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sábado, 26 de janeiro de 2013

A furibunda e moribunda oposição brasileira


Não é só a velha, elitista e golpista mídia brasileira, historicamente de costas para os verdadeiros interesses do País, que está com os dias contados, vendo sua influência ser dia a dia corroída pela falta de credibilidade e com o advento das novas vozes que se levantam nas redes sociais e na blogosfera. A oposição (PSDB, DEM e PPS), oportunista e tacanha, também se encontra em estado terminal.

Não se renovam, ambas. Entra década e sai década, muda-se o milênio, adentra-se a Nova Era, e o discurso é o mesmo: retrógrado, decadente, vazio de propostas, a serviço de interesses espúrios. 

Rebeldes sem causa.

Grotesco.






Leandro Fortes

PSDB

Nota de falecimento

A reação formal do PSDB ao pronunciamento da presidenta Dilma Rousseff sobre a redução nos preços das tarifas de energia elétrica, em todo o país, é o momento mais lamentável do processo de ruptura histórica dos tucanos desde a fundação do partido, em junho de 1988.



O presidente nacional do PSDB, Sergio Guerra. 
Foto: Agência Brasil

A nota, assinada pelo presidente da sigla, deputado Sérgio Guerra, de Pernambuco, não vale sequer ser considerada pelo que contém, mas pelo que significa. Trata-se de um amontoado de ilações primárias baseadas quase que exclusivamente no ressentimento político e no desespero antecipado pelos danos eleitorais inevitáveis por conta da inacreditável opção por combater uma medida que vai aliviar o orçamento da população e estimular o setor produtivo nacional.

Neste aspecto, o deputado Guerra, despachante contumaz dessas virulentas notas oficiais do PSDB, apenas personaliza o ambiente de decadência instalado na oposição, para o qual contribuem lideranças do quilate do senador Agripino Maia, presidente do DEM, e o deputado Roberto Freire, do PPS. Sobre Maia, expoente de uma das mais tristes oligarquias políticas nordestinas, não é preciso dizer muito. É uma dessas tristes figuras gestadas na ditadura militar que sobreviveram às mudanças de ventos pulando de conchavo em conchavo, no melhor estilo sarneysista. Freire, ex-PCB, transformou a si mesmo e ao PPS num simulacro cuja fachada política serve apenas de linha auxiliar ao pior da direita brasileira.

O PSDB surgiu como dissidência do PMDB que já na Assembleia Constituinte de 1986 caminhava para se tornar nisto que aí está, um conglomerado de políticos paroquiais vinculados a interesses difusos cujo protagonismo reside no volume, a despeito da qualidade de muitos que lá estão. A revoada dos tucanos parecia ser uma lufada de ar puro na prematuramente intoxicada Nova República de José Sarney. À frente do processo, um grande político brasileiro, Mário Covas, que não deixou herdeiros no partido. De certa forma, aquele PSDB nascido sob o signo da social democracia europeia morreu junto com Covas, em 2001. Restaram espectros do nível de José Serra, Geraldo Alckmin e Álvaro Dias.

Aliás, o sonho tucano só não morreu próximo ao nascedouro, em 1992, porque Covas impediu, sabiamente, que o PSDB se agregasse ao moribundo governo de Fernando Collor de Mello, às vésperas do processo de impeachment. A mídia, em geral, nunca toca nesse assunto, mas foi o bom senso de Covas que barrou o movimento desastrado liderado por Fernando Henrique Cardoso, que pretendia jogar o PSDB na fossa sanitária do governo Collor em troca de assumir o cargo de ministro das Relações Exteriores. FHC, mais tarde chanceler e ministro da Fazenda de Itamar Franco, e presidente da República por dois mandatos, nunca teria chegado a subprefeito de Higienópolis [!!!] se Covas não o tivesse impedido de aderir a Collor.

Fala-se muito da extinção do DEM, apesar do suspiro do carlismo em Salvador, mas essa agremiação dita “democrata” é um cadáver insepulto há muito tempo, sobre o qual se debruçam uns poucos reacionários leais. É no PSDB que as forças de direita e os conservadores em geral apostam suas fichas: há quadros melhores e, apesar de ser uma força política decadente, ainda se mantém firme em dois dos mais importantes estados da federação, São Paulo e Minas Gerais.

E é justamente por isso que a nota de Sérgio Guerra, um texto que parece ter sido escrito por um adolescente do ensino médio em pleno ataque hormonal de rebeldia, é, antes de tudo, um documento emblemático sobre o desespero político do PSDB e, por extensão, das forças de oposição.

