Cidadania, Comunicação e Direitos Humanos * Judiciário e Justiça * Liberdade de Expressão * Mídia Digital Editoria/Sônia Amorim: ativista, blogueira, escritora, professora universitária, palestrante e "canalhóloga" Desafinando o Coro dos Contentes...
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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Promotor não é Engavetador e MP não é Arquivo...
Promotor de Justiça existe para Promover Justiça. Logo, Promotor de Justiça não deveria ser Promotor de Injustiça.
Promotor não é Engavetador e Ministério Público não é Arquivo de Denúncias.
Ministério Público é Fiscal da Lei, Defensor da Cidadania e da Sociedade.
Conheça o trabalho do Ministério Público e do Promotor de Justiça clicando aqui.
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Venezuela: sem Chávez, com Chávez
Milhares de cidadãos foram ontem às ruas em várias cidades da Venezuela, para defender a Revolução Bolivariana e promover a "posse simbólica" do presidente Hugo Chávez, que se encontra internado em Cuba para tratamento de um câncer.
Todos Somos Chávez!
Foto: AP
Dezenas de milhares marcam posse simbólica de Chávez nas ruas de Caracas
Reunida do lado de fora do Palácio Miraflores, multidão gritou "Todos somos Chávez", no que pode ser o primeiro capítulo de movimento chavista sem a presença do líder venezuelano
Nada até agora havia mostrado de forma tão clara quanto Hugo Chávez se agarra ao poder quanto sua ausência em sua própria cerimônia de posse nesta quinta-feira. A Venezuela reuniu aliados do exterior e dezenas de milhares de partidários para celebrar o início do quarto mandato do presidente venezuelano, que está muito doente em Cuba para poder voltar para casa e fazer o juramento ao cargo.

Partidário do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, segura
Nada até agora havia mostrado de forma tão clara quanto Hugo Chávez se agarra ao poder quanto sua ausência em sua própria cerimônia de posse nesta quinta-feira. A Venezuela reuniu aliados do exterior e dezenas de milhares de partidários para celebrar o início do quarto mandato do presidente venezuelano, que está muito doente em Cuba para poder voltar para casa e fazer o juramento ao cargo.

Partidário do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, segura
faixa com seu retrato durante manifestação em Caracas AP
De muitas formas, pareceu o tipo de comício que o líder protagonizou várias vezes durante seus 14 anos no poder. A face do presidente apareceu em camisetas, placas e faixas. Partidários fervorosos dançaram e cantaram as músicas que saíam de caixas de som posicionadas em caminhões. Quase todos vestiram vermelho, a cor do movimento da Revolução Bolivariana.
Mas, dessa vez, não havia nenhum Chávez no balcão no Palácio de Miraflores.
Essa foi a primeira vez na história da Venezuela que um presidente perdeu sua posse, disse o historiador Elias Pino Iturrieta. Em relação à simbólica manifestação de rua, Pino afirmou: "Talvez esse seja o primeiro capítulo do que eles chamam de Chavismo sem Chávez."
Apesar disso, muitos na multidão do lado de fora do palácio presidencial insistiram que Chávez ainda estava presente em seus corações, testemunhando seu sucesso em forjar um forte senso de identidade com milhões de venezuelanos pobres.
A multidão gritou: "Todos somos Chávez!" Alguns usaram recortes de papel da amarela, azul e vermelha faixa presidencial para mostrar que simbolicamente assumiam o cargo eles mesmos, no lugar de Chávez.
"Um período histórico desta segunda década do século 21 está começando, com nosso comandante na liderança", disse o vice-presidente Nicolás Maduro , apontado por Chávez como seu sucessor.
O líder venezuelano, normalmente no centro da atenção nacional, está tão doente depois de sua quarta cirurgia relativa a um câncer que não fez nenhuma declaração televisiva em mais de um mês e não apareceu em uma única foto. Autoridades não especificaram que tipo de câncer ele tem ou em qual hospital é tratado.
