo".

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  7. Ô Sonia, ó só: vou deixar registrado aqui meu link do post com a msgem da ministra:
    http://www.scmcampinas.blogspot.com/2012/01/mensagem-de-agradecimento-da-ministra.html

    E também o do Terra Brasilis:
    http://profdiafonso.blogspot.com/2012/01/eliana-calmon-agradece-apoio-do-editor.html

    Soube que O Cachete também recebeu, mas ainda não fui lá conferir. De repente, rola até uma coleção, né?

    Bjaum

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  8. Respeitando as diferenças sociais, culturais e intelectuais, acredito nisso e isso faz parte do meu caráter. Bom, vou lhes contar uma historia que aconteceu aqui em Florianópolis no dia 08/11/2011: Fui até o fórum, pois eu e minhas filhas tínhamos uma audiência onde éramos as vitimas por um crime de violência domestica ocorrido a quatro anos atras. Pois bem, chegamos na hora marcada, 16 horas. Lá me encaminharam ao cartório, pois á juíza havia nos multado em 150,00 pela ausência em outra audiência, em julho do mesmo ano. Recebemos a intimação poucos dias antes e como havia antecipado minhas férias para fazer um curso, não pude comparecer, mas, como não fiz pouco caso da justiça e ate acreditava na sua honestidade e competência, liguei lá do local do curso e pedi para passarem um email comunicando que assim que terminasse o curso eu levaria uma declaração até o fórum, e assim eu o fiz. No dia da audiência quando me levaram para o cartório para imprimir o boleto da multa de 150,00 faltou luz e não teve como tirar o boleto. Depois de aguardar mais de uma hora descendo e subindo no cartório ela mandou que eu entrasse, nisso eu achei que então á audiência começaria. Quando me socilitou o pagamento da multa novamente eu disse educadamente que se ela olhasse o processo constataria que havia uma declaração anexada, informando á minha ausência na audiência anterior e que não tinha condições de pagar aquela multa porque meu salário era baixo. Ela irônica me respondeu “fizesse uma escolha” . Tentei argumentar, perguntei se ela queria ver meu contracheque e ela respondeu que iria me prender por desacato. Chamou policiais que me conduziram na frente das minhas filhas e companheiro até uma sala no piso térreo onde fui revistada e conduzida á uma delegacia para prestar depoimento . Eu fui tratada como uma criminosa e não como injustiçada, o que eu fui. Na delegacia foi marcada na mesma hora uma audiência por desacato para o dia 22/11/2011 e depois fui liberada da delegacia. No dia 22/11/2011 compareci ao fórum e não para minha surpresa ela não estava e muito menos o juiz. O advogado que me acompanhava me comunicou que eu tinha somente duas opções ou pagava uma multa de um salário mínimo ou pagaria prestando serviços comunitários. BOM, bela ironia eu que até meus 43 anos de vida não havia se quer uma passagem por qualquer delegacia fui condenada sem direito de defesa pois eles nem compareceram. CLARO que como não tive escolha optei por prestar serviço comunitário. Essa juíza que no exercício de sua função me humilhou perante minhas filhas e todas aquelas pessoas que ali estavam. Desculpe-me meus caros, mas foi a maneira que encontrei de divulgar essa pouca vergonha, palhaçada que infelizmente tive que viver... Ah o nome da juíza Ana Luisa Schmidt Ramos, substituta do juizado de violência doméstica. Dá pra confiar nela?

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  9. Respeitando as diferenças sociais, culturais e intelectuais, acredito nisso e isso faz parte do meu caráter. Bom, vou lhes contar uma historia que aconteceu aqui em Florianópolis no dia 08/11/2011: Fui até o fórum, pois eu e minhas filhas tínhamos uma audiência onde éramos as vitimas por um crime de violência domestica ocorrido a quatro anos atras. Pois bem, chegamos na hora marcada, 16 horas. Lá me encaminharam ao cartório, pois á juíza havia nos multado em 150,00 pela ausência em outra audiência, em julho do mesmo ano. Recebemos a intimação poucos dias antes e como havia antecipado minhas férias para fazer um curso, não pude comparecer, mas, como não fiz pouco caso da justiça e ate acreditava na sua honestidade e competência, liguei lá do local do curso e pedi para passarem um email comunicando que assim que terminasse o curso eu levaria uma declaração até o fórum, e assim eu o fiz. No dia da audiência quando me levaram para o cartório para imprimir o boleto da multa de 150,00 faltou luz e não teve como tirar o boleto. Depois de aguardar mais de uma hora descendo e subindo no cartório ela mandou que eu entrasse, nisso eu achei que então á audiência começaria. Quando me socilitou o pagamento da multa novamente eu disse educadamente que se ela olhasse o processo constataria que havia uma declaração anexada, informando á minha ausência na audiência anterior e que não tinha condições de pagar aquela multa porque meu salário era baixo. Ela irônica me respondeu “fizesse uma escolha” . Tentei argumentar, perguntei se ela queria ver meu contracheque e ela respondeu que iria me prender por desacato. Chamou policiais que me conduziram na frente das minhas filhas e companheiro até uma sala no piso térreo onde fui revistada e conduzida á uma delegacia para prestar depoimento . Eu fui tratada como uma criminosa e não como injustiçada, o que eu fui. Na delegacia foi marcada na mesma hora uma audiência por desacato para o dia 22/11/2011 e depois fui liberada da delegacia. No dia 22/11/2011 compareci ao fórum e não para minha surpresa ela não estava e muito menos o juiz. O advogado que me acompanhava me comunicou que eu tinha somente duas opções ou pagava uma multa de um salário mínimo ou pagaria prestando serviços comunitários. BOM, bela ironia eu que até meus 43 anos de vida não havia se quer uma passagem por qualquer delegacia fui condenada sem direito de defesa pois eles nem compareceram. CLARO que como não tive escolha optei por prestar serviço comunitário. Essa juíza que no exercício de sua função me humilhou perante minhas filhas e todas aquelas pessoas que ali estavam. Desculpe-me meus caros, mas foi a maneira que encontrei de divulgar essa pouca vergonha, palhaçada que infelizmente tive que viver... Ah o nome da juíza Ana Luisa Schmidt Ramos, substituta do juizado de violência doméstica. Dá pra confiar nela?

