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Tradutor
sábado, 26 de janeiro de 2013
São Paulo: o pão nosso de cada dia
CENA PAULISTANA
Apesar de megalópole, uma das maiores do mundo, 459 anos ontem, 13 milhões de almas, "aglomerada solidão", como cantou Tom Zé, a cidade de São Paulo ainda hoje abriga em suas ruas cenas e personagens como a do vendedor ambulante de alhos e outras mercadorias.
O antigo e o ultramoderno convivem no dia a dia da metrópole alucinante. Sem conflitos, sem impasses.
O pão nosso de cada dia. Em São Paulo
Apóllo Nátali*
Zelão calcula: solta 7 mil gritos por mês. De porta em porta, rua por rua, bairro por bairro, explode sempre o mesmo berro: alhô!!! É vendedor de alhos na metrópole de São Paulo, 13 milhões de habitantes, 459 anos de vida em janeiro deste 2013. Ergue e abaixa a cabeça, a caminhar. Olha dos lados. Voz de trovão. Alta agora, menos lá na frente. Um tom para esquerda, outro para a direita. Os gritos invadem salas, quartos, cozinhas, quintais, quarteirões. Os cães ladram. Ele e sua sacola. Nos portões, mulheres, crianças. Ganha para comprar comida, chinelos e o aluguel.
Peguem o lápis: Zelão passa por 200 casas por dia. Ou 1.200 por semana. Ou 3.600 por mês. Em cada porta, dois gritos: 7.200 por mês. (Ou mais. Tem vez que ele grita três ou quatro vezes na mesma casa). São 43.200 portas por ano, 86.400 gritos por ano. Já vendeu alho em 1 milhão e 500 mil portas, em 35 anos. Sendo 2 gritos em cada porta, ganhar o pão até agora lhe custou 3 milhões de alhô!!! Ou mais.
Vende alho chileno. Graúdo, suculento, caro. Negocia 100 cabeças por dia. São 1.200 dentes por dia – cada alho chileno tem 12 dentes. São 3.600 dentes por mês, 43.200 por ano. Segue-se que já espalhou 1 milhão e 500 mil dentes de alhos, ou mais, nesses 35 anos, nas mesas de suas freguesas. Para vender 1 milhão e 500 mil dentes, de seu peito saíram mais de 2 milhões e 500 mil gritos. Para cada dente que vendeu, 1 décimo de grito saiu de sua garganta.
Ânimo para trabalhar – Mas espera aí. De onde vem esse ânimo, essa coragem, para pular da cama cada manhã e gritar alhô toda a vida? Empresas promovem convescotes para seus vendedores e suas mulheres e crianças em hoteis cinco estrelas, hoteis-fazenda, dá prêmios, promove esportes e tudo o mais, para despertar entusiasmo neles e motivá-los a trabalhar. E o Zelão, que não tem nada disso? E aí, Zelão, de onde vem essa coragem, essa persistência, esse entusiasmo? (Ele nunca ouviu falar no maior vendedor do mundo, o americano Frank Bettger, que no começo do século vinte animava seus colegas com cara de apatia e tristeza ensinando: “sem entusiasmo não se faz nada. Para ficar entusiasmado, obrigue-se a agir com entusiasmo. O entusiasmo supera a preguiça e vence o medo, contagia as pessoas que o cercam e dá uma sensação de euforia. Pode bem ser que revolucione toda a sua vida”). - Bestera.Tem que trabaiá, argumenta Zelão.
