Cidadania, Comunicação e Direitos Humanos * Judiciário e Justiça * Liberdade de Expressão * Mídia Digital Editoria/Sônia Amorim: ativista, blogueira, escritora, professora universitária, palestrante e "canalhóloga" Desafinando o Coro dos Contentes...
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sábado, 8 de março de 2014
SP: Mulher Criminosa violenta cidadã pacifista
O DIA INTERNACIONAL DA MULHER E O MUNDO DO CRIME
Engana-se quem pensar que violência contra mulher é desferida apenas por machos trogloditas e covardes, que, aproveitando-se de sua força física, ofendem, humilham, ameaçam, batem, espancam e muitas vezes matam mulheres fragilizadas.
Na maior cidade do País, na cidade de São Paulo, uma mulher ignorante (na verdade, uma espécie de "macho de saia"), há anos, violenta de forma silenciosa e camuflada uma cidadã pacata e pacifista, sob as vistas grossas (e põe "grossura" nisso!) das "autoridades".
A Brucutu não bate, mas manda bater. A Troglodita não espanca, mas manda espancar. A Criminosa não mata, mas manda matar...
Tudo para tentar calar a pobre cidadã.
Da vigarice à ladroagem, passando por corrupção, cooptação de testemunhas, denunciação caluniosa, crimes ambientais (e por aí vai, a lista não pára de crescer), a Perversa, que nas horas vagas se passa por inofensiva professora do ensino público (risos), dia após dia, ano após ano, exercita todo o inesgotável repertório criminógeno de sua alma degradada.
Impunemente.
Não no interior do Piauí. Nem nos grotões do Mato Grosso...
Mas na maior e mais importante capital do País.
Na cidade de São Paulo.
Violência contra mulher é CRIME e VIOLAÇÃO DE DIREITOS HUMANOS DAS MULHERES!
Disque 180. Disque 100.
Denuncie!!!
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terça-feira, 27 de agosto de 2013
São Paulo terá Casa da Mulher Brasileira
VIOLÊNCIA CONTRA MULHER
Tolerância Zero com a Violência contra Mulheres, determina a Presidenta Dilma Rousseff.
Prefeito Fernando Haddad acentua a importância da Justiça, do Judiciário, para coibir esta gravíssima violação de direitos.
Chega de Impunidade !!!
Fábio Arantes/SECOM
Capital ganhará unidade da Casa da Mulher Brasileira
Equipamento especializado para o atendimento de mulheres vítimas de violência integra o programa do Governo Federal, "Mulher, Viver sem Violência". Município também firmou o Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência contra a Mulher
A região central da cidade ganhará nos próximos meses uma unidade da Casa da Mulher Brasileira, equipamento especializado para o atendimento de mulheres vítimas de violência. A instalação na capital foi anunciada após a assinatura do termo de adesão nesta segunda-feira (26), pelo município e Estado de São Paulo, ao programa do Governo Federal "Mulher, Viver sem Violência".
O projeto prevê a criação de centros integrados de serviços especializados, cooperação técnica com o sistema de justiça e campanhas educativas de prevenção e enfrentamento à violência de gênero. "Vamos ter um equipamento de primeira grandeza para atender às mulheres do município de São Paulo e de outras cidades", afirmou o prefeito Fernando Haddad. A unidade recebida pela cidade será instalada em até 120 dias no Cambuci.
O prefeito Fernando Haddad lembrou que a Justiça tem um papel bastante importante para a efetivação do programa do Governo Federal. "Nós precisamos muito da ação da Justiça para esses casos. Não nos basta simplesmente os equipamentos e serviços disponíveis. O acolhimento é fundamental, mas a punição é uma necessidade para coibir os abusos que são verificados no Brasil em relação às mulheres. Temos de lutar contra os opressores, contra as pessoas que usam da violência para impor os seus desejos e lutar pela dignidade da mulher paulistana", disse.
"A luta contra a violência à mulher não é uma luta nossa, apenas", afirmou a ministra Eleonora. "É uma luta de toda a sociedade brasileira. Ela transcende o Estado brasileiro e as mulheres que estão sofrendo. E essa luta tem mobilizado corações e mentes para que ela, de fato, se torne passado em breve no nosso país. Se a impunidade contra a violência às mulheres terminar, sem dúvida nenhuma, nós teremos dado um passo para acabar com todas as impunidades do Brasil".
