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quarta-feira, 8 de outubro de 2014

FHC chama nordestinos de ignorantes; Lula responde


ELEIÇÕES 2014



Em lastimável entrevista concedida ao portal UOL, FHC, aquele ex-presidente que quando no poder fez 15 milhões de desempregados, quebrou o Brasil três vezes, chamou aposentados de vagabundos e cometeu outros tantos desatinos contra o Brasil e o Povo Brasileiro, assanhado com a possibilidade de ver seu elitista partido assumir novamente a Presidência da República, desandou a proferir asneiras contra os mais pobres, atacando os eleitores da Presidenta Dilma Rousseff, sobretudo os nordestinos que recebem o Bolsa Família.


Lula, em seu Facebook, respondeu a FHC:


É lamentável o preconceito que vem à tona depois de um processo democrático tão importante, como as eleições do último domingo. É um absurdo que o nordeste e os nordestinos sejam caracterizados como ignorantes ou desinformados por seus votos. Primeiro porque isso é fruto de preconceito lastimável, segundo porque mostra um desconhecimento profundo da atual situação do nordeste brasileiro. Quem faz afirmações deste tipo imagina o nordeste da década de 90 ou de antes, onde reinavam a fome, o desemprego e a falta de oportunidade. Por isso muitos, como eu, tiveram que abandonar sua terra natal e migrar para outras regiões em busca de melhores condições de vida.

Hoje, o nordestino anda de cabeça erguida porque não é mais tratado pelo governo como cidadão de segunda categoria. Das 18 universidades criadas nos 12 anos de governo, 7 são no nordeste. A região conta hoje com 62 extensões universitárias. Mais de 16 mil estudantes dessas universidades foram estudar no exterior com o Ciência sem Fronteiras. Dos 20 milhões de empregos criados no país, quase 20% foram no nordeste. 141 escolas técnicas foram implantadas na região, representando 33% do total no país. A mortalidade infantil, que era um dos principais problemas da região, caiu a menos da metade. Os nordestinos, hoje, não são mais personagens de tristes reportagens sobre as migrações para os grandes centros urbanos. Eles podem viver nas suas terras de origem com dignidade e oportunidade.

Somos todos brasileiros e temos que nos unir para continuar construindo um país mais solidário, mais justo, com mais oportunidades para todos, independente de cor, crença, religião ou região do país em que cada um tenha nascido. As pessoas deveriam ser agradecidas pela diversidade do nosso grande país. Essa é a nossa riqueza.

Lula


Lula e seu povo

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segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Dilma: "Nossa luta é a dos construtores do futuro"


ELEIÇÕES 2014





Trechos do discurso da vitória no primeiro turno


Quero agradecer a presença de todos, a essa hora, desse domingo, mas é um momento especial pra todos nós. Mais uma vez o povo brasileiro me honrou em dar essa vitória nesse primeiro turno.

Minhas primeiras palavras ao celebrar essa vitória, são antes de tudo, de agradecimento, porque a gente tem a obrigação de agradecer aqueles eleitores anônimos que saíram de casa e registraram seu voto. Deles, eu recebo um recado simples: de que eu devo continuar na luta pra mudar ainda mais o Brasil.

Falando em luta, quero saudar a militância guerreira do meu partido e dos partidos aliados. Quero agradecer meu querido amigo e líder, o presidente Lula. Sem o presidente Lula eu não teria realizado meu sonho de fazer um Brasil melhor.

A luta continua. E a luta será mais uma vez gloriosa, porque é a luta da maioria do povo brasileiro. Essa luta é a luta dos construtores de futuro. Que não deixarão jamais o Brasil voltar pra trás.

Quero dizer pra vocês que entendi completamente os recados das ruas. O povo brasileiro anseia por mais avanços. É uma responsabilidade que nós que defendemos esse projeto temos que assumir perante a história.

Eu sou a primeira pessoa a querer mais. A querer fazer sempre mais. Meu compromisso é que a vida de cada brasileiro e brasileira melhore cada vez mais.

O meu governo tem um fundamento moral, baseado em dois valores: o primeiro é igualdade de oportunidades e o outro o combate à corrupção.

E tenho certeza, certeza absoluta, que temos que fazer a reforma política. Essa é a reforma das reformas. O primeiro passo é mobilizar a população num plebiscito popular.

O povo brasileiro vai dizer no dia 26/10 que não quer os fantasmas do passado. Teremos novamente uma disputa com o PSDB que, no passado, governou para 1/3 da população.

