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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Feliz Ano Novo! Seja Luz!


Esta combativa blogueira, também editora e escritora, que preserva a religião católica recebida de seus pais, desde a juventude abriu seu coração aos valores imperecíveis do Budismo e do Hinduísmo. 

A Flor de Lótus, sagrada para budistas e hinduístas, é símbolo de elevação e pureza espiritual, delicadeza, paz e resistência às adversidades. A Flor de Lótus nasce nos pântanos. Suas raízes brotam na lama escura do fundo dos rios. Seu caule cresce, se eleva, atinge a superfície da água, onde a flor desabrocha, sem nunca ter tocado a água lamacenta.

No Ano Novo, recomece, renasça, carregue apenas boas lembranças, emoções positivas, Alegria. Livre-se do lodo, das mágoas e negatividades.

Seja como a Flor de Lótus. Floresça sobre as adversidades, sobre a iniquidade. Não se deixe contaminar pela lama ao seu redor.

Respeite a Vida, as Plantas, as Árvores, os Animais e toda a Natureza!

Defenda Justiça para Todos!

Feliz Ano Novo!

Seja LUZ 



George, meu beatle favorito. Hinduísta.

My Sweet Lord! Meu Doce Senhor!

Hare Krishna!






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domingo, 18 de agosto de 2013

Hare, Harrison! Hare, Krishna!





"Here comes the sun" (Aqui vem o Sol)
Dedicado ao Swami Prabhupada



"Om Hari Om Gopala Krishna"
Invocação a Krishna, aquele que remove o sofrimento



"My Sweet Lord" (Meu doce Senhor)
Dedicado ao Generoso, ao Misericordioso, ao Bem-Aventurado, ao Abençoado... o nome não importa.


Hare, Krishna!

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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Em 2013, seja um Lótus! Seja LUZ!


Janice Ascari, além de combativa Procuradora da República, é blogueira e mulher sensível e aberta a valores imperecíveis do Budismo e Hinduísmo. E "Fã dos Beatles"!... Maravilha!

Faço minhas suas palavras abaixo e acrescento um vídeo de George Harrison, meu beatle favorito.

Sejam como a Flor de Lótus: floresçam sobre as adversidades e não se deixem contaminar pelo lodo ao seu redor.

Respeitem a Vida, as Plantas, as Árvores, os Animais e todos os Seres Viventes!

Feliz Ano Novo a todos!

Sejam LUZ 





Seja como a flor de Lotus em 2013


A flor de Lotus, preferida de George Harrison. 
Foto tirada por mim em Liverpool, julho/2011, no museu 
The Beatles Story.

A flor de Lótus é um símbolo de paz, pureza espiritual, delicadeza e resistência às adversidades. Considerada sagrada pelos budistas e hindus, é uma flor aquática que nasce nos pântanos, alheia ao ambiente escuro, feio e inóspito do lodo ao seu redor. Nasce por sobre a água suja, mas paira acima dela e nunca fica molhada.

É isso que desejo para todos no ano que se inicia. Um renascimento, um recomeço, um surgir e ressurgir do lodo. Como alguém que limpa os calçados sujos no capacho antes de entrar em casa, livre-se de tudo o que você achou que não foi bom em 2012. Carregue para o novo ano apenas as coisas positivas, as boas lembranças, as sensações de alegria, de conforto, de bons momentos. Observe os maus momentos e os maus sentimentos pelos quais passou apenas como páginas de aprendizado.


Como a flor de Lotus, floresça por sobre as adversidades e não se deixe contaminar pelo lodo ao seu redor.

Seja feliz em 2013. Muito amor e saúde para todos.



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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Morre Ravi Shankar, Mestre da Música Indiana





Músico indiano Ravi Shankar morre nos Estados Unidos aos 92 anos

Pai da cantora Norah Jones enfrentou cirurgia cardíaca na quinta-feira (6). Ele era muito amigo do ex-beatle George Harrison, de quem foi professor.

O músico indiano Ravi Shankar morreu nesta terça-feira (11) no condado de San Diego, no sul da Califórnia, aos 92 anos, segundo um comunicado conjunto da fundação que leva seu nome e do seu selo fonográfico, o East Meets West Music.

"Com grande tristeza escrevemos para informar que Pandit Ravi Shankar, marido, pai e alma musical, faleceu", afirma o comunicado assinado por Sukanya e Anoushka Shankar, esposa e filha do músico.

Shankar, pai da cantora Norah Jones, estava doente desde o último ano com problemas respiratórios e cardíacos, uma condição que o levou a submeter-se na quinta-feira (6) passada a uma intervenção cirúrgica para substituir uma válvula cardíaca.

"Embora a operação tenha sido bem-sucedida, a recuperação acabou sendo difícil demais para o músico de 92 anos", diz a nota.

Músico indiano Ravi Shankar, durante um concerto em Bangalore, 
na Índia, em fevereiro de 2012. (Foto: Aijaz Rahi / Arquivo / AP Photo)

"Infelizmente, apesar dos esforços dos cirurgiões e dos médicos que cuidaram dele, seu corpo não foi capaz de suportar o esforço da operação. Estivemos ao seu lado quando morreu", declararam a mulher e a filha.