Domingo, dia de futebol. Aos 61 anos, corre três horas atrás da bola, no campo do Jardim São Nicolau, zona leste de São Paulo. Joga no segundo time e no primeiro. Sobram gritos em campo para animar os colegas e gritar gol. Antes de começar a andar, você engatinhava muito? Quantos quilômetros você engatinhou, antes de começar a ficar de pé? Ôpa, é isso mesmo. Pode crer. Dor nas pernas, cansaço, preguiça, falta de fôlego? Nada. Em que você pensa quando anda, anda, anda, anda? Em milhões de coisas. Penso em mim, na minha vida, em comprar casa, pôr dinheiro no banco, me casar com a minha noiva, já estou há muito tempo com ela, limpar o alho, tirar a casca, a palha, cortar o talo, correr atrás. Quantas horas você anda por dia? Quatro horas. (35 anos são 12.600 dias ou 50.400 horas a andar).
Castigo de Deus – Na sua igreja presbiteriana do Jardim São Nicolau, Zelão ouve falar do castigo que Deus infligiu a Adão – ganhar a vida com o suor do próprio rosto – por ter dado ouvido às maldades de uma serpente e abocanhado uma miserável de uma maçã. Bestera. Tem que trabaiá. Você acha que Deus está te castigando, te obrigando a suar desse jeito para ganhar o pão, só porque um homem que muitos não acreditam que existiu andou transando no meio do mato com uma garota chamada Eva? Bestera. Tem que trabaiá. Como você começou? - O cumpadi chegô e falô: vamu trabaiá? Fumu, ele parô, eu cuntinuei. Como vão as vendas? Sobe, cai, vende bem, vende nada. Não vende aqui, vende lá. A mulherada reclama muito, do alho, do preço? Alho chileno é o melhor, mais caro. Nacional é barato, pequeno, não dá gosto. Assim mesmo, muié fala muito, né? Chuva, sol, frio, calor? Nada me mete medo. Zelão, você sabe para quê o alho faz bem? Zelão, não. É José Ovídio Filho.
O vendedor de saúde - Você sabe para quê o alho faz bem? O quanto de saúde você já deixou nas mesas das suas freguesas com os seus 2 milhões e 500 mil gritos até agora? Bom para temperar comida, para resfriado, afinar o sangue. Como é que você sabe? A gente vê na televisão.Você faz ideia, Zelão, o quanto teu coração de 15 anos tem espalhado de saúde por aí? Alho não é bom para quem tem pressão baixa. (Alguns dizem que é bom). Quem te disse? A gente vê na televisão. Sem querer te ensinar nada, eu também vi na televisão e num livro, parece que o alho, pelo que dizem, é milagroso. Os amigos se aproximam na frente do seu prédio, o Alfazema. O olhar de Zelão está parado, meu olhar está parado, os olhares de todos estão parados. Um lembra com um fio de voz que os que têm pressão alta ficam com a pressão boa o dia inteiro se usarem um colar feito de dentes de alho. Viu na televisão um médico recomendar o colar. Hora da foto. Foto? Não. Pedi uma mísera foto do Zelão de costas, com pose de andar. Também não. Hora de dormir. Amanhã, e até quando Deus chamar, haja grito, quanto chão. Diz que anda 6 quilômetros por dia. São 12 mil metros. Cada passo que ele dá é meio metro. Então, ele vai dar amanhã 24 mil passos. É isso? Em 35 anos, quantos passos? Calculadora, por favor. Foram 30 milhões e 240 mil passos. E 420 pares de chinelos consumidos nesse tempo, um a cada três meses – 12 por ano.
* Apóllo Nátali é jornalista e escritor.
Vendedor de alho. Foto: Wagner Swerts Tambur
*
A furibunda e moribunda oposição brasileira
Não é só a velha, elitista e golpista mídia brasileira, historicamente de costas para os verdadeiros interesses do País, que está com os dias contados, vendo sua influência ser dia a dia corroída pela falta de credibilidade e com o advento das novas vozes que se levantam nas redes sociais e na blogosfera. A oposição (PSDB, DEM e PPS), oportunista e tacanha, também se encontra em estado terminal.
Não se renovam, ambas. Entra década e sai década, muda-se o milênio, adentra-se a Nova Era, e o discurso é o mesmo: retrógrado, decadente, vazio de propostas, a serviço de interesses espúrios.
