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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Kassab, Serra e a "Máfia dos Fiscais"


CORRUPÇÃO NA PREFEITURA DE SÃO PAULO



Meio bilhão de reais é o valor calculado das perdas para os cofres municipais pela atuação da "Máfia dos Fiscais", estourada pela Controladoria Geral do Município, criada pelo prefeito Fernando Haddad (PT).

Essa lambança toda dentro da Prefeitura de São Paulo foi promovida sem que os comandantes da cidade (José Serra e Gilberto Kassab) tivessem ciência?

Se não tinham, são, na melhor das hipóteses, incompetentes. Se tinham, são cúmplices. E até mandantes...

Ministério Público, fiscal da lei e defensor da sociedade, deve responder.

E o cidadão, fiscal de tudo, deve denunciar e acompanhar as investigações.

Todo Poder Emana do Povo.





247 – A operação pente-fino comandada pelo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), contra desvios de recursos públicos por auditores fiscais, promete fazer estragos em representantes de vários partidos na Câmara Municipal e já ameaça chegar aos ex-prefeitos Gilberto Kassab (PSD) e José Serra (PSDB).

Haddad afirmou nesta terça-feira que, além de esquema em cobrança de ISS, a Controladoria Geral do Município encontrou irregularidades em mais quatro secretarias: Verde e Meio Ambiente, Habitação, Subprefeituras e Trabalho.

Em entrevista à rádio CBN, o prefeito petista afirmou que sua gestão está cruzando o patrimônio declarado pelos servidores com o que é apurado pela investigação.

Investigações do Ministério Público e da Controladoria já traçam ligações com servidores das administrações anteriores e reforçam suspeitas de que Kassab e Serra, responsável pela indicação do secretário Mauro Ricardo, possam ter se beneficiado do esquema. Leia mais na nota de Vera Magalhães, do Painel, da Folha:


O braço político

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, já foi avisado de que a investigação sobre desvio de recursos por auditores fiscais da prefeitura vai atingir representantes de vários partidos na Câmara Municipal. Vereadores que acompanharam a CPI do IPTU, presidida por Aurélio Miguel (PR) em 2009, lembram que Arnaldo Augusto Pereira, ex-subchefe da arrecadação que está na mira da Controladoria-Geral, atuou para que auditores subordinados a Ronilson Rodrigues não fossem convocados.

Mais um A auditora Paula Nagamati, que foi chefe de gabinete do ex-secretário Mauro Ricardo (Finanças) na gestão Kassab, também está no rol de investigados.

Manual Grampo da Operação Necator flagra dois acusados de integrar o esquema falando sobre Mário Spinelli. Um deles recomenda ao outro "cuidado" com o controlador-geral, tido como "sério". "Já até comprei o livro dele."


Brasil 247

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quinta-feira, 18 de julho de 2013

SP: Prefeitura quer criminalizar corrupção


CORRUPÇÃO NA CIDADE DE SÃO PAULO



“A verificação do patrimônio é um caminho eficaz para verificar se há corrupção. Mas hoje, ao se detectar uma discrepância, o servidor não pode ser processado criminalmente. O corrupto fica confortável porque, se não for comprovado o ato de corrupção, ele não pode ser penalizado criminalmente.”

“Aliada à criminalização, precisamos de uma legislação que garanta proteção contra perseguição ao denunciante de boa-fé. É necessário também reduzir o rito processual, que posterga as punições.”

                               (Mário Vinícius Spinelli, Controlador Geral do Município de São Paulo)


Prefeito Fernando Haddad e Controlador Geral Mário Vinícius Spinelli
Banco de Imagens/PMSP

Controlador defende criminalização de enriquecimento ilícito de servidores públicos


Para o controlador Mario Spinelli, punir criminalmente o enriquecimento ilícito é uma das medidas mais importantes para o combate à corrupção


Para o controlador do município Mario Vinicius Spinelli, a criminalização do enriquecimento ilícito de servidores públicos é uma das medidas mais importantes para combater a corrupção nos órgãos públicos. Spinelli defende a discussão e aprovação do projeto de lei nº 5.586/2005, que estabelece pena de três a oito anos de detenção e multa para funcionários públicos com patrimônio pessoal proveniente de fontes ilícitas, como propina e desvio de recursos.

