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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

SP: Folha de S. Paulo exclui PSOL/PCB de debate


Eu e o Abra a Boca, Cidadão! já nos manifestamos à ombudsman da Folha de S. Paulo. Manifeste-se você também. Saiba como.


O JORNAL DA DITABRANDA DISCRIMINA A COLIGAÇÃO PSOL/PCB !!!


A Folha de S. Paulo noticia nesta 2ª feira (01/10) que pretende promover amanhã um debate entre candidatos a vereador das "cinco principais coligações nas eleições municipais deste ano e o partido do prefeito, Gilberto Kassab", quais sejam: Luíza Nagib Eluf (PMDB), Andrea Matarazzo (PSDB), Ricardo Young (PPS), Nabil Bonduki (PT), José Police Neto (PSD) e Celso Jatene (PTB).

A exclusão da coligação PSOL/PCB seria arbitrária e inaceitável.

Cientifiquei de imediato nosso candidato a prefeito Carlos Giannazi e o presidente do Diretório Municipal paulistano, Maurício Costa, além de requerer a intervenção da ombudsman Suzana Singer, qualificando a iniciativa de "extremamente antidemocrática e, provavelmente, ilegal".

Exorto todos os companheiros de esquerda a manifestarem seu inconformismo com mais este ato de evidente discriminação contra as forças políticas combativas deste País. 

Eis os canais para se contatar a Suzana Singer:
e-mail para ombudsman@uol.com.br;
telefonema para 0800 0159000; e
carta para al. Barão de Limeira 425, 8º andar, São Paulo, SP CEP 01202-900, a/c Suzana Singer/ombudsman ou pelo fax 0/xx/11 3224-3895

Náufrago da Utopia

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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

"Gestão de Kassab é controlada por máfias", diz Giannazi



O ex-ministro Fernando Haddad, candidato à prefeitura pelo PT, também já havia mencionado esse fato gravíssimo que acontece na cidade de São Paulo, não apenas na administração atual do prefeito Gilberto Kassab, mas há vários anos.

Muitos paulistanos se lembram: a ex-prefeita Marta Suplicy, tão criticada e até ridicularizada por parte da mídia, enfrentou corajosamente a máfia dos transportes, andando até de colete à prova de balas por muito tempo.


Giannazi diz que gestão de Kassab é controlada 
por "máfias"

Candidato do PSOL também criticou proposta de Bilhete Único mensal de Haddad e defendeu "Bilhete 24 horas"

Cristiane Salgado Nunes
O candidato do PSOL à Prefeitura de São Paulo, Carlos Giannazi, em entrevista ao "Estado", nesta quinta-feira, 16, apresentou suas propostas na área de transporte e saúde, e atacou a gestão atual do prefeito Gilberto Kassab (PSD), que seria controlada por "máfias".

Carlos Giannazi durante entrevista para a TV Estadão. - Marcio Fernandes/AE
Marcio Fernandes/AE
Carlos Giannazi durante entrevista para a TV Estadão.
"Em São Paulo, existe a máfia do lixo, do transporte público, da especulação imobiliária, do serviço funerário", afirmou Giannazi, que prometeu criar uma "força-tarefa contra o comitê da corrupção", caso for eleito.

Na área de transporte, Giannazi declarou que pretende investir no transporte público de massa e prometeu a construção de mais corredores de ônibus e incentivar o uso de bicicleta.

Giannazi comentou a proposta de Bilhete Único mensal de Fernando Haddad (PT) e disse que é um projeto que sai caro ao usuário porque custaria R$ 150 por mês. O candidato propôs um Bilhete único 24 horas, que custaria R$ 90 reais mensal.

Quando questionado sobre o pedágio urbano, o candidato do PSOL disse ser totalmente contra: "É uma atitude criminosa instalar pedágio urbano em São Paulo".

Para a saúde, Giannazi prometeu construir no mínimo três hospitais na cidade e disse que vai revisar as privatizações no setor.

O candidato falou que se não for para o 2ª turno, não irá apoiar nenhum candidato, porque todos estão comprometidos com a lógica de administração autoritária e não-democrática. Segundo Giannazi, os postulantes à prefeitura estão ligados às grandes empreiteiras, que financiam suas campanhas.

"Ninguém tem coragem de revelar seu financiamento de campanha. O Serra vai gastar R$ 90 milhões". Giannazi afirmou que sua campanha gastará no máximo R$ 700 mil reais, conforme foi declarado ao TRE.


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