Rebeldes sem causa.
Grotesco.
Leandro Fortes
PSDB
Nota de falecimento
A reação formal do PSDB ao pronunciamento da presidenta Dilma Rousseff sobre a redução nos preços das tarifas de energia elétrica, em todo o país, é o momento mais lamentável do processo de ruptura histórica dos tucanos desde a fundação do partido, em junho de 1988.
Foto: Agência Brasil
A nota, assinada pelo presidente da sigla, deputado Sérgio Guerra, de Pernambuco, não vale sequer ser considerada pelo que contém, mas pelo que significa. Trata-se de um amontoado de ilações primárias baseadas quase que exclusivamente no ressentimento político e no desespero antecipado pelos danos eleitorais inevitáveis por conta da inacreditável opção por combater uma medida que vai aliviar o orçamento da população e estimular o setor produtivo nacional.
Neste aspecto, o deputado Guerra, despachante contumaz dessas virulentas notas oficiais do PSDB, apenas personaliza o ambiente de decadência instalado na oposição, para o qual contribuem lideranças do quilate do senador Agripino Maia, presidente do DEM, e o deputado Roberto Freire, do PPS. Sobre Maia, expoente de uma das mais tristes oligarquias políticas nordestinas, não é preciso dizer muito. É uma dessas tristes figuras gestadas na ditadura militar que sobreviveram às mudanças de ventos pulando de conchavo em conchavo, no melhor estilo sarneysista. Freire, ex-PCB, transformou a si mesmo e ao PPS num simulacro cuja fachada política serve apenas de linha auxiliar ao pior da direita brasileira.
O PSDB surgiu como dissidência do PMDB que já na Assembleia Constituinte de 1986 caminhava para se tornar nisto que aí está, um conglomerado de políticos paroquiais vinculados a interesses difusos cujo protagonismo reside no volume, a despeito da qualidade de muitos que lá estão. A revoada dos tucanos parecia ser uma lufada de ar puro na prematuramente intoxicada Nova República de José Sarney. À frente do processo, um grande político brasileiro, Mário Covas, que não deixou herdeiros no partido. De certa forma, aquele PSDB nascido sob o signo da social democracia europeia morreu junto com Covas, em 2001. Restaram espectros do nível de José Serra, Geraldo Alckmin e Álvaro Dias.
Aliás, o sonho tucano só não morreu próximo ao nascedouro, em 1992, porque Covas impediu, sabiamente, que o PSDB se agregasse ao moribundo governo de Fernando Collor de Mello, às vésperas do processo de impeachment. A mídia, em geral, nunca toca nesse assunto, mas foi o bom senso de Covas que barrou o movimento desastrado liderado por Fernando Henrique Cardoso, que pretendia jogar o PSDB na fossa sanitária do governo Collor em troca de assumir o cargo de ministro das Relações Exteriores. FHC, mais tarde chanceler e ministro da Fazenda de Itamar Franco, e presidente da República por dois mandatos, nunca teria chegado a subprefeito de Higienópolis [!!!] se Covas não o tivesse impedido de aderir a Collor.
Fala-se muito da extinção do DEM, apesar do suspiro do carlismo em Salvador, mas essa agremiação dita “democrata” é um cadáver insepulto há muito tempo, sobre o qual se debruçam uns poucos reacionários leais. É no PSDB que as forças de direita e os conservadores em geral apostam suas fichas: há quadros melhores e, apesar de ser uma força política decadente, ainda se mantém firme em dois dos mais importantes estados da federação, São Paulo e Minas Gerais.
E é justamente por isso que a nota de Sérgio Guerra, um texto que parece ter sido escrito por um adolescente do ensino médio em pleno ataque hormonal de rebeldia, é, antes de tudo, um documento emblemático sobre o desespero político do PSDB e, por extensão, das forças de oposição.
