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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

SP: Blogueira denuncia invasão de domicílio e crime ambiental



Os que acham que podem tudo, que estão acima das leis e que o Código Penal é para os trouxas e os pobres continuam promovendo ilícitos contra a blogueira Sônia Amorim e sua casa, colocando em risco a vida da cidadã.

A escritora e blogueira vem sendo há quase 15 anos esbulhada, espoliada, lesada - violação de direito de propriedade -, e há 3 anos passou a sofrer violências moral, psicológica, institucional e tentativas de violência física (sequestro? assassinato?).

No Fórum Penha de França, nas delegacias do bairro, na Corregedoria do Município de São Paulo e até na Corregedoria do Tribunal de Justiça de São Paulo as denúncias da cidadã andam a passo de tartaruga, quando andam.

Urge que as instituições de investigação e controle da criminalidade abram apurações sérias, não burocráticas, "só pra inglês ver", mas averiguações consistentes e consequentes. Chega de "arquivamento" de denúncias!

Ministério Público é Fiscal da Lei, não "Engavetador de Denúncias".

Além das fotos de ataques a pinheiro, bananeira, ipês e mamoneiro que postei ontem, a seguir publico mais cenas explícitas de barbárie cometida contra árvores da minha casa. A vítima desta vez foi uma cerejeira-do-campo (Eugenia involucrata), de quase 3 anos, atacada com "requintes de perversidade", dentro do quintal da blogueira.

Observem a crueldade dos infratores, que esperam a blogueira se recolher e, na calada da noite, trepam no muro ou invadem o quintal da cidadã para cometer atrocidades. Já imaginaram a cena ridícula? 

O arbusto estava viçoso, saudável, com cerca de dois metros e meio de altura, folhas verdes e brilhantes etc. A ponta do arbusto foi quebrada há cerca de 60 cm, lascada, para a introdução de veneno, também atirado nos galhos e folhas.

Uma atrocidade cometida por pura falta do que fazer...









Isto também é Violência contra Mulher.

Não me calo.

***Só os ignorante

*

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

SP: Blogueira vai ao Fórum Penha. Venham comigo!


Hoje esta Blogueira que vos escreve cumprirá com sua obrigação de cidadã, atendendo a uma convocação e comparecendo a uma audiência de conciliação da Ação de Indenização por Dano Moral (Proc. 0014352-28.2012.8.26.0006), promovida contra a Blogueira por ROSELI APARECIDA VELUCCI DE AMORIM.

A audiência deve acontecer no andar térreo do VI Foro Regional Penha de França, tradicional bairro da Penha, zona leste da cidade de São Paulo, às 16 horas.

14 anos a senhora Roseli Velucci (viúva do irmão da Blogueira) e filhos (Geraldo José de Amorim Júnior, Adriana de Amorim Prudente e Ana Paula de Amorim Gonçalves) violam o direito de propriedade da Blogueira, impedindo-a de dispor livremente de imóvel adquirido pelos pais da Blogueira, Geralda e José, sem ajuda de qualquer pessoa, imóvel legado por doação à Blogueira e irmãos, há 40 anos atrás. Como a Blogueira vem denunciando aqui, neste altivo e brioso blog, tais familiares fazem isso em conluio com servidores municipais da Subprefeitura Penha, outros agentes públicos e alguns particulares. E com a ciência do prefeito Gilberto Kassab e do Corregedor-Geral do Município de São Paulo, Edilson Mougenot Bonfim.


                                Mãe e pai da blogueira, com a primeira bisneta, Michele.
                                              Imagem do arquivo pessoal da Michele.

A senhora Roseli Velucci, na referida ação, alega ter sido ofendida por supostas referências que fiz a ela neste blog, mas começa mal, muito mal, a buscar reparação por eventual dano: a petição da ação que move, em seu segundo e terceiro parágrafos (!!!), já inicia DESVIRTUANDO FATOS, DESINFORMANDO O JUÍZO e CALUNIANDO esta Blogueira. Vejam vocês mesmos:

A VERDADE DOS FATOS

1. Pra começo de conversa, ao contrário do que afirma o primeiro parágrafo, o imóvel citado NÃO FOI RECEBIDO POR HERANÇA, e sim por ESCRITURA DE DOAÇÃO, 40 anos atrás! O imóvel desde a compra (1972) é constituído por 2 casas independentes, de ns. 7 e 11, e NÃO FOI DESMEMBRADO por "divisão amigável". O contrato de divisão amigável foi celebrado em 2005 entre a Blogueira e seu irmão, um pouco antes de sua morte, justamente para obrigar herdeiros a darem continuidade a processo de regularização de construção clandestina que promoveram, e tal contrato foi por eles descumprido em 2006, logo após o falecimento do irmão da Blogueira. Portanto, afirmações relevantes e inverídicas logo no começo da petição inicial da ação da dona Roseli contra a Blogueira.