O programa na capital, que ficará sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres, concentrará no mesmo espaço físico os principais serviços especializados e multidisciplinares de atendimento às mulheres em situação de violência, nas áreas de justiça, prevenção, saúde, serviços públicos de segurança, acolhimento, atendimento psicossocial, abrigamento e promoção de autonomia e geração de trabalho, emprego e renda.
A Casa da Mulher Brasileira funcionará 24 horas por dia e terá espaço para atender, em média, 200 mulheres diariamente. As obras, os equipamentos e o mobiliário, orçados no valor de R$ 4,3 milhões, serão financiados pelo Governo Federal. Ao todo, 27 casas serão construídas em todo o território nacional, sendo uma por capital.
O termo de adesão foi firmado pela ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República; pelo governador Geraldo Alckmin; pelo prefeito Fernando Haddad; pelo presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Ivan Sartori; pelo procurador-geral do Ministério Público, Márcio Fernando Elias Rosa; e pela defensora pública-geral de São Paulo, Daniela Cembranelli.
"Se nós queremos acabar com a violência, temos de acabar com a impunidade, pois é a impunidade que a estimula", afirmou o governador Geraldo Alckmin, lembrando que o poder judiciário estará dentro da Casa da Mulher Brasileira. No equipamento, será também instalada a 130ª Delegacia da Mulher do Estado.
Pacto
Capital ganhará unidade da Casa da Mulher Brasileira
Equipamento especializado para o atendimento de mulheres vítimas de violência integra o programa do Governo Federal, "Mulher, Viver sem Violência". Município também firmou o Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência contra a Mulher
O projeto prevê a criação de centros integrados de serviços especializados, cooperação técnica com o sistema de justiça e campanhas educativas de prevenção e enfrentamento à violência de gênero. "Vamos ter um equipamento de primeira grandeza para atender às mulheres do município de São Paulo e de outras cidades", afirmou o prefeito Fernando Haddad. A unidade recebida pela cidade será instalada em até 120 dias no Cambuci.
O prefeito Fernando Haddad lembrou que a Justiça tem um papel bastante importante para a efetivação do programa do Governo Federal. "Nós precisamos muito da ação da Justiça para esses casos. Não nos basta simplesmente os equipamentos e serviços disponíveis. O acolhimento é fundamental, mas a punição é uma necessidade para coibir os abusos que são verificados no Brasil em relação às mulheres. Temos de lutar contra os opressores, contra as pessoas que usam da violência para impor os seus desejos e lutar pela dignidade da mulher paulistana", disse.
"A luta contra a violência à mulher não é uma luta nossa, apenas", afirmou a ministra Eleonora. "É uma luta de toda a sociedade brasileira. Ela transcende o Estado brasileiro e as mulheres que estão sofrendo. E essa luta tem mobilizado corações e mentes para que ela, de fato, se torne passado em breve no nosso país. Se a impunidade contra a violência às mulheres terminar, sem dúvida nenhuma, nós teremos dado um passo para acabar com todas as impunidades do Brasil".
O programa na capital, que ficará sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres, concentrará no mesmo espaço físico os principais serviços especializados e multidisciplinares de atendimento às mulheres em situação de violência, nas áreas de justiça, prevenção, saúde, serviços públicos de segurança, acolhimento, atendimento psicossocial, abrigamento e promoção de autonomia e geração de trabalho, emprego e renda.
A Casa da Mulher Brasileira funcionará 24 horas por dia e terá espaço para atender, em média, 200 mulheres diariamente. As obras, os equipamentos e o mobiliário, orçados no valor de R$ 4,3 milhões, serão financiados pelo Governo Federal. Ao todo, 27 casas serão construídas em todo o território nacional, sendo uma por capital.
O termo de adesão foi firmado pela ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República; pelo governador Geraldo Alckmin; pelo prefeito Fernando Haddad; pelo presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Ivan Sartori; pelo procurador-geral do Ministério Público, Márcio Fernando Elias Rosa; e pela defensora pública-geral de São Paulo, Daniela Cembranelli.