Essas mesmas forças que acreditam na fantasia pura e simples do antipetismo, do antilulismo e em outros venenos que a mídia lhes dá como antídoto ao obsoletismo em que vivem, sem perceber que o mundo se estende muito além das vontades dos jornalões e da opinião de penas de aluguel que, na ânsia de reproduzir os humores do patrão, revelam apenas o inacreditável grau de descolamento da realidade em que vivem.
CartaCapital
Destaques do ABC!
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A nota, assinada pelo presidente da sigla, deputado Sérgio Guerra, de Pernambuco, não vale sequer ser considerada pelo que contém, mas pelo que significa. Trata-se de um amontoado de ilações primárias baseadas quase que exclusivamente no ressentimento político e no desespero antecipado pelos danos eleitorais inevitáveis por conta da inacreditável opção por combater uma medida que vai aliviar o orçamento da população e estimular o setor produtivo nacional.
Neste aspecto, o deputado Guerra, despachante contumaz dessas virulentas notas oficiais do PSDB, apenas personaliza o ambiente de decadência instalado na oposição, para o qual contribuem lideranças do quilate do senador Agripino Maia, presidente do DEM, e o deputado Roberto Freire, do PPS. Sobre Maia, expoente de uma das mais tristes oligarquias políticas nordestinas, não é preciso dizer muito. É uma dessas tristes figuras gestadas na ditadura militar que sobreviveram às mudanças de ventos pulando de conchavo em conchavo, no melhor estilo sarneysista. Freire, ex-PCB, transformou a si mesmo e ao PPS num simulacro cuja fachada política serve apenas de linha auxiliar ao pior da direita brasileira.
O PSDB surgiu como dissidência do PMDB que já na Assembleia Constituinte de 1986 caminhava para se tornar nisto que aí está, um conglomerado de políticos paroquiais vinculados a interesses difusos cujo protagonismo reside no volume, a despeito da qualidade de muitos que lá estão. A revoada dos tucanos parecia ser uma lufada de ar puro na prematuramente intoxicada Nova República de José Sarney. À frente do processo, um grande político brasileiro, Mário Covas, que não deixou herdeiros no partido. De certa forma, aquele PSDB nascido sob o signo da social democracia europeia morreu junto com Covas, em 2001. Restaram espectros do nível de José Serra, Geraldo Alckmin e Álvaro Dias.
Aliás, o sonho tucano só não morreu próximo ao nascedouro, em 1992, porque Covas impediu, sabiamente, que o PSDB se agregasse ao moribundo governo de Fernando Collor de Mello, às vésperas do processo de impeachment. A mídia, em geral, nunca toca nesse assunto, mas foi o bom senso de Covas que barrou o movimento desastrado liderado por Fernando Henrique Cardoso, que pretendia jogar o PSDB na fossa sanitária do governo Collor em troca de assumir o cargo de ministro das Relações Exteriores. FHC, mais tarde chanceler e ministro da Fazenda de Itamar Franco, e presidente da República por dois mandatos, nunca teria chegado a subprefeito de Higienópolis [!!!] se Covas não o tivesse impedido de aderir a Collor.
Fala-se muito da extinção do DEM, apesar do suspiro do carlismo em Salvador, mas essa agremiação dita “democrata” é um cadáver insepulto há muito tempo, sobre o qual se debruçam uns poucos reacionários leais. É no PSDB que as forças de direita e os conservadores em geral apostam suas fichas: há quadros melhores e, apesar de ser uma força política decadente, ainda se mantém firme em dois dos mais importantes estados da federação, São Paulo e Minas Gerais.
E é justamente por isso que a nota de Sérgio Guerra, um texto que parece ter sido escrito por um adolescente do ensino médio em pleno ataque hormonal de rebeldia, é, antes de tudo, um documento emblemático sobre o desespero político do PSDB e, por extensão, das forças de oposição.