“A verificação do patrimônio é um caminho eficaz para verificar se há corrupção. Mas hoje, ao se detectar uma discrepância, o servidor não pode ser processado criminalmente. O corrupto fica confortável porque, se não for comprovado o ato de corrupção, ele não pode ser penalizado criminalmente”, afirmou Mario Spinelli.


Atualmente, mesmo que os acusados de corrupção não consigam comprovar a origem lícita de seu patrimônio, são aplicadas apenas sanções administrativas e civis, como as previstas na Lei de Improbidade Administrativa. Segundo o controlador do município, muitas vezes a comprovação do crime é dificultada porque a prática que deu origem ao enriquecimento ilícito ocorreu no passado e muitas vezes estendeu-se ao longo de anos.

O projeto de criminalização do enriquecimento ilícito foi elaborado há quase uma década pela Controladoria Geral da União e encaminhado ao Congresso Nacional. Em 2012, durante as discussões sobre a reformulação do Código Penal, juristas posicionaram-se a favor da transformação do enriquecimento ilícito em crime. A ausência desta prática da legislação penal contraria compromissos internacionais dos quais o Brasil é signatário, como a Convenção Interamericana das Nações Unidas contra a Corrupção e a Convenção Interamericana contra a Corrupção.

Além da aprovação do projeto, Spinelli aponta outras medidas essenciais para combater a corrupção. “Aliada à criminalização, precisamos de uma legislação que garanta proteção contra perseguição ao denunciante de boa-fé. É necessário também reduzir o rito processual, que posterga as punições”, defende o controlador.


Controladoria


Em um semestre de atividades, as apurações da Controladoria Geral do Município (CGM) resultaram na detenção de cinco servidores públicos por irregularidades no exercício da função. Todas as ações foram desencadeadas por denúncias de munícipes e tiveram o apoio da Polícia Civil.

A prisão mais recente aconteceu na última sexta-feira (12), quando um funcionário da Subprefeitura de M´Boi Mirim foi detido após receber R$ 6 mil em propina. O servidor flagrado exigia ilegalmente a quantia para regularizar a construção de uma moradia na região.

No início de abril, foi preso um servidor do cargo de Especialista em Meio Ambiente, lotado no Núcleo 1 Norte (Perus), do Departamento de Gestão Descentralizada, da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente. Segundo denúncia, o funcionário exigiria propina de empresários.

Em março, dois servidores da Subprefeitura de Santo Amaro foram presos em flagrante por recebimento de propina. Os servidores investigados foram detidos depois de receberem a quantia de R$ 40 mil em espécie do empresário denunciante. No mesmo mês, um engenheiro civil da Prefeitura de São Paulo foi preso acusado de extorquir R$ 10 mil para facilitar a regularização de um imóvel.


Ferramenta para denúncia

Denúncias de casos de corrupção e desvios de conduta de funcionários ou órgãos da Administração Municipal podem ser feitas, a partir de agora, por uma nova ferramenta da Prefeitura de São Paulo. A intenção é ampliar a transparência no uso dos recursos públicos.

A plataforma digital de Denúncias, disponibilizada no site da Controladoria Geral do Município (CGM), permite ao cidadão fazer denúncias relativas à defesa do patrimônio público e questões relacionadas à corrupção.


Portal PMSP

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sábado, 13 de julho de 2013

SP: Prefeitura lança Canal de Denúncias


COMBATE À CORRUPÇÃO



Prefeito Fernando Haddad, Controlador Geral Mário Vinícius Spinelli e equipe dando uma imensurável contribuição para extirpar os cancros da corrupção, muitos deles incrustados anos e anos na administração municipal.

Estão esperando o quê, cidadãs e cidadãos da cidade de São Paulo? 

Os links estão no texto abaixo. Mandem bala !!!

"Quem sabe faz a hora, não espera acontecer..."