"Se nós queremos acabar com a violência, temos de acabar com a impunidade, pois é a impunidade que a estimula", afirmou o governador Geraldo Alckmin, lembrando que o poder judiciário estará dentro da Casa da Mulher Brasileira. No equipamento, será também instalada a 130ª Delegacia da Mulher do Estado.
Pacto
Na ocasião, também foi assinado o termo de adesão ao Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência contra a Mulher, parceria que tem como intuito fortalecer as políticas públicas de enfrentamento a violência contra a mulher, visando ampliar e integrar os serviços de acolhimento e orientação às mulheres nessa situação.
"O pacto vai integrar as ações entre as três esferas de governo e as instituições do poder público que atuam nesta área, com o objetivo de consolidar uma rede de enfrentamento contra a violência à mulher", afirmou a secretária municipal de Políticas para as Mulheres, Denise Dau.
De acordo com a secretária, em recente pesquisa divulgada neste mês pelo Instituto Patrícia Galvão, sob a percepção da sociedade em relação à violência e assassinato de mulheres, 98% dos entrevistados afirmaram conhecer a Lei Maria da Penha. Porém, 58% afirmaram a necessidade de maior apoio por parte do poder público para as mulheres que denunciam.
"O conjunto de programas que têm sido implementados por meio da criação de espaços institucionais e de controle social da sociedade, aliados à previsão de orçamento, apoio técnico e institucional, estruturam uma política de estado para as mulheres. E essa é uma política pública fundamental para a superação das desigualdades e a construção de uma sociedade justa e sem opressão de gênero", afirmou Denise.
Programa Federal
Lançado em março deste ano, o programa "Mulher, Viver sem Violência" conta com investimento de R$ 265 milhões e estabelece ações para a melhoria da coleta de vestígios de crimes sexuais; a transformação da Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, da SPM, em disque-denúncia para acionamento imediato da Polícia Militar e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu); a criação de seis centros de referência nas fronteiras secas do Brasil com a Bolívia, a Guiana Inglesa, o Paraguai e o Uruguai; e a construção da Casa da Mulher Brasileira - uma unidade desta em cada capital do país.
Portal PMSP
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segunda-feira, 18 de março de 2013
Dilma pede denúncia de violência contra mulher
Eu quero pedir às mulheres que não deixem de denunciar qualquer ameaça, qualquer gesto de violência, porque gesto de violência contra a mulher é gesto de violência contra a sociedade. (…) Se você sabe de um caso de violência doméstica no seu bairro, ligue para o 180. Você não precisa se identificar e esse telefonema pode salvar a vida de uma mulher e vai transformar para melhor a nossa sociedade.
Presidenta Dilma Rousseff
A Secretaria de Políticas para Mulheres da Presidência da República também recebe denúncias de crimes contra mulheres, por meio da Ouvidoria da Mulher. Encaminhe pedido de informações, reclamações e denúncias para o endereço eletrônico: ouvidoria@spmulheres.gov.br
“Gesto de violência contra a mulher é gesto de violência contra a sociedade”, afirma Dilma
A presidenta Dilma Rousseff destacou, no programa Café com a Presidenta desta segunda-feira (18), a importância de se denunciar a violência contra a mulher, que ela classificou como um gesto de violência contra a sociedade. Na última semana, Dilma anunciou o programa Mulher, Viver Sem Violência, que vai construir, em cada estado do país, a Casa da Mulher Brasileira, que vai integrar, em um único espaço, todos os serviços de apoio às mulheres.
Com a Casa da Mulher Brasileira, que será construída na capital dos 26 estados e no Distrito Federal, serão disponibilizados serviços como delegacia especializada, defensoria pública, juizado especial de violência doméstica, equipes de psicólogos e de assistentes sociais, além de alojamento provisório e brinquedoteca para as crianças ficarem enquanto a mãe está sendo atendida.
Blog do Planalto
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quarta-feira, 13 de março de 2013
Ao Vivo: Dilma lança programa "Mulher: Viver sem Violência"
Esta cidadã blogueira que edita este blog, há 3 anos, sofre violências moral, psicológica, patrimonial e tentativas de violência física, desferidas por MULHER, familiar, desonesta e violenta, acumpliciada com filhos, agentes públicos e particulares desprovidos de lastro moral.
Violência contra Mulher é Violação dos Direitos Humanos das Mulheres!
Não aceite! Denuncie!