Essas mesmas forças que acreditam na fantasia pura e simples do antipetismo, do antilulismo e em outros venenos que a mídia lhes dá como antídoto ao obsoletismo em que vivem, sem perceber que o mundo se estende muito além das vontades dos jornalões e da opinião de penas de aluguel que, na ânsia de reproduzir os humores do patrão, revelam apenas o inacreditável grau de descolamento da realidade em que vivem.


CartaCapital

Destaques do ABC!

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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

No aniversário de São Paulo, Haddad parabeniza Dilma


O dia festivo de hoje em São Paulo, que completa 459 anos, mostrou, mais uma vez, uma presidenta Dilma e um prefeito Haddad afinadíssimos, vibrando com a mesma determinação e entusiasmo em direção a mudanças e avanços para São Paulo e para o Brasil.

Dilma também encontrou o ex-presidente Lula, com quem manteve conversa reservada no período da manhã.

A "urubuzada" da mídia golpista e da oposição deve estar inquieta, alvoroçada, em pânico.

                                                                   Imagem SECOM/Prefeitura



Haddad parabeniza Dilma por redução na conta de energia


"Muita gente duvidou que fosse possível acontecer o inimaginável. Porque todo mundo sempre ouviu falar da conta de serviço público", disse o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, durante entrega de 300 casas do Minha Casa, Minha Vida e 84 ambulâncias para o Samu. Segundo ele, "o comércio, a indústria e as famílias [de São Paulo] vão economizar R$ 1,9 bilhão por ano"

SP247 - Após evento público no Palácio do Bandeirantes e, portanto, ao lado do governador Geraldo Alckmin (PSDB), o prefeito de São Paulo se sentiu mais à vontade para comentar o pronunciamento em que a presidente Dilma Rousseff anunciou a redução na conta de luz, na quarta-feira 23. O pronunciamento de Dilma gerou protestos da oposição, principalmente do PSDB de Alckmin.

Durante a cerimônia de entrega de 300 casas do Minha Casa, Minha Vida e 84 ambulâncias para o Samu, Haddad aproveitou para "parabenizar" a presidente pelo pronunciamento. "Muita gente duvidou que fosse possível acontecer o inimaginável. Porque todo mundo sempre ouviu falar da conta de serviço público", disse.

Haddad disse que Dilma "não fez uma mágica". "Percebeu que os contratos de concessão estavam vencendo. Isso significava que o investimento feito por nossos avós já tinha sido pago. Se o investimento estava amortizado, nada mais justo que devolver para o povo o que o povo ajudou a construir com o suor de seu rosto", disse o prefeito.

Nos cálculos da prefeitura de São Paulo, "o comércio, a indústria e as famílias vão economizar R$ 1,9 bilhão por ano", disse Haddad. "As famílias vão movimentar o comércio, aumentar o consumo, o lazer, vão ter acesso à cultura, a bens duráveis e bens não duráveis que hoje não podem comprar. Vão poder pagar suas dívidas e abrir novos crediários", destacou.

Segundo o prefeito, essa é "uma mudança que nunca aconteceu, para o serviço público amadurecer e devolver para a população o que ela ajudou a construir". "É uma mudança grande de postura do governo federal em relação às concessões", concluiu.


SP 247

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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Presidenta Dilma "bateu" e os "corvos" vestiram a carapuça...


Como dissémos no post de ontem, a presidenta Dilma Rousseff promoveu um verdadeiro "espancamento simbólico" de rola-bostas da mídia golpista (Azevedo, Cantanhede, Sardenberg, Miriam Leitão e outros "abutres") em seu contundente pronunciamento à nação, quando desmontou todas as imposturas que o "jornalismo de esgoto" vem fabricando sobre o sistema elétrico brasileiro, além de anunciar uma redução maior ainda das tarifas de energia que havia sido anunciada em setembro último.

Houve "choro e ranger de dentes" entre os colunistas. Muitos estão esperneando e praguejando até agora...

A presidenta cansou de ser "saco de pancadas" e partiu pra cima, encarou, "foi pro pau"... 

Devastadora.

Essa é a Dilma!



247 - Durante anos, décadas, até, os grandes jornais brasileiros vocalizaram uma das maiores demandas empresariais no País: a redução do Custo Brasil. Nele, um dos principais componentes de custo é a tarifa de energia, historicamente uma das mais caras do mundo – especialmente após o processo de privatização. Dezenas de eventos foram organizados em vários pontos do País e muito pouco, ou quase nada, se fez.