Controladoria lança ferramenta para receber denúncias da população


Plataforma permite ao cidadão fazer denúncias em relação à defesa do patrimônio e questões relacionadas à corrupção dentro da administração municipal, por meio do site da Controladoria Geral do Município (CGM)



Denúncias de casos de corrupção e desvios de conduta de funcionários ou órgãos da Administração Municipal podem ser feitas, a partir de agora, por uma nova ferramenta da Prefeitura de São Paulo. A intenção é ampliar a transparência no uso dos recursos públicos.

A plataforma digital de ‘Denúncias’, disponibilizada no site da Controladoria Geral do Município (CGM), permite ao cidadão fazer denúncias relativas à defesa do patrimônio público e questões relacionadas à corrupção.

Para fazer o apontamento do problema, basta que o cidadão acesse a página, preencha um formulário para descrever o fato e indicar o órgão envolvido, sejam secretarias, empresas municipais, autarquias ou subprefeituras.

Além do relato da denúncia, o canal permite, ainda, que o interessado anexe outros arquivos digitais como textos de documentos, fotografias e até vídeos para fundamentar melhor a denúncia.

“Essa é uma ferramenta importante, porque permite que o cidadão faça sua denúncia de forma estruturada e por um canal específico. Acreditamos que a participação popular é fundamental para combater a corrupção e é esse o objetivo”, afirmou o Controlador Geral do Município, Mário Vinícius Spinelli, lembrando que o denunciante tem o sigilo de seu nome garantido.

O recebimento das denúncias também pode ser feito por quem não tem acesso à Internet, enviando por correspondência endereçada para CGM (Viaduto do Chá, 15 – 10º andar – Centro – CEP 01002-020).

Outras medidas


Além do canal de denúncias lançado na última semana, a Controladoria Geral do Município (CGM) vem desenvolvendo outros trabalhos para dar mais transparência ao uso de recursos públicos. Publicado em 22 de maio, o Decreto 53.929 estabeleceu que todos os servidores municipais da cidade de São Paulo devem declarar seus bens todos os anos.

Itens como imóveis, automóveis, títulos e ações de investimentos financeiros devem ser declarados por um sistema eletrônico. Neste ano, a declaração de bens se encerrou no último dia 30 de junho, mas a partir do próximo ano acontecerá sempre até 31 de maio.

Prisões

Em ações conjuntas com a Polícia Civil, a Controladoria colaborou com a prisão de quatro servidores públicos municipais este ano por irregularidades. A CGM vem ainda coordenando o grupo de trabalho que está reformulando os processos de outorgas onerosas para que haja mais transparência, por exemplo, na autorização de ampliação e obras de empreendimentos de grande impacto.

“A avaliação que temos do trabalho da Controladoria até agora é excelente, ainda mais se considerarmos que ela foi criada efetivamente há pouco mais de um mês. Apesar de existir desde janeiro, o único cargo era o de controlador”, comentou Spinelli. “Vamos continuar adotando uma série de medidas e ações para a integridade pública”, concluiu.


Portal PMSP

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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Prefeitura de São Paulo vai monitorar patrimônio de servidores


PREFEITURA DE SÃO PAULO - COMBATE À CORRUPÇÃO



Acabou a farra...

A Controladoria Geral do Município (CGM), órgão criado pelo prefeito Fernando Haddad para combater a corrupção na administração municipal, vai monitorar o patrimônio de servidores municipais e seus familiares, para identificar eventuais enriquecimentos ilícitos.

Decreto neste sentido foi assinado pelo prefeito na terça (21).

A "grande" (?!) imprensa não noticia ou dá pouco destaque às importantes medidas que o prefeito Haddad vem implantando no combate à corrupção.

Por que será, cidadão?

Fernando Haddad e Mário Vinícius Spinelli, Secretário Especial da 
Controladoria Geral do Município - Foto: SECOM/PMSP


Servidor municipal terá que declarar bens todos os anos


Controladoria Geral do Município utilizará os dados para controle e identificação de eventuais enriquecimentos ilícitos. Não cumprimento da exigência pode causar suspensão do pagamento


Os servidores municipais de São Paulo terão que declarar, anualmente, seus bens para o exercício de mandatos, cargos, funções ou empregos nos órgãos da Prefeitura. A medida foi estabelecida pelo decreto 53.929, publicado no Diário Oficial da Cidade desta quarta-feira (22).