Ainda assim, a oposição, que se recupera de duas derrotas eleitorais, parece impotente para efetivamente desafiá-lo, e críticos veem sua impotência na batalha sobre a posse como um exemplo de quanto o presidente pode ignorar a Constituição.
Apesar das alegações da oposição de que a Constituição exige uma posse em 10 de janeiro, a Assembleia Nacional chavista prorrogou a cerimônia, e a Suprema Corte endossou essa decisão na quarta, dizendo que ele poderia assumir o quarto mandato perante essa corte em uma outra data.
A parlamentar opositora Maria Corina Machado classificou essas medidas de "um golpe bem planejado contra a Constituição venezuelana" e ecoou as suspeitas de outros críticos de que aliados estrangeiros estão influenciando eventos no país: "Isso tem sido dirigido de Cuba, por cubanos", disse.

Pôster do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, anexado
De muitas formas, pareceu o tipo de comício que o líder protagonizou várias vezes durante seus 14 anos no poder. A face do presidente apareceu em camisetas, placas e faixas. Partidários fervorosos dançaram e cantaram as músicas que saíam de caixas de som posicionadas em caminhões. Quase todos vestiram vermelho, a cor do movimento da Revolução Bolivariana.
Mas, dessa vez, não havia nenhum Chávez no balcão no Palácio de Miraflores.
Essa foi a primeira vez na história da Venezuela que um presidente perdeu sua posse, disse o historiador Elias Pino Iturrieta. Em relação à simbólica manifestação de rua, Pino afirmou: "Talvez esse seja o primeiro capítulo do que eles chamam de Chavismo sem Chávez."
Apesar disso, muitos na multidão do lado de fora do palácio presidencial insistiram que Chávez ainda estava presente em seus corações, testemunhando seu sucesso em forjar um forte senso de identidade com milhões de venezuelanos pobres.
A multidão gritou: "Todos somos Chávez!" Alguns usaram recortes de papel da amarela, azul e vermelha faixa presidencial para mostrar que simbolicamente assumiam o cargo eles mesmos, no lugar de Chávez.
"Um período histórico desta segunda década do século 21 está começando, com nosso comandante na liderança", disse o vice-presidente Nicolás Maduro , apontado por Chávez como seu sucessor.
O líder venezuelano, normalmente no centro da atenção nacional, está tão doente depois de sua quarta cirurgia relativa a um câncer que não fez nenhuma declaração televisiva em mais de um mês e não apareceu em uma única foto. Autoridades não especificaram que tipo de câncer ele tem ou em qual hospital é tratado.
Ainda assim, a oposição, que se recupera de duas derrotas eleitorais, parece impotente para efetivamente desafiá-lo, e críticos veem sua impotência na batalha sobre a posse como um exemplo de quanto o presidente pode ignorar a Constituição.
Apesar das alegações da oposição de que a Constituição exige uma posse em 10 de janeiro, a Assembleia Nacional chavista prorrogou a cerimônia, e a Suprema Corte endossou essa decisão na quarta, dizendo que ele poderia assumir o quarto mandato perante essa corte em uma outra data.
A parlamentar opositora Maria Corina Machado classificou essas medidas de "um golpe bem planejado contra a Constituição venezuelana" e ecoou as suspeitas de outros críticos de que aliados estrangeiros estão influenciando eventos no país: "Isso tem sido dirigido de Cuba, por cubanos", disse.

Pôster do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, anexado
à imagem de Jesus, é visto durante manifestação do lado
de fora do Palácio de Miraflores em Caracas Reuters
Líderes da oposição convocaram protestos para 23 de janeiro, o aniversário da última ditadura do país em 1958. Mas não está claro quanto apoio as reclamações da oposição podem atrair em meio a um jorro de simpatia pública pelo líder doente, e com vizinhos latino-americanos apoiando a posição do governo ou relutantes em se intrometer nas questões domésticas do país.
O governo convidou líderes estrangeiros para acrescentar um peso político ao evento desta quinta. Os presidentes do Uruguai, Jose Mujica, da Bolívia, Evo Morales, e da Nicarágua, Daniel Ortega, compareceram.