Essas mesmas forças que acreditam na fantasia pura e simples do antipetismo, do antilulismo e em outros venenos que a mídia lhes dá como antídoto ao obsoletismo em que vivem, sem perceber que o mundo se estende muito além das vontades dos jornalões e da opinião de penas de aluguel que, na ânsia de reproduzir os humores do patrão, revelam apenas o inacreditável grau de descolamento da realidade em que vivem.
CartaCapital
Destaques do ABC!
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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
No aniversário de São Paulo, Haddad parabeniza Dilma
O dia festivo de hoje em São Paulo, que completa 459 anos, mostrou, mais uma vez, uma presidenta Dilma e um prefeito Haddad afinadíssimos, vibrando com a mesma determinação e entusiasmo em direção a mudanças e avanços para São Paulo e para o Brasil.
Dilma também encontrou o ex-presidente Lula, com quem manteve conversa reservada no período da manhã.
A "urubuzada" da mídia golpista e da oposição deve estar inquieta, alvoroçada, em pânico.
Imagem SECOM/Prefeitura
Haddad parabeniza Dilma por redução na conta de energia

"Muita gente duvidou que fosse possível acontecer o inimaginável. Porque todo mundo sempre ouviu falar da conta de serviço público", disse o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, durante entrega de 300 casas do Minha Casa, Minha Vida e 84 ambulâncias para o Samu. Segundo ele, "o comércio, a indústria e as famílias [de São Paulo] vão economizar R$ 1,9 bilhão por ano"
SP247 - Após evento público no Palácio do Bandeirantes e, portanto, ao lado do governador Geraldo Alckmin (PSDB), o prefeito de São Paulo se sentiu mais à vontade para comentar o pronunciamento em que a presidente Dilma Rousseff anunciou a redução na conta de luz, na quarta-feira 23. O pronunciamento de Dilma gerou protestos da oposição, principalmente do PSDB de Alckmin.
Durante a cerimônia de entrega de 300 casas do Minha Casa, Minha Vida e 84 ambulâncias para o Samu, Haddad aproveitou para "parabenizar" a presidente pelo pronunciamento. "Muita gente duvidou que fosse possível acontecer o inimaginável. Porque todo mundo sempre ouviu falar da conta de serviço público", disse.
Haddad disse que Dilma "não fez uma mágica". "Percebeu que os contratos de concessão estavam vencendo. Isso significava que o investimento feito por nossos avós já tinha sido pago. Se o investimento estava amortizado, nada mais justo que devolver para o povo o que o povo ajudou a construir com o suor de seu rosto", disse o prefeito.
Nos cálculos da prefeitura de São Paulo, "o comércio, a indústria e as famílias vão economizar R$ 1,9 bilhão por ano", disse Haddad. "As famílias vão movimentar o comércio, aumentar o consumo, o lazer, vão ter acesso à cultura, a bens duráveis e bens não duráveis que hoje não podem comprar. Vão poder pagar suas dívidas e abrir novos crediários", destacou.
Segundo o prefeito, essa é "uma mudança que nunca aconteceu, para o serviço público amadurecer e devolver para a população o que ela ajudou a construir". "É uma mudança grande de postura do governo federal em relação às concessões", concluiu.
SP 247
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Ao Vivo: Dilma e Haddad na Festa de São Paulo
Presidenta Dilma Rousseff e Prefeito Fernando Haddad entregam moradias e ambulâncias em Itaquera, zona leste da cidade de São Paulo, e lançam a Universidade Federal da Zona Leste e o Instituto Federal de Educação na zona oeste.
Acompanhem conosco!
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Transmissão encerrada às 18:19 h
São Paulo, 459 anos: missa solene na Sé
Depois de iniciar a manhã participando de cerimônia no Pátio do Colégio, em homenagem aos jesuítas fundadores da cidade de São Paulo, o prefeito Fernando Haddad, junto com esposa e filhos e outras autoridades, assistiram missa solene na Catedral da Sé, celebrada pelo cardeal D. Odilo Scherer.