Na declaração de bens devem constar eventuais imóveis, móveis, dinheiro, títulos, ações, investimentos financeiros, participações societárias e qualquer outra espécie de bens e valores patrimoniais, estabelecidos no país ou no exterior. Bens e valores do cônjuge, filhos ou outras pessoas que vivam sob dependência econômica do declarante também devem ser mencionados, segundo o decreto.

A declaração deverá ser entregue até o dia 31 de maio de cada ano, por um sistema eletrônico da própria Prefeitura e em até 10 dias após o desvinculamento do agente público. Em 2013, excepcionalmente, o prazo se estende até o dia 30 de junho. Os servidores dispensados da apresentação da declaração anual do Imposto de Renda poderão entregar a lista de bens via formulário disponibilizado pelas unidades de recursos humanos (RH).

Caberá ao RH e a Prodam, empresa de tecnologia responsável pelos formulários eletrônicos, enviar à Controladoria Geral do Município a relação de funcionários que não cumpriram a exigência e os prazos estabelecidos. Mediante autorização do órgão, o pagamento da remuneração desses servidores poderá ser suspenso até o cumprimento da obrigação.

Com a base de dados, a Controladoria conseguirá identificar eventuais enriquecimentos ilícitos por parte de servidores, o que pode trazer indícios de corrupção.

Veja abaixo o decreto completo:


DECRETO Nº 53.929, DE 21 DE MAIO DE 2013

Dispõe sobre a obrigatoriedade de apresentação, pelos agentes públicos municipais, de declaração de bens e valores para a posse e exercício de mandatos, cargos, funções ou empregos nos órgãos da Administração Direta e Indireta.

FERNANDO HADDAD, Prefeito do Município de São Paulo, 
no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei, CONSIDERANDO que o artigo 13 da Lei Federal 8.429, de 2 de junho de 1992, condiciona a posse e o exercício de agente público à apresentação de declaração dos bens e valores que compõem o seu patrimônio privado,

D E C R E T A:


Art. 1º A posse e o exercício de agentes públicos municipais 
para o desempenho, ainda que transitório ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designação, contratação ou qualquer outra forma de investidura ou vínculo, de mandatos, cargos, funções ou empregos nos órgãos da Administração Municipal Direta e Indireta ficam condicionados à apresentação de declaração de bens e valores que compõem o seu patrimônio.


Art. 2º A declaração compreenderá imóveis, móveis, semo
ventes, dinheiro, títulos, ações, investimentos financeiros, participações societárias e qualquer outra espécie de bens e valores patrimoniais, localizados no País ou no exterior, e abrangerá, se existentes, os bens e valores patrimoniais do cônjuge ou companheiro, dos filhos e de outras pessoas que vivam sob a dependência econômica do declarante.


Art. 3º A declaração deverá ser entregue por meio do 
sistema eletrônico de registro de bens e valores, mediante o preenchimento das informações relativas aos seus dados pessoais, bens e valores, inclusive de seus dependentes, se existentes.

Parágrafo único. Os agentes públicos dispensados da apre
sentação da Declaração Anual de Imposto de Renda Pessoa Física à Receita Federal do Brasil poderão, alternativamente ao preenchimento do sistema de registro de bens e valores, apresentar declaração em formato não eletrônico, mediante o preenchimento de formulário específico, conforme modelo constante do Anexo Único deste decreto, a ser disponibilizado pelas suas respectivas unidades de recursos humanos.


Art. 4º A declaração de bens e valores deverá ser atuali
zada:

I - anualmente, até o dia 31 de maio; e

II - no prazo de 10 (dez) dias da data em que o agente 
público deixar o vínculo.

Parágrafo único. Os agentes públicos que se encontrarem, 
a qualquer título, regularmente afastados ou licenciados cumprirão a exigência no prazo de 10 (dez) dias, contados do seu retorno ao serviço.