Acompanhem conosco, ao vivo, diretamente de Brasília, o lançamento do programa "Mulher: Viver sem Violência", pela presidenta Dilma Rousseff e a Ministra das Mulheres, Eleonora Menicucci.
Transmissão encerrada às 11:55 hs. mmmmmmm
sábado, 9 de março de 2013
O silêncio das inocentes
Violência contra mulher não é "só" agressão física.
Esta Blogueira que aqui escreve há 3 anos vem sendo vítima de violência moral (ofensas, humilhações, insultos), violência psicológica (ameaças, constrangimentos, intimidações, inclusive por policiais), violência patrimonial (não pode vender, alugar ou viver em paz dentro de sua própria casa), violência institucional (danos provocados por agentes públicos).
Na sua insana cruzada para tomar a casa desta cidadã, os perseguidores da blogueira são apoiados por advogados, que extrapolam e muito suas prerrogativas profissionais (Alô, OAB!).
Do esquema também fazem parte vizinhas e ex-inquilinos da blogueira. Paus-mandados, línguas-de-aluguel. Lacaios. Movidos a $$$, vantagens, celulares de última geração e porcarias afins, que fazem a cabeça de gente sem lastro moral (o famoso "berço").
Ah!... Antes que eu me esqueça: muitos deles vivem entoando músicas evangélicas. Ao mesmo tempo em que cometem crimes contra esta cidadã.
Em nome de Jesus...
Claro que eles pretendem continuar impunes e para isso precisam promover atentados para calar as denúncias da cidadã blogueira, para silenciá-la, se apropriar de sua casa... e viver felizes para sempre.
Na senda do crime.
Violência contra Mulher é Violação dos Direitos Humanos das Mulheres.
mmmmmmmm
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Mulheres que violentam mulheres
Quando se fala em violência contra a mulher, imediatamente se pensa em espancamentos, tapas, socos, pontapés, hematomas, cara inchada, sangue, ferimentos etc. E a primeira ideia que vem é a de um macho brutamontes, troglodita, marido ou companheiro, truculento, autoritário, ignorante, que se aproveita de sua força física superior para subjugar, humilhar e ferir uma esposa ou companheira indefesa.
Essa é "apenas" uma das modalidades de violência contra a mulher. A mais visível, a mais comum, a mais chocante, a que por vezes vai parar na mídia. A que deveria lotar delegacias da mulher Brasil afora...
Mas há outras tantas modalidades de violência contra a mulher. Muitas delas silenciosas, quase invisíveis. Violência moral, psicológica, patrimonial, institucional. E os agentes também vão muito além de maridos e companheiros...
Sim. Há violência contra mulher desferida por mulheres. E aí temos AS Trogloditas em Ação. Algumas, reles Mequetrefes, pés-de-chinelo, línguas-de-aluguel, recebendo $$$ e vantagens para praticar patifarias. Outras, já no topo da hierarquia do crime, "Chefonas", se equilibrando em seus sapatos de bico fino de "gosto duvidoso", olhando para o entorno do alto de seu péssimo e hediondo caráter...
Rainha Maria Antonieta: a que "se achava"
e morreu guilhotinada
Sim. Há violência contra mulher desferida por mulheres. E aí temos AS Trogloditas em Ação. Algumas, reles Mequetrefes, pés-de-chinelo, línguas-de-aluguel, recebendo $$$ e vantagens para praticar patifarias. Outras, já no topo da hierarquia do crime, "Chefonas", se equilibrando em seus sapatos de bico fino de "gosto duvidoso", olhando para o entorno do alto de seu péssimo e hediondo caráter...
Rainha Maria Antonieta: a que "se achava"
e morreu guilhotinada
Imaginem MULHERES que violentam mulheres. Façam um exercício de imaginação. Eu, cá comigo, não preciso fazer nenhum esforço...
Absurdo dos absurdos. Ridículo dos ridículos.
Mas acontece. E muito. E muitas vezes com mulheres da mesmíssima "família". Nos rincões do Brasil. Mas também nas maiores cidades brasileiras.
Violência contra Mulher é, também, VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS das Mulheres.
Eu denuncio.
DENUNCIE você também !
DENUNCIE você também !
