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domingo, 3 de março de 2013

Dilma, por favor, se espelhe na Cristina!...


A corajosa presidenta Cristina Kirchner promoveu uma polêmica "Ley de Medios" para regulamentar e democratizar a comunicação na Argentina.

Agora, a destemida presidenta e também advogada vai mexer num outro "vespeiro": ela quer fazer uma reforma para democratizar o Judiciário (!!!), e já começa a enfrentar resistências.

Claro! Veículos de comunicação e Poder Judiciário, lá e cá, são controlados pelas elites, em geral mesquinhas, apátridas, tacanhas, ultraconservadoras, que só pensam nos seus interesses.

Ponto para a intrépida presidenta Cristina Kirchner, em quem a presidenta Dilma Rousseff poderia, muito bem, se espelhar de vez em quando...

                                                                                   Roberto Stuckert Filho/PR

Apoiamos a presidenta Dilma, que vem fazendo um governo muito atento aos mais frágeis, mas nas relações com a mídia e com o Judiciário, somos "mil vezes" Cristina Kirchner!



Cristina Kirchner fará reforma judicial, mas nega mudar Constituição

BUENOS AIRES, 1 Mar (Reuters) - A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, proporá ao Congresso uma iniciativa para "democratizar" o Poder Judiciário, mas não promoverá uma reforma constitucional - opção que seus adversários temiam que fosse usada para permitir que ela concorresse a um terceiro mandato.

Cristina tem criticado vários juízes por frearem leis consideradas cruciais por seu governo, especialmente uma reforma que limita a propriedade dos meios de comunicação e que obrigaria o maior conglomerado do setor, o poderoso Grupo Clarín, a abrir mão de algumas concessões.

Ela também acusa o Judiciário de trabalhar a favor de "corporações" que, assegura ela, buscam desestabilizar seu governo.

Em um discurso de mais de três horas para abrir o novo ano legislativo, Cristina disse que enviará ao Congresso três projetos, incluindo um que institui eleições diretas para o Conselho da Magistratura, órgão de controle do Judiciário. Atualmente, seus 13 integrantes são nomeados pelo Congresso, pelo governo, pelo Judiciário, por sindicatos de advogados e pelo âmbito acadêmico.

"A proposta é que a totalidade dos membros do Conselho da Magistratura sejam eleitos pelo povo", disse a presidente, acrescentando que nunca teve a intenção de reformar o Judiciário por meio de uma mudança na Constituição.

Nas últimas semanas, a oposição vinha dizendo que os apelos governistas pela democratização da Justiça eram um pretexto para reformar a Constituição e permitir à presidente exercer um terceiro mandato.

"Não vai se reformar Constituição nenhuma, fiquem todos tranquilos. Então, quem achava que isso da democratização da Justiça era uma desculpa, que esqueçam", afirmou.


Ela também anunciou que, pelo projeto da reforma, o preenchimento de postos de trabalho no Judiciário (exceto para cargos de juízes) ocorrerá por sorteio, para evitar favorecimentos. "Ingressar no Poder Judiciário não pode ser um privilégio, devem poder fazê-lo todos que reunirem os requisitos." [claro!!!]


Outra proposta de Cristina é regulamentar as medidas cautelares, um recurso com o qual vários juízes frearam algumas reformas do seu governo.

O Clarín, por exemplo, recorreu à Justiça contra partes da nova regulamentação dos meios de comunicação, por considerar inconstitucionais algumas exigências. Esses recursos geraram medidas cautelares que serviram para congelar um processo de desinvestimento, num caso que pode chegar à Corte Suprema.

Cristina disse que as medidas cautelares são uma "distorção do direito".

Parlamentares de oposição disseram que a proposta de reforma do Judiciário buscará "submeter" a Justiça aos desejos do Poder Executivo. A deputada Elisa Carrió disse, pelo Twitter, que a presidente "quer uma Justiça kirchnerista, submetida ao seu mando".

Reportagem de Guido Nejamkis

Reuters

Destaques do ABC!

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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Lei dos Meios: Vitória de Cristina; Coragem, Dilma!


Todos estamos vendo o assanhamento da mídia golpista brasileira (PIG) para tentar desestabilizar o governo da presidenta Dilma, satanizando e destruindo o ex-presidente Lula e o Partido dos Trabalhadores, com o apoio até do Supremo, no julgamento do mensalão.

Está mais do que na hora do Brasil ter a sua Lei de Meios e a democratização da comunicação.

Coragem, Presidenta Dilma!



Opera Mundi - O juiz federal Horacio Alfonso declarou, no fim da tarde desta sexta-feira (14/12), a constitucionalidade dos artigos 45 e 161 da Lei de Meios (Lei de Serviços de Comunicação Áudio-Visual), questionados pelo maior conglomerado de mídia do país, o Grupo Clarín.

