Tradutor

terça-feira, 8 de julho de 2014

Joaquim, o Sabichão


O Supremo Tribunal Federal, graças aos Céus, perdeu seu mais incompetente e desequilibrado ministro, que pediu aposentadoria dias atrás, e o Brasil, pasmem, ganhou um novo técnico e comentarista em futebol! 

O negócio de Joaquim Barbosa, como vemos, é aparecer, estar na mídia, diante das câmeras, sob os holofotes, nas redes sociais.

Quem ingenuamente imaginou "exílio" em Miami pode tirar o cavalinho da chuva. JB veio para ficar em nossas vidas, tumultuando, desequilibrando, fomentando caos e iniquidade, também fora do Poder Judiciário.

Daqui pra frente ele vai "meter a colher" em tudo. Logo logo estará fazendo omelete com a Ana Maria Braga e dando entrevista pro Ratinho.

Quem viver, verá!

Oremos!



247 – Prestes a se aposentar, o ex-presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, estreou na rede social Twitter com críticas e palpites sobre a Seleção brasileira na Copa.

Após se dizer ‘aliviado’, em referência a sua saída do STF com a mensagem "Alívio, finalmente!", ele postou na sexta-feira (4) mensagens contra a escalação de Felipão no jogo contra a Colômbia:

“Por que não fazer mudanças, colocar jogadores com frescor em campo? Com tantos jogadores bons no banco!!!”

“Substituição perigosa! Se houver prorrogação, Henrique será a opção de ataque? Técnicos brasileiros substituem mal e tardiamente. Sempre!”

A última, de sábado (5), sugere escalação da seleção contra a Alemanha. "Luiz Gustavo, Fernandinho, Paulinho, Ramires ou William; Hulk, Fred. Bernard como arma no segundo tempo", escreve.

Nesta segunda, Barbosa pediu o adiamento de sua aposentadoria para agosto para acompanhar a transição da Presidência da Corte a Ricardo Lewandowski.



*

sábado, 5 de julho de 2014

Presidenta Dilma escreve a Neymar e à Seleção Brasileira


COPA DAS COPAS






Presidenta Dilma Rousseff envia cartas de apoio à Seleção Brasileira e Neymar



Seleção Brasileira após gol de falta de David Luiz ontem, 
contra a Colômbia, pelas Quartas de Final da Copa, no Castelão. 
Foto: Jefferson Bernardes/VIPCOMM

A presidenta Dilma Rousseff enviou, neste sábado (5), cartas à Seleção Brasileira e ao jogador Neymar Júnior. Aos jogadores e Comissão Técnica, Dilma enalteceu o talento, a garra, o espírito de luta e a capacidade de superação que eles vêm demonstrando e considerou que estes valores ajudarão a compensar o desfalque de Neymar após lesão sofrida no jogo de ontem, contra a Colômbia, pelas Quartas de Final da Copa do Mundo. A presidenta ainda classificou a Seleção Brasileira como a mais linda e aguerrida de toda a disputa e afirmou que jogadores têm feito com que corações brasileiros batam em um só ritmo e gargantas emitam uma só voz.

Ao jogador Neymar, a presidenta Dilma disse que a feição de dor do jogador feriu o coração dela e de todos os brasileiros e brasileiras. Ela o considerou um “grande guerreiro que não se deixa abater” e afirmou que, mais rápido do que se imagina, Neymar estará de volta “enchendo nossa alma de alegria e nossa história de sucessos”.

Veja abaixo a íntegra das cartas:


Queridos jogadores e querida Comissão Técnica,

Todo o Brasil está acompanhando, com empolgação, a grande campanha que vocês realizam.

Mais uma vez, demonstram talento, garra, espírito de luta e capacidade de superação – o que, inclusive, vai ajudar a compensar o grande desfalque causado pela contusão do nosso querido Neymar.

Todo o Brasil já se sente vitorioso porque, além de estarmos realizando a Copa das Copas, temos a mais linda e aguerrida Seleção da disputa.

Como nunca, vocês estão fazendo nossos corações baterem em um só ritmo e nossas gargantas emitirem uma só voz de alegria e esperança.

Avante, porque o principal já foi feito!

Sua fã Número Um,



Dilma Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil



Querido Neymar,

Sua face de dor, ontem, no gramado do Castelão, feriu meu coração e o de todos os brasileiros e brasileiras.

Mas o que vimos, também, foi a força descomunal de um grande guerreiro que não se deixa abater, mesmo que ferido.

Um grande guerreiro que interrompe brevemente sua marcha, mas que já deixou sua marca insuperável na batalha vitoriosa que trava a nossa seleção.

Sei que como todo brasileiro você não desiste nunca e, mais rápido do que se imagina, estará de volta, enchendo nossa alma de alegria e nossa história de sucessos.

Que Deus lhe dê força e lhe proteja sempre,


Dilma Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil



Destaques do ABC!

*

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Brasil, Copa 2014: Festa nas ruas


COPA DAS COPAS



Daqui a pouco, às 17 h, em Fortaleza, Ceará, a seleção brasileira enfrenta a seleção da Colômbia. O vencedor vai encarar a Alemanha, na semifinal.