Muitos disseram que mantinham a esperança de que o presidente possa voltar eventualmente vivo para a Venezuela, embora reconheçam que parece que ele enfrenta uma batalha difícil. "Viemos para mostrar apoio, para que ele saiba que sua nação está com ele", disse Anny Marquez, uma secretária e voluntária de uma milícia civil que Chávez montou em anos recentes. "Estamos com ele nos momentos bons ou ruins."
Mas enquanto alguns projetaram a confiança na resiliência do movimento socialista, alguns reconheceram a possibilidade de mudanças futuras. "Infelizmente Chávez não pode estar conosco hoje", disse o professor Marcelo Villegas. "Mas nós, o povo, representamos Chávez. Ele é e sempre será nosso líder."
Portal IG, com adaptações
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Líderes da oposição convocaram protestos para 23 de janeiro, o aniversário da última ditadura do país em 1958. Mas não está claro quanto apoio as reclamações da oposição podem atrair em meio a um jorro de simpatia pública pelo líder doente, e com vizinhos latino-americanos apoiando a posição do governo ou relutantes em se intrometer nas questões domésticas do país.
O governo convidou líderes estrangeiros para acrescentar um peso político ao evento desta quinta. Os presidentes do Uruguai, Jose Mujica, da Bolívia, Evo Morales, e da Nicarágua, Daniel Ortega, compareceram.
Muitos disseram que mantinham a esperança de que o presidente possa voltar eventualmente vivo para a Venezuela, embora reconheçam que parece que ele enfrenta uma batalha difícil. "Viemos para mostrar apoio, para que ele saiba que sua nação está com ele", disse Anny Marquez, uma secretária e voluntária de uma milícia civil que Chávez montou em anos recentes. "Estamos com ele nos momentos bons ou ruins."
Mas enquanto alguns projetaram a confiança na resiliência do movimento socialista, alguns reconheceram a possibilidade de mudanças futuras. "Infelizmente Chávez não pode estar conosco hoje", disse o professor Marcelo Villegas. "Mas nós, o povo, representamos Chávez. Ele é e sempre será nosso líder."
Portal IG, com adaptações
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Apagão Jornalístico: a velha mídia em estado terminal
O que eles produzem não é jornalismo. Faltam verdade, fidedignidade, objetividade. E sobra leviandade. Eles só se sustentam graças ao aparato corporativo. E aos interesses inconfessáveis a que servem.
O que promovem é desinformação. Ativismo político, como disse alguém.
O governo da presidenta Dilma precisa se dar conta de que Mídia é Quarto Poder. Não dá pra brincar com isso. Eles são profissionais e estão jogando pesado no tumulto, na desestabilização. Estão em estado terminal, acreditamos. Mas ainda podem fazer muitos estragos.
A mídia digital, emancipadora, planetária, feita por todos nós, aos poucos irá ocupando espaços. Caminho sem volta.
Comunicação Cidadã.
O Apagão Jornalístico da Cantanhede e colegas.
O desafio da comunicação pública
Luis Nassif
Coluna Econômica
Em qualquer grande organização privada, a comunicação pública é peça central. Não apenas para combater momentos de crise como para orientar públicos interno e externo, consumidores, funcionários e acionistas sobre objetivos, filosofia da empresa, estratégias etc.
Por isso mesmo, é impressionante o desaparelhamento do setor público brasileiro, em todos os níveis, em relação a esse tema, ainda mais nesses tempos de Internet, redes sociais e notícias online.
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Há duas características fatais no jornalismo:
1. A tendência histórica de escandalização de cada tema. Mesmo quando as informações são verdadeiras, basta forçar um enfoque - especialmente nos temas mais técnicos - para desvirtuar totalmente seu sentido.
2. Com as redes sociais, há o fenômeno da expansão viral das notícias, que tende a crescer exponencialmente.
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Por tudo isso, o monitoramento diuturno das redes sociais - e a pronta resposta às notícias ali disseminadas - faz parte da estratégia de toda grande organização.