2. Assim como o primeiro, o segundo parágrafo também se encontra contaminado por inverdades: o referido imóvel, por ter sido recebido através de ESCRITURA DE DOAÇÃO,  NÃO ENTROU EM QUALQUER INVENTÁRIO OU PARTILHA, como faz crer o texto. E continua o descalabro, com uma afirmação invertida: a campanha difamatória, caluniosa e injuriosa foi promovida, na realidade, pela senhora Roseli Velucci, contra Sônia Amorim. Até em autos de processo a Blogueira é tachada de "louca" e outras baixarias! E o parágrafo eivado de inverdades termina com a seguinte "pérola": a Blogueira planejou "a contratação de matador de aluguel para assassinar" tais familiares [!!!].

Como uma pessoa que supostamente pretende defender seus direitos e receber indenização por dano moral já começa seu pedido na Justiça desvirtuando fatos e desinformando o Judiciário com afirmações falsas, inverídicas e caluniosas? 

Meus amigos: a coisa é muitíssimo grave. E como eu já disse aqui várias vezes: minha vida e integridade física correm alto risco, porque estas pessoas se julgam acima das leis, NÃO querem assumir a responsabilidade pelos ilícitos que vêm cometendo há quase 15 anos, e para isso FABRICAM o que for necessário para achacar a Cidadã Blogueira. Até processos no Judiciário!

Como se trata de assunto de interesse público, convido vocês todos que acompanham minha luta pessoal, meus amigos, leitores, banda boa da família e simpatizantes, a mais uma vez me acompanharem, em pensamento e coração, desta vez às 16 horas de hoje, 5 de novembro de 2012, no setor de Conciliação, andar térreo do Fórum Penha de França, Rua Dr. João Ribeiro, a uma quadra do Shopping Penha.

                                       Foro Regional Penha de França/Imagem Google

A Cidadã Blogueira vai em paz, tranquila, calma, certa de que tem a Verdade do seu lado e convicta de que é vítima de gravíssimas violações de direito, muitas delas já compartilhadas aqui com vocês.

Justiça Já para a Blogueira Cidadã !!!



Destaques do ABC!


São Paulo: Vamos todos ao Fórum Penha?




Meus queridos amigos, leitores, simpatizantes...  Banda Boa da Humanidade!

Peço que estejam mais uma vez comigo hoje, todos atentos a este corajoso blog e aos passos desta Blogueira Cidadã, que luta por Justiça e para ter de volta a propriedade plena de sua casa, direito humano fundamental, violado por familiares, apoiados por agentes públicos, todos tentando silenciar a Blogueira, usando para isto de ameaças, constrangimentos e dos mais diversos e torpes golpes e artimanhas.

A Blogueira deve comparecer ao Fórum Penha de França, bairro da Penha, cidade de São Paulo, às 16 horas, para uma audiência de conciliação, e convida todos vocês a estarem com ela, em pensamento e coração, na defesa da Verdade, em busca da Justiça, com serenidade e respeito às autoridades e sobretudo um imenso amor ao ordenamento jurídico e à Constituição Cidadã.

Fiquem atentos! Publicarei post importantíssimo nas próximas horas!

Venham comigo! Estejam comigo!

JUSTIÇA para todos e para a Blogueira Cidadã!







sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Ativista vira Ouvidora da Polícia e continua sob risco


É... Vida de ativista não é fácil, não. Os delinquentes não poupam esforços para se manterem impunes. Até forjar denúncias, fabricar ilícitos, para "assassinar o caráter e a reputação" de suas vítimas, faz parte da munição desses marginais, como acontece com esta Blogueira, acusada pela "meiga" família-quadrilha, que a rouba há 15 anos, de ter contratado "matador de aluguel" para dar fim aos  "indefesos" familiares... [!!!] 

O papel aceita tudo, mesmo.

A Cidadã Blogueira, Mulher da Comunicação, enviou relato detalhado à Presidenta Dilma, que encaminhou o caso à ministra Maria do Rosário, para acompanhamento por parte da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República.

Cidadão: está sendo ameaçado, constrangido, intimidado? É vítima de violência física, moral, psicológica, patrimonial, institucional?

Denuncie! 




Ativista vira ouvidora da polícia após denúncia de violência e ameaça

Depoimento a 
ELEONORA DE LUCENA

Liderança de direitos humanos, Valdênia Aparecida Paulino Lanfranchi denunciou a violência policial em Sapopemba, periferia leste de São Paulo.

Ameaçada, precisou sair do país por duas vezes. Foi a primeira pessoa a entrar no programa federal que defende ativistas.

Em 2009 foi para a Paraíba buscar tranquilidade. Virou ouvidora da polícia e segue recebendo ameaças.