A família ainda não anunciou os planos para cerimônias póstumas e solicitou que todas as flores e doações sejam destinadas à Fundação Ravi Shankar e feitas através do site JustGive.org.


Ativo

Apesar das doenças, Ravi Shankar continuou apresentando-se nos últimos meses e realizou seu último show no dia 4 de novembro em Long Beach, no condado de Los Angeles, ao lado de Anoushka Shankar.

Seu álbum "The living room sessions Part 1" foi indicado à próxima edição do Grammy na semana passada, e o músico soube da notícia antes de sua operação.

Ravi Shankar em foto de fevereiro de 2009
(Foto: AFP)

Trajetória

Ravi Shankar nasceu em Varanasi, no estado indiano de Utar Pradesh, em 7 de abril de 1920. Seu pai, V. Lakshinarayana, era professor de violino em seu país, o que contribuiu para que Shankar começasse a tocar esse instrumento quando tinha 5 anos.

Uma década depois, deixou a Índia para viajar a Paris com a companhia de dança do seu irmão Uday. Em 1936, começou a estudar a cítara, instrumento tradicional indiano, sob a direção de Ustad Allauddin Khan, e pouco depois começou a fazer excursões por Europa e EUA.

Alcançou a fama no Ocidente graças a sua amizade com o beatle George Harrison, de quem foi professor após conhecê-lo em 1966. Os Beatles chamavam Shankar de "padrinho da música mundial".

Em 1967, realizou seu primeiro dueto com o violinista Yehudi Menuhin, com o qual posteriormente colaborou em várias ocasiões.

Em 1969, viajou aos EUA com a intenção de aprofundar-se na música do Ocidente e, ao mesmo tempo, popularizar a música hindu. Dois anos mais tarde, a pedido da London Symphony, compôs um concerto que estreou no Royal Festival Hall, na capital inglesa.

Em 1976, começou a colaborar com o guitarrista John McLaughlin, com quem fundou o grupo Shakti, trabalhou na One Truth Band e gravou o álbum "Touch me there", sob a direção de Frank Zappa.

A atividade musical de Ravi Shankar foi intensa, tendo destaque também como compositor. É autor de dois concertos para cítara e orquestra, além de músicas para balés e trilhas sonoras para filmes.

O músico indiano protagonizou o filme "Raga", centrado em sua vida, e em 1978 publicou o livro autobiográfico "My life, my music".


Ravi Shankar e George Harrison em foto de 1967 (Foto: AP)

Vida pessoal

O artista, que morava no sul da Califórnia, era casado com Sukanya Rajan e tinha duas filhas - Norah Jones e Anoushka Shankar Wright -, três netos e quatro bisnetos.

Seu primeiro casamento, com a filha do músico Ustad Allauddin Khan, Annapurna, terminou em divórcio em 1982, após anos de separação nos quais manteve relações sentimentais com Kamala Chakravarty e Sue Jones, mãe de Norah Jones.

Por fim, se casou em 1989 com Sukanya Rajan, com quem viveu desde então entre San Diego e Nova Délhi. Em 1992, seu filho Shubho, também citarista, morreu repentinamente aos 50 anos.

Ravi Shankar e sua filha Anoushka em 2002 (Foto: AP)


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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

George Harrison: meu "Beatle" favorito



Até há pouco, eu estava sem saber o que postar hoje... Não queria escrever sobre nada muito sério, falar do embate CNJ/Eliana Calmon contra a bandidagem togada, "bater" na banda podre desse Judiciário indecoroso, que nos pisoteia e envergonha... como venho fazendo há meses.


Primeira semana de um ano novinho em folha. Eu queria falar de gente boa, de alma limpa, artistas que amo, como Cássia Eller e Cat Stevens, postar mais canções que enchem nossas almas de alegria e encantamento, como venho fazendo aqui nos últimos dias... E aí acabei de ler no portal do Globo notícia de documentário, livro e exposição sobre George Harrison, em Los Angeles, a propósito dos 10 anos de sua morte no final de 2011.




Amo John Lennon, "Imagine" e outras canções geniais, adoro sua irreverência, seu espírito provocador, contestador. Paul McCartney, o mais assediado pelo mulherio, sempre me pareceu "meloso" demais... Ringo nunca contou muito, era só um baterista... Mas meu "Beatle" favorito, desde os tempos de colégio, quando cabulei aula pra ir ao cinema assistir "Help", sempre foi George Harrison, o mais místico e profundo dos rapazes de Liverpool, o criador da maravilhosa canção de amor "Something" e da extraordinária e devocional "My Sweet Lord", aquele que trouxe para a música dos Beatles e para o Ocidente sonoridades e valores da cultura milenar indiana, com a qual tenho imensa afinidade... 


Motivos não me faltam para amar George Harrison e cultuá-lo como uma "adorável criatura", esses seres luminosos que passam pelo mundo e deixam marcas profundas em todos os agraciados com sua presença. E não foram poucos, felizmente.


Convido vocês todos a apreciarem sem moderação os dois vídeos abaixo, a conhecerem mais as extraordinárias criações de George Harrison e sua biografia, a se encantarem com a sublimidade de suas canções.


"With our love, we could save the world". Com nosso amor, podemos salvar o mundo.


"Something"


Link do vídeo


"My Sweet Lord"


Link do vídeo


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