Jamais promoveram políticas sociais inclusivas. Não fizeram isso quando puderam. O PSDB, que sucateou as universidades federais, elitizando-as.

O PSDB, que no passado não defendeu aposentados, e, com o perdão da palavra, eles chamavam de vagabundos.

O povo brasileiro não quer de volta aqueles que trouxeram o racionamento de energia. Aqueles que envolveram nossas empresas em privatização, como Petrobras, Banco do Brasil e Furnas.

Se junte a nós nessa caminhada que já começou!

Conclamo, antes de tudo, vocês que melhoraram de vida nos últimos 12 anos, venham se juntar a nós. Para mantermos e ampliarmos as conquistas desses 12 anos.

É um orgulho para todos nós que as eleições tenham ocorrido bem.

Vamos lutar, porque a luta é o modo do Brasil avançar. Precisamos de vocês!



Vídeo do discurso 





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sábado, 4 de outubro de 2014

Lula: "Como era o Brasil antes de Lula governar o País?"


ELEIÇÕES 2014





"Um gênio da política" (Maria da Conceição Tavares).



Lula aos indecisos: Como era o Brasil antes do PT?

Saul Leblon, na Carta Maior



Lula pede que o último dia da campanha não seja o derradeiro da militância. E que a partir desta sexta-feira, comece um mutirão boca a boca, porta a porta.


Ex-presidentes costumam dar expediente em institutos e fundações de carpete macio, gabinetes de mogno e mesas de vidro com aço escovado.

Telefonemas bajuladores e audiências reverenciais compõem uma rotina colorida, fatiada de almoços elegantes e recepções requintadas. Amenidades bocejam 24 horas por dia no seu entorno.

Bons negócios, comendas, lavanda inglesa e gravatas de seda italiana.

Mas tem um deles que destoa do figurino de voz macia e boutades autocentradas.

Debaixo da garoa fina desta quinta-feira, protegendo a cabeça branca com chapéu de boiadeiro que destoa do blusão esportivo, a voz rangendo idade, cansaço, estrada, o rosto vincado, lá está ele em Diadema, no cinturão vermelho de São Paulo, em cima de uma carroceria, puxando a carreata que fecha o primeiro turno da campanha de 2014.

Alguém poderia imaginar que estamos falando de FHC?

Não. Quem está ali com uma mão agarrada ao microfone e a outra a gesticular, alternando uma e outra, a voz rouca modulando altos e baixos de ironia e indignação, mestre na oralidade, é o único ex-presidente capaz de fazer isso como se fosse um novato, a suar a camisa para provar que suas ideias pertencem ao mundo através da ação.

O novato no caso é o político que alia a garra de um jovem militante à experiência de maior líder popular do Brasil.

Duas vezes presidente da República, ele dá o exemplo da volta às origens que cobra do PT.

Levar a disputa às ruas.

Definir o campo de classe dos interesses em jogo.

Voltar às bases, ouvir, falar, engajar e aí nunca mais se omitir.

É isso que ele tem feito com intensidade assustadora para a idade e o susto de um câncer diagnosticado há três anos , em 29 de outubro de 2011.

Lula fará 69 anos no dia seguinte ao pleito de 5 de outubro próximo. A contrariar o fardo dos outubros, nos últimos nove dias ele visitou nove cidades, fez mais de 15 comícios.

Na terça feira, de dia, estava na Capela do Socorro; à noite em Cidade Tiradentes, agora em Diadema. Fala duas, três vezes por dia. Como fazia no governo.


Fosse FHC, as câmeras de televisão estariam formando uma parede entre o orador e a plateia reunida em frente a um supermercado em Diadema.


Mas é Lula; e sendo Lula quem é, tem que ser escondido pelo que representa, pelo que já fez, pelo que ainda fará e hoje, sobretudo, pelo que ainda fala e faz.


Ele faz coisas do seguinte tipo: na carreata em Diadema levou anotações com dados do site Manchetômetro, um monitoramento de mídia feito por pesquisadores da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) sobre a cobertura das eleições de 2014.

Durante quase dez minutos Lula dissecou o sentido político dos números frios colhidos pelo Manchetômetro.

Fez manchetes com notícias que não saem nos jornais.