João Medeiros/Folhapress

Valdênia Aparecida Paulino Lanfranchi, ouvidora da polícia da Paraíba


Leia depoimento:

A polícia entrava na favela e colocava música de Vivaldi. Enquanto o som tocava, eles abusavam de mulheres, torturavam e assassinavam pessoas. Acontecia em Sapopemba, na zona leste de São Paulo, no início dos anos 2000.

Eu denunciei. Policiais foram afastados. Sofri ameaças. Em 2003, fui a primeira pessoa a ingressar no programa de proteção federal aos defensores de diretos humanos.

Talvez fosse mais afoita. Meu nome aparecia mais e fui escolhida para ser perseguida. Sempre fui intuitiva e ousada, o que fez de mim uma liderança. Mas não há super-heróis. Minha trajetória foi coletiva.

Aprendi a lutar em Sapopemba. Cresci num ambiente de pobreza, mas também de perspectiva. Tudo no bairro, a água, a luz, tinha sido fruto de muita luta. Era um bairro marcado pelas lutas sociais. Foi um aprendizado.

Eu tinha quatro anos quando cheguei à zona leste. Minha família migrou de Minas no começo da década de 1970. Meu pai tinha só alfabetização básica e foi trabalhar nas firmas do ABC. Minha mãe se alternava entre faxinas e costura.

Quando criança, a gente ia ao aterro sanitário em São Mateus. Catávamos garrafas de vidro e esterco de cavalo para vender. Colaborava na alfabetização de crianças. Também trabalhei numa confecção.

Ficava cada vez mais indignada com as diferenças sociais, com a violência. Muito cedo se aprendia o limite entre a vida e a morte. Havia esquadrões da morte, grupos de extermínio.

As mães da favela foram minhas mestras: não desistiam da vida mesmo chorando os filhos assassinados.

Comecei a me preocupar com as meninas do bairro. Havia uma rede de prostituição. Elas saíam de Sapopemba com a promessa de trabalhar em casas de família, mas acabavam na [av.] São João se prostituindo. Consegui organizar uma casa de acolhimento.


CRIANÇAS

Já fazia magistério e ia para a rua acompanhar a garotada que vendia sucata. As mães reclamavam: como a professora pega papelão na rua? Criamos o Cedeca [Centro de Defesa das Crianças e dos Adolescentes].

Era um tempo em que a cocaína quase não existia e a bandidagem era mais Robin Hood. A partir de 1985 o tráfico entrou para valer. Começam as disputas, mortes.

Foi nessa época que a região conheceu as expressões "correr a curra" ou "correr a carioca". Se uma menina namorava alguém do tráfico e desistia do romance, ela era colocada numa roda com jovens e violentada por todos.

Quando a polícia pegava alguém, íamos atrás. Sabíamos que poderíamos achar a pessoa morta. Começamos a denunciar casos na corregedoria e vimos o que é impunidade: nada acontecia. As poucas investigações que avançavam causavam represálias. Organizações de moradores eram invadidas. Havia perseguições, carros jogados fora da pista.

Denunciei também casos de prostituição envolvendo policiais. Houve ameaças de morte. Adolescentes que eu acompanhava foram torturados para mandar recado para mim.

Diziam que era para me calar ou ia amanhecer com a boca cheia de formiga.

Fui agredida fisicamente. Sofri tentativas de violência sexual. Uma vez foi no Brás. Fui salva por um usuário de drogas. Outra vez um indivíduo que morava no Ipiranga e era lutador tentou me violentar.


CORDA BAMBA

Fui estudar direito para ver como funcionava o Estado. Montamos o centro de defesa dos direitos humanos para denunciar violações.

As ameaças vinham de policiais e justiceiros. Os traficantes também não gostavam: pedir a presença de policiais sérios era colocar dificuldades para traficar e roubar.

Vivíamos numa corda bamba, entre a criminalidade cometida por agentes do Estado e a vigilância de criminosos comuns. Uma vez, numa festa, uma mãe chegou com um pacote de brinquedo e de bala. Era doação de um traficante. Dissemos: não. Não podíamos dar uma dupla mensagem às crianças. Nunca permitimos sermos usados por traficantes.

Quando entrei no programa de proteção federal fui morar na Vila Mariana [zona sul]. Foi um período muito sofrido. Grampearam o meu telefone. Ligações de dentro de presídio, de países latinos, apareceram na minha conta. Queriam dar a entender que eu era envolvida numa rede criminosa.

Nessa tensão, fiquei mal. Tive de sair. Fiquei três meses [dezembro de 2003 a fevereiro de 2004] em Chicago, numa casa de religiosos. Cheguei lá com 39 kg; eu pesava 45 kg. Tive atenção psicológica, fiz exames médicos, me recuperei.

Voltei e segui trabalhando. Fiz denúncias contra policiais que trabalhavam drogados e que praticavam violência sexual. Levei casos para corregedorias, comissões de direitos humanos, Ministério Público.

