Tradutor

Mostrando postagens com marcador LGBT. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador LGBT. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Mark Rufalo (Incrível Hulk) retira apoio a Marina Silva


ELEIÇÕES 2014



Pode-se enganar algumas pessoas durante algum tempo, mas não se pode enganar todas as pessoas durante todo o tempo.

A "Farsa Marina" já começou a se desmanchar. Até no Primeiro Mundo!


Marina Silva: a volta à Idade das Cavernas e dos Brucutus



Incrível Hulk: Marina não!

Miguel do Rosário, O Cafezinho




Foi um dia engraçado.

Marina abriu sua campanha nesta segunda-feira ostentando o apoio do ator norte-americano Mark Rufalo, famoso por interpretar o Incrível Hulk, um filme do qual sou fã.

Ele defende Marina em inglês californiano.

Entretanto, horas depois, Ruffalo, alertado por seus amigos da furada em que tinha se metido, apoiando uma neoliberal de intenções obscuras, alianças reacionárias, e que recuou no apoio ao casamento gay, divulga um comunicado voltando atrás.

Ruffalo NÃO vota nem apoia nem chancela Marina Silva.

Em linguagem política contemporânea, poderíamos dizer que Ruffalo “marinou”.

Só que a gente o perdoa, porque ele não tem pretensão de ser presidente da república de um país com 201 milhões de habitantes.

O ator foi enganado, assim como milhões de brasileiros, achando que Marina era progressista.

Não é.

Marina é a direita de Pastor Malafaia, Marcos Feliciano e Paulo Bornhausen.

Marina é o Itaú.


Destaques do ABC!

*

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Programa de Governo de Marina: um verdadeiro "bundalelê"


ELEIÇÕES 2014




Vêm aí mais emendas no Programa de Governo de Marina Silva, aquele que tem diversos trechos copiados de programas do Lula, do PNDH do FHC  e outros textos oficiais, sem oferecer créditos aos autores.

Agora é o pessoal do agronegócio, que sempre foi execrado pela "Velha Marina", que quer (exige?): o fim da desapropriação de terras improdutivas, criado não pelos "comunistas do PT", mas pelo regime militar, e depois revisado no governo FHC.

Alguém acredita que quem mudou de lado, abandonando as origens, as lutas dos povos da floresta, vive de trololó com Neca Setúbal (Itaú), se aliou a outros banqueiros e sistema financeiro e baixa a cabeça pro Silas Malafaia, dando uma banana pro movimento LGBT, vai falar grosso com fazendeiros e empresários do agronegócio?

Esse programa marinista de governo é uma colcha de retalhos, está mais pra uma zoada, um "bundalelê", em que todo mundo põe a mão, mete a colher, faz o que quer... como bem observou o jornalista Fernando Brito.




Blablárina, rindo do Povo Brasileiro, achando 
que somos 202 milhões de otários...



No TIJOLAÇO:



Lá vem outra “emenda” no programa de Marina. Agora, o latifúndio “é de Deus”


Fernando Brito



Excelente a matéria do repórter Roldão Arruda, do Estadão, sobre as águas profundas da passagem de Marina Silva pela Expointer, ontem, no Rio Grande do Sul.

Agora, segundo ele, é a definição de índice de produtividade dos latifúndios, para fins de desapropriação de terras ociosas, que passou a ficar “pendente de revisão” no programa marinista.

Marina anunciou - junto dos outros pontos “já falecidos”, como a união homoafetiva – que iria revisar estes índices, que datam dos anos 70, quando a tecnologia agrícola engatinhava.

E ontem, o agronegócio exigiu que Marina passe a foice na promessa.

Aliás, querem mesmo é que se “avance” para o fim da desapropriação de terras improdutivas. Dizem que “o mercado” resolve isso sozinho:

- Viu que o produtor rural, quando fica com a produtividade abaixo da média, quebra. É o mercado que desapropria. Não precisa de um índice especial. Tem índice para fábrica? Cinema? Restaurante? Não. Porque numa economia liberal, competitiva, quem não for produtivo, quebra.”

Quem fala é o ex-ministro Roberto Rodrigues, que conseguiu que Lula não fizesse a revisão e agora, com Marina, percebe a chance de sepultar de vez a ideia de desapropriar terras. Sim, porque cinema e restaurante quem quiser e puder abre um até nos fundos do quintal. Terra é uma só.

O curioso é que estes índices não são uma perigosa invenção dos comunistas ou do MST. Foram fixados pelo governo militar e a lei tem hoje a forma que tomou em 1993, em pleno neoliberalismo.

O “programa” de Marina virou um “bunda-lelê”, como naquela música do Latino: todo mundo põe a mão, dos pastores aos latifundiários.