O caso Speedy-Telefonica foi um divisor de águas. As reclamações começaram nas redes sociais, ganharam o Twitter e criaram uma avalanche, antes de chegar aos jornais, pegando a empresa no contrapé.
Hoje em dia, toda grande empresa tem uma assessoria monitorando tudo o que sai sobre ela na rede, classificando as notícias como positivas, negativas ou neutras, gerando gráficos em tempo real para identificar as negativas e atuando decididamente sobre notas potencialmente críticas.
***
Tenho dois exemplos:
1. Meses atrás soltei um Twitter reclamando da lentidão de minha linha de banda larga. Imediatamente fui contatado por um representante da empresa querendo saber o que estava acontecendo e dispondo-se a corrigir o problema.
2. No meu Blog há uma nota antiga sobre as dificuldades de se romper o contrato com determinada companhia de TV por assinatura. A cada três dias alguém tenta colocar um comentário novo em uma nota antiga. Certamente faz parte da estratégia da empresa concorrente.
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E o que não dizer das organizações públicas, mais amplas, complexas e desorganizadas do que qualquer organização privada?
Tomem-se episódios recentes.
Uma matéria da Folha sustentando que houve uma convocação extraordinária do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, tendo em vista o risco de apagão. Uma comunicação profissional logo de manhã soltaria uma nota para todos os sites e blogs noticiosos explicando que a reunião estava marcada há meses. Mataria o boato no nascedouro. Permitiu-se prosperar durante todo o dia.
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Hoje em dia, o jogo não comporta mais amadorismo e passa pelas seguintes etapas:
1. Em organizações complexas (como as públicas) há a necessidade de assessorias descentralizadas mas obedecendo a uma orientação única.
2. Cabe à coordenação central utilizar ferramentas para monitoramento contínuo das notícias, identificação dos pontos críticos, montagem de estratégias de comunicação para temas mais polêmicos.
3. Há que se ter treinamento, padronização de respostas, compromisso com a objetividade e a veracidade dos dados, indicadores de eficácia.
Nesses períodos de transformação profunda, a comunicação é essencial. E não dá mais para se limitar a marcar audiência com a respectiva autoridade.
Luis Nassif Online
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Blogueira Paulistana: mais vigiada que a Blogueira Cubana
Como muitos de vocês sabem, Yoani Sánchez, a mundialmente famosa blogueira cubana, crítica do regime implantado em Cuba por Fidel Castro, mantém um blog onde relata sua vida e dia a dia em Havana. Yoani já foi detida algumas vezes, dizem que recebe dinheiro dos EUA para escrever contra os irmãos Castro, mas não consta que tenha sua vida particular devassada por câmeras. Yoani, que vive num país comunista e se coloca claramente como inimiga do regime, não é vítima de violação de privacidade como esta blogueira paulistana que vos escreve aqui.
Há mais de um ano, venho sendo monitorada 24 horas por dia por câmeras instaladas na casa ao lado. Minhas movimentações, entradas e saídas de casa, a pé e de carro, visitas que eventualmente receba... tudo é bisbilhotado e controlado pelas câmeras instaladas na casa ao lado, no alto, ilícito denunciado e até o momento ignorado.
Por que existe tanto interesse em vigiar minha vida? Por que existe interesse em saber se estou em casa, se saí, quando saí, com que roupa fui, se voltei, quem me visita... Com que direito bisbilhotam minha vida?
Diante da inércia das autoridades devidamente informadas deste e de outros ilícitos, não me restou alternativa a não ser expor publicamente tais fatos e as violências que venho sofrendo.
A Constituição da República protege a PRIVACIDADE das pessoas.
VIOLAÇÃO DE PRIVACIDADE é VIOLÊNCIA, DELITO, sancionado por lei.
Agora, vejam algumas imagens das câmeras que vigiam a Blogueira Paulistana.
E antes que me esqueça: VIVA CUBA !!!