As ameaças continuavam. Em 2008, policiais entraram numa casa que seria ponto de tráfico. Lá, teriam pego um caderno com nomes e valores. Tinha "D Valdênia". Associaram a mim. Já tinham tentado outras vezes me difamar. Pedi que tudo fosse investigado.

Abriam inquéritos e arquivavam por falta de provas. Depois, reabriram para me escutar. Ou invadiam a associação.

A casa de um dos meus irmãos foi invadida. Colocaram revólver na cabeça do meu sobrinho de oito anos, da minha cunhada. Não levaram nada. Não houve investigação séria.

Jogaram animais mortos no quintal da minha mãe. Para um irmão que joga bola disseram: "Quando acabar o jogo, vai para o enterro da tua irmã".

Fui de novo para o exterior. Com o amparo da Anistia Internacional, fiquei seis meses em Madri em 2008. Mas decidi sair de São Paulo por causa das ameaças à minha família.

Casei em dezembro de 2008 com um homem que foi padre e é educador social. Atuávamos juntos em São Paulo. Viemos para a Paraíba em janeiro de 2009 para trabalhar numa entidade de direitos humanos. Achei que ia ter um ano meio zen. Mas, com dois meses, já estava envolvida até a cabeça.


OUVIDORA

Há um ano sou ouvidora de polícia da Paraíba. É um Estado com muita pobreza, que começa a mudar politicamente, mas onde o coronelismo é muito forte. Tem 3 milhões de habitantes; só neste ano houve 800 assassinatos.

É o quintal dos Estados do Nordeste. Corrupção tem em todo o lugar, mas aqui eles têm pós-doc em corrupção.

Há grupos de extermínio, com envolvimento de policiais, agentes penitenciários. Há também tortura. Recebi denúncias de que policiais andam com um kit tortura nos carros: saco plástico, aparelho de choque e gás de pimenta.

Meu trabalho é denunciar corrupção e esses grupos de extermínio. Neste ano já estamos com 241 casos. A PM tem 9.500 policiais. Na Polícia Civil não chega a 2.000.

Também acompanho famílias de assassinados por policiais. Criei o grupo "As Loucas Mães da Paraíba". São mães que têm filhos assassinados, desaparecidos, levados por policiais. Quando protestavam eram chamadas de loucas.

A ouvidoria não tem autonomia; é vinculada à Secretaria de Segurança. O secretário me deixa trabalhar, mas a estrutura é precaríssima. As corregedorias são muito comprometidas, não apuram.

Estou denunciando PMs e delegados por tortura. Obviamente isso me deixa vulnerável. Não me sinto segura. Ainda não pedi escolta, mas acho que não vai demorar.

Já recebi recados. Mas estão na fase branda. Não vou parar. Não vim de uma periferia tão lascada para conseguir estudar e pegar meu conhecimento e ir para um escritório.

FSP Online

*

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

São Paulo: Blogueira sob risco de assassinato


"Com o falecimento de Geraldo José de Amorim, os herdeiros promoveram o inventário e partilha amigável e, durante a tramitação do processo de inventário, a requerida Sônia Maria de Amorim iniciou uma implacável e incansável campanha difamatória, caluniosa e injuriosa, contra a requerente e todos os membros da sua família, chegando até planejar a contratação de matador de aluguel para assassiná-los."

(Terceiro parágrafo de "petição" em ação de danos morais contra a Blogueira, movida por sua ex-cunhada no Foro Regional Penha de França, cidade de São Paulo)



                                                   Blogueira ameaçada de morte

Tanta coisa acontecendo no Brasil, por conta das eleições, do julgamento do Mensalão no STF, da CPI do Cachoeira... O Brasil todo fervilhando, e esta Blogueira Cidadã tendo que parar por algumas horas suas postagens normais para noticiar seu caso particular: refém de um esquema criminoso armado no tradicional bairro Penha de França (Penha), zona leste da cidade de São Paulo.

O "Caso da Blogueira" é gravíssimo, de interesse público, já que a cidadã é esbulhada e tem seus direitos violados de várias formas por quadrilha parecida com a do Cachoeira e a do Mensalão, constituída por "núcleos".

Os crimes contra a Blogueira, fartamente denunciados na Promotoria Criminal do Ministério Público do Estado de São Paulo, na Corregedoria Geral do Município de São Paulo e Gabinete do prefeito Gilberto Kassab, na Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça e outras instâncias, são cometidos por "familiares" [aspas, mesmo! dá pra chamar isso de "família"?!], servidores públicos da Prefeitura/Subprefeitura da Penha, agentes públicos do Judiciário, com o apoio de defensores públicos, policiais, três ex-inquilinos da Blogueira, vizinhos da Blogueira e outros. Acreditem! A Blogueira enfrenta, por baixo, umas 30 excrescências.

No começo dos ilícitos, os delinquentes tentaram "carimbar" a Blogueira de "louca", para isolá-la de vizinhos, conhecidos e parentes, desqualificar suas denúncias, silenciá-la, se apoderar de sua casa e se perpetuar na impunidade.


