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domingo, 19 de maio de 2013

SP: Virada Cultural vira "Virada Criminal"...


PAULICEIA CRIMINALIZADA



Em sites e portais noticiosos e nas redes sociais, cidadãs e cidadãos denunciam que policiais militares teriam "cruzado os braços" diante de cenas explícitas de violência que aconteceram na Virada Cultural 2013, promovida pela Prefeitura de São Paulo ontem e hoje.

Isso é muito grave. Se levaram a politicalha PT X PSDB para o evento, colocando em risco a população indefesa, é preciso de imediato apurar responsabilidades.

O Prefeito Fernando Haddad faz uma gestão competente, moderna, primorosa, incomodando interesses mesquinhos e provocando inveja, ciúme e preocupação nos adversários, até porque no ano que vem há eleições, com muita probabilidade da "Tomada do Palácio dos Bandeirantes" pelas forças populares...


Grupo Thol, no palco Estação da Luz - Facebook da Virada



ARRASTÕES
PM teria facilitado ação de criminosos durante a Virada Cultural em São Paulo

Vítimas dizem que policiais que patrulhavam as ruas do centro deixaram de agir para evitar roubos e agressões


São Paulo – Vários episódios de violência ocorridos durante a Virada Cultural de São Paulo, entre a noite de ontem (18) e a madrugada de hoje (19), colocaram em xeque a ação da Polícia Militar durante o evento.

Como nas edições anteriores, a Virada levou milhares de pessoas à região central da cidade. Diferentemente das outras ocasiões, no entanto, desta vez proliferaram relatos – nas redes sociais, nas delegacias de polícia e na imprensa – de que os PMs espalhados pelas ruas não agiram para conter os criminosos, principalmente os arrastões.

O comando da PM daria coletiva agora à tarde para comentar o assunto, mas a fala aos jornalistas foi cancelada. Supostas divergências com a prefeitura, organizadora do evento, teriam levado ao cancelamento. Segundo o site de notícias UOL, integrantes do governo municipal suspeitam de boicote dos policiais.

Apenas no Distrito Policial de Campos Elíseos foram registrados ao menos 15 casos de vítimas de arrastões, em que grupos de cerca de 50 passavam agredindo e arrancando pertences dos frequentadores, sobretudo celulares e carteiras.

Uma das vítimas de roubo foi o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), durante show de Daniela Mercury, que abriu a Virada na praça Júlio Prestes. O senador subiu ao palco e fez um apelo para que os ladrões devolvessem seus documentos, o que de fato acabou ocorrendo.



Mortes

Foram registradas duas mortes de ontem para hoje. Elias Martins Morais Neto reagiu a um assalto na avenida Rio Branco e foi atingido na cabeça por volta das 5h. Em outro caso, a vítima sofreu parada cardíaca após uma overdose, segundo a Santa Casa de São Paulo. Mais cinco pessoas foram atendidas por ferimentos com armas brancas no pronto-socorro do hospital.

Outra pessoa ficou ferida ao levar um tiro na perna, na avenida Ipiranga; e uma mulher foi detida na mesma região após esfaquear o marido.


Rede Brasil Atual

Destaques do ABC!

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São Paulo: Venha Viver a Virada






O domingo só está começando e ainda tem muita "Virada" pela frente, até o começo da noite.

Milhões de pessoas circularam pelo centro da cidade na noite de sábado e nesta madrugada. São Paulo está "fervendo"!



Página da Virada Cultural no Facebook

Tirolesa entre o prédio da Prefeitura e o Shopping Light, sobre o Vale 
do Anhangabaú - Foto: SECOM/PMSP

Prefeito Fernando Haddad e primeira-dama assistem apresentação 
de grupo de cultura popular - Foto: SECOM/PMSP



Acesse a programação do evento clicando aqui.

Virada Cultural 2013 leva milhões de paulistanos ao Centro


Atrações diversificadas levam milhões de paulistanos para o Centro da cidade. Prefeito Fernando Haddad avaliou positivamente o início da Virada Cultural 2013



A Virada Cultural 2013, evento que está em sua nona edição, foi aberta no início da noite deste sábado (18), com grandes shows musicais, peças de teatro, grupos de cultura popular, poesia, dança e artes plásticas.

A programação diversificada levará cerca de 4 milhões de pessoas à região central, onde acontecerão 784 atrações até às 18h deste domingo (19), ocupando com a cultura um espaço da cidade pouco aproveitado pelo paulistano em seu dia-a-dia, principalmente no período noturno.