Câmera instalada na coluna amarela (garagem da casa vizinha),
cobrindo toda a frente e jardim da casa da blogueira (12 metros).
Foto feita da garagem da casa da blogueira.
Câmera instalada na entrada da casa vizinha,
cobrindo o jardim e o portão de entrada da casa da blogueira.
Câmera nos fundos da casa vizinha, cobrindo o quintal
da casa da blogueira e sua saída pela garagem.
A mesma câmera anterior, vista de outro ângulo. Observem a
posição dela, claramente direcionada para o quintal da blogueira.
Além da câmera da esquerda, há outra, na viga de sustentação
do telhado de área de serviço da casa vizinha. Ambas
direcionadas à casa da blogueira.
direcionadas à casa da blogueira.
Câmera instalada no alto e nos fundos da casa vizinha,
cobrindo todo o quintal e os acessos da casa
da blogueira ao quintal e garagem.
cobrindo todo o quintal e os acessos da casa
da blogueira ao quintal e garagem.
Observem o direcionamento das duas câmeras: claramente
voltadas para a casa e o quintal da blogueira.
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
SP: Blogueira denuncia invasão de domicílio e crime ambiental
Os que acham que podem tudo, que estão acima das leis e que o Código Penal é para os trouxas e os pobres continuam promovendo ilícitos contra a blogueira Sônia Amorim e sua casa, colocando em risco a vida da cidadã.
A escritora e blogueira vem sendo há quase 15 anos esbulhada, espoliada, lesada - violação de direito de propriedade -, e há 3 anos passou a sofrer violências moral, psicológica, institucional e tentativas de violência física (sequestro? assassinato?).
No Fórum Penha de França, nas delegacias do bairro, na Corregedoria do Município de São Paulo e até na Corregedoria do Tribunal de Justiça de São Paulo as denúncias da cidadã andam a passo de tartaruga, quando andam.
Urge que as instituições de investigação e controle da criminalidade abram apurações sérias, não burocráticas, "só pra inglês ver", mas averiguações consistentes e consequentes. Chega de "arquivamento" de denúncias!
Ministério Público é Fiscal da Lei, não "Engavetador de Denúncias".
Além das fotos de ataques a pinheiro, bananeira, ipês e mamoneiro que postei ontem, a seguir publico mais cenas explícitas de barbárie cometida contra árvores da minha casa. A vítima desta vez foi uma cerejeira-do-campo (Eugenia involucrata), de quase 3 anos, atacada com "requintes de perversidade", dentro do quintal da blogueira.
Observem a crueldade dos infratores, que esperam a blogueira se recolher e, na calada da noite, trepam no muro ou invadem o quintal da cidadã para cometer atrocidades. Já imaginaram a cena ridícula?
O arbusto estava viçoso, saudável, com cerca de dois metros e meio de altura, folhas verdes e brilhantes etc. A ponta do arbusto foi quebrada há cerca de 60 cm, lascada, para a introdução de veneno, também atirado nos galhos e folhas.
Uma atrocidade cometida por pura falta do que fazer...
Isto também é Violência contra Mulher.
Não me calo.
***Só os ignorante
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O Apagão Jornalístico da Apocalíptica Cantanhede
Os Maias erraram sua previsão. O mundo não acabou em 21 de dezembro de 2012, mas deve acabar nas próximas semanas, segundo a "jornalista" Eliane Cantanhede, da Folha de S. Paulo.
A "Musa da Febre Amarela" incorporou agora novo personagem: a "Musa do Apagão".
O mundo (o Brasil!) não acabará nem em fogo, nem em água, mas "na escuridão". E por culpa do PT, de Lula e da presidenta Dilma Rousseff, claro.
"Jornalismo" leviano, irresponsável. Ou melhor, "guerra política", golpismo, mídia partidarizada, em campanha para 2014.
O "Apagão da Cantanhede", na verdade, é mais um capítulo do "Apagão Jornalístico" de que padece a mídia golpista brasileira.