                              Casa da Blogueira, adquirida e legada a ela por seus pais.
                                   Engenheiro Goulart, Penha, cidade de São Paulo.

Esta Blogueira que vos escreve detém 3 (três) diplomas da maior, melhor e mais importante universidade brasileira, no ranking das melhores do mundo: a USP, Universidade de São Paulo. Esta Blogueira tem produção intelectual publicada, inclusive sua dissertação de mestrado, editada em livro e indicada em duas categorias ao mais importante prêmio intelectual do Brasil, o Prêmio Jabuti. Esta Blogueira exerceu atividades profissionais, com e sem vínculo, em pequenas, médias e grandes editoras. Esta Blogueira foi professora em universidades públicas e particulares. Esta Blogueira mantém no ar, há 2 (dois) anos, escrevendo diariamente, este aguerrido Abra a Boca, Cidadão!, blog que trata de Ativismo, Cidadania, Direitos Humanos, Justiça, Mídia e Poder, principalmente.

Evidentemente, o "carimbo" de "louca" não colou, não prosperou, como queriam os delinquentes. Transformada em refém dentro de sua própria casa, num "cárcere privado disfarçado", com câmeras de monitoramento e um "cão de guarda" vigiando suas movimentações o dia todo, a Cidadã Blogueira foi para a internet, para as redes sociais, Blogosfera e Facebook, onde tem feito amigos e simpatizantes, para o desespero dos marginais que a roubam e pretendem, agora, ao que tudo indica, assassiná-la. Ou, na melhor das hipóteses, colocar a Blogueira na cadeia, fabricando ilícitos contra ela.

Meus amigos, leitores, banda boa da família e demais frequentadores do ABC!: sou ativista desde os anos 70, quando entrei na USP (Letras) e na Cásper Líbero (Jornalismo), e como estudante, em movimentos de rua, participei das lutas para a derrubada da ditadura e a redemocratização do Brasil. Sou pacifista e defensora de Direitos Humanos, Animais e Meio Ambiente. Sou escritora e blogueira. 

De família católica mas de mente aberta e curiosa, sou adepta também de valores imperecíveis do Hinduísmo, Budismo e Espiritualidade Elevada. Discípula de Gandhi e da Ahimsa (Não Violência), não mato uma barata, uma formiguinha, sequer. E como moro em casa antiga, de vez em quando aparecem ratos em meu quintal, que são espantados pelo meu cãozinho caçula, o Arthur, e até por jatos dágua com balde e mangueira.


                                                       O pequeno e destemido Arthur 

Os delinquentes familiares, acumpliciados com uma "advocacia" criminosa, agora tentam vincular o nome honrado da Blogueira com pistolagem e matadores de aluguel [!!!], ao que tudo indica já armando um assassinato da Blogueira, que será "vendido" para a sociedade como "vingança do matador de aluguel contratado pela Blogueira"!!!

Entenderam a provável "jogada" da Quadrilha?  Sendo bem-sucedida a manobra, ao mesmo tempo em que se apropriam da casa e se livram de uma incômoda parente que virou blogueira e que não pára de fazer denúncias, eles se eximem de qualquer culpa, jogando um eventual assassinato da Blogueira nas costas de um "matador de aluguel", supostamente contratado pela Blogueira para eliminar os "meigos" familiares (aqueles que a roubam há 15 anos...). 

Tentam destruir, conspurcar, emporcalhar a imagem digna da Blogueira, tentam transformá-la de vítima de falcatruas de toda espécie em Ré... Inversão de papeis, assassinato de reputação, procedimentos muito utilizados por mafiosos.

As tentativas de tachar a Blogueira de "louca", interceptando-a, internando-a e mantendo-a dopada e calada, não deram certo. Os atentados contra a vida e a integridade física que a Blogueira sofreu em 2010 e 2011, este último dentro de sua casa, foram enfrentados e desarticulados pela Blogueira, com a ajuda de amigos e deste bravo blog. O "cárcere privado disfarçado", que impede a Blogueira de transitar livremente e trabalhar, não conseguiu impedir que a Blogueira trabalhe em casa, prestando serviços editoriais online.

Os achincalhes, o linchamento e assédio moral, o achaque que covardemente desferem contra esta Blogueira e o assassinato que ao que tudo indica preparam para calar suas denúncias, tomar sua casa e continuar na impunidade continuarão sendo enfrentados com a mesmíssima coragem, integridade e hombridade com que esta Cidadã sempre se portou em sua vida pessoal e profissional. Ao contrário dos delinquentes que a assediam, a Blogueira nunca teve qualquer contato com pistoleiros e afins. O círculo de relações da Blogueira, que inclui professores, escritores, jornalistas, advogados, ativistas e blogueiros de várias profissões, é e sempre foi elevadíssimo.