Ao mencionar o tempo ocupado por escaladas negativas contra a presidente Dilma Rousseff no Jornal Nacional ( 1h46m), por exemplo, recorreu à metáfora futebolística e disparou para ninguém mais esquecer: ‘A Globo na campanha presidencial de 2014 dedicou mais tempo dando manchetes contra a Dilma do que a duração de uma partida de futebol’.

Pronto. Não precisava mais nada.

Mas para reforçar ele não hesitou em sacudir a anotação no ar: sabem quantos minutos de noticiário negativo a candidata do PSB teve no mesmo período? Nenhum.

Um mestre na pontuação oral.

Sobrou também para os jornalões da ‘gloriosa imprensa brasileira’, como ele gosta de alfinetar com ironia ácida.

Um número resume todos os demais.

Desde o início da disputa, em 6 de junho, lembrou a voz rouca, mais afiada que nunca, os jornais Folha de SP, Globo e Estadão deram nada menos que 490 manchetes negativas contra Dilma.

Uma intensidade mais de quatro vezes superior a soma das manchetes negativas atribuídas a Aécio e Marina juntos (114).

A conclusão disso tudo altera a voz rouca, que agora adquire um sentimento de indignação diante do qual é impossível ficar indiferente.

Imagine essa cena no Jornal Nacional.

Não acontecerá.

Porque Lula não é FHC e porque FHC jamais diria o que ele vai disparar em seguida. ‘Isso acontece porque neste país não existe liberdade de imprensa, mas sim a doutrina de nove famílias que dominam a comunicação e nutrem ódio pelo PT. Não pelos erros que o PT possa ter cometido’, fuzila a rouquidão indignada. ‘O PT tem defeito? Tem’, prossegue depois de uma pausa. ‘Mas eles nos odeiam não pelos nossos defeitos. E, sim, porque o PT promoveu a ascensão social dos pobres neste país. É por isso que desde o início da campanha eles atacam a Dilma com o equivalente a três manchetes negativas por dia cada um’.

A indignação contra esse cerco, cujo núcleo duro está arranchado no estado de São Paulo, fez o ex-presidente intensificar a campanha de rua no interior e na região metropolitana da capital.

Sua determinação extrai força de uma certeza: é preciso enfrentar e romper o torniquete de aço contra Dilma, contra Padilha e, sobretudo, contra o PT e contra ele próprio. Ou a restauração conservadora pode fechar de vez as portas e frestas sociais e geopolíticas arduamente abertas a unha nos últimos doze anos.


Ao final da carreata, esse orador empenhado faz um apelo acalorado. Lula pede que o último dia da campanha não seja o derradeiro da militância. Que ela continue a falar o que a sua voz já não poderá mais dizer na boleia de um caminhão. E que a partir desta 6ª feira, comece um mutirão boca a boca, porta a porta, voto a voto para buscar o eleitor indeciso e decisivo na arrancada final para a urna.

A senha que ele sugere à militância diante dos recalcitrantes é a sua convicção de que a memória é um pedaço precioso do futuro a ser conquistado nestas eleições.

É com essa certeza que ele faz sua despedida como quem sacode o país pelos ombros para espantar o torpor criado pela doutrinação midiática conservadora e diz: ‘Perguntem às pessoas se elas se lembram como era o Brasil antes de o Lula governar este país’.


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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Dia Internacional da Não Violência


CIDADANIA PLANETÁRIA



A Organização das Nações Unidas, entidades, pacifistas e cidadãos ativistas dos direitos humanos no mundo todo celebram hoje o Dia Internacional da Não Violência.

2 de Outubro: nesta data nasceu a "Grande Alma" da Índia e de toda a humanidade: Mahatma Gandhi, o profeta de ahimsa (Não Violência).

Segundo declarações do Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon, "é preciso promover a Paz", e é com a educação que se poderá estabelecer as bases para novas formas de cidadania global e solidariedade. É pela educação que se pode melhorar a dignidade humana, promover a cultura da Não Violência e construir a paz duradoura.

Ban pediu que todos combatam "as forças da intolerância e avancem com a cidadania global e a solidariedade humana com base na filosofia de Não Violência de Mahatma Gandhi".




Palavras de Gandhi


OLHO POR OLHO E ACABAREMOS TODOS CEGOS. 