O prefeito Fernando Haddad, acompanhado da primeira-dama, Ana Estela, o secretário municipal da Cultura, Juca Ferreira, e o presidente da SPTuris, Marcelo Rehder, curtiu algumas atrações do evento.

Andando entre as pessoas, o prefeito participou da abertura da Virada, com Cortejo de grupos de cultura popular e tradicionais, no Vale do Anhangabaú. Depois, por volta das 18h, acompanhou o show da cantora Daniela Mercury e o grupo Zimbo Trio, na Praça Júlio Prestes, com sucessos da baiana, além de músicas de Elis Regina.

Depois do show de Daniela Mercury, o prefeito ainda visitou a Viradinha, evento inédito com programação dedicada às crianças, no Parque da Luz, onde assistiu ao show do grupo "Palavra Cantada". Haddad voltou para a Júlio Prestes, onde acompanhou o show de Gal Costa.

O prefeito ainda foi ao Mercado Municipal, que pela primeira vez faz parte do roteiro da Virada, onde curtiu apresentações de chorinho.

“Um dos grandes problemas do Centro é a vida noturna e a Virada veio preencher essa lacuna e mostrar para o paulistano que o Centro tem sua graça à noite”, disse o prefeito, que afirmou que a ocupação do Centro será ampliada em sua gestão. “Precisamos trazer mais moradores para o Centro, mais habitações e atividades como essa”, disse Haddad.

O prefeito ainda avaliou positivamente as primeiras horas de evento, que até às 21h não apresentou nenhuma grande ocorrência e contou com reforço superior ao do ano passado tanto na segurança, quanto na limpeza. 


“Começamos bem. Começamos sem ocorrências. Estamos com um contingente de vigilância, segurança e limpeza muito reforçado. Na comparação com o ano passado, é muito maior”, afirmou Haddad.

A vice-prefeita Nádia Campeão também exaltou a ocupação do paulistano na região central. “A maior segurança é a população ocupando o Centro, como está fazendo. Com milhões de pessoas circulando, mais seguro ficará o Centro e, por isso, a Virada Cultural é importante nesse processo”, afirmou.

“Na Copa, teremos 50 mil pessoas aqui (Vale do Anhangabaú), todo o santo dia, e a Virada serve como preparação de São Paulo para os grandes eventos”, comentou a vice-prefeita.


Evento nacional

O prefeito destacou ainda a Virada Cultural 2013 como um evento nacional, com potencial turístico. A Prefeitura realizou, pela primeira vez, campanhas publicitárias em outros estados para divulgar a nona edição do evento e, ainda, operadoras de turismo venderam pacotes específicos para a Virada.

“É óbvio que é o primeiro experimento nosso, mas é um ensaio para os próximos anos. Penso que a Virada vai se transformar em um evento não só de São Paulo e da Região Metropolitana, como já é, mas tenho notícia de que tem gente do Brasil inteiro aqui”, disse o prefeito.

“Já vi gente da Paraíba, de Minas Gerais e Rio de Janeiro. O público está chegando e esse grande evento ficará cada vez maior e melhor”, afirmou.

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sábado, 18 de maio de 2013

São Paulo: Virada Cultural 2013



Engenheiro Goulart, Penha, cidade de São Paulo.

Esquema criminoso mobilizado contra Sônia Amorim, a cidadã que edita este blog. Armadilhas, ciladas, emboscadas, atentados. Disfarçados, camuflados. E difamação, linchamento moral, ameaças, provocações e intimidação. Violências de todo tipo. Assim opera a quadrilha. Mais detalhes na coluna à direita e em outros posts. 

Todos atentos!



VIVER A CIDADE QUE A GENTE AMA. FAZER A SÃO PAULO QUE A GENTE QUER.


A "selva de pedra" vista do bucólico Parque do Ibirapuera


Começa hoje às 18 horas e vai pela noite adentro e amanhã, domingo, o dia todo: Virada Cultural da cidade de São Paulo, muito melhor, com muito mais organização e atrações.

Clique aqui e veja a programação completa.


mmmmmmm

sexta-feira, 17 de maio de 2013

SP: Alckmin quer "guilhotina" pros corruptos


CORRUPÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, NA POLÍTICA, NO JUDICIÁRIO...