Tijolaço

*

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Dia do Orgulho Bissexual



Em pleno século XXI, dá pra acreditar (e entender) que um cidadão seja discriminado e até sofra constrangimentos, ofensas, violências pela escolha que faz quanto à expressão da sua sexualidade? Assunto de foro íntimo, que interessa somente a si mesmo e a mais ninguém... 


Vivemos numa sociedade doentia. Perversa. Sombria. A Era do Preconceito. "Muito verniz e pouca raiz", como diz o doutor Dráusio Varela.


A propósito, reproduzo um post do blog da combativa Procuradora da República Janice Ascari, membro do Ministério Público Federal em São Paulo, Mestra em Direito e blogueira.


Preconceito contra bissexuais (por héteros e gays)

Bissexuais reclamam que são discriminados por héteros e gays


IURI DE CASTRO TÔRRES

Em tempos de discussão sobre orgulho gay e orgulho hétero, 3% da população brasileira diz sofrer preconceito de ambos os lados.


São os bissexuais - mais de 5 milhões no país, segundo pesquisa Datafolha de 2009. Na próxima sexta, dia 23 [hoje], eles vão comemorar o Dia do Orgulho Bissexual.


Um deles é Fábio*, 17. "Sinto atração pela beleza dos dois", diz. "As mulheres são mais meigas e suaves, já os homens têm pegada forte, são mais rústicos."


Como ele, a estudante de ciências sociais Maraiza Adami, 23, também é bi. Ela reclama: "Os héteros acham que ser bi é transitório ou promíscuo. Já os gays, principalmente dentro do movimento LGBT, acham quase uma agressão você ficar com alguém do sexo oposto."


Especialistas em sexualidade tentam entender as razões do duplo preconceito. O psiquiatra Alexandre Saadeh, especialista em identidade sexual do Hospital das Clínicas, lembra que é muito comum que a bissexualidade seja vista como uma fase anterior à confirmação da homossexualidade.



   Marisa Cauduro/Folhapress

SAO PAULO, SP, BRASIL10-09-2011; Daniela Furtado, 24 criadora do site : be sides sobre bisexualidade.e seu namorado Danilo Milhioranca,26,webdesigner.( Foto: Marisa Cauduro/ Folhapress, FOLHATEEN)*** EXCLUSIVO FOLHA***
A bissexual Daniela Furtado, 24, com seu namorado Danilo Milhiorança, 25, heterossexual


Esse mito incomoda tanto Ilana Falci, 21, de Belo Horizonte, que ela quer editar um vídeo com vários bissexuais dando o seu depoimento. "O bi não é uma pessoa em dúvida", diz ela. "Não precisa decidir se gosta mais de homens ou de mulheres."


O projeto de Ilana se chama "Sou Visível". É possível encontrar mais informação sobre ele em bisides.comEsse site foi criado por outra bissexual, a estudante de secretariado executivo Daniela Furtado, 24. Um dos seus objetivos é utilizar a página para discutir como lutar contra o que ela chama de "bifobia".


Os participantes do site reclamam que, apesar da sigla LGBT incluir os bissexuais, gays e lésbicas "negam lugar" a eles no movimento. "Eles se sentem no direito de nos olhar com desconfiança", diz um dos textos. "Então eu pergunto: o que gays e lésbicas propõem que nós façamos quando o sexo de quem amamos é diferente do nosso?"


Daniela já namorou tanto meninas quanto meninos. Atualmente, está há três anos com Danilo Milhiorança, 25, que é heterossexual.


"Ela foi muito honesta comigo e sempre me fez sentir seguro, então está tudo certo", diz o rapaz.


Entre os bissexuais famosos, estão os cantores David Bowie e Lady Gaga, o vocalista do Green Day, Billie Joe Armstrong, e as atrizes Megan Fox e Angelina Jolie.


ALGO CURIOSO


Nem todo mundo, porém, é tão convicto da sua bissexualidade quanto esses famosos. E não há nada de errado nisso, diz Maria Helena Vilela, educadora sexual e diretora do Instituto Kaplan, que faz estudos sobre sexualidade.


Na adolescência, afirma, é comum a confusão entre admiração e tesão. Muitos jovens, então, acabam tendo experiências com o mesmo sexo, com amigos, por exemplo.


Mas isso não necessariamente os faz homo ou bissexuais, já que a identidade só é completamente estabelecida na fase adulta.


"Os adolescentes têm hormônios saindo pelos ouvidos e maior disponibilidade para o sexo, então é mais complicado separar a curiosidade", explica Saadeh.


Lúcia*, 18, por exemplo, só transou com garotos, mas, desde o começo do ano, tem experimentado ficar com algumas amigas. "Nunca tinha cruzado minha mente a ideia de ficar com meninas, mas rolou um dia e eu gostei, então estou vendo o que realmente quero", diz.


*Nomes fictícios
http://www1.folha.uol.com.br/folhateen/976741-bissexuais-reclamam-que-sao-discriminados-por-heteros-e-gays.shtml


Blog da Janice