Pátio do Colégio, origem da cidade de São Paulo
Foto: Consolata Panhozzi
Prefeito Fernando Haddad participa da missa solene
Foto: SECOM/Prefeitura
Conheça a Catedral da Sé por dentro e por fora, fazendo um inesquecível tour virtual 360 graus, clicando aqui.
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Ao Vivo: Dilma e Haddad na Festa de São Paulo
Aniversário de São Paulo: Presidenta Dilma e Prefeito Fernando Haddad junto ao governador Alckmin inauguram neste momento o projeto do primeiro Centro Paraolímpico Brasileiro, no Morumbi, zona sul de São Paulo.
Acompanhem conosco!
Prefeito Haddad fala dos 459 anos de São Paulo
E fala da Nova Era inaugurada na cidade com sua eleição e o consequente fim da ignorância, incompetência e mediocridade, próprias da Idade das Trevas em que a cidade esteve mergulhada.
Parabéns Prefeito Fernando Haddad, pelos 50 anos de vida!
Parabéns São Paulo, pelos 459 anos de pujança e grandeza!
Imagem da posse, 01jan13, SECOM/Prefeitura
Vídeo: São Paulo do Meu Coração
Inaugurar um novo capítulo na história de São Paulo, que hoje completa 459 anos, é uma necessidade cristalizada na expectativa de seus cidadãos e cravada nos esforços da minha administração.
Essa expectativa e esse esforço não podem ter desvios. Precisam pavimentar o caminho para o diálogo, a proximidade, a transparência, as metas, o planejamento efetivo e moderno, a gestão inovadora e os investimentos que São Paulo tanto precisa para se reerguer e ter seu verdadeiro tamanho.
A cidade é grande demais, importante demais, vibrante demais para ser medida com a régua de interesses paroquiais, hostilidades partidárias ou disputas de poder.
Nessa nova ótica, precisamos unir forças pelo diálogo e construir a cidade que queremos deixar para nossos filhos e netos. E a cidade que queremos não é pequena. Não é fraturada. Não é dividida. Não sente medo. Não guarda desconfiança em suas esquinas. Não desrespeita e não desespera.
E principalmente: não perde tempo. Celebro hoje meu aniversário, junto com o da cidade. E celebro também 25 dias de mandato, com a satisfação de ter anunciado as parcerias que conquistamos para nossos cidadãos. Uma, em especial, merece destaque por reunir os governos estadual e federal, para requalificar o coração de nossa cidade.
Por meio de uma PPP (parceria público-privada), com recursos da prefeitura, do Estado e da União (Minha Casa, Minha Vida), vamos construir 16 mil moradias de interesse social no centro de São Paulo, região que desperta carinho e nostalgia, reúne emprego e infraestrutura, mas se apresenta como uma mistura inóspita de degradação e abandono.
Anunciamos investimentos conjuntos com o governador Geraldo Alckmin para a construção de 20 creches na cidade, onde cuidaremos da primeira infância. Também concedemos ao governo do Estado de São Paulo um terreno para a construção de um piscinão coberto na avenida Anhaia Mello, com o objetivo de acabar com as inundações da região. Firmamos ainda um convênio para a implantação de um corredor de ônibus na avenida Jacu Pêssego, o Perimetral Leste, que vai ligar a região do ABC a Guarulhos.
São Paulo também será beneficiada com os repasses do Programa de Aceleração do Crescimento para o combate a enchentes. Com esses recursos, a prefeitura pretende construir quatro novos piscinões nas bacias do Aricanduva e do Pinheiros.
Hoje entregamos para a presidenta Dilma Rousseff o terreno para a construção do campus da zona leste da Universidade Federal de São Paulo e do campus noroeste do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia de São Paulo.
