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terça-feira, 27 de agosto de 2013

São Paulo terá Casa da Mulher Brasileira


VIOLÊNCIA CONTRA MULHER



Tolerância Zero com a Violência contra Mulheres, determina a Presidenta Dilma Rousseff.

Prefeito Fernando Haddad acentua a importância da Justiça, do Judiciário, para coibir esta gravíssima violação de direitos.

Chega de Impunidade !!!

                                                                                                      Fábio Arantes/SECOM


Capital ganhará unidade da Casa da Mulher Brasileira

Equipamento especializado para o atendimento de mulheres vítimas de violência integra o programa do Governo Federal, "Mulher, Viver sem Violência". Município também firmou o Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência contra a Mulher


A região central da cidade ganhará nos próximos meses uma unidade da Casa da Mulher Brasileira, equipamento especializado para o atendimento de mulheres vítimas de violência. A instalação na capital foi anunciada após a assinatura do termo de adesão nesta segunda-feira (26), pelo município e Estado de São Paulo, ao programa do Governo Federal "Mulher, Viver sem Violência".

O projeto prevê a criação de centros integrados de serviços especializados, cooperação técnica com o sistema de justiça e campanhas educativas de prevenção e enfrentamento à violência de gênero. "Vamos ter um equipamento de primeira grandeza para atender às mulheres do município de São Paulo e de outras cidades", afirmou o prefeito Fernando Haddad. A unidade recebida pela cidade será instalada em até 120 dias no Cambuci.

O prefeito Fernando Haddad lembrou que a Justiça tem um papel bastante importante para a efetivação do programa do Governo Federal. "Nós precisamos muito da ação da Justiça para esses casos. Não nos basta simplesmente os equipamentos e serviços disponíveis. O acolhimento é fundamental, mas a punição é uma necessidade para coibir os abusos que são verificados no Brasil em relação às mulheres. Temos de lutar contra os opressores, contra as pessoas que usam da violência para impor os seus desejos e lutar pela dignidade da mulher paulistana", disse.

"A luta contra a violência à mulher não é uma luta nossa, apenas", afirmou a ministra Eleonora. "É uma luta de toda a sociedade brasileira. Ela transcende o Estado brasileiro e as mulheres que estão sofrendo. E essa luta tem mobilizado corações e mentes para que ela, de fato, se torne passado em breve no nosso país. Se a impunidade contra a violência às mulheres terminar, sem dúvida nenhuma, nós teremos dado um passo para acabar com todas as impunidades do Brasil".

O programa na capital, que ficará sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres, concentrará no mesmo espaço físico os principais serviços especializados e multidisciplinares de atendimento às mulheres em situação de violência, nas áreas de justiça, prevenção, saúde, serviços públicos de segurança, acolhimento, atendimento psicossocial, abrigamento e promoção de autonomia e geração de trabalho, emprego e renda.

A Casa da Mulher Brasileira funcionará 24 horas por dia e terá espaço para atender, em média, 200 mulheres diariamente. As obras, os equipamentos e o mobiliário, orçados no valor de R$ 4,3 milhões, serão financiados pelo Governo Federal. Ao todo, 27 casas serão construídas em todo o território nacional, sendo uma por capital.

O termo de adesão foi firmado pela ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República; pelo governador Geraldo Alckmin; pelo prefeito Fernando Haddad; pelo presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Ivan Sartori; pelo procurador-geral do Ministério Público, Márcio Fernando Elias Rosa; e pela defensora pública-geral de São Paulo, Daniela Cembranelli.

"Se nós queremos acabar com a violência, temos de acabar com a impunidade, pois é a impunidade que a estimula", afirmou o governador Geraldo Alckmin, lembrando que o poder judiciário estará dentro da Casa da Mulher Brasileira. No equipamento, será também instalada a 130ª Delegacia da Mulher do Estado.


Pacto

Na ocasião, também foi assinado o termo de adesão ao Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência contra a Mulher, parceria que tem como intuito fortalecer as políticas públicas de enfrentamento a violência contra a mulher, visando ampliar e integrar os serviços de acolhimento e orientação às mulheres nessa situação.

"O pacto vai integrar as ações entre as três esferas de governo e as instituições do poder público que atuam nesta área, com o objetivo de consolidar uma rede de enfrentamento contra a violência à mulher", afirmou a secretária municipal de Políticas para as Mulheres, Denise Dau.

De acordo com a secretária, em recente pesquisa divulgada neste mês pelo Instituto Patrícia Galvão, sob a percepção da sociedade em relação à violência e assassinato de mulheres, 98% dos entrevistados afirmaram conhecer a Lei Maria da Penha. Porém, 58% afirmaram a necessidade de maior apoio por parte do poder público para as mulheres que denunciam.

"O conjunto de programas que têm sido implementados por meio da criação de espaços institucionais e de controle social da sociedade, aliados à previsão de orçamento, apoio técnico e institucional, estruturam uma política de estado para as mulheres. E essa é uma política pública fundamental para a superação das desigualdades e a construção de uma sociedade justa e sem opressão de gênero", afirmou Denise.


Programa Federal

Lançado em março deste ano, o programa "Mulher, Viver sem Violência" conta com investimento de R$ 265 milhões e estabelece ações para a melhoria da coleta de vestígios de crimes sexuais; a transformação da Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, da SPM, em disque-denúncia para acionamento imediato da Polícia Militar e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu); a criação de seis centros de referência nas fronteiras secas do Brasil com a Bolívia, a Guiana Inglesa, o Paraguai e o Uruguai; e a construção da Casa da Mulher Brasileira - uma unidade desta em cada capital do país.



Portal PMSP

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terça-feira, 14 de maio de 2013

São Paulo: tolerância zero na violência contra mulher



Engenheiro Goulart, Penha, cidade de São Paulo.