Art. 5º As declarações de bens e valores entregues por 
meio do:

I - sistema eletrônico de registro de bens e valores serão 
remetidas e custodiadas pela Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Município de São Paulo – PRODAM;

II - formulário referido no parágrafo único do artigo 3º 
ficarão sob a responsabilidade das respectivas unidades de recursos humanos.


Art. 6º A Empresa de Tecnologia da Informação e Comunica
ção do Município de São Paulo – PRODAM e as unidades de recursos humanos deverão encaminhar anualmente à Controladoria Geral do Município, até o dia 15 de julho, independentemente de provocação, a relação dos agentes públicos que não houverem cumprido as exigências e os prazos estabelecidos neste decreto.


Art. 7º Sem prejuízo das demais sanções previstas, a não apresentação da declaração de bens e valores, nos prazos fixados neste decreto, acarretará a suspensão do pagamento da remuneração do agente público até o efetivo cumprimento de referida obrigação.

Parágrafo único. Para os fins previstos no “caput” deste 
artigo, as unidades competentes só adotarão os procedimentos necessários à suspensão do pagamento das remunerações dos agentes públicos cujos nomes lhes forem formalmente encaminhados pela Controladoria Geral do Município.


Art. 8º A apresentação das declarações de bens e valores de que trata a Lei nº 13.138, de 12 de junho de 2001, seguirá a sistemática criada por este decreto, inclusive no que se refere aos prazos e formas nele fixados.


Art. 9º Excepcionalmente, no primeiro ano de vigência 
deste decreto, os prazos fixados pelos artigos 4º e 6º ficam respectivamente prorrogados para 30 de junho de 2013 e 15 de agosto de 2013.


Art. 10. Os agentes públicos que, na data da publicação deste 
decreto, já tenham apresentado a Declaração de Bens e Valores de acordo com o disposto no Decreto nº 36.472, de 24 de outubro de 1996, deverão reapresentá-la nos termos e prazos ora fixados.


Art. 11. Este decreto entrará em vigor na data de sua 
publicação, produzindo efeitos a partir de 28 de maio de 2013, revogado o Decreto nº 36.472, de 1996.


PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, aos 21 de 
maio de 2013, 460º da fundação de São Paulo.

FERNANDO HADDAD, PREFEITO


MÁRIO VINICIUS CLAUSSEN SPINELLI, Secretário Especial 
da Controladoria Geral do Município

ANTONIO DONATO MADORMO, Secretário do Governo 
Municipal

Publicado na Secretaria do Governo Municipal, em 21 de 
maio de 2013.

Portal PMSP

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terça-feira, 16 de abril de 2013

"Corrupção em São Paulo é preocupante", diz Haddad


COMBATE À CORRUPÇÃO





O nível de corrupção encontrada pelo prefeito Fernando Haddad (PT) na Prefeitura de São Paulo é preocupante. E para isso foi criada a Controladoria Geral do Município, comandada pelo Controlador Mário Vinícius Spinelli, que veio da CGU (Controladoria Geral da União) e tem carta branca do prefeito para atuar de forma dura e eficaz.

Abaixo, atentem para este pequeno trecho da entrevista que o prefeito Fernando Haddad concedeu ao jornal Folha de S. Paulo. O prefeito cita os órgãos que estão recebendo mais denúncias contra servidores corruptos: Secretaria da Habitação, Secretaria do Verde e Meio Ambiente e Subprefeituras.

O prefeito Fernando Haddad pede aos cidadãos que vivem na cidade de São Paulo e são lesados por servidores públicos da administração municipal que encaminhem denúncias à Controladoria Geral do Município.

Vejam o vídeo e denunciem: controladoriageral@prefeitura.sp.gov.br


Conheçam o site da CGM clicando aqui.
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sábado, 6 de abril de 2013

Fernando Haddad pede que população denuncie corrupção


COMBATE À CORRUPÇÃO E RESPEITO AO CIDADÃO


De novo, prefeito Fernando Haddad se manifesta, mostrando empenho em fazer uma "faxina" pesada, profunda, na administração municipal, punindo, demitindo, sancionando os maus servidores. A corrupção corre solta em vários setores da prefeitura, graças à leniência de gestores incompetentes e desonestos.