Só podemos vencer o adversário com o amor, nunca com o ódio. A Não Violência não depende do número; depende do grau de firmeza. Se um único homem chegar à plenitude do amor, neutraliza o ódio de milhões. O caminho da paz é o caminho da verdade. Na verdade, a mentira é a mãe da violência. Um homem sincero não pode permanecer violento por muito tempo. Ele vai perceber, no curso de sua busca, que não tem necessidade de ser violento. Vai também descobrir que enquanto houver nele o menor vestígio de violência não conseguirá encontrar a verdade que está procurando. A força gerada pela Não Violência é infinitamente maior do que a força de todas as armas inventadas pela engenhosidade do homem. A Não Violência é a força mais potente do mundo. A Não Violência e a covardia não combinam. Posso imaginar um homem armado até os dentes que no fundo é um covarde. A posse de armas insinua um elemento de medo, se não mesmo de covardia. A não violência nunca deve ser usada como um escudo para a covardia. É uma arma para os bravos. O que precisamos matar no inimigo é o desejo de matar. A Não Violência é o primeiro artigo da minha fé; e é também o último artigo do meu credo. Se queremos alcançar a verdadeira paz neste mundo e se queremos desfechar uma guerra verdadeira contra a guerra, teremos de começar pelas crianças; se crescerem com a sua inocência natural, não teremos de lutar; não teremos de tomar resoluções ociosas e infrutíferas, mas seguiremos do amor para o amor, da paz para a paz, até que finalmente todos os cantos do mundo estarão dominados pela paz e pelo amor, pelo que o mundo inteiro está ansiando, consciente ou inconscientemente. 

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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Por que voto e peço voto para Dilma?



A seguir, extraordinário artigo do veterano jornalista Paulo Moreira Leite.

Assino embaixo.






VOTO EM DILMA








Nunca foi tão necessário derrotar o pensamento conservador, o eterno obscurantismo que tenta fazer a roda da História andar para trás

Minha razão para votar em Dilma tem origem na convicção fundamental de que o dever principal do Estado e dos governantes é defender os humildes e os desprotegidos, os que não tiveram oportunidade.

Também se baseia nas melhores estatísticas, que podem ser lembradas sempre que necessário, e ajudam a entender quem fez o quê, quando, para quem.

Estou falando da distribuição de renda, para lembrar que queremos viver num Brasil de cidadãos iguais, homens e mulheres. Acredito que é preciso manter a prioridade no emprego e no salário, no mercado interno, porque sabemos que só progresso no bem-estar da população de baixo gera melhoras reais para o conjunto da sociedade.

Não tenho religião mas tenho uma fé política: creio que numa democracia todos os poderes emanam do povo. Não imagino um país de cabeça baixa, refúgio de escravos tristes e senhores de sorriso amarelo pelo excesso de esperteza.

Não acredito em contos de fada nem admiro heróis de álbum de figurinha.

Não creio num futuro de privilégios nem de favores. A hierarquia não eleva. A inferioridade incomoda.

Só a luta pela igualdade é ética.

Penso em Dilma quando tentam nos assustar com o medo ridículo de mais uma queda na Bolsa, querendo ligar o destino do país ao enriquecimento de tubarões de um cassino pobre e podre, habituados a embolsar seus lucros e transferir suas desgraças para a maioria da população.

Penso em Dilma quando vejo um candidato aparecer na TV sem conseguir — apesar de muito treinamento — disfarçar sua conversa vazia. Nada consegue dizer porque muito tem a esconder.

Penso nela quando até um ator de Hollywood, envergonhado, sentiu-se no dever de informar que fez papel de bobo e retira o apoio a uma concorrente.

Os analistas de gabinete estão atônitos, os economistas de encomenda e os consultores milionários fogem de clientes inconformados. Faltam poucos dias para o povo ir às urnas e tudo que imaginaram, prometeram, deu errado. Mentiram, apenas mentiram, mentiram de novo.

Apesar do massacre cotidiano, das cortinas de fumaça, das trapaças, das demonstrações de má fé, milhões de brasileiros foram capazes de compreender aonde estão seus interesses, distinguir quem zela por suas necessidades e tem disposição de lutar por elas. Não é de hoje que aprenderam o que é classe social.

Por vários caminhos, com as idéias mais exóticas, incongruentes na origem mas idênticas na finalidade, formou-se uma grande aliança para tentar fazer a roda da história andar para trás. Deu errado.


Dilma só é chamada de agressiva, e suas críticas são chamadas de ataques, porque é assim que acontece com quem desafia o coro das ideias dominantes.

Nunca os mais pobres conseguiram vencer tantos enganos, tantas ilusões.