O Brasil todo parado, festivo, vestido de verde e amarelo, numa só vibração pela vitória, pela seleção e pelo País.

Murchos, os adeptos do "Não Vai Ter Copa" e as línguas mentirosas da mídia direitista, de rabo entre as pernas, têm que engolir suas previsões catastróficas, pelo menos assistir o estrondoso sucesso mundial da Copa do Mundo 2014, a Copa das Copas, e aguentar o barulhaço dos fogos, buzinas e vuvuzelas.


Força, Brasil !!!

Parabéns, Presidenta Dilma Rousseff !!!




*

quinta-feira, 3 de julho de 2014

OAB comemora a volta da normalidade no STF


OPINIÃO


Wadih: A volta da normalidade no STF

Miguel do Rosário 

A palavra de um jurista que acredita na democracia, e tem coragem de afirmá-lo.



A volta da normalidade no STF

Uma ausência percebida preencheu uma lacuna na última sessão do STF.

Por Wadih Damous, ex-presidente da OAB-RJ e atual presidente da Comissão da Verdade do RJ.


Publicado na
Carta Maior.

O Supremo Tribunal Federal, finalmente, volta à sua normalidade institucional.

Sem mais arroubos autoritários; sem mais decisões monocráticas que, a despeito da interposição do respectivo recurso, não são levadas a plenário sem qualquer fundamento e subvertendo preferências legais (em outras palavras, restabelecendo o princípio da colegialidade); sem incidentes envolvendo a violação de prerrogativas de advogados nem acusações e ataques mútuos entre Ministros. Enfim, uma sessão normal de um órgão colegiado sério e respeitoso, tanto no trato entre seus membros, quanto na relação entre estes, os advogados e a sociedade em geral. A ausência percebida preencheu uma lacuna.

Assim foi a sessão da última quarta-feira (25), presidida pelo Ministro Ricardo Lewandovski, que está próximo de assumir definitivamente o cargo de Presidente da Corte. Nela, o Pleno do Supremo (e não a vontade isolada de um Ministro), decidiu dois recursos referentes à Ação Penal 470: um, referente ao direito ao trabalho externo de alguns réus, condenados ao regime semiaberto; o outro, referente ao pedido de prisão domiciliar de José Genoino, por razões de saúde.

Feitas essas observações gerais, vamos aos julgamentos em si.

Com relação ao trabalho externo, o Supremo apenas restaurou a aplicação da Jurisprudência amplamente majoritária sobre o tema – majoritária não apenas no próprio Supremo, mas em todo o Judiciário Nacional, no sentido de que o trabalho externo, no regime semiaberto, não depende do cumprimento de 1/6 da pena, caso em que não diferiria em nada do regime fechado e não levaria em consideração a realidade do sistema carcerário brasileiro.

Além disso, acertou o Supremo ao considerar insignificante, ao menos do ponto de vista jurídico, a suposta relação de amizade entre o representante da Pessoa Jurídica que ofereceu trabalho a José Dirceu e este, bem como a suposta dificuldade em fiscalizar um ente privado nessa hipótese. Com razão, o Tribunal, a partir do voto do Ministro Barroso, reconheceu que esses supostos obstáculos, além de carentes de qualquer fundamento racional, seriam sérios entraves à desejada ressocialização do preso por meio do trabalho, que muitas vezes só é possível a partir de iniciativas de determinadas empresas ou a partir de vínculos pessoais de confiança, por conta da natural desconfiança com relação a egressos do sistema carcerário.

Com isso, o Tribunal evitou ceder à sanha de parte da “opinião pública”, que cegamente clama por tratamento mais rígido aos réus da AP 470 do que às demais pessoas que cumprem penas no país, percebendo o enorme risco sistêmico e de retrocesso civilizatório que esse tratamento diferenciado poderia ocasionar.

Já com relação à prisão domiciliar de José Genoino, há que se discordar do entendimento majoritário do Supremo. Já disse, em artigo recente, que respeito profundamente o Ministro Barroso como pessoa, magistrado e acadêmico, assim como o admirava como advogado. Mas tal admiração não me impede de exercer o direito de crítica. Nesse caso o Ministro Barroso, a meu ver, parece ter feito pequena concessão à “opinião pública” (ou publicada), que acusaria (injustamente, é claro) o relator e quem votasse com ele de prestigiar a impunidade. Isso porque, no seu voto, o Ministro mencionou que a decisão seria excepcional, por se verificar a mesma situação no caso de diversos outros detentos do mesmo sistema prisional, e que não gozam do direito pleiteado.

Ora, com o devido respeito, a lógica me parece, nesse ponto, invertida. Até o senso comum indica que não se deve justificar um erro por outro. Se diversos presos estão indevidamente privados de cumprirem pena domiciliar, que se lhes garanta esse direito, e não se negue seu exercício a quem legitimamente o tem, apenas por uma suposta isonomia.