“O cidadão que se sentir prejudicado tem que denunciar à CGM. Nós não vamos aceitar esta prática. Esses crimes são um problema histórico, que foi se agravando”.

“Queremos transparência, seriedade com os recursos públicos e respeito ao cidadão.”
                                                                       Fernando Haddad, Prefeito de São Paulo


Para denunciar corrupção e irregularidades cometidas por servidores públicos da Prefeitura de São Paulo, fale com a Controladoria do Município:

controladoriageral@prefeitura.sp.gov.br


                                                                                                         SECOM/PMSP


Haddad incentiva população a denunciar irregularidades à Controladoria

Prefeito Fernando Haddad reiterou nesta sexta-feira (5) que Prefeitura terá estrutura permanente para receber denúncias e combater corrupção. Em menos de 20 dias, CGM e Polícia Civil realizaram três operações e prenderam quatro funcionários da administração municipal

O prefeito Fernando Haddad incentivou nesta sexta-feira (5) a população a denunciar à Controladoria Geral do Município (CGM) irregularidades praticadas por funcionários da Prefeitura. Haddad garantiu que a administração municipal contará com uma estrutura permanente de combate à corrupção, com o objetivo de proteger os recursos públicos e promover o respeito ao cidadão.

A partir de denúncia de um munícipe, a CGM prendeu ontem em flagrante mais um servidor público municipal por recebimento de propina. É o quarto funcionário da Prefeitura preso em menos de 20 dias, em três operações realizadas em conjunto pela Controladoria e pela Polícia Civil.

“O cidadão que se sentir prejudicado tem que denunciar à CGM. Nós não vamos aceitar esta prática. Esses crimes são um problema histórico, que foi se agravando”, afirmou Haddad. A Controladoria foi criada em janeiro deste ano, por decreto assinado pelo prefeito. “A CGM foi uma das principais providências que criei como prefeito. Vamos instalar agora uma estrutura bastante adequada para que este trabalho tenha continuidade”, disse o prefeito, após acompanhar apresentação do Programa Casa Paulista no Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), na Vila Olímpia.

A ação de quinta-feira começou em 18 de março, quando um empresário encaminhou à Controladoria Municipal uma denúncia acerca da exigência de propina por servidor ocupante do cargo de Especialista em Meio Ambiente, lotado no Núcleo 1 Norte (Perus), do Departamento de Gestão Descentralizada, da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente. Após um trabalho de pesquisa e monitoramento, o servidor investigado foi preso em flagrante depois de receber a quantia de R$ 8 mil em espécie do empresário denunciante, que colaborou em todas as etapas das investigações. A Prefeitura irá abrir um processo administrativo disciplinar para apurar responsabilidades. Além disso, o suspeito também deve responder pelo crime de concussão.

A primeira operação da CGM ocorreu em 15 de março e prendeu dois servidores da subprefeitura de Santo Amaro pelo recebimento de R$ 40 mil como propina. A segunda operação aconteceu em 19 de março, quando um servidor lotado no Aprov (Departamento de Aprovação de Edificações) foi preso após cobrar propina de R$ 10 mil para regularizar um imóvel. Ambas investigações foram desencadeadas por denúncias de cidadãos. “Queremos transparência, seriedade com os recursos públicos e respeito ao cidadão”, afirmou Haddad, que também agradeceu a Polícia Civil pelo trabalho conjunto com a CGM.

sábado, 23 de março de 2013

SP: Haddad encara o "câncer da corrupção"


CORRUPÇÃO NA PREFEITURA DE SÃO PAULO

Há quem considere que o maior problema que o prefeito Fernando Haddad enfrentará na administração da cidade de São Paulo será a solução das chuvas no verão paulistano, que provocam alagamentos, enchentes, desmoronamentos, fazendo desabrigados e até vítimas fatais, verdadeiro descalabro na cidade.

Há os que veem no trânsito caótico, nos engarrafamentos monstruosos e no sistema de transporte público que não dá conta da demanda o maior desafio para a gestão do petista.

