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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Dilma sobre Bachelet: "amiga e parceira do Brasil"


MULHERES NO PODER



Presidenta e tuiteira, Dilma usou a rede social para cumprimentar a socialista Michelle Bachelet, eleita ontem Presidenta do Chile.



Dilma e Michelle na ONU Mulheres  Imagem: Google


Dilma saúda Bachelet pela vitória na eleição presidencial chilena

A presidenta Dilma Rousseff saudou, nesta segunda-feira (16), Michelle Bachelet pela sua eleição para a presidência do Chile. Dilma destacou a importância de mais uma disputa eleitoral democrática no país e que Bachelet é amiga e parceira do Brasil.

“Saúdo a senhora Michelle Bachelet pela sua eleição para presidenta do Chile. Michelle é uma amiga e parceira do Brasil. Em nome do povo brasileiro, congratulo-me com os chilenos por mais uma eleição democrática. Estou certa que o meu governo e o de Michelle Bachelet irão aprofundar ainda mais as relações entre nossos países. Brasil e Chile têm muito a cooperar e a construir juntos. Temos uma compreensão clara do papel da integração da América do Sul”, afirmou.


Blog do Planalto

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domingo, 15 de dezembro de 2013

Bachelet: mais uma mulher, mais uma socialista


REVOLUÇÃO MUNDIAL



O mundo está mudando.

A polaridade está sendo trocada.

Saem a força, a agressividade, a frieza, o racionalismo exacerbado da energia masculina, com toda sua carga histórica de atrocidades. Começa a adentrar o cenário internacional, sutilmente, a inteligência, a leveza, a amorosidade da energia feminina, com todo o seu potencial de acolhimento aos mais frágeis.

Dilma aqui, Cristina na Argentina, Michelle no Chile...

América Latina mostrando ao mundo os novos rumos.

Vamos acompanhar as eleições de hoje no Chile e ver se os prognósticos de vitória para Michelle Bachelet se confirmam.

Momento histórico para a cidadania planetária.



                                                   Michelle Bachelet                 Google



Chile vai às urnas com Bachelet como favorita absoluta



Ex-presidente socialista tem 66% das intenções de voto na disputa contra a conservadora Matthei, de acordo com as últimas pesquisas

GUILHERME RUSSO, ENVIADO ESPECIAL / SANTIAGO - O Estado de S. Paulo

Desencanto e apatia são as palavras mais repetidas por eleitores e analistas políticos do Chile em relação ao segundo turno das eleições para a presidência do país, que ocorrem hoje. Pela primeira vez, os chilenos não são obrigados a votar na disputa presidencial - a votação anterior, em novembro, teve a participação de pouco mais da metade do eleitorado.

Em razão disso, o comparecimento às urnas no segundo turno é considerado a grande incógnita dessa votação.

Com até 66% das intenções de voto, segundo pesquisas mais recentes, a ex-presidente Michelle Bachelet, da coalizão de centro-esquerda Nova Maioria, deverá vencer com ampla vantagem a sua rival, a conservadora Evelyn Matthei, da Aliança, de centro-direita, que varia em torno dos 34% das preferências nas sondagens.

Em razão disso, potenciais eleitores tanto da socialista como da conservadora devem optar por não votar. "Quem não tem tanta simpatia pela Bachelet dificilmente irá às urnas, pois a vitória dela é tida como certa. O mesmo ocorre com a direita, mas ao revés: esses eleitores estão convencidos de que vão perder e por isso, possivelmente, não votarão", afirmou ao Estado o cientista político Cristobal Aninat, diretor da consultoria chilena Congress Watch.

"A grande dúvida é quantas pessoas vão votar. Se algum analista disser que tem alguma informação sobre isso, não acredite, porque é a primeira vez que praticamos o voto voluntário para presidente", disse.

Desde o início da campanha, ambas as candidatas enfatizaram em seus discursos o chamado para que o eleitorado vote. Analistas que arriscam previsões falam em uma menor participação dos eleitores no segundo turno.

"Há um desinteresse muito grande entre a juventude. A abstenção será alta. Os jovens do Chile têm contradições vitais. Protestam por melhorias, mas não votam. A classe política está muito desprestigiada", disse o comunicador social Ernesto Medina, presidente do Movimento Cidadão "Aqui, as Pessoas", que na quinta-feira fazia campanha para Bachelet na esquina entre o Paseo Ahumada e o Paseo Huérfanos, no centro de Santiago.