Até que uma mulher, a presidente Dilma Rousseff, decidiu enfrentar essa questão. E não de maneira intervencionista. Valendo-se de uma oportunidade, que era a renovação das concessões de várias usinas do setor elétrico, o governo obteve preços menores pela energia já amortizada pelas concessionárias públicas ou privadas. Resultado: a conta de luz cairá em 18% para as residências e até 32% no setor industrial.

Uma notícia, certamente, de forte impacto popular, para um governo que já desfruta de altos índices de popularidade. No seu discurso de ontem, Dilma falou que a redução valerá até nos estados onde os governantes se recusaram a renovar as concessões – ela mencionava São Paulo, Minas e Paraná, governados pelo PSDB, mas não citou os nomes. E disse que a turma "do contra" estaria ficando para trás.

Pois os corvos, na manhã desta quinta-feira, vestiram a carapuça. Quem gralhou mais alto foi Reinaldo Azevedo, que falou em "populismo elétrico" e "campanha eleitoral" na tomada. "Quem falava era a candidata à reeleição em 2014. Até aí, vá lá. É a sina dos políticos nas democracias; disputar eleições é parte do jogo. O que incomodou foi outra coisa: por que o tom de desafio e, às vezes, de certo rancor? Porque, no petismo — seja o lulista ou o dilmista —, mais importante do que vencer, é a sensação de que o adversário perdeu", escreveu Reinaldo, que – efetivamente – perdeu. Se dependesse da sua vontade, não haveria o pacote para a redução das tarifas.

Outro corvo que se posicionou, em artigo no Globo, foi o jornalista Carlos Alberto Sardenberg. "Pode ser que o governo não tenha uma política, mas apenas alvos. E cada vez que atira em um, acerta no que não devia. Um exemplo da hora: a redução das tarifas de energia vai estimular famílias e empresas a consumir mais, lógico. Isso em um momento em que os reservatórios das hidrelétricas, a energia mais barata, estão em ponto crítico, exigindo o apoio das usinas termoelétricas, mais caras. O processo ainda retira recursos das companhias hidrelétricas, diminuindo sua capacidade de investimento em novas fontes. O pior de tudo é que o Brasil já viu isso nos anos 70 e 80".

Não, na verdade o Brasil nunca viu esse filme: tarifas públicas sendo reduzidas, nessa intensidade, numa negociação aberta, mas liderada pelo governo. Talvez por isso mesmo, mas não sem uma ponta de ironia, o Globo tenha noticiado o caso com um "nunca antes na história deste País". E avisado, como bom corvo, que a queda de luz será compensada pela alta, ainda não confirmada, da gasolina.


Brasil 247

Destaques do ABC!
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Dilma "espanca" rola-bostas da mídia golpista


O ABC! transmitiu.

Em horário nobre e cadeia de rádio e televisão, a presidenta Dilma Rousseff acabou de promover um verdadeiro "espancamento simbólico" dos rola-bostas da mídia golpista, que em seu exercício diário de "jornalismo de esgoto" desinformam e muitas vezes criam pânico na população, prevendo caos, apagões e um verdadeiro "fim do mundo".

"Aqueles que são sempre do contra estão ficando para trás", disse Dilma.

É isso o que tem que ser feito e a presidenta foi na veia! "Chutou o pau..." Sem dó nem piedade.

Essa é a Dilma!

Assistam ao vídeo abaixo.

Parabéns, presidenta Dilma!

Viva o Povo Brasileiro !!!






mmmmmmm

Dilma fala aos Brasileiros e anuncia redução de tarifa elétrica


Acompanhe conosco o pronunciamento da Presidenta da República. 

Mais um "Momento Mágico" do governo da presidenta Dilma Rousseff.

Em cadeia de rádio e televisão, a presidenta anuncia redução de tarifa de energia elétrica ainda maior do que havia sido anunciado no final do ano passado.

Rola-bostas da mídia golpista e da oposição esbravejam, esperneiam, rosnam e praguejam.

Dilma atinge seu maior momento até aqui

:
Presidente ocupa rede de televisão e rádio para anunciar forte redução nas tarifas de energia elétrica; residências e empresas serão beneficiadas com cortes estimados entre 18% e 32%; redução do chamado Custo Brasil tem poder para garantir crescimento do PIB em 2013; oposição é cética quanto aos efeitos positivos da medida; para o governo, a noite é de gala