Esta blogueira paulistana, que há décadas acompanha, como cidadã, os negócios públicos, a política e a administração da cidade, e que se tornou vítima de esquema criminoso promovido, ao que tudo indica, por agentes públicos em conluio com particulares, não tem qualquer dúvida: o grande embate do prefeito Fernando Haddad será contra a corrupção, que se alastra como um câncer, corroendo as entranhas da máquina municipal, lesando cidadãos indefesos, violentando as leis, desafiando o Estado de Direito.

Programa de governo de Fernando Haddad, a Controladoria Geral do Município de São Paulo já está atuando no combate aos agentes públicos ímprobos, verdadeira bandidagem instalada muitas vezes há décadas em vários setores, e espera a adesão da cidadania paulistana, com denúncias e participação ativa no enfrentamento da corrupção nos órgãos da prefeitura.

Cidadão paulistano, faça sua parte! Se você é vítima de agentes corruptos ou sabe de algum ilícito envolvendo a administração municipal, denuncie à CGM:

controladoriageral@prefeitura.sp.gov.br


Prefeito Fernando Haddad e Controlador Geral 
Mário Vinícius Spinelli  Foto: SECOM/PMSP


Fiscais suspeitos de corrupção já foram punidos pela prefeitura

EVANDRO SPINELLI
ROGÉRIO PAGNAN


Os dois fiscais da Prefeitura de São Paulo presos em flagrante na semana passada por suspeita de corrupção já tinha sido punidos pelo mesmo crime.

Nicola Caramico, 69, e Sheila Maria Rodrigues Adell Caramico, 62, que são casados, foram presos em um café do shopping Morumbi ao receberem R$ 40 mil do engenheiro responsável pela obra de um hospital.

A operação foi montada em conjunto pela Controladoria-Geral do Município e Polícia Civil com colaboração da direção do hospital e da empresa responsável pela obra.

Nicola era chefe da fiscalização da Subprefeitura de Santo Amaro -- cargo do qual foi exonerado nesta sexta-feira. Sheila é fiscal do mesmo órgão.

Os dois são funcionários de carreira da prefeitura desde a década de 1970 e já responderam, juntos e separados, processos por corrupção e outras irregularidades.


OS CASOS

Em setembro de 1986, a prefeitura abriu uma sindicância contra Nicola por irregularidades administrativas. No mês seguinte ele foi suspenso preventivamente.

Em dezembro de 1987, a prefeitura decidiu demiti-lo a bem do serviço público. Dias depois, porém, sua pena foi alterada para suspensão do trabalho por 90 dias.

Este não havia sido o primeiro caso envolvendo Nicola. Em junho de 1982 ele já havia sido punido com suspensão de 60 dias por suspeita de cobrança de propina de um empresário da zona norte dois anos antes.

Em 1989 ocorreu a primeira investigação envolvendo marido e mulher juntos.

Eles eram suspeitos de corrupção e de deixarem de cobrar uma multa de um imóvel na avenida Deputado Emílio Carlos, na zona norte.

Na época, o casal trabalhava na Administração Regional (atual subprefeitura) da Freguesia do Ó. A investigação se arrastou até 1995, quando os dois foram suspensos por 90 dias.

Em 1988, Sheila havia sido investigada por suspeita de corrupção. Chegou a ser suspensa preventivamente por 90 dias, mas foi absolvida. Neste caso, o processo todo durou um mês e meio.


PUNIÇÃO

A prefeitura não quis comentar os casos antigos.

Sobre o atual processo contra o casal, a prefeitura informou apenas que eles respondem a um inquérito administrativo especial, apelidado de "via rápida", que pode levar à demissão dos dois. O inquérito corre em sigilo.

O "via rápida" pode ser aplicado em casos de corrupção praticada por servidores públicos.

O Controlador-Geral do Município, Mário Vinicius Spinelli, disse, em entrevista recente à Folha, que o órgão vai adotar medidas de controle interno para impedir casos de corrupção e, quando constatados, para garantir que os servidores sejam demitidos rapidamente e impedidos de voltar ao trabalho.

A Justiça [???] mandou soltar o casal Caramico [!!!] nesta sexta-feira. A defesa deles nega que eles tenham cobrado propina. O advogado dos dois não foi localizado ontem para comentar os casos anteriores.



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