Nunca tiveram a mesma oportunidade de arrumar o país para ficar um pouco do seu jeito, onde possam fazer valer sua vontade e serem tratados com dignidade.

Nunca foi tão necessário derrotar o preconceito, a ideologia nefasta dos senhores de sempre, o pensamento conservador do eterno obscurantismo — marcas daquilo que muitos anos atrás nosso maior poeta do século XX chamou de mundo caduco.

Em meio a tanta dificuldade, tanta injustiça, tanta mudança a ser feita, vivemos num país onde 94% dos favelados dizem que estão felizes com a vida que levam.

Por isso, voto e peço voto em Dilma.


Destaques do ABC!

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terça-feira, 30 de setembro de 2014

Mark Rufalo (Incrível Hulk) retira apoio a Marina Silva


ELEIÇÕES 2014



Pode-se enganar algumas pessoas durante algum tempo, mas não se pode enganar todas as pessoas durante todo o tempo.

A "Farsa Marina" já começou a se desmanchar. Até no Primeiro Mundo!


Marina Silva: a volta à Idade das Cavernas e dos Brucutus



Incrível Hulk: Marina não!

Miguel do Rosário, O Cafezinho




Foi um dia engraçado.

Marina abriu sua campanha nesta segunda-feira ostentando o apoio do ator norte-americano Mark Rufalo, famoso por interpretar o Incrível Hulk, um filme do qual sou fã.

Ele defende Marina em inglês californiano.

Entretanto, horas depois, Ruffalo, alertado por seus amigos da furada em que tinha se metido, apoiando uma neoliberal de intenções obscuras, alianças reacionárias, e que recuou no apoio ao casamento gay, divulga um comunicado voltando atrás.

Ruffalo NÃO vota nem apoia nem chancela Marina Silva.

Em linguagem política contemporânea, poderíamos dizer que Ruffalo “marinou”.

Só que a gente o perdoa, porque ele não tem pretensão de ser presidente da república de um país com 201 milhões de habitantes.

O ator foi enganado, assim como milhões de brasileiros, achando que Marina era progressista.

Não é.

Marina é a direita de Pastor Malafaia, Marcos Feliciano e Paulo Bornhausen.

Marina é o Itaú.


Destaques do ABC!

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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Mídia Golpista esconde: Brasil é a 5a. nação mais feliz do mundo


MÍDIA GOLPISTA NAS ELEIÇÕES 2014


"Quando, onde, em que lugar, alguém tirou 40 milhões de pessoas da miséria?"


Pesquisa americana confirma: Brasil é a quinta nação mais próspera do mundo!


A prosperidade tem nome e ela se chama Brasil. Isso é o que confirma a pesquisa divulgada em Washington (USA) na semana passada, pela Gallup-Healthways Global Well-Being Index(link is external). O estudo, que é uma extensão de várias outras pesquisas realizadas durante seis anos com 2 milhões de entrevistados, mostra que o nosso país se encontra entre os cinco mais prósperos do mundo, ficando atrás apenas do Panamá (1º), Costa Rica (2º), Dinamarca (3º) e Áustria (4º). Os critérios usados para a avaliação foram: motivação diária, inserção social e saúde física. Além disso, outros pontos também foram levantados: bem estar financeiro, bem estar comunitário e bem estar físico.
E ainda tem mais um aspecto importante a ser destacado: a pesquisa indica que a população dos países latino americanos tem uma cultura de prática do pensamento positivo, tornando o encontro com a felicidade algo a ser buscado diariamente. 
Nesta quarta-feira (24), durante a reunião da Cúpula do Clima realizada em Nova Iorque pela Organização das Nações Unidas (ONU), Dilma foi questionada pelos jornalistas sobre o fato de estar 'tão feliz'. Ela respondeu: "Meu querido, eu sou uma pessoa sempre alegre porque acho que senão não vale a pena viver. Vale? Beijo".
Com o Brasil mostrando que é sim a nação do futuro e que tem muito a transmitir ao mundo inteiro, ser feliz também chega a ser mesmo um caso de responsabilidade pública, não é? E nossa presidenta tem motivos para comemorar, ser feliz e se orgulhar. Afinal, como bem lembrou o escritor e jornalista Fernando Morais: "Quando foi que alguém tirou 40 milhões de pessoas da miséria numa revolução pacífica?". Dilma participou dessa conquista, que foi iniciada pelo governo do ex-presidente Lula em 2003 e aprofundada por ela desde 2011.
Destaques do ABC!
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