Esquema criminoso mobilizado contra Sônia Amorim, a cidadã que edita este blog. Ciladas, emboscadas, atentados. Disfarçados, camuflados. Assim opera a delinquência. Mais detalhes na coluna à direita e em outros posts. Todos atentos!




NOVOS TEMPOS EM SÃO PAULO


Assim como no plano federal o governo popular e trabalhista criou a Secretaria de Políticas Para as Mulheres, atualmente sob o comando da ministra Eleonora Menicucci, a maior cidade brasileira não poderia ignorar as problemáticas que dizem respeito à condição feminina.

O prefeito Fernando Haddad criou a Secretaria Especial de Políticas Para as Mulheres, que tem à frente Denise Motta Dau, graduada em Serviço Social e com mestrado em Saúde Coletiva. A secretaria tem um olhar prioritário ao enfrentamento da gravíssima questão da violência contra a mulher, e acaba de publicar e disponibilizar a cartilha "A São Paulo que queremos não tolera violência contra a mulher".

Mulheres podem sofrer violência física, sexual, moral, psicológica, patrimonial, doméstica, familiar, institucional. Violência contra mulher é VIOLAÇÃO de DIREITOS HUMANOS!

É vítima de violência ou tem conhecimento de mulheres violentadas?

Denuncie!  

(Disque 180 ou utilize outros canais)





"A São Paulo que queremos não tolera violência contra a mulher"

Esse é o tema da Cartilha contra a violência publicada pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres



Cartilha "A São Paulo que queremos não tolera violência contra a mulher"

A Cartilha "A São Paulo que queremos não tolera violência contra a mulher" foi lançada no último dia 07 de março durante a divulgação do programa “Mulheres em Todos os Espaços”, elaborado pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres.

A publicação contém toda a Lei Maria da Penha, os direitos das mulheres, bem como os endereços dos Centros de Cidadania da Mulher (CCM), Casas Abrigo e Centros de Atendimento para Mulheres Vítimas de Violência. Faça aqui o download da publicação.


SEPM/PMSP

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segunda-feira, 13 de maio de 2013

SP: Prefeitura abre espaços para questões da Mulher


Engenheiro Goulart, Penha, cidade de São Paulo.

Esquema criminoso mobilizado contra Sônia Amorim, a cidadã que edita este blog. Ciladas, emboscadas, atentados. Disfarçados, camuflados. Assim opera a delinquência. Mais detalhes na coluna à direita e em outros posts. Todos atentos!



NOVOS TEMPOS EM SÃO PAULO


São Paulo em ótimas mãos, limpas, dignas e competentes. Além do prefeito Fernando Haddad, que faz uma gestão aberta, transparente e moderna, a administração da cidade conta com a participação ativa da primeira-dama, Ana Estela Haddad, da vice-prefeita Nádia Campeão, da secretária especial de Políticas para as Mulheres, Denise Motta Dau, e de outras tantas valorosas mulheres à frente de secretarias, subprefeituras e outros órgãos.

Hoje, algumas delas estiveram discutindo políticas voltadas ao combate à violência contra a mulher e outros temas que dizem respeito à condição feminina.

Ana Estela Haddad e Nádia Campeão     SECOM/PMSP


Encontro com vereadoras debate políticas públicas para as mulheres


Projetos para a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres foram debatidos no encontro, que contou com a presença da vice-prefeita Nádia Campeão e da primeira-dama de São Paulo, Ana Estela Haddad



A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres promoveu nesta segunda-feira (13) um encontro com a bancada feminina da Câmara Municipal. O objetivo da reunião, que contou com a presença da primeira-dama de São Paulo, Ana Estela Haddad, e da vice-prefeita Nádia Campeão, foi apresentar os projetos da pasta às vereadoras e ouvir sugestões de novas ações que possam ser criadas para combater a violência contra a mulher.

“Essa é uma primeira conversa de muitas. Queremos que esses encontros sejam um espaço para troca de ideias e de discussões sobre o combate à violência contra a mulher”, disse a secretária Denise Motta Dau.

Denise destacou ainda que a aprovação da pasta na última quarta-feira (8) já foi o primeiro passo nessa causa. “A Câmara aprovou em peso a criação da Secretaria de Políticas para as Mulheres do Município de São Paulo. Agora, vamos ter como agregar recursos humanos, equipamentos, espaço físico e orçamento para poder implementar as políticas relacionadas à temática de gênero na cidade”, completou.

Segundo a vice-prefeita Nádia Campeão, o próximo passo será pensar em ações que deem visibilidade à Secretaria de Políticas para as Mulheres. “A visibilidade dessa secretaria não pode ficar restrita ao Dia Internacional da Mulher. Nosso desafio é ao longo dos próximos quatro anos, para que uma futura gestão não extinga uma pasta tão importante”, disse.

A primeira-dama do município, Ana Estela Haddad, lembrou que a questão da mulher
engloba também o trabalho e o cuidado com os filhos. “Muitas mulheres trabalham fora e não conseguem tempo para acompanhar uma fase tão importante do desenvolvimento dos filhos, que é a primeira-infância. Precisamos encontrar meios de que as mulheres participem mais ativamente da vida dos filhos dentro das creches da cidade”, disse Ana Estela.

As vereadoras Juliana Cardoso (PT) e Sandra Tadeu (DEM), que participaram do almoço, disseram estar à disposição da secretaria para apoiar projetos com relevância para a mulher. “A criação de uma pasta específica para as mulheres vem num momento muito importante, uma vez que até o próprio Governo Federal já tem um Ministério voltado para as políticas das mulheres. A Prefeitura tem em mim uma parceira nessa causa”, disse a vereadora Juliana Cardoso.