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sábado, 13 de outubro de 2012
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
São Paulo: Violência contra a blogueira
Depois de vários posts-denúncia sobre violências de todo tipo que venho sofrendo há meses dentro de minha própria casa, desferidas por um casal de marginais a quem processo criminalmente, decidi dar início a uma série de matérias para tratar destas violências e do que porventura esteja por trás delas. De infrações ao Código Penal a flagrantes violações de direitos humanos, os ilícitos são vários e a impunidade corre solta. A história é no mínimo escabrosa. E acontece não em lugarejos distantes e perdidos no interior do Brasil, mas na maior cidade brasileira, na cidade de São Paulo.
"Se queres ser universal, começa por falar da tua aldeia."
Leon Tolstoi
Engenheiro Goulart, um pequenino bairro situado na região leste da cidade de São Paulo, é a "aldeia" da blogueira. O bairro pertence à esfera administrativa da Subprefeitura da Penha e está sob jurisdição do Fórum Regional Penha de França. O prefeito da cidade de São Paulo é Gilberto Kassab (ex-DEM) e o governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB).
O nome Engenheiro Goulart vem da estação de trem, construída em 1934, e é homenagem a engenheiro que trabalhou na construção da via férrea, hoje linha Safira, que liga o bairro do Brás, no centro da cidade, à estação Calmon Viana, na estância hidromineral e turística de Poá, município da Grande São Paulo.
As ruas mais antigas do bairro têm nomes de profissões: Rua dos Professores, Rua dos Artífices, Rua dos Desenhistas, Rua dos Economistas, Rua dos Horticultores. E por falar em horticultura, no bairro há muitas famílias descendentes de japoneses, alguns ainda hoje feirantes. Do outro lado da via férrea, na várzea do rio Tietê, quando a família Amorim aqui se estabeleceu, no início dos anos 70, havia muitas hortas cultivadas por imigrantes japoneses e descendentes.
Viver em Engenheiro Goulart é alto risco para a blogueira, mas pode ser um privilégio para os demais moradores. O bairro está há vinte minutos de trem do centro da cidade e conserva uma certa atmosfera interiorana, com suas ruas tranquilas e arborizadas.
O bairro antigo passa por uma reestruturação arquitetônica. Várias construções das décadas de 30 e 40 vão dando lugar a casas modernas e até pós-modernas.
Um bairro tão pequeno não comporta mais que duas padarias, duas farmácias, uma papelaria, uma lan-house, uma Unidade Básica de Saúde e outros estabelecimentos de um pequeno comércio. Mas, curiosamente, Engenheiro Goulart abriga um teatro, o Teatro Municipal Flávio Império. E um grande parque, o Parque Ecológico do Tietê. Imenso, com várias trilhas, um pipódromo, lago, quadras poliesportivas, piscinas e muitos animais selvagens, como capivaras, antas, quatis e macacos, boa parte deles soltos.
Vizinho de Engenheiro Goulart encontra-se o campus leste da USP, Universidade de São Paulo. E não muito longe, o Aeroporto Internacional de Guarulhos.
É neste bairro gracioso que meu pai, José, operário aposentado da Companhia Nitroquímica Brasileira/Grupo Votorantim, e minha mãe, Geralda, dona de casa, adquiriram em 1972 a casa em que vivo hoje, compartilhando espaços com gente violenta e arrivista.
A seguir, algumas imagens da minha "aldeia" e um passeio virtual de bicicleta pelas cercanias do bairro.
A Rua da Blogueira, onde vivem muitas personagens
dessa história-reportagem.
Estação de trem de Engenheiro Goulart/Foto: CPTU
Minipraça: marco zero do bairro
Teatro Flávio Império
O pós-moderno
Rua aprazível e arborizada
E agora, pra relaxar, vamos pedalar, num passeio gostoso de bicicleta pelo Parque Várzeas do Tietê, sentindo o vento no rosto... Junte-se a nós! Join us!
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domingo, 7 de agosto de 2011
Lei Maria da Penha: 5 anos
Há 40 dias esta cidadã blogueira, vítima de violência de gênero, moral, psicológica, patrimonial e tentativa de agressão física e morte, desferida por um casal de trogloditas, dentro da casa da blogueira, como relatado em Carta Aberta à Presidenta Dilma Rousseff (leia aqui), há 40 dias esta cidadã aguarda medidas cabíveis e efetivas das instituições às quais recorreu, fundamentando-se na Lei Maria da Penha e no Código Penal.