Assegurar a São Paulo o mesmo progresso que o Brasil experimentou e experimenta na última década é uma das ambições que move a minha administração e, tenho certeza, também a da presidenta Dilma. Por isso, a cerimônia de hoje à tarde, em Itaquera, tem todo um significado. São recursos do programa Minha Casa, Minha Vida transformados em 300 moradias, das quais 181 destinadas a famílias que se encontravam em áreas de alto risco.
Nem bem começamos ainda. A cidade espera muito de nós. E vamos responder com a reforma urbana embutida no Arco do Futuro e no aprofundamento das parcerias com as quais teremos condições de garantir a São Paulo a posição que sempre desejou. A de mais moderna, mais viva e mais justa metrópole do continente.
FERNANDO HADDAD, 50, é prefeito de São Paulo.
Destaques do ABC!
Folha Online
Essa expectativa e esse esforço não podem ter desvios. Precisam pavimentar o caminho para o diálogo, a proximidade, a transparência, as metas, o planejamento efetivo e moderno, a gestão inovadora e os investimentos que São Paulo tanto precisa para se reerguer e ter seu verdadeiro tamanho.
A cidade é grande demais, importante demais, vibrante demais para ser medida com a régua de interesses paroquiais, hostilidades partidárias ou disputas de poder.
Nessa nova ótica, precisamos unir forças pelo diálogo e construir a cidade que queremos deixar para nossos filhos e netos. E a cidade que queremos não é pequena. Não é fraturada. Não é dividida. Não sente medo. Não guarda desconfiança em suas esquinas. Não desrespeita e não desespera.
E principalmente: não perde tempo. Celebro hoje meu aniversário, junto com o da cidade. E celebro também 25 dias de mandato, com a satisfação de ter anunciado as parcerias que conquistamos para nossos cidadãos. Uma, em especial, merece destaque por reunir os governos estadual e federal, para requalificar o coração de nossa cidade.
Por meio de uma PPP (parceria público-privada), com recursos da prefeitura, do Estado e da União (Minha Casa, Minha Vida), vamos construir 16 mil moradias de interesse social no centro de São Paulo, região que desperta carinho e nostalgia, reúne emprego e infraestrutura, mas se apresenta como uma mistura inóspita de degradação e abandono.
Anunciamos investimentos conjuntos com o governador Geraldo Alckmin para a construção de 20 creches na cidade, onde cuidaremos da primeira infância. Também concedemos ao governo do Estado de São Paulo um terreno para a construção de um piscinão coberto na avenida Anhaia Mello, com o objetivo de acabar com as inundações da região. Firmamos ainda um convênio para a implantação de um corredor de ônibus na avenida Jacu Pêssego, o Perimetral Leste, que vai ligar a região do ABC a Guarulhos.
São Paulo também será beneficiada com os repasses do Programa de Aceleração do Crescimento para o combate a enchentes. Com esses recursos, a prefeitura pretende construir quatro novos piscinões nas bacias do Aricanduva e do Pinheiros.
Hoje entregamos para a presidenta Dilma Rousseff o terreno para a construção do campus da zona leste da Universidade Federal de São Paulo e do campus noroeste do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia de São Paulo.
Assegurar a São Paulo o mesmo progresso que o Brasil experimentou e experimenta na última década é uma das ambições que move a minha administração e, tenho certeza, também a da presidenta Dilma. Por isso, a cerimônia de hoje à tarde, em Itaquera, tem todo um significado. São recursos do programa Minha Casa, Minha Vida transformados em 300 moradias, das quais 181 destinadas a famílias que se encontravam em áreas de alto risco.
Nem bem começamos ainda. A cidade espera muito de nós. E vamos responder com a reforma urbana embutida no Arco do Futuro e no aprofundamento das parcerias com as quais teremos condições de garantir a São Paulo a posição que sempre desejou. A de mais moderna, mais viva e mais justa metrópole do continente.
FERNANDO HADDAD, 50, é prefeito de São Paulo.
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