De todo modo, ainda que discordando da decisão, reitero minha satisfação do início de nova fase no Supremo Tribunal Federal, esperando que continue exercendo suas funções sem os arroubos e paixões individuais que tanto prejuízo podem causar à sociedade brasileira como um todo.
___________

Wadih Damous foi presidente por duas vezes da OAB do Rio de Janeiro e atualmente é presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos da OAB e da Comissão da Verdade do Rio de Janeiro.






O Cafezinho

*

Desculpe, Dilma...


COPA DAS COPAS





Vídeo




*

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Mídia direitista: cadê a Copa do Fim do Mundo?


COPA DO MUNDO 2014



Maior legado da Copa no Brasil é a força do povo


Ricardo Kotscho





Faz duas semanas, deixei um país em guerra, afundado nas mais apocalípticas previsões, e desembarquei agora noutro, na volta, bem diferente, sem ter saído do Brasil. Durante meses, fomos submetidos a um massacre midiático sem precedentes, anunciando o caos na Copa do Fim do Mundo.


Fomos retratados como um povo de vagabundos, incompetentes, imprestáveis, corruptos, incapazes de organizar um evento deste porte.
Sim, eu sei, não devemos confundir governo com Nação. Eles também sabem, mas, no afã de desgastar o governo da presidente Dilma Rousseff, acabaram esculhambando a nossa imagem no mundo todo, confundindo Jesus com Genésio, jogando sempre no popular quanto pior, melhor.

Estádios e aeroportos não ficariam prontos ou desabariam, o acesso aos jogos seria inviável, ninguém se sentiria seguro nas cidades-sede ocupadas por vândalos e marginais. Apenas três dias após o início da Copa, o New York Times, aquele jornalão americano que não pode ser chamado de petista chapa-branca, tirou um sarro da nossa mídia ao reproduzir as previsões negativas que ela fazia nas manchetes até a véspera. Certamente, muitos torcedores-turistas que para cá viriam ficaram com medo e desistiram. Quem vai pagar por este prejuízo provocado pelo terrorismo midiático?


Agora, que tudo é festa, e o mundo celebra a mais bela Copa do Mundo das últimas décadas, com tudo funcionando e nenhuma desgraça até o momento em que escrevo, só querem faturar com o sucesso alheio e nos ameaçam com o tal do "legado". Depois de jogar contra o tempo todo, querem dizer que, após a última partida, nada restará de bom para os brasileiros aproveitarem o investimento feito. Como assim? Vai ser tudo implodido?


A canalhice não tem limites
, como se fossemos todos idiotas sem memória e já tenhamos esquecido tudo o que eles falaram e escreveram desde que o Brasil foi escolhido, em 2007, para sediar o Mundial da Fifa. Pois aconteceu tudo ao contrário do que previam e ninguém veio a público até agora para pedir desculpas.

Como vivem em outro mundo, distantes da vida real do dia a dia do brasileiro, jornalistas donos da verdade e do saber não contaram com a incrível capacidade deste povo de superar dificuldades, dar a volta por cima, na raça e no improviso, para cumprir a palavra empenhada.

Para alcançar seus mal disfarçados objetivos políticos e eleitorais, após três derrotas seguidas, os antigos "formadores de opinião" abrigados no Instituto Millenium resolveram partir para o vale tudo, e quebraram a cara.

Qualquer que seja o resultado final dentro do campo, esta gente sombria e triste já perdeu, e a força do povo brasileiro ganhou mais uma vez. Este é maior legado da Copa, a grande confraternização mundial que tomou conta das ruas, resgatando a nossa autoestima, a alegria e a cordialidade, em lugar das "manifestações pacíficas" esperadas pelos black blocs da mídia para alimentar o baixo astral e melar a festa. Pois tem muito gringo por aí que já não quer mais nem voltar para seu país. Poderiam trocar com os nativos que não gostam daqui.

Que tal?



Em tempo: a 18 dias do início da Copa, escrevi um texto de ficção para a revista Brasileiros que está nas bancas, com o título "Deu zebra: ganhamos e o Brasil fez bonito". Repito: trata-se de um exercício de ficção sobre um possível epílogo do Mundial.



R7


Destaques do ABC!

*

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Goleada no STF: 10 a zero contra Joaquim Barbosa


NADA COMO UM DIA DEPOIS DO OUTRO...



DIA DE GOLEADA NO STF: 10 A ZERO CONTRA BARBOSA


:
Estão pautados para esta quarta-feira os recursos dos condenados na Ação Penal 470, que pleiteiam o direito ao trabalho externo; a tendência é que Joaquim Barbosa, que decidiu não participar da sessão, seja derrotado de forma unânime por seus colegas Ricardo Lewandowski, Celso de Mello, Gilmar Mendes, Luiz Fux, Dias Toffoli, Carmen Lúcia, Rosa Weber, Marco Aurélio Mello, Luís Roberto Barroso e Teori Zavascki; entre os pedidos, estão o de réus notórios, como José Dirceu e Delúbio Soares; direito de condenados em regime semiaberto ao trabalho externo conta com o apoio da procuradoria-geral da República

Leia a matéria completa no Brasil 247.

*