Surpreendente a manifestação do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, na semana que passou, comedido, como é de seu estilo, mas indignado com a corrupção que assola o País em todas as esferas, inclusive e principalmente no estado de São Paulo, o mais rico da federação.

Ao lado do chefe do Ministério Público e do Corregedor Geral da Administração do Estado de São Paulo, parece que o governador aproveitou para "enviar recados", alfinetando autoridades, inclusive do Judiciário, que não cumprem com suas obrigações funcionais, preferindo fazer vistas grossas diante de denúncias e com isso ajudar a engrossar o caldo da impunidade.




Corrupção
Falta guilhotina no Brasil, afirma Alckmin


De acordo com o governador, se o povo soubesse tudo o que se passa contra ele, não haveria guilhotina para cortar a cabeça de tanta gente



Observado por Márcio Elias Rosa, chefe do Ministério Público em SP, 

o governador tucano diz que, se o povo soubesse da corrupção, 
"ia faltar guilhotina para cortar a cabeça de tanta gente". 
Foto: Governo do Estado de São Paulo

“O povo não sabe de um décimo do que se passa contra ele. Se não, ia faltar guilhotina para a Bastilha para cortar a cabeça de tanta gente que explora esse sofrido povo brasileiro”. A declaração, proferida na quarta-feira, 8, não é de nenhum líder rebelde a conclamar a multidão para a luta, mas sim do quase sempre comedido governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB).

Foi durante o lançamento de um programa para auxiliar prefeituras a disponibilizar informações públicas em seus portais que o tucano manifestou seu lado Robespierre, o líder radical da Revolução Francesa. "O sujeito fica rico, bilionário, com fazenda, indústria, patrimônio e não acontece nada. E o coitado do honesto é execrado. É desolador”, disse, em tom de desabafo, diante de uma plateia que contava com autoridades como o chefe do Ministério Público de São Paulo, Márcio Elias Rosa, e o corregedor-geral da Administração do Estado, Gustavo Ungaro.

Parte da bronca, segundo o jornal Folha de S. Paulo, foi direcionada ao próprio programa lançado no evento. Na avaliação de Alckmin, as fundações do governo estadual que receberam dinheiro para desenvolver o sistema “não deviam cobrar nada” das prefeituras. “Isso é obrigação”, disse.

Ainda de acordo com o governador, há no País uma “grande combinação” que impede o exercício da transparência pública. “Salários, ninguém põe na internet, porque o sindicato pediu liminar.”

Alckmin encerrou o discurso dizendo que a situação é resultado da própria morosidade da Justiça. "A corrupção, o paraíso é o Judiciário. Todo mundo diz: 'na hora que for para Justiça vai resolver'. Vai levar 20 anos."

As declarações ficaram de fora da nota publicada sobre o evento no portal oficial do governo do estado. O site se limitou a noticiar que, até o momento, 357 municípios paulistas demonstraram interesse pelo sistema.

CartaCapital
Destaques do ABC!
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quinta-feira, 16 de maio de 2013

Chauí: classe média é fascista, violenta e ignorante


A MALDIÇÃO DA CLASSE MÉDIA



Grande e lúcida intelectual, professora e filósofa Marilena Chauí, da nossa querida "Fefeleche-USP", mais uma vez bate forte na classe média, e desabafa:

"Eu odeio a classe média! A classe média é estupidez. A classe média é 

conservadora

petulante

arrogante

terrorista..."



Chauí: classe média é um setor fascista, violento e ignorante

O ineditismo de medidas governamentais e seus resultados surpreendentes estão sendo analisados durante o lançamento do livro 10 anos de governos pós-neoliberais no Brasil: Lula e Dilma. O primeiro deles ocorreu no último dia 13, em São Paulo, e contou com presença de Lula, Emir Sader, Márcio Pochmann e Marilena Chauí.

Sem as sutilezas filosóficas das aulas emocionantes que costuma dar em eventos desse tipo, ela foi direto ao assunto. Chauí falou sobre o Bolsa Família para exemplificar a “revolução feminista” que vem ocorrendo no país, ao direcionar o recurso para a mulher, e depois o exemplo do ProUni, para explicitar o racismo que emergiu com força na sociedade, ao encher as salas de aula do ensino superior de pobre e negros.

Por fim, fez duras críticas à classe média: “a classe média é uma abominação política, porque é fascista, é uma abominação ética, porque é violenta, e é uma abominação cognitiva, porque é ignorante. Fim”, concluiu ovacionada.


Veja o vídeo.