Segundo a agência oficial de notícias do país, Télam, a resolução derruba a liminar que protegia o grupo dos artigos relacionados à desconcentração.

O governo, que esperava a decisão judicial para dar início à desconcentração dos demais grupos de comunicação do país, ainda não se pronunciou sobre a resolução.

Aprovada pelo Legislativo do país em 2009, a Lei de Meios prevê uma série de mudanças no uso do espaço radioelétrico do país. Uma das principais resoluções, que não pôde ser aplicada devido aos recursos judiciais promovidos pelo Grupo Clarín, limita o número de licenças de rádio e televisão aberta ou a cabo de cada conglomerado de comunicação.


Brasil 247

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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Somos Cristina. E Dilma!


Estarrecidos, estamos todos vendo a influência nefasta de um grupelho constituído por meia-dúzia de famílias detentoras de veículos de comunicação (mídia golpista) nos destinos do País, inclusive interferindo na atuação do Supremo Tribunal Federal, a instância máxima do Judiciário.

A presidenta Dilma bem que podia seguir o exemplo da aguerrida Cristina Kirchner, presidenta da Argentina, e dar início a uma profunda revolução no sentido da democratização dos meios de comunicação.

Tudo tem o seu tempo, o momento oportuno.

Está na hora, presidenta Dilma. Coragem! 

Vai, Presidenta! A hora é essa!




quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Chegou a hora de derrubar a Ditadura Midiática


Eu sou mídia. Graduação em Letras, Mestrado em Jornalismo, acesso à internet, editora de blogs.

Mas não é preciso diploma. Qualquer cidadão pode ser mídia, ou seja, produzir e difundir notícias, informação, opinião, conteúdo.

Todavia, as grandes corporações midiáticas não querem a democratização dos meios de comunicação.

Os ingleses não dizem que "querer é poder". Os ingleses dizem "Saber é Poder" (Knowledge is power). Saber, no sentido de conhecimento, informação.

Já vai longe o Feudalismo. Adentramos o terceiro milênio, vivemos no Mundo Digital, conectado por avançada tecnologia da comunicação. Cidadania Planetária, sem senhores feudais. E sem vassalos.

É preciso, sim, derrubar também a Ditadura Midiática.




GLOBO TEME "EPIDEMIA" DE LEIS DE MÍDIA 
NO CONTINENTE

Jornal Nacional faz editorial contra a "repressão disfarçada de democracia" que estaria ocorrendo na Argentina, onde Congresso aprovou a "Ley de Medios", e que poderia se alastrar, segundo a Globo, como uma epidemia pelo continente; nesta terça-feira, tanto Rui Falcão como José Dirceu defenderam que a democratização dos meios de comunicação entre na agenda do governo federal


247 - Medo. Esta é a palavra que expressa o sentimento das Organizações Globo a respeito de uma eventual discussão sobre a democratização dos meios de comunicação no País. Na noite desta terça-feira, o Jornal Nacional, ancorado por William Bonner, exibiu longa reportagem sobre a "repressão disfarçada de democracia", que estaria ocorrendo na Argentina.

Lá, o governo da presidente Cristina Kirchner conseguiu aprovar uma "Ley de Medios", que, para muitos analistas, irá democratizar os meios de comunicação no País, ao limitar o número máximo de concessões que pode ser detido por grupo econômico. No próximo dia 7 de dezembro, o grupo Clarín, o maior da Argentina, e equivalente à Globo no seu território, terá de se desfazer de parte de suas concessões. Outros acreditam que a nova legislação fora feita sob medida para prejudicar o tradicional grupo argentino de mídia.

Apresentada por Dellis Ortiz, a reportagem da Globo informa que essa "epidemia", que já teria contaminado Venezuela e Equador, pode se "alastrar pelo continente". Em países desenvolvidos, como Estados Unidos e Reino Unido, há limites ao número máximo de concessões.

A reportagem da Globo também abordou um seminário no Uruguai onde se debateu a proteção da "imprensa livre na era da internet". Na lógica defendida pelos grandes grupos de comunicação brasileiros, a internet deve ser controlada e não deve haver qualquer limite para a ação dos conglomerados de mídia.

Ao mesmo tempo em que a Argentina implanta sua lei, no Brasil, Rui Falcão e José Dirceu, do PT, têm defendido que o governo encampe o debate sobre a democratização dos meios de comunicação. Segundo a Globo, na Argentina, o governo Kirchner "pressiona até a suprema corte".

Bom, no Brasil, quem coloca pressão sobre o Supremo Tribunal é a própria Globo. Basta lembrar dos 18 minutos do Jornal Nacional sobre o mensalão às vésperas do segundo turno.

Brasil 247

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