Os boatos sobre o apagão de energia
Luis Nassif
Na Folha de ontem, a jornalista Eliana Cantanhede forneceu a manchete, ao anunciar uma reunião de emergência do setor elétrico. Segundo a matéria, “a reunião foi acertada entre Dilma, durante suas férias no Nordeste, e o Ministro das Minas e Energia Edison Lobão”.
“Dirigentes de órgãos do setor tiveram que cancelar compromissos para comparecer”, dizia a matéria. Mais: “Dez dias depois de dizer que é "ridículo" falar em racionamento de energia, a presidente Dilma Rousseff convocou reunião de emergência sobre os baixos níveis dos reservatórios, para depois de amanhã, em Brasília.
***
Segundo a jornalista, “oficialmente, estarão presentes ao encontro de quarta-feira os integrantes do CMSE (Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico), que é presidido pelo ministro das Minas e Energia e é convocado, por exemplo, quando há apagões de grandes proporções, como ocorreu mais de uma vez em 2012”.
Existe um órgão denominado de Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) que reúne-se mensalmente para analisar o setor. Participam da reunião o Ministro, o Operador Nacional do Setor Elétrico (ONS), a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), a Agência Nacional de Petróleo (ANP), a Agência Nacional de Águas (ANA), entre outras.
As reuniões são mensais e a agenda do ano é definida sempre no mês de dezembro do ano anterior. Portanto, desde o mês passado a tal reunião “extraordinária” estava marcada.
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O mercado de energia elétrica é dividido em dois segmentos. Há os contratos de longo prazo, firmados entre grandes consumidores (entre os quais as distribuidoras) e fornecedores; e o chamado mercado spot, com compras de curto prazo.
Uma informação incorreta, como esta, poderia provocar oscilações de monta nas cotações do mercado spot. Poderia fazer empresas suspenderem planos de investimento, montarem planos de contingência.
Não afetou o mercado porque as grandes empresas, os grandes investidores dispõem de canais de informação específicos. E a própria Internet permitiu a propagação do desmentido do MME acerca do caráter “extraordinário” da reunião.
Mas a falsa notícia levantou até o argumento de que os problemas eram decorrentes da redução da conta de luz – que sequer ocorreu ainda.
***
De concreto, existe a enorme seca que assola o Nordeste, que reduziu as reservas do sistema. Atualmente os reservatórios da Região Nordeste operam com 31,6% da sua capacidade, e os da Região Norte com 41,24%.
Limitações ambientais, além disso, obrigaram a uma mudança na arquitetura das novas usinas hidrelétricas, substituindo os grandes lagos pela chamada tecnologia de “fio d’água”.
***
Mas o modelo prevê um conjunto de usinas termoelétricas de reserva. Sempre que há problemas no fornecimento, elas são autorizadas a operar até que o sistema convencional volte a dar conta do recado.
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O episódio mostra, em todo caso, a dificuldade, hoje em dia, de se dispor de informações objetivas. Na Internet, há um caos informacional; nos jornais, uma sobreposição diária das intenções políticas sobre a objetividade das matérias.
Luis Nassif Online
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terça-feira, 8 de janeiro de 2013
São Paulo: atentados contra a blogueira Sônia Amorim
Os que lesam esta Blogueira, sob risco de processo criminal, devido a graves ilícitos cometidos contra a cidadã (fraude, estelionato, roubo, atentados...), continuam desafiando o Estado brasileiro e as instituições, apoiados, ao quer tudo indica, por setores do Judiciário, da advocacia, agentes públicos, servidores municipais e infratores de menor porte, paus-mandados e línguas-de-aluguel que nem vale a pena nomear aqui...
Todo este aparato, mais de 30 faltosos, contra uma única cidadã!
Que covardia! Que ridículo! Gente sem-vergonha, despudorada!
Desde fevereiro de 2010, esta Blogueira vem sofrendo perseguições e violências de todo o tipo, inclusive dentro de sua casa, violências desferidas por casal de inquilinos, cooptados, que entraram para o esquema.
As violências continuam.
A Blogueira nada teme e está atenta às movimentações dos faltosos.
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