A poucos metros dali, correligionários de Matthei gritavam o principal bordão da candidata: "Sim, é possível (Sí, se puede)". Na opinião do cientista político Juan Pablo Fuentealva, que coordenava a concentração, "a abstenção não é um problema apenas chileno, é um fenômeno internacional".


"O Chile está vivendo sua pior crise de representatividade", opinou a professora de história Macarena Arce, que disse ter participado dos protestos por educação gratuita e de qualidade ocorridos durante a presidência do conservador Sebastián Piñera, afirmando que não votará hoje.

"Meu voto não tem maior nem menor influência", disse o professor de música Matías Reimer, de 31 anos, que também afirmou que não vai votar, apesar de ter reivindicado mudanças nas ruas santiaguinas. O Estado conversou com outras dez pessoas no centro de Santiago, com faixas etárias semelhantes e nenhuma delas afirmou que votaria hoje.

À parte os dois grupos em campanha, as ruas do centro da capital mostravam pouquíssimos sinais de uma disputa eleitoral em andamento. Apenas no entorno do Palácio de La Moneda, sede do Executivo chileno, os cartazes com fotos e slogans das candidatas se acumulavam, principalmente na Avenida Libertador General Bernardo O'Higgins - popularmente conhecida como Alameda.

De acordo com especialistas em política chilena, a baixa participação do eleitorado hoje, no cenário de Bachelet presidente, trará problemas para a líder socialista implementar as reformas que promete fazer - no sistema educacional, tributário e na Constituição do Chile. Com menos cacife político, Bachelet, cuja coalizão controla 55% dos assentos de ambas as Casas do Congresso, precisaria obter apoio de moderados e independentes para ter maioria qualificada necessária para a aprovação de grande parte das mudanças que pretende aplicar.


Estadão Online

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quinta-feira, 21 de junho de 2012

A face da pobreza no mundo é feminina, diz Dilma



Para Dilma, Rio+20 traz o desafio de incorporar os direitos das mulheres à agenda sustentável


          

Presidenta Dilma Rousseff durante Fórum de Mulheres Líderes sobre 
Igualdade de Gênero e Empoderamento das Mulheres no 
Desenvolvimento Sustentável. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR


A presidenta Dilma Rousseff defendeu hoje (21) que a consolidação da presença das mulheres na política faça parte das iniciativas ligadas ao desenvolvimento sustentável. Ela disse também que a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, traz o desafio de incorporar os direitos das mulheres à agenda da sustentabilidade.

“A Rio+20 nos apresenta o desafio de incorporar os direitos das mulheres como dimensão crucial e estruturante do processo de desenvolvimento sustentável. Sem isso, não atingiremos os objetivos que nos trazem ao Rio de Janeiro. A preocupação com a consolidação da presença das mulheres na política deve nortear as iniciativas ligadas a cada um dos pilares do desenvolvimento sustentável: o econômico, o social e o ambiental”, disse.

Ao participar do Fórum de Mulheres Líderes sobre Igualdade de Gênero e Empoderamento das Mulheres no Desenvolvimento Sustentável, evento promovido pela ONU Mulheres como parte da programação da Rio+20, Dilma afirmou que as mulheres são a principal face da pobreza no mundo, mas são também, segundo ela, as principais aliadas para erradicá-la. A presidenta citou a experiência dos programas sociais brasileiros para defender o protagonismo das mulheres nas ações de erradicação da pobreza.

Dilma afirmou ainda que o governo brasileiro investe para garantir o pleno exercício dos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres.

“No Brasil, estamos investindo para superar dificuldades e precariedades neste acesso aos serviços públicos de saúde, com pleno exercício dos direitos sexuais e reprodutivos, inclusive o planejamento familiar, a gestação, o parto, o puerpério, com assistência de qualidade.”

Dilma comentou a ausência da referência aos direitos reprodutivos da mulher no rascunho final da Rio+20. De acordo com a presidenta, em um ambiente de relações multilaterais como o da Rio+20 nem sempre é possível fazer prevalecer sua opinião.

“Se nem todas as minhas posições ou nem todas as posições de cada um dos aqui presentes não estão é porque, quando se tem relações multilaterais, há que respeitar a diversidade. E a diversidade implica em recuar um pouco e avançar outro pouco”, disse.



Link do vídeo


Blog do Planalto

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Dilma na ONU Mulheres



Hoje à tarde, a presidenta Dilma Rousseff, que está em Nova York para várias atividades nas Nações Unidas, discursou no Colóquio de Alto Nível sobre Participação Política das Mulheres, que discute O Papel da Mulher no Mundo. Veja o vídeo abaixo.


                                                                                  Foto: Roberto Stuckert Filho/PR




Link do vídeo


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