Fonte: Fundação Mauricio Grabois

Vermelho

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quarta-feira, 15 de maio de 2013

Protógenes bate forte na PGR e no "banqueiro bandido"


Deputado Delegado Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) rasgou o verbo ontem, na tribuna da Câmara, defendendo a MP dos Portos e batendo duro no "banqueiro bandido", Daniel Dantas, e em Roberto Gurgel, Procurador-Geral da República.

Protógenes fala em "patranha" no Ministério Público Federal...

Veja o vídeo.




Ministros do STF: digam "não" a JB !


Engenheiro Goulart, Penha, cidade de São Paulo. Esquema criminoso mobilizado contra Sônia Amorim, a cidadã que edita este blog. Ciladas, emboscadas, atentados. Disfarçados, camuflados. Assim opera a delinquência. Mais detalhes na coluna à direita e em outros posts. Cidadã em permanente risco de violência grave. Todos atentos!



SUPREMOCRACIA


"Desmontado o circo, desfeita a gritaria manipuladora e interessada, foi ficando cada vez mais claro que o julgamento [mensalão] foi tragicômico."

"O plenário do Supremo, que examinará a pertinência dos recursos, está desde já na obrigação de deter Joaquim Barbosa."

"O Supremo tem que se erguer moralmente."




O Supremo tem que dizer não a Joaquim Barbosa


PAULO NOGUEIRA, de Londres


Seguir os passos de JB vai levar o grupo todo à desmoralização.


Sede do STF, em Brasília


A única explicação para a ferocidade com que Joaquim Barbosa vem lidando com qualquer coisa relativa aos recursos do mensalão só pode repousar numa tentativa de apagar os próprios rastros naquele que foi um dos piores momentos da história judiciária nacional.

É como se ele acreditasse que mantendo as sentenças duríssimas os erros colossais como que desapareciam sob o tapete.

Mas não é bem assim. Ele não tem o poder de controlar as evidências que foram se acumulando pós-veredito sobre o tortuoso trabalho do STF.

Poucos meses fizeram toda a diferença.

Desmontado o circo, desfeita a gritaria manipuladora e interessada, foi ficando cada vez mais claro que o julgamento foi tragicômico.

O pior papel coube exatamente a Barbosa, que deu o tom vitriólico (e equivocado, como sabemos agora) do julgamento.

Ele teve seus minutos de glória como heroi da mídia. Chegou a ganhar uma capa da Veja na qual era chamado – risos, por favor – de “menino que mudou o Brasil”.

Ora, ele não mudou sequer o STF. Foi incapaz de impedir agressões éticas elementares como as relações entre Fux e um escritório de advocacia.

Foi incapaz ele próprio de estabelecer um padrão ético exemplar ao fazer coisas como convidar – pagar — jornalistas para que dessem a sua miserável visita à Costa Rica, da qual afinal nada restou de relevante, um tom retumbante de excursão napoleônica.

Isso para não falar nos 90 000 gastos numa reforma de banheiros, por causa dos quais ele chamou um jornalista de “palhaço”.

Inepto para mudar o STF ele mudaria o Brasil?

Que ele já deixou de ser heroi para se converter no que é, uma figura lastimável pela mesquinharia e prepotência, está claro.

Para a posteridade ele aparecerá do jeito real, e não fantasiado de Batman ou Super-homem.

Mas o STF não precisa acompanhá-lo em sua louca cavalgada.

O plenário do Supremo, que examinará a pertinência dos recursos, está desde já na obrigação de deter Joaquim Barbosa.

Pelos erros, e pela severidade das penas físicas e morais, os réus têm que poder esgotar todas as formas de recursos.

Para a história, Joaquim Barbosa já é um caso perdido.


Mas os demais ministros não têm por que acompanhá-lo.

O Supremo tem que se erguer moralmente.

Meio século atrás, o Supremo era respeitado quase que nos limites da veneração.

O jornalista Carlos Castelo Branco, em seu livro sobre a renúncia de Jânio, lembra um episódio que mostra isso.

Corria o boato de que o ministro da Justiça de Jânio, Pedroso Horta, sairia do gabinete para se transferir para o Supremo.

Castelinho, que era assessor de imprensa de Jânio, perguntou a Horta sobre o boato.

“Não”, disse Horta. “Eu não tenho estatura moral para o Supremo.”

Uma frase dessas hoje pareceria, infelizmente, uma piada.



Diário do Centro do Mundo

Destaques do ABC!

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