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  10. Há muito eu venho estimulando cidadãs e cidadãos a manifestarem diretamente à ministra seu apoio e solidariedade. Fui a primeira a colocar os endereços eletrônicos da ministra, na Corregedoria e no STJ, sugerindo que as pessoas falassem diretamente com Eliana Calmon. Não há qualquer mistério. Já fiz isso com a presidenta Dilma Rousseff, que já me respondeu por duas vezes. No caso de Eliana, escrevi também em caráter pessoal, relatando a ela as perseguições que sofro por parte de uma organização criminosa. Meu blog é ativista: Abra a Boca, Cidadão! Abraços.

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  11. Não, peraí, Sonia, meu comentário anterior não foi em tom de crítica ou coisa parecida. Ao contrário. Colei a figura que vc fez do "Eu apóio a ministra Eliana Calmon" no meu blog e, como o Xad é blog jurídico, a figurinha - e a ideia de enviar mensagens de apoio pra ministra- foi parar em outros blogs (jurídicos, principalmente). Gosto bastante do seu blog e só mandei o comentário anterior pra registrar a manifestação de outros blogueiros. De lá pra cá, já vi muuuuuuitas outras mensagens e acho que essa participação, esse engajamento, é o mais positivo. Certo? Bjaum.

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    1. Fica fria, Ivana... se você está dizendo, eu acredito que não houve má intenção... Não tenho tempo nem de cuidar direito do meu blog... só soube dos outros porque você comentou. O importante é apoiar a ministra Eliana. Não é brincadeira, não, o que ela está fazendo. Eu enfrento organização criminosa, vivo quase como refém, minha vida está em risco... por muito menos. O Brasil e os brasileiros lúcidos precisam apoiar claramente, inequivocamente, a Grande Mulher da Justiça. A luta continua, Companheira de Utopia! Vamos em frente! Abraços!

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  12. Oi, Sonia, desculpa o mal entendido (é que eu tenho esse espírito brincalhão! Desculpa mesmo!).

    Bom, segue aí o "Repente do CNJ", muito bacana:

    A JUSTIÇA NA BERLINDA

    O grande Montesquieu
    Quando pensou o Estado
    Dividiu em três poderes
    Harmônicos, mas separados
    Falou em alto e bom som
    Que seria muito bom
    Ter os três bem controlados.

    Porém, o Judiciário
    Não se deixa investigar
    Com medo que se descubra
    As mazelas que tem lá
    Correições iniciadas
    Hoje estão paralisadas
    Por força de liminar.

    Se o Poder Judiciário
    Fosse mais bem controlado
    Seria mais eficaz
    Daria mais resultado
    A lei não deu ao juiz
    O que alguns sempre quis
    Que é não ser investigado.

    O sentimento da gente
    Pela justiça é descrença
    Da primeira a última instância
    Não tem qualquer diferença
    São processos dormitando
    E o povo até comentando
    Sobre venda de sentença.
    Se pobre não tem dinheiro

    Não pode comprar sentença<
    E quem vende o seu direito
    Não merece complacência

    Nessa luta desigual
    É melhor cortar o mal
    Na raiz da excrescência.

    É claro que toda regra

    Traz no bojo a exceção

    Como tem juiz honesto

    Tem também os que não são

    Portanto, é bom deixar
    A ministra investigar
    Quem anda na contramão.

    Salve Eliana Calmon
    Destemida e competente
    Que zela por uma justiça
    Sem privilégio e decente
    Pois não aceita malfeito
    De quem aplica o direito
    Em prejuízo da gente.

    Edmar Melo

    - Tamo junto! Bjaum.

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  13. Muito obrigada pela colaboração. Adorei os versos. É isso aí. Temos que atuar de forma alegre, bem-humorada, firme, em todas as direções e espaços possíveis. Fica fria, menina! Tamo junto, sim! No mesmíssimo "barco"! Apoiando a destemida e arretada ministra-corregedora Eliana Calmon, Orgulho da Magistratura Brasileira. E pela Justiça ampla, geral e irrestrita! Grande abraço!

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