Não basta a existência da Lei. Não é suficiente que as mulheres violentadas denunciem.
O Poder Judiciário - Delegacias da Mulher, Ministério Público, Magistratura - precisa fazer sua parte. Com urgência e eficácia.
Violência contra mulher não acontece "apenas" no âmbito doméstico. Violência contra mulher acontece na rua, no trabalho, na escola, nos transportes, na mídia, em toda parte. O tempo todo.
Existem mulheres, tão trogloditas e criminosas quanto os homens, que também violentam mulheres! Leia aqui.
Vamos comemorar, sim, os 5 anos da Lei Maria da Penha, que é um grande avanço. Mas vamos, também, exigir mais. Do governo, do Congresso, do Judiciário, de toda a sociedade.
Violência contra Mulher é VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS das mulheres.
Combata ! Denuncie ! Disque 180 !
Vídeo Maria da Penha
Link do vídeo
Link Cartilha "Não à Violência contra a Mulher"
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Não basta a existência da Lei. Não é suficiente que as mulheres violentadas denunciem.
O Poder Judiciário - Delegacias da Mulher, Ministério Público, Magistratura - precisa fazer sua parte. Com urgência e eficácia.
Violência contra mulher não acontece "apenas" no âmbito doméstico. Violência contra mulher acontece na rua, no trabalho, na escola, nos transportes, na mídia, em toda parte. O tempo todo.
Existem mulheres, tão trogloditas e criminosas quanto os homens, que também violentam mulheres! Leia aqui.
Vamos comemorar, sim, os 5 anos da Lei Maria da Penha, que é um grande avanço. Mas vamos, também, exigir mais. Do governo, do Congresso, do Judiciário, de toda a sociedade.
Violência contra Mulher é VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS das mulheres.
Combata ! Denuncie ! Disque 180 !
Vídeo Maria da Penha
Link Cartilha "Não à Violência contra a Mulher"
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segunda-feira, 1 de agosto de 2011
E quando MULHERES violentam mulheres?
Quando se fala em violência contra a mulher imediatamente se pensa em espancamentos, tapas, socos, pontapés, hematomas, cara inchada, sangue, ferimentos etc. E a primeira ideia que vem é a de um macho brutamontes, troglodita, marido ou companheiro, truculento, autoritário, ignorante, que se aproveita de sua força física para subjugar, humilhar e ferir uma esposa ou companheira indefesa.
Essa é "apenas" uma das modalidades de violência contra a mulher. A mais visível, a mais comum, a mais chocante, a que por vezes vai parar na mídia.
Mas há outras tantas modalidades de violência contra a mulher. Muitas delas silenciosas, quase invisíveis. Violência moral, psicológica, patrimonial, institucional. E os agentes também vão muito além de maridos, companheiros, irmãos, sobrinhos, inquilinos...
Sim. Há violência contra mulher desferida por mulheres. E aí temos AS trogloditas em ação. Muitas vezes, do alto de seus sapatos de bico fino e de seu péssimo e hediondo caráter...
Sim. Há violência contra mulher desferida por mulheres. E aí temos AS trogloditas em ação. Muitas vezes, do alto de seus sapatos de bico fino e de seu péssimo e hediondo caráter...
Imaginem MULHERES que violentam mulheres. Façam um exercício de imaginação.
Absurdo dos absurdos. Ridículo dos ridículos.
Mas acontece. E muito. E muitas vezes com mulheres da mesma "família"... Não nos rincões. Mas na maior cidade brasileira.
Aqui me refiro apenas às trogloditas que eu tenho o infortúnio, a má sorte, a desgraça de conhecer... e que promovem insultos, ridicularização, ameaças, constrangimentos, intimidações contra mulher, mantendo-a numa espécie de "cárcere privado", num isolacionismo, cerceando sua liberdade de ir e vir, violando seus direitos fundamentais e sua dignidade.
Que vergonha! Que ridículo! Imaginem, senhoras, se a sociedade brasileira tiver o desprazer de conhecer suas identidades!...
As sórdidas.
As sórdidas.
Violência contra Mulher é VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS das Mulheres.
DENUNCIE!
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