Esta Blogueira é do mundo da cultura, como mostra sua história de vida. O mundo do crime é o espaço de atuação dos delinquentes que a roubam e perseguem.

Esta Cidadã repudia com veemência todas as torpezas desesperadamente assacadas contra ela em autos de processos e verbalmente, por esses verdadeiros marginais, reles escória da sociedade. 

Mais uma vez esta Cidadã pede medidas urgentes do Estado brasileiro contra tais facínoras e para a proteção de sua vida, sob risco de iminente violência grave.

Justiça para a Blogueira Cidadã !!!




quarta-feira, 5 de setembro de 2012

SP: Blogueira enfrentando mais violências

Meus amigos, leitores, companheiros de blogosfera e Facebook, conhecidos, simpatizantes, banda boa da família... Mais uma vez me dirijo a vocês para pedir que fiquem atentos a este blog e à vida e integridade física desta Blogueira. Os que há quase 15 anos violam meu direito de propriedade e desferem violências várias contra mim nos últimos 2 anos e meio tentam me silenciar para sempre, incomodados com minhas denúncias e com os posts deste aguerrido blog. 

Mais crimes estão em andamento, com processos fabricados contra mim contendo calúnias e outras aleivosias, no intuito de me intimidar e calar. Infelizmente, no Brasil, isso ainda acontece muito: além de lesar a vítima, os delinquentes têm o descaramento de ir ao Judiciário processá-la para continuar na impunidade.

Minha situação é de fragilidade, e isto assanha ainda mais as mentes oportunistas e criminosas.

Nesta manhã, de modo tranquilo, sereno, republicano e cidadão, comparecerei ao 24. Distrito Policial, próximo de minha casa, em Engenheiro Goulart, Penha, cidade de São Paulo, para prestar esclarecimentos. Peço que me acompanhem, em pensamento e coração. E aqui no blog e Facebook, no período da tarde. Aos mais chegados, enviei mensagem pessoal e sigilosa.

Alguns amigos têm autorização por escrito para entrar em minha casa. NINGUÉM MAIS, muito menos os familiares delinquentes e seus apoiadores.





Ninguém está acima da Lei. Que os infratores paguem pelos ilícitos que cometeram! Que a propriedade de minha casa, a mim legada por meus pais, e esbulhada por familiares, me seja devolvida plenamente!

Chega de violência! Basta de impunidade!

JUSTIÇA JÁ para a Blogueira Cidadã!

                                                                               Sonia Maria de Amorim




*



terça-feira, 21 de agosto de 2012

A advocacia e a corrupção no Judiciário, segundo Eliana Calmon


Em vários posts aqui no ABC! eu venho contando aos leitores que as violações de direito que sofro são desferidas por família-quadrilha em conluio (associação criminosa) com advocacia de esgoto e bandidagem togada. 

Evidentemente, o que eu chamo de "família-quadrilha" já deixou de ser família há muito tempo. No momento em que maiores de idade e capazes, ou seja, imputáveis, assumem que usarão todos os meios possíveis, inclusive o crime, para lesar um familiar, passaram a ser bandidos e como tal devem ser tratados.

Dos Bandidos e Bandidas de Toga este blog já falou bastante. Mais de 100 posts sobre o inestimável e revolucionário trabalho da Grande Mulher da Justiça, ministra Eliana Calmon, no comando da Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça.

Mas é preciso desbaratar também o núcleo advocatício da corrupção que grassa no Judiciário. E a destemida ministra-corregedora sabe disso melhor que ninguém.

São as porcarias advocatícias que fazem o "meio de campo" entre particulares corruptores e juízes corrompidos. O eminente jurista Miguel Reale Jr. há tempos alertou para isso.

Há que criar uma verdadeira "força-tarefa" para combater essa descarada bandidagem togada, becada, de terno e gravata e saia-e-sapato-de-bico-fino... 

A aguerrida ministra Eliana Calmon, Orgulho da Magistratura Brasileira, esteve ontem na OAB Federal, onde falou do importante papel da banda boa da advocacia no combate à corrupção dentro do Judiciário.

Abaixo duas matérias sobre esse congraçamento e, pra quem ainda não conhece, o "Rap da Eliana Calmon", criado por um advogado.



Advogados devem fiscalizar a atuação do Judiciário, afirma Ministra Eliana Calmon

Gláucio Dettmar/Agência CNJ
Advogados devem fiscalizar a atuação do Judiciário, afirma Ministra Eliana Calmon
A Corregedora Nacional de Justiça, Ministra Eliana Calmon, afirmou, nesta segunda-feira (20/8), que os advogados são os fiscais do trabalho da Justiça e das atividades dos magistrados. A ministra participou da sessão plenária do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em Brasília, quando fez um balanço de seus dois anos no cargo de corregedora e foi homenageada pelos presentes. Na ocasião, ela também defendeu que os advogados estejam atentos a eventuais desvios de conduta dos magistrados.

“Precisamos estar muito atentos porque, lamentavelmente, a corrupção chegou ao Poder Judiciário e precisa ser barrada de imediato, com muito vigor. Os advogados são fiscais diários da atividade de cada magistrado. Cabe aos advogados também fazer que essas denúncias, esses males que tanto fazem que a justiça brasileira seja amesquinhada, venham à tona para que, só assim, nós possamos realçar o trabalho da grande maioria, que é de gente séria, de magistrados sérios, abnegados, que eu tenho encontrado por esse Brasil”, declarou a ministra.

Eliana Calmon participou da sessão ao lado do Presidente do Conselho Federal da OAB, Ophir Cavalcante, dos conselheiros e membros da Diretoria Nacional de entidade. Ao falar sobre seu trabalho à frente da Corregedoria Nacional de Justiça, que termina no dia 6 de setembro, ela disse ter a sensação do dever cumprido.

“Eu saio com a sensação do dever cumprido. Foram dois anos muito intensos, com muitos afazeres. Saio com a sensação de que eu fiz tudo o que foi possível, mas com uma pontinha de tristeza por aquilo que eu não pude fazer, pelo que eu deixei de fazer. Mas eu tenho certeza de que o meu sucessor dará continuidade a esse trabalho. Dessa forma, nós vamos a cada dia ter um Judiciário melhor, mais organizado, com uma gestão mais certa, e o povo brasileiro terá a Justiça que merece”, disse.

A corregedora destacou ter sido instrumento para o início de uma mudança no Poder Judiciário. “Acho que tudo o que aconteceu não foi propriamente em razão da minha pessoa. Fui um instrumento, eu cheguei na hora. Naquele momento histórico foi possível, sim, uma mudança em toda uma cultura. A Constituição de 1988, com a transparência, com a publicização, que ela vem pregando como princípio, chegou ao Poder Judiciário. E aquele véu que envolvia um Judiciário quase napoleônico foi quebrado”, declarou.

Eliana Calmon também ressaltou que tanto a população quanto a imprensa hoje estão mais próximas do Poder Judiciário, o que se traduz em importante ganho para a democracia. “A população começou a falar sobre o Judiciário, o que é uma coisa importantíssima. E a imprensa maior desse País também perdeu um pouco do receio de falar do Judiciário. Então todos começaram a criticar, elogiar, falar, cobrar. E eu acho que isso para a democracia é de importância fundamental”.


A corregedora concluiu destacando o papel do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) no esforço de aprimoramento do Poder Judiciário. “O Judiciário precisa se organizar, muita coisa precisa ser feita. O CNJ teve um papel decisivo nessa primeira fase, mas nós precisamos ainda de muito acerto”.

Já o Presidente do Conselho Federal da OAB, Ophir Cavalcante, disse que a Ministra Eliana Calmon “contribuiu significativamente para que o Poder Judiciário hoje esteja mais próximo da população.”


Jorge Vasconcellos
Agência CNJ de Noticias

Corregedoria do CNJ


Eliana Calmon: estou bem acompanhada, estou na companhia da OAB

Brasília – "Estou acompanhada da Ordem dos Advogados do Brasil". A declaração foi feita hoje (20) pela corregedora nacional de Justiça, Eliana Calmon, ao participar da sessão plenária do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), onde relatou sua experiência no cargo, cujo mandato se encerra no dia 6 de setembro. "Saio com uma sensação de ter deixado muita coisa por fazer, com um sentimento de perda, mas a renovação é necessária e estou satisfeita com o meu trabalho", disse ela, após ser recebida pelo presidente nacional da OAB, Ophir Cavalante.

Eliana Calmon registrou que, nos três momentos decisivos de sua carreira, esteve presente ao Conselho Federal: quando se candidatou à vaga de ministra no Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao assumir a Corregedoria Nacional de Justiça e, agora, ao se despedir do cargo. “Estou aqui para dizer que tudo fiz para honrar o órgão de origem da Corregedoria, o Conselho Nacional de Justiça, instituição cujo DNA nasceu dentro desta casa, a OAB, como um ponto luminoso na Emenda Constitucional 45”, afirmou. "Gosto sempre de repetir que estou bem acompanhada, pois tenho a companhia da OAB, portanto não se metam comigo".

O presidente nacional da OAB lembrou do encontro com Eliana Calmon, logo após a posse da ministra na Corregedoria. “Naquele momento, lançamos as bases para a democratização da Justiça brasileira. A semente que foi plantada naquela oportunidade foi semeada, e hoje a sociedade colhe os frutos do fortalecimento da Corregedoria Nacional de Justiça”, disse Ophir, que também enalteceu o trabalho da corregedora. “Vossa Excelência fez e faz história pela postura corajosa, responsável e comprometida com a Justiça brasileira. Seu trabalho à frente da Corregedoria viabilizou que o Poder Judiciário se mostre de feição mais autônoma e comprometida com a aplicação da Justiça neste país.”


O apoio da OAB quando a corregedora foi criticada por declarar que o Poder Judiciário sofre com a presença de “bandidos escondidos atrás da toga”, em setembro de 2011, também foi ressaltado pela ministra. “Foi nesta casa que eu tive o primeiro apoio, quando a OAB defendeu a corregedora, que, naquele momento, estava defendendo o que há de mais sólido no CNJ. Meu propósito não foi denegrir a magistratura, mas de impor transparência ao Judiciário. A OAB entendeu meus propósitos desde o primeiro momento”, declarou Eliana Calmon.


A ministra reconheceu que a corrupção está presente no Poder Judiciário e que o trabalho da OAB é essencial para combatê-la. “Muita coisa precisa ser feita, principalmente na área disciplinar. A corrupção tomou conta do Judiciário e isso é absolutamente execrável e inaceitável. A advocacia precisa continuar como fiscal do Judiciário, para que não se transija com a corrupção. Cada um aqui será o fiscal do Judiciário. Quem conhece o Judiciário melhor que os magistrados são os advogados”, concluiu.

Durante a sessão, foi aprovada uma moção de aplauso à ministra Eliana Calmon e, em um momento de descontração, o conselheiro Délio Lins e Silva (DF) chegou a ler a letra de um "rap" que ele compôs em homenagem à ministra. O ex-presidente da entidade Reginaldo Oscar de Castro chegou a comparar o trabalho desenvolvido pela corregedora a uma nova página da história do Judiciário, que até então comportava-se como um poder monárquico.

OAB Federal

Agora o Rap da Eliana Calmon:

Destaques do ABC! *

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Eliana Calmon: "A corrupção é a mãe de todos os males"



O que pode acontecer quando Família-Quadrilha, Advocacia de Esgoto e Bandidagem Togada se juntam em conluio  para lesar uma pobre Cidadã Blogueira?


As mais escabrosas patifarias.


É o que acontece com a Blogueira Cidadã, que enfrenta sozinha esta quadrilha, esta escumalha, este câncer social.


                                                                                                                  Imagem: CNJ


Ministra Eliana elogia Lei de Improbidade

A corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, afirmou, nesta terça-feira (29/5), que a Lei de Improbidade Administrativa (Lei 8.429 de 1992), aos 20 anos de vigência, é o mais poderoso instrumento que o País dispõe para o combate à prática da corrupção. “A Lei de Improbidade Administrativa é um primor. Ela permite sanções modernas e eficazes no combate à corrupção, como a reposição dos recursos desviados aos cofres públicos e o afastamento dos envolvidos em ilegalidades do cargo”, declarou a corregedora, ao proferir a palestra “Os órgãos de controle administrativo nos estados democráticos”, durante abertura do II Encontro de Corregedorias do Poder Executivo Federal, em Brasília.

O evento é organizado pela Controladoria-Geral da União (CGU) e pela Corregedoria-Geral da União (CGU). Ao lado do controlador-geral da União, Jorge Hage, e do corregedor-geral da União, Waldir João Ferreira da Silva Júnior, a ministra Eliana Calmon acrescentou que a Lei de Improbidade Administrativa tem sido mais eficaz no combate à corrupção do que toda a legislação penal brasileira.

“Não acredito na sanção penal no Brasil. A formalidade dos processos penais fortalece a impunidade. Se alguém é rico e pode contratar um bom advogado, dificilmente será punido. Ou seja, a Justiça penal brasileira funciona mais para punir os pobres”, disse Eliana Calmon, referindo-se às estratégias protelatórias utilizadas pelos advogados, como, por exemplo, os sucessivos recursos judiciais. “A corrupção é a mãe de todos os males. No dia em que a Justiça funcionar bem ela vai acabar com todos os segmentos envolvidos com a corrupção”.

Eliana Calmon citou outras legislações importantes no combate à malversação de recursos públicos, como a Lei da Lavagem de Dinheiro (Lei 9.613 de 1998) e a Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527 de 2011). “Hoje tudo o que é público está nos jornais, está nos sites”, afirmou, acrescentando que a conscientização da sociedade e a democratização das instituições também contribuem para reprimir a prática da corrupção.

Ao concluir sua palestra, a corregedora defendeu que os gestores e dirigentes públicos nunca se esqueçam que também eles são cidadãos, submetidos aos mesmos direitos e deveres do restante da população brasileira. Ela disse que o controlador-geral da União, Jorge Hage, é um exemplo disso. “O exemplo do ministro Jorge Hage aumenta minha esperança de que vamos construir um novo Brasil. Os meus netos terão um País melhor. Sem sermos cidadãos, nós não poderemos defender os órgãos públicos”, declarou.

Jorge Vasconcellos
Agência CNJ de Notícias


